sábado, 3 de enero de 2009

Gente do Mar - Bahía 1833

..........O Hospital São Cristóvão foi um dos braços misericordiosos da Santa Casa baiana, encarregado de oferecer cuidados médicos à população residente ou flutuante. Os registros da irmandade demonstram que ela prestou assistência médico-cirúrgica aos presos, soldados, estrangeiros, marinheiros, alienados, mendigos e escravos. Este nosocômio foi o único da cidade de Salvador a abrir suas portas para todos os indivíduos, independentemente do estatuto jurídico, matrimonial, étnico e econômico.
.......O Hospital São Cristóvão funcionou até 1833 em pequenas casas situadas nas imediações, ao sul e oeste da sede da Misericórdia9. Na segunda década do século XIX, o hospital encontrava-se impossibilitado de atender à demanda de doentes. Em 10 de Janeiro de 1814, os médicos João Ramos de Araújo e José Avelino Barbosa notificaram a Mesa que o Hospital era insuficiente para tratar o número de doentes que aparecia diariamente, ressaltando o aumento da população e a “gente do mar” nacional e estrangeira que deveria ser recebida e curada no São Cristóvão.
.............A coleta de dados inicia em 1823, momento em que na Bahia ocorria a Guerra de Independência e encerra-se em 1851, quando a epidemia de febre amarela encerrou sua passagem por terras baianas. Dentro deste período selecionamos como amostragem os anos de 1823, 1830, 1835, 1840, 1848, 1849, 1850 e 1851. A análise assenta-se sobre 7.600 doentes, sendo 5.376 homens e 2.224 mulheres.
.............. Temos que considerar que, para o período trabalhado, Salvador viveu a guerra de Independência (1822-1823), as revoltas militares (1831), as federalistas (1833), a Revolta dos Malês (1835), a Sabinada (1837) e uma epidemia de febre amarela (1849-50). Tais episódios, certamente, provocaram um decréscimo temporário no fluxo populacional. Soma-se a tudo isso a população flutuante que se movia na cidade, trazida pelas centenas de barcos que chegavam de vários pontos do Recôncavo e pelos navios do comércio costeiro e transatlântico que poderiam por em terra, em um só dia, até 2.200 homens (Barickman, 2003; Mattoso, 1992).
De portugal y ultramar.............Os demais europeus que figuram nos livros de assento do Hospital São Cristóvão eram originários da Bélgica, Confederação Germânica (Áustria, Prússia e cidades livres de Hamburgo e Bremen), Dinamarca, Espanha, França, Inglaterra, Irlanda, Itália, Suécia e Suíça. Estados Unidos, seguidos do Chile e de Cuba
http://www.fiocruz.br/ppghcs/media/barretomrn.pdf
O presente artigo tem como finalidade observar algumas novas questões que claramente
destacam as complexidades das relações familiares e cotidianas construídas pela sociedade
escravista colonial. Para isso, investigamos os laços de compadrio tecidos num importante núcleo
urbano da Capitania de Minas Gerais, a Leal Vila de Nossa Senhora do Carmo (posteriormente
Cidade Mariana), na primeira metade do século XVIII, no período de sua formação inicial como
também da constituição desse novo território.
As terras minerais da Capitania mineira descortinaram fase de riqueza e prosperidade para o
Império Colonial Português, servindo também como dinamizador de outras áreas coloniais. Assim,
com a descoberta de ouro e posteriormente de diamantes no interior da América Portuguesa, os
sertões das gerais foram sendo ocupados por milhares de colonos, reinóis e escravos de diferentes etnias e regiões, principalmente da África, mas também de ameríndios, chineses e indiáticos.
http://www.cedeplar.ufmg.br/seminarios/seminario_diamantina/2008/D08A023.pdf

Carreira da India

De uma nau da Índia, que arribou a esta Bahia no tempo do governador
d. Duarte da Costa
No segundo ano do governador d. Duarte da Costa, que foi o do Senhor de mil quinhentos
cinqüenta e cinco,
em o mês de maio, arribou a esta Bahia, por falta de água, a nau São Paulo, que
ia para a Índia em companhia de outras quatro, das quais todas ia por capitão-mor d. João de
Menezes de Sequeira, e por capitão desta arribada Antônio Fernandes, que era senhor dela; vinham nesta nau muitos doentes, os quais o governador mandou recolher no hospital, e aos sãos ordenou darem-lhes mesa cinco meses que aqui estiveram, por se tomar parecer entre os oficiais da nau, e outros da terra / presente o governador, e d. Antônio de Noronha, o catarraz, que ia servir à capitania de Diu / e assentaram todos que, se partisse em outubro poderia passar à Índia, como aconteceu, e em menos de quatro meses chegou a Cochim, onde ainda achou a nau Capitânia, de que era capitão d. João de Menezes, e o dia seguinte deu a vela para Goa muito contente por levar novas daquela nau, que já se tinha por perdida, ainda que mui descontente com outras que levava da morte do ínclito infante d. Luiz, duque de Beja, e Condestable de Portugal, senhor de Serpa, Moura, Cavilhão, e Almada, e governador do priorado de Crato, que faleceu este ano de mil quinhentos cinqüenta e cinco, o qual, entre outras muitas virtudes, e excelências, de que foi adornado, principalmente teve duas, zelo da religião cristã e ciência da arte militar,
http://www.cchla.ufpb.br/pergaminho/1627_historia_-_frei_salvador.pdf

Carreira da India

RECORTE LIBRO:Os Portuguezes em Africa, Asia, America e Occeania
Escrito por Manuel Pinheiro Chagas, José Maria de Sousa Monteiro
Edición: 2
Publicado por Typ. de Borges, 1849
http://books.google.es/books?id=svoJ9A0UVy4C
Página 78 ir um único soldado ein terra , e recolheu-se á Hollanda. 1628 — Continuaran) os ...

ARTÍCULO:

Bem entenderam por estas vésperas os inimigos qual seria a festa quando os nossos entrassem na cidade, e com este receio se começaram já os franceses a dividir dos holandeses
determinando fugir para os nossos, da qual ocasião se quis aproveitar também um soldado português indiático, que os holandeses haviam tomado vinda de Angola, e se havia alistada com soldo, entrando, e saindo com eles da guarda, o qual sabendo a determinação dos franceses se concertou com quatro para pôr fogo à pólvora, e alegando este serviço, que não era pequeno, alcançar perdão da vida, porém um o descobriu ao coronel, o qual mandou logo prender, e enforcar o português, e um dos franceses, que os outros dois lhe fugiram para os nossos; pela que mandou o coronel lançar bando pelas ruas, a som de dez ou doze tambores, que todo o que soubesse de outro, que quisesse fugir, e lho fosse denunciar lhe daria quatrocentos cruzados, e daí avante se teve muitavigia sabre os franceses na poste que faziam.

http://www.cchla.ufpb.br/pergaminho/1627_historia_-_frei_salvador.pdf
28 Traslado de Carta de Alforria, AHCSM, Livro de Notas 69, 1º Ofício, [fl. 61 a 61v]. Provavelmente a senhora ocupou o posto de madrinha por ser o cativo originário de uma região africana, Argel, que poucos escravos enviou para a Capitania de Minas e talvez por ser muçulmano e saber ler e escrever – o que o distinguia dos demais mancípios. O
escravo Antônio Rodrigues não tardou em registrar a carta de alforria em cartório, em 1750. pag15
http://www.cedeplar.ufmg.br/seminarios/seminario_diamantina/2008/D08A023.pdf

viernes, 2 de enero de 2009

Naos de India para Brasil

indiatico: http://books.google.es/books?id=zOufgbY8TbsC&pg=RA3-PA466&lpg=RA3-PA466&dq=indiaticos&source=web&ots=ZOB5XxxluU&sig=PlH-jhtZPwtOp56F2AjoJvYps9I&oi=book_result&ct=result&safe=on&hl=es
Capítulo XLVI
De como o governador Mathias de Albuquerque mandou buscar a carga de uma nau da Índia, que se perdeu na ilha de Santa Helena
Providência divina foi ficarem na Bahia os dois galeões que dissemos no capítulo precedente, um dos quais era da esquadra de Biscaia, chamado Nossa Senhora da Atalaia, de que era capitão João Martins de Arteagoa, outro da esquadra do estreito, chamado S. Miguel, e o capitão Francisco Cestim, porque foram depois mui úteis e necessários para irem buscar a carga da nau Conceição, que por se ir ao fundo com água descarregou na ilha de Santa Helena; vinha esta da Índia em companhia de outras quatro, das quais vinha por capitão-mor d. Antônio Tello, o qual não podendo deixar de seguir a sua viagem, tomou dela a fazenda que pôde, e a gente com o seu capitão d. Francisco de Sá, e deixou a Antônio Gonçalves pousado com 120 homens brancos, e alguns cafres em guarda do mais, escrevendo por um batel ao governador do Brasil que lhe mandasse navios; chegou o batel a Pernambuco, onde o governador Mathias de Albuquerque, que estava em 18 de agosto de 1625, o qual avisou logo a d. Fadrique, pedindo-lhe para isto quatro urcas, que aí o estavam aguardando com mantimentos para a armada, dos quais era cabo João Luiz Camarena, e d. Fadrique do mar, onde achou o recado, mandou que fossem os ditos galeões da Bahia, porque das urcas dos mantimentos tinha necessidade a sua armada, pelo que o governador mandou logo em direitura aos de Santa Helena uma caravela de refresco, e por capitão dela Mateus Rodovalho, e duas naus pela Bahia, uma chamada S. Bom Homem, capitão Antônio Teixeira, outra Churrião, capitão Custódio Favacho, providas da fazenda de Sua Majestade, pelo contratador Jerônimo Domingues, para que daqui fossem com os ditos galeões, como logo foram, e com outra não chamada a Rata, que mandou d. Francisco de Moura, da qual era capitão Rodrigo Álvares.
Chegaram a Santa Helena a 27 de dezembro de 1626, acharam os indiáticos entrincheirados com os fardos, e com três baluartes feitos, em que tinham seis peças de artilharia, donde haviam pelejado primeiro com uma nau holandesa, e depois com quatro de holandeses e ingleses, tão valorosamente, que não se atreveram a sair à terra, e se foram com muita gente morta.
http://www.cervantesvirtual.com/servlet/SirveObras/12048518669194854198846/p0000004.htm
Otra fuente:http://www.cchla.ufpb.br/pergaminho/1627_historia_-_frei_salvador.pdf
Autor/a: Vicente, do Salvador, Frei (1564-1639?) Título: História do Brasil Publicación:
Alicante : Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes, 2003 Nota: Edición digital basada en la de Rio de Janeiro, Fundação Biblioteca Nacional, 2002. Portal: Fundação Biblioteca Nacional Materias:
CDU 981. Historia de Brasil. Encabezamiento de materia Brasil - Historia CDU: 981 Idioma :
portugués http://www.cervantesvirtual.com/FichaObra.html?portal=0&Ref=10623
otras citas:
1599
João Soares á volta da India por escorrer a Ilha de Santa Elena foi fazer aguada ao Brasil e chegou a Lisboa em Novembro havendo chegado as outras todas em Agosto
1609
A nao de Antonio Barroso voltando da India para este Reino foi á Bahia de Todos os santos no Brasil, onde se perdeo, mas salvou-se toda a gente e fazenda.
1626

D. Manoel Pereira Coutinho, Capitão-mor de 2 naos e 1 galeão de carga, partio a 14 de Abril Lourenço Peixoto Cirne, Capitão do galeão e Almirante, e Capitão da outra náo Francisco Ribeiro, todos chegárão a Goa a salvamento e voltarão para este Reino onde 2 náos chegarão a salvamento.
O galeão se apartou dellas, e foi ao Brasil á Bahia de Todos os Santos onde se deteve ate Janeiro de 629 em que chegou a salvamento mas deixou a pimenta e fazenda de partes na Ilha 3ª.//

Los Chinos en Brasil

Revista de Estudos da Religião - REVERISSN 1677-1222
Pós-Graduação em Ciências da Religião - PUC-São Paulo
2. Imigração Chinesa e Coreana no Brasil
2.1 "Pré-História" do Extremo Oriente no Brasil
Os chineses são os mais antigos imigrantes do Extremo Oriente no Brasil. Existem provas da presença de chineses no Brasil no período colonial, ainda que não se possa avaliar a quantidade exata.[1] Também é certo que algumas centenas de chineses desembarcaram no Rio de Janeiro em 1810, inicialmente trazidos para o cultivo de chá.[2]
Posteriormente, a possibilidade da imigração chinesa foi colocada dentro do contexto da substituição em massa da mão-de-obra escrava. Uma das possibilidades foi a imigração de chineses, já que se estimava que a imigração européia não ocorreria em número suficiente para as atender à demanda brasileira. Por conta disso, por volta de 1854, também algumas centenas de chineses foram trazidos em um experimento infrutífero de substituir a mão-de-obra escrava.[3] Em 1882 foi fundada a companhia de Comércio e Imigração Chinesa, que tinha o apoio ativo do governo e planos ambiciosos de trazer milhares de chineses ao Brasil. Por essa companhia, cerca de mil chineses chegaram para trabalhar em uma mina em São João Del Rei, no Estado de Minas Gerais.[4] Em 1893 - apesar dos protestos de chineses e ingleses[5] - entraram 475 chineses no Brasil, recrutados na China e embarcados em um navio alemão fretado chamado Tetardos. Segundo o Memorial dos Imigrantes de São Paulo, a primeira entrada oficial de chineses no estado ocorreu em agosto de 1900, com 107 pessoas que se encaminharam para a cidade de Matão, depois de terem desembarcado no Rio de Janeiro e de passarem pela Hospedaria dos Imigrantes na cidade de São Paulo.
Ao final, parece ter sido triste o final desses chineses no século XIX no Brasil. Com poucas possibilidades de retorno à China, muitos morreram pobres nas ruas do Rio de Janeiro, vítimas do preconceito racial,[6] e sua influência cultural só pode ser parcialmente rastreada. No campo religioso, é provável que os chineses no Brasil tenham tido santuários próprios combinando elementos populares, como ocorreu nos EUA.[7]
http://www.pucsp.br/rever/rv3_2004/p_shoji.pdf

Land-Patuá ,originario de Martinica y Haití

LIBRO:MANUAL DO FOCA: guia de sobrevivência para jornalistas
Escrito por Thais de Mendonça Jorge.
http://books.google.es/books?id=vsMcda-ro-gC
Página 55 É o lanc-patuá, língua descoberta pela antropóloga Julieta de Andrade, da Escola de Folclore da USP, que há vários anos está desenvolvendo sua tese de ...



libro:Enciclopédia brasileira da diáspora africana Escrito por Nei Lopes
http://books.google.com/books?id=88KI6pZyjDwC&pg=PA518&lpg=PA518&dq=Lanc-patu%C3%A1+++brasil&source=bl&ots=6wtcNKcgFO&sig=ZiK4SbD2J65LV0fs1aJ9YA1B1ow&hl=es&sa=X&oi=book_result&resnum=5&ct=result


Lanc-patuá é uma língua crioula falada no Estado do Amapá, no Brasil, principalmente nos arredores de sua capital Macapá. É um crioulo baseado no francês, falado por imigrantes da Guiana Francesa e do Caribe e por seus descendentes. Apresenta algumas influências do português no seu vocabulário, contudo sua gramática é claramente similar à dos falares crioulos caribenhos.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lanc-patuá
Nos dias de hoje, acredita-se que em Angola e Moçambique novos crioulos foram criados[carece de fontes?]. Também há uma pequena população no norte do Brasil que fala um crioulo Luso-Francês, o Lanc-patuá (do Langue Patois francês).
http://pt.wikipedia.org/wiki/Crioulo_de_base_portuguesa
otra fuente:http://209.85.229.132/search?q=cache:3LSGI26STTgJ:www.lacult.org/docc/ora_01_resenas.doc+Lanc-patu%C3%A1+brasil&hl=es&ct=clnk&cd=1
LANC-Patuá criolla es una lengua hablada en el estado de Amapá en Brasil, sobre todo ahora en torno a la capital, Macapá. Se trata de un francés criollo basado en el idioma, hablado por los indios y los inmigrantes de la Guayana Francesa, el Caribe y otras regiones de Brasil, y sus descendientes. Tiene alguna influencia Inglés y portugués en su vocabulario, su gramática, pero es claramente similar a la francesa a base de las lenguas criollas del Caribe y el Océano Índico. Hay 40,000-50,000 oradores. El nombre viene del francés Langue dialecto, lo que significa simplemente el idioma dialectal. LANC Patuá-se deriva de que habla el criollo Karipúna indígena amerindios. El sustrato de la lengua criolla Karipúna es Karipúna, ahora extintos un lenguaje mixto con Galibi Palikur vocabulario y de sintaxis, genéticamente caribe cerca de la isla y cerca de los medios de comunicación Tipologicamente Lengua.
http://en.wikipedia.org/wiki/Lanc-Patuá

Batavia-Java muertes de marineros

El Quijote del Siglo XVIII, ó historia de la vida y hechos, aventuras .(pag 208)
pag 37-38
http://books.google.com/books?id=4BoQAAAAYAAJ&printsec=frontcover&dq=%22cornelio+hutman%22&hl=es&source=gbs_book_other_versions_r&cad=1_2#PPA37,M1
OTRA FUENTE:http://books.google.es/books?id=EN5JAAAAIAAJ&pg=PA107&lpg=PA107&dq=ombises+madagascar&source=bl&ots=N2iuq78n3c&sig=hiQqoCW5wbRKc4Vo1UxQdN6w5bQ&hl=es&sa=X&oi=book_result&resnum=2&ct=result#PPA78,M1
libro:Historia política de los establecimientos ultramarinos de las naciones europeas Escrito por Pedro Jiménez de Góngora Almodóvar del Río
http://books.google.com/books?id=4BoQAAAAYAAJ&printsec=frontcover&dq=%22cornelio+hutman%22&hl=es&source=gbs_book_other_versions_r&cad=1_2#PPA139,M1

Pencak-Capoeira


Marineros multinacionales en Brasil


libro: Historia politica de los establecimientos ultramarinos de las naciones europeas Escrito por Raynal (abbé), Pedro
http://books.google.com/books?id=XSESAAAAIAAJ&pg=PA174&lpg=PA174&dq=%22corsarios+malayos%22&source=bl&ots=X5ezorxKq5&sig=ZUeWRqTN5y3Z9-VFvjw1hDbVHDo&hl=es&sa=X&oi=book_result&resnum=3&ct=result#PPA196,M1

jueves, 1 de enero de 2009

Macaenses em trânsito: o Império em fragmentos (São Paulo, Rio de Janeiro, Lisboa, Macau)”

""Sino-moçambicanos ,grupo remanescente da comuniudade chinesa de Moçambique,sendo que boa parte encontrese no Brasil.""
-1953-1977-Diáspora de macaenses hacia Brasil.
-Para algunos autores: Macaense:Unión hombre portugués con mujer goesa,siamesa,indo-chinesa,malaia o japonesa.
Aqui no Brasil tínhamos que explicar de onde vínhamos e eles pensavam que éramos chineses, porque tínhamos cara de chinês e aí dizíamos que não. Mas tínhamos um problema sério de conflito interno, porque lá a gente considerava os chineses, chineses e nós, portugueses. Aqui nós éramos chineses. Isso cria uma crise de identidade muito forte. Mas, como nossa cultura foi muito ocidentalizada, o nosso convívio dia-a-dia foi mais fácil ( Doré, 2001: 123).
No depoimento de João Pedro de Senna Fernandes Canavarro Nolasco, que nasceu em 1948, nota-se a necessidade de explicar a aparente ambigüidade de ser um português que nasceu na China: Falavam: - Macau é na África? – Eu – não, não é na África. –Vem cá japonês... – não é japonês. – Então, você é chinês? –Também não, português. –Como você nasce na China e é português? Tinha essa confusão. Ainda mais que tinha o nome grande – João Pedro de Senna Fernandes Canavarro Nolasco da Silva – e chamava mais atenção. Na China o nome é curto... Eles achavam um lugar estranho. Depois, quando cheguei ao ginásio, um cara veio falar que tinha sítio e que Macau era raça de porco. Eu fui olhar no dicionário e era mesmo, Macau é uma raça de porco. Não tinha referência à colônia portuguesa nem nada. Só dizia Macau raça de porco. (Doré, 2001: 213).
http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000402919
Com a interrupção do tráfico negreiro em 1850, a falta de mão-de-obra ocorreu. Com isso, o governo brasileiro adotou uma nova política. A partir de então, uma nova orientação subordinando-se, ao fornecimento de mão-de-obra para a lavoura cafeeira. Maejima (2005) afirma que a legislação brasileira considerava imigrantes todos os passageiros de terceira classe que viessem ao país com passagens pagas por si ou por terceiros.
Para Martins (1980) a emigração era um “negócio” entre Estados e o “grande capital”, envolvendo o homem tornando migrante entre lugares. A corrente migratória dependia de acertos diplomáticos entre os países interessados. A vontade do imigrante tinha de ser traduzida conforme as vontades das classes dominantes do seu país e do país de destino. Era um negócio que envolvia bancos poderosos, companhias de navegação, ferrovias, agenciadores e traficantes.
Os imigrantes que pagavam as passagens por si próprias eram considerados pertencentes à imigração espontânea. Já os que tinham passagens pagas por terceiros era considerado imigração dirigida ou subsidiada.
Segundo Prado Junior (1986), os imigrantes que chegavam em grupos no porto de Santos eram imediatamente embarcados e conduzidos de trem para São Paulo até a Hospedaria dos Imigrantes – atual Memorial do Imigrante. De lá eram enviados para as fazendas em todo o Estado de São Paulo. Os principais contingentes de imigrantes que aportavam no porto de Santos eram de descendência italiana, alemã e portuguesa. De acordo com Fausto (1997), neste período havia um preconceito aos descendentes da Ásia e da África. Segundo o artigo 1º do Decreto nº 528, de 28/06/1890, de regulamentação do Serviço de Introdução e Localização de Imigrantes: “os indivíduos válidos para o trabalho, não criminosos, não mendigos e indigentes, não indígenas
da Ásia e da África têm livre entrada nos portos
”.
http://biblioteca.rosana.unesp.br/upload/Thaisa.pdf

Chinos en Brasil

No período colonial, foram encontradas provas da presença de chineses no Brasil, sendo considerados os mais antigos imigrantes do Extremo Oriente em terras brasileiras. De acordo
com Leite (1999), em 1812, a convite de D. João VI, 400 chineses chegaram ao Rio de Janeiro para o cultivo de chá. Na metade do século XIX, houve a tentativa de substituição da mão-de-obra escrava por chineses através da companhia de Comércio e Imigração Chinesa, que tinha o apoio do governo brasileiro com planos ambiciosos de trazer milhares de chineses ao Brasil.
Page 33 33
Através desta companhia, cerca de mil chineses vieram ao país para trabalhar em uma mina em São João Del Rei (Minas Gerais) e após já no final do século XIX, outros 475 chineses foram recrutados na China e embarcados para o Brasil em um navio alemão fretados chamado Tetardos.
http://biblioteca.rosana.unesp.br/upload/Thaisa.pdf
Otras citas:
2. Imigração Chinesa e Coreana no Brasil
2.1 "Pré-História" do Extremo Oriente no Brasil
Os chineses são os mais antigos imigrantes do Extremo Oriente no Brasil. Existem provas da
presença de chineses no Brasil no período colonial
, ainda que não se possa avaliar a quantidade exata1. Também é certo que algumas centenas de chineses desembarcaram no Rio de Janeiro em 1810, inicialmente trazidos para o cultivo de chá2. Posteriormente, a possibilidade da imigração chinesa foi colocada dentro do contexto da substituição em massa da mão-de-obra escrava. Uma das possibilidades foi a imigração de chineses, já que se estimava que a imigração européia não ocorreria em número suficiente para as atender à demanda brasileira. Por conta disso, por volta de 1854, também algumas centenas de chineses foram trazidos em um experimento infrutífero de substituir a mão-de- obra escrava3. Em 1882 foi fundada a companhia de Comércio e Imigração Chinesa, que tinha o apoio ativo do governo e planos ambiciosos de trazer milhares de chineses ao Brasil. Por essa companhia, cerca de mil chineses chegaram para trabalhar em uma mina em São João Del Rei, no Estado de Minas Gerais4. Em 1893 - apesar dos protestos de chineses e ingleses5 - entraram 475 chineses no Brasil, recrutados na China e embarcados em um navio alemão fretado chamado Tetardos. Segundo o Memorial dos Imigrantes de São Paulo, a primeira entrada oficial de chineses no estado ocorreu em agosto de 1900, com 107 pessoas que se encaminharam para a cidade de Matão, depois de terem desembarcado no Rio de Janeiro e de passarem pela Hospedaria dos Imigrantes na cidade de São Paulo. Ao final, parece ter sido triste o final desses chineses no século XIX no Brasil. Com poucas possibilidades de retorno à China, muitos morreram pobres nas ruas do Rio de Janeiro,
vítimas do preconceito racial6, e sua influência cultural só pode ser parcialmente rastreada.
No campo religioso, é provável que os chineses no Brasil tenham tido santuários próprios
combinando elementos populares, como ocorreu nos EUA7.
http://www.pucsp.br/rever/rv3_2004/p_shoji.pdf
Fonte: LEITE, José Roberto Teixeira. Introdução: A China no Brasil. In: ______. A China no Brasil: influências, marcas, ecos e sobrevivências chinesas na sociedade e na arte brasileiras. Campinas, SP: Ed. da Unicamp, 1999. p. 9-24.
A CHINA NO BRASIL
Digno de destaque é o caso de Duarte Coelho, donatário da capitania de Pernambuco e fundador da cidade de Olinda, o qual em 1517 estava em Cantão, dos primeiros portugueses que pisaram no solo da China, mais tarde prestou serviços na Costa da Mina e na escolta das naus que retomavam da Índia e foi embaixador em França antes de vir, em 1534, tomar possessão de suas terras no Brasil. Mais de trinta anos após suas andanças pela China, seu nome era ainda ali lembrado, como o comprova este trecho de uma carta de novembro de 1555 remetida de Macau por Fernão Mendes Pinto:
Quando ueo o dia de São Johão vinte e quatro de yunho nos nos partimos pa a china onde neste ca minho auia q escreuer do q uimos e do q pasamos onde fomos a hua Ilha q se chama pulo champalo onde o pe. dise missa iunto de hua penedia onde estaua hua crus cauada na pedra e huas letras q dizião q auia trinta e dous annos serem feitas, e segdo o dito de algus escreveuas hu duarte coelho q esta no brazil.7
http://74.125.77.132/search?q=cache:D-6I84uc3a0J:www.fundaj.gov.br/china/texto1.rtf+%22Presen%C3%A7a+asiatica%22pernambuco&hl=es&ct=clnk&cd=2&gl=es
Para apreender a grade conceitual em que intervém os discursos políticos que trataram
da escravidão na década de 1830, é necessário rever o valor, a força e a extensão da primeira
lei brasileira que proibiu o tráfico negreiro (de 7 de novembro de 1831), muitas vezes
subestimada na historiografia. Um breve exercício comparativo mostra que seu texto
extrapola em muitos aspectos o teor da convenção anglo-brasileira de 1826, que estipulou a
supressão do comércio de escravos a partir de 1830. De fato, o tratado definiu como autores
criminais apenas tripulações contrabandistas, declarou livres somente africanos de
embarcações flagradas na ilegalidade
e não exigiu, da parte do governo brasileiro, nenhuma
confecção de texto legal que expandisse suas disposições. Por sua vez, a lei de 7 de novembro
determinou que fossem livres todos os africanos ilegalmente introduzidos no Império,
independente de seu resgate por cruzeiros; previu que todos os infratores – desde tripulações
até fazendeiros – sofreriam processo criminal; e, por fim, permitiu a qualquer pessoa delatar à
polícia não apenas o desembarque, mas também a existência, fosse onde fosse, de plantéis
contrabandeados. Em síntese, ao deliberar sobre a clandestinidade em alto mar, na costa e no
interior do território, o texto brasileiro ampliou o âmbito de incidência do tratado; ao definir
também o proprietário como criminoso, criou novas condutas puníveis.2
http://www.labhstc.ufsc.br/pdf2007/61.61.pdf

ESCLAVOS Y EL EJÉRCITO

ARTÍCULO:
Organização militar, poder de mando
e mobilização de escravos armados
nas conquistas: a atuação dos Corpos
de Ordenanças em Minas colonial
Ana Paula Pereira Costa* * *

[PDF]
Organização militar, poder de mando e mobilização de escravos ... -



.................De acordo com o compromisso, a irmandade de Santo Elesbão e Santa Efigênia é criada por um grupo de africanos, reunidos na cidade do Rio de Janeiro incluindo “naturais” da Costa da Mina, Cabo Verde, Ilha de São Tomé e Moçambique, sendo que só eles podem compor a m sa da irmandade. A irmandade aceita a entrada de brancos e pardos, sendo terminantemente proibida a filiação de angolas, crioulos, cabras e mestiços.69 Ao reunir diferentes grupos de procedência - alguns geográfica e culturalmente bem distintos - como minas, caboverdes e moçambiques, os irmãos mostram não haver, para sua fundação, um critério de proximidade étnica ou cultural
exclusivo.70 Os grupos de procedência aí representados correspondem aos portos de embarque de escravos cujo tráfico se intensifica no século XVIII.71

71 Exceção ao caso dos moçambiques que, no século XVIII, chegam à cidade do Rio de Janeiro apenas quando aí aportam eventualmente naus da rota da Índia. Em torno do ano de 1720 devem ter aí aportado uma ou mais delas. Este é o único período em que há registro da chegada de escravos vindos da contracosta na cidade até o ano de 1760. Além dos moçambiques há ainda menção a alguns escravos da Ilha de São Lourenço (antigo nome da Ilha de Madagascar). Sobre esses números ver Mariza de Carvalho Soares. Devotos da cor...p. 113.
http://lasa.international.pitt.edu/Lasa2001/SoaresMarizaDeCarvalho.pdf

miércoles, 31 de diciembre de 2008


História e cultura afro-brasileira Escrito por Regiane Augusto de Mattos:
http://books.google.es/books?id=S5Kp9R2b4_wC&pg=PA100&lpg=PA100&dq=%22sultanato+de+angoche%22&source=web&ots=n89BSEQ5yP&sig=TmSOoNW8R0TfVqQeUTLdYAhzZqA&hl=es&sa=X&oi=book_result&resnum=2&ct=result#PPA99,M1

Trafico negrero y fin del comercio

RECORTE LIBRO:(PAG100) À flor da terra .http://books.google.es/books?id=XUB-9b__kM8C


Artículo(Texis):
“Em 7 de Abril de 1827 era comunicado ao governador de Inhambane, pelo Ministro do Ultramar, o tratado que se havia celebrado em 1826 entre o Brasil e a Inglaterra, para dar por
fin do o comercio da escravatura
e pedia-se ao mesmo tempo que aquele governador informasse
o governo central quais as posibilidades e modos de desenvolver o mais ràpidamente posível a
‘agricultura, indústria e navegação e comércio, a fim de contabalançar o prejuízo que a falta do
negócio da escravatura pode produzir à Real Fazenda e aos habitantes’. Em resposta, já no período de regência de D. Isabel Maria, dirigia o Governador de Inhambane, Domingos Correia
Arouca ao Ministro de Ultramar, António Manuel de Noronha, un extenso relatório no cual
descrivia pormenorizadamente as possibilidaes económicas da região sob o seu governo, acrescentando algumas sugestões assaz criteriosas para o seu desenvolvimento.(...) Sugere o incremento da plantação do açúcar, pondo por conta do Estado, pelo menos, dois estabelecimentos, mandando-se vir gente da Metrópole especializada neste cultivo e no fabrico
de açúcar e de aguardente. (...) Faz semelhantes considerações quanto ao cultivo do tabaco e da mandioca, ponderando, no entanto, que qualquer destas agrícolas necessita de pessoal treinado que delas se ocupe e ensine os habitantes a fazê-lo. Apresenta ainda interessantes soluções para o incremento do comércio do marfim, âmbar, tartaruga, e dos ‘belos aljôfres das Ilhas do Bazaruto’”. (Fernandes, 1966, 39)
http://www.tesisenxarxa.net/TESIS_UB/AVAILABLE/TDX-0711105-085606//Tesi_Albert_Farre.pdf

gualambú

Gualambau
Instrumento de la familia de los arcos musicales indígenas, presumiblemente incorporado de otras culturas y utilizado por la parcialidad Mbya, de los Guaraní. Consiste en una cuerda tensada a un arco unido a una calabaza que sirve de caja de resonancia, se producen sonidos golpeando con una varilla, y variaciones de alturas según se regula la tensión de la cuerda con los brazos. A inicios de este siglo se introdujo esporádicamente en los conjuntos de música folklórica.

LIBRO:África en América Latina Escrito por Manuel Moreno Fraginals.

martes, 30 de diciembre de 2008

Ringa Malgache -año 1900
















Ginga e Ringa?
Ginga Brasil é Ringa de Madagascar?. A questão merece estudo. Ringa é uma arte de combate aculturado no Madagascar envolvendo a cultura Malaya, e a Bantu -Swahili.En-Brasil, a letra "j" é prununcia "r". Meu nome é "Javier" e o son brasileiro e "Ravier." A arte dos malgaxes, Ringa ou Moringue foi para a Ilha de Reunião (Moraingue, Martinica (ladja ou Danmyé), Brasil (Capoeira Regional). O tambor aparece criolha em todos estes manifetaçoes corporais.http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2008/10/capoeira-damb.htmlhttp://www.youtube.com/watch?v=BZxE__PDF6Mhttp://www.youtube.com/watch?v=jjK6nMsvI7Q&feature=relatedprocurar videos de Ringa,Moringue,Ladja:http://salavideofica.blogspot.com/VIDEO: Samba á Paulista:http://www.youtube.com/watch?gl=BR&hl=pt&v=vNJvlTvQ_bE

Los duelos ritualizados de música y danza

MÚSICA Y MEDIACIÓN1
Por el profesor Kjell Skyllstad
En el sudeste asiático, la armonía social se promueve haciendo música en un contexto social que
involucra a grupos de todas las edades. Por ejemplo, todos los pueblos de Bali tienen una reunión de asociaciones musicales todas las semanas, donde los residentes de los pueblos son alentados a
interactuar musicalmente y cada uno introduce propuestas sobre cómo debe tocarse la música. Es este proceso de interacciones musicales, no el producto final, lo que es la esencia de la tradición, siendo cada ensayo en sí un concierto.
La educación musical formal en el sudeste asiático está, de la misma manera, orientada a la
maximización de los beneficios sociales a través del uso de instrumentos especiales que producen una nota, el angklung. Los niños sólo son responsables de esa nota. El desarrollo de las habilidades musicales y sociales, entonces, radica en la integración con los demás ejecutantes. Las tradiciones musicales locales en las islas indonesias pueden ser incorporadas en programas de rehabilitación social. Algunos años atrás, grabé los tambores tradicionales de la isla de Lombok tal como fueron adoptados por un centro de rehabilitación de criminales jóvenes. Los duelos ritualizados de música y danza que se encuentran en Asia y Latinoamérica, como el Silat o la Capoeira, pueden servir al propósito de permitir el desfogue de la energía e impedir un comportamiento destructivo y agresivo.
Como un paralelo a la función de los músicos gitanos de Europa, un linaje especial de músicos de África occidental y portadores de cultura llamados griots o jallies, desde los primeros días del reino de Mali, han desempeñado el rol de importantes pacificadores por toda la región. En el este de África, las tradiciones ngoma señalan la propagación de las funciones de solución de conflictos de la música y la danza en las situaciones conflictivas.
[©2004 Chuck Pulin/Star File]

Artículo aparecido en la revista SGI Quartely. Music as a force for peace. July 2004. Soka Gakkai International Quarterly
Magazine. Number 37. Buddhist perspectives on peace, culture and education. Articulo disponible también en la web:
http://www.sgi.org/spanish/inicio/quarterly/0407/TemaPrincipal1.html
El artículo se reproduce en este documento con el consentimiento del autor (26/01/07).
http://www.pangea.org/unescopau/img/programas/musica/07musica009e.pdf

Bahía-Navegación-Navíos


1837-Navíos de todo el Mundo en Pernambuco

Recorte libro:Los héroes y las grandezas de la tierra: (1856. 660 p.) Escrito por Manuel Ortiz de la Vega (pag 531) http://books.google.es/books?id=kr-j_3paQyIC

lunes, 29 de diciembre de 2008

1853-Estranjeros en el Hospital de Motserrat-Bahía


Dicionário Histórico-Biográfico das Ciências da Saúde no Brasil (1832-1930)Casa de Oswaldo Cruz / Fiocruz – (http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/)
SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DA BAHIA
Denominações: Santa Casa da Misericórdia da Bahia (1549-1552)

..................Outra questão levantada por Russell-Wood (1981), foi a dos problemas de saneamento nos trópicos. Apesar da região da Bahia ser bastante saudável, em virtude do clima sempre estável e homogêneo, o descaso do Conselho Municipal e da Coroa portuguesa acabou tornando impróprias suas condições sanitárias:
"A Bahia não era apenas o porto terminal do tráfico de escravos, mas também um ponto de escala dos navios de guerra que iam para a Índia. Os decretos reais relativos à higiene e à dieta nos navios negreiros e nos barcos de guerra não eram implementados. A Bahia era invadida por escravos, soldados e marinheiros doentes cada vez que um desses navios chegava ao porto"(p. 207).
http://www.dichistoriasaude.coc.fiocruz.br/iah/P/verbetes/stcasaba.htm
fuente de la tabla:
http://brazil.crl.edu/bsd/bsd/117/000138.html
http://brazil.crl.edu/bsd/bsd/hartness/imports.html

A captura de escravos fugidos e a expansão colonial

Amazônia, fronteiras e identidades
Reconfigurações coloniais e pós-coloniais (Guianas - séculos xviii-xix)*
1
Em meio a tais disputas e receios, fugas de escravos nesta região de fronteiras não paravam. Em 1763, três pretos foram capturados na boca do Rio Camarupi, próximo à vila de Monforte. Ainda que a floresta fosse imensa e, portanto, um garantido refúgio, os roteiros das fugas eram arriscados e perigosos. Saídos de Caiena em direção ao Pará ou vice-versa, via de regra, os fugitivos optavam pelo mar e/ou rios que banhavam a região. Enfrentar as escarpadas matas, nem pensar. Seriam presas fáceis da fome, de animais ferozes, das febres e dos cães farejadores dos seus capturadores franceses. No local chamado Pesqueiro, em Macapá, foram encontrados, numa ocasião, corpos de três fugidos « que morreram não sei se foi de fome ou as feras, porque os vestígios não informam bem o acontecimento por se acharem já largados vargens e igarapés, e só livres as serras e colinas ». Pela via fluvial, construindo canoas e jangadas, aventuravam-se. Do Amapá, em 1765, vinham informações de que alguns fugitivos tinham cruzado o rio Matapi em jangadas, e que poderiam ser encontradas nas campinas do Rio Uanará-Pecu e nos lagos do Rio Arapecu, onde também havia vestígios certos de terem por ali passado. Naufrágios de embarcações com fugitivos eram freqüentes. Navegando pelo Cabo Norte, um comerciante teve notícias que tinham passado uns pretos fugidos de Caiena e também encontrou vestígios de embarcações naufragadas. Revelou que alguns fugitivos, perseguidos da fome e desenganados, não conseguiram continuar a jornada pela floresta e acabaram se entregando voluntariamente. A propósito, um índio que caçava nas cabeceiras de um riacho deparou-se com quatros escravos fugitivos pertencentes a um morador de Cametá, que estavam fracos, há bastante dias comendo somente palmitos10.
http://74.125.77.132/search?q=cache:vIC9UYgwazoJ:www.lusotopie.sciencespobordeaux.fr/queriroz-gomes.rtf+comercio+clandestino+de+escravos+com+os+franceses&hl=es&ct=clnk&cd=27&gl=es

La colonización neerlandesa de El Cabo (1652-1795)

DIBULO:: Cape Town Escrito por Nigel Worden, E. Van Heyningen, Vivian Bickford-Smith(PAG 108)http://books.google.es/books?id=ntsyoxWIB44C
Todo ello impulsó a los holandeses a tomar la iniciativa y la noche de Navidad del año 1651 una expedición de tres barcos, liderada por el capitán Jan van Riebeeck, partió del muelle de Amsterdam con la misión de establecer una base de avituallamiento en el extremo meridional de África. Los barcos llegaron al Cabo de Nueva Esperanza el día 4 de Abril de 1652, y en dicho lugar, en la Bahía de la Mesa (Tafelbaai, en afrikáans), Van Riebeck alzó la bandera tricolor neerlandesa y tomó posesión del lugar en nombre de la Compañía Holandesa de las Indias Orientales.
En un primer momento, se construyeron los edificios necesarios para albergar al comandante y a la guarnición, para lo cual se importaron esclavos malayos y malgaches.
http://es.wikipedia.org/wiki/Afrikaners


http://www.tvciencia.pt/cat/pagcat/vcat99.asp?varcota=CDI-4856-1792&pg=5&srch=1792&campo=DTACAT

Comercio en el Indico

relata o governador dos Rios de Sena, João Baptista de Montaury,
Alem dos moradores europeos, que há estabelecidos em Mossambique, há tambem Canarins de Goa; gentios e mouros de Surrate e Cambaya: Estes gentios chamados banianes, são os homens de negocio e mercadores daquella terra que mais concorrem para empobrecer aquelle Estado, do que para o augmentarem, como se verá pelo methodo do seu estabelecimento; os mouros são os que servem de marinheiros, e pilotos nos navios de Mossambique, que navegão para os Portos daquelle continente, estes mouros, a que chamão lascares, não são como os nossos vezinhos africanos, porem ainda que da mesma seita de Mafoma, tem outros erros mais nos seus Dogmas, porque he hum misto de Alcorão e gentilismo; são de condição mança e sofredores do trabalho, porem tão prejudicial aquelle continente, como os banianes: São estes pois, como digo, os negociantes de Mossambique, que vem de Surrate e de Cambaya, estabelecem-se nesta Ilha, e a elles se comprão os generos e roupas da Azia; estes sendo huma vez ricos, retirão-se para as suas Patrias levando o suco alimental daquelle Estado (...). Ora os lascares, são prejudiciaes, porque alem de tirarem por outro modo o suco alimental do Estado, são huns homens, que frequentando os nossos Portos, que estão todos sem defeza, nem reparos; vem a serem humas espias, que ao depois poderá ser nos venhão a ser prejudiciaes; porque estes homens não são das nossas terras e são de condição mercenaria, que vão para onde lhes pagam.(..).323
http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/7418/1/JRBPortella_tese.pdf

3.4.1 Dos mouros ou suahílis

305 Estes povos da costa, pertencentes à rede cultural dos portos do litoral leste africano, desenvolveram um idioma próprio, de raiz banto – o ki-swahili – que se transformou numa língua franca falada desde o paralelo 2 Norte (região de Lamu) até o paralelo 15 Sul (região de Moçambique e noroeste de Madagáscar). Na base de sua cultura encontram-se duas áreas distintas – a perso-árabe e africana negra -, que evoluíram no entido de uma simbiose, em que se manifesta, nas suas organizações sócio-políticas, a força do elemento africano e a plasticidade do islamismo.

O termo suahíli refere-se a algo bem mais amplo que um agrupamento étnico. Pois trata-se de um conjunto de povos culturalmente islamizados localizados ao sul de Mogadiscio, diferenciando-se dos africanos continentais pelo seu modo de vida, mais ligado ao comércio e às atividades marítimas como a pesca, a navegação e, a partir dos anos finais do século XVIII, ao tráfico de escravos para as Américas, além da sua tradicional participação na rota oriental de comércio de escravos.306
http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/7418/1/JRBPortella_tese.pdf

3.4.1 Dos mouros ou suahílis

305 Estes povos da costa, pertencentes à rede cultural dos portos do litoral leste africano, desenvolveram um idioma próprio, de raiz banto – o ki-swahili – que se transformou numa língua franca falada desde o paralelo 2 Norte (região de Lamu) até o paralelo 15 Sul (região de Moçambique e noroeste de Madagáscar). Na base de sua cultura encontram-se duas áreas distintas – a perso-árabe e africana negra -, que evoluíram no entido de uma simbiose, em que se manifesta, nas suas organizações sócio-políticas, a força do elemento africano e a plasticidade do islamismo.


O termo suahíli refere-se a algo bem mais amplo que um agrupamento étnico. Pois trata-se de um conjunto de povos culturalmente islamizados localizados ao sul de Mogadiscio, diferenciando-se dos africanos continentais pelo seu modo de vida, mais ligado ao comércio e às atividades marítimas como a pesca, a navegação e, a partir dos anos finais do século XVIII, ao tráfico de escravos para as Américas, além da sua tradicional participação na rota oriental de comércio de escravos.306

http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/7418/1/JRBPortella_tese.pdf

3.3 DOS REINÓIS, PATRÍCIOS, GOESES E ALGUNS BRASILEIROS; OU DOS BRANCOS E OUTROS NÃO TÃO BRANCOS ASSIM

3.3 DOS REINÓIS, PATRÍCIOS, GOESES E ALGUNS BRASILEIROS; OU DOS BRANCOS E OUTROS NÃO TÃO BRANCOS ASSIM
.........O secretário de governo António Pinto de Miranda fez algumas observações a respeito da vida cotidiana dos colonos portugueses na Zambézia, por volta de 1766. Segundo ele o português,
Hé todo afidalgado desde o mais infimo athé o mais superior. (...) cazão com alguãs senhoras naturais e outras que de Goa descendem: e como todas são possuidoras de terras e famulos, jamais cuidão em a cultivação dellas, ou na boa disciplina daquelles.278
............
Nos tempos anteriores em que havia mais Portuguezes reinoes, desprezava-se a mais ordinaria, e escura Mulher d’estas Famillias, de se misturar ou cazar com algum dos Naturaes de Goa chamados Canarins. Elles mesmos se não attrevião a buscar aquelles mesmos Cazamentos, e se prezavão muito ellas cazarem-se com os brancos, tanto pelo desprezo com que olhavão para os Canarins, como para se approveitarem dos prazos da Coroa, que na conformidade das Ordens de Sua Magestade se devem conferir às mulheres daquelles Rios, que cazarem com Portuguezes Reinoes; agora porem que o numero dos Canarins he maior e por assim dizer he o partido dominante dos Rios de Senna, já se perdeo aquelle capricho, e os dittos Canarins sendo aliás molles, pusilanimes e semi-caffres em Costumes, são bastantemente astuçiozos e soberbos para fazerem seus conclaves, e buscarem os meios de se appossarem d’estes melhores cazamentos, e para excluirem os Portuguezes de quem são inimigos Jurados.285
...............
Na sua maioria, os portugueses da Ilha de Moçambique estavam ligados ao comércio, desde os oficiais do governo, aos militares e clérigos. Agiam como intermediários dos importadores baneanes, trocando as mercadorias da Índia, por marfim, escravos e alimentos no Mossuril, durante a época da feira dos macuas e mujaus.
http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/7418/1/JRBPortella_tese.pdf


Ao longo dos séculos XVI, XVII e XVIII, os principais produtos de exportação da África Oriental eram o ouro e o marfim, sendo que este último já se tornara no produto de maior volume desde o século XVII. Quando se aproximam as últimas décadas do século XVIII, verifica-se uma alteração significativa neste quadro, por meio do forte incremento no volume de escravos saídos, tanto em direção das Ilhas Maurícias como do Brasil.
Os franceses estabelecidos nas Ilhas Mascarenhas, buscavam aumentar suas importações de escravos com a finalidade de obter mão-de-obra suficiente para dar conta da demanda resultante do desenvolvimento agrícola, que se encontrava em marcha naquele território.
Para tanto, além de concentrar sua procura por escravos junto à costa suahíli de Quíloa, voltaram-se também para as Ilhas Querimba como fornecedoras de escravos. Estas últimas acabaram por se envolver num intenso comércio clandestino de escravos com os franceses. Assim, perto do final do século XVIII, a atividade do tráfico negreiro pelos franceses já havia se estendido a outros portos da costa moçambicana, inclusive alguns sob administração portuguesa.
E, no alvorecer do século XIX, aos franceses vieram se juntar os brasileiros, cubanos e norte-americanos, como participantes deste giro em rota ascendente, que acabaria por transfigurar completamente Moçambique.


Estreito de Malaca - 17 a 24 de Agosto de 1606

Estreito de Malaca - 17 a 24 de Agosto de 1606
Pelas nossas contas, cada navio português devia estar armado, em média, com cerca de vinte canhões de grosso calibre e ter de guarnição cerca de trezentos e trinta homens, dos quais metade seriam marinheiros canarins ou malabares. De qualquer forma, mesmo que enfermasse de um certo número de debilidades de ordem estrutural, a armada de D. Martim Afonso de Castro demonstra cabalmente a falsidade dos mitos de que na Índia Portuguesa faltavam os meios para combater os Holandeses e de que a falta desses meios resultava do abandono a que tinha sido votada pela Corte de Madrid. Vejamos agora o que se estava passando no campo contrário. A 12 de Maio de 1605 tinha largado da Holanda uma armada de onze naus, sob o comando de Cornelis Matelieff, a quem fora atribuída secretamente a missão de conquistar Malaca. Com este golpe pensavam os directores da Companhia das Índias Orientais cortar definitivamente o acesso dos Portugueses ao riquíssimo comércio com o Sueste Asiático, o Sião, a China e o Japão.

domingo, 28 de diciembre de 2008

Afroamérica Escrito por Luz M Martínez Montiel

libro:Afroamérica Escrito por Luz M Martínez Montiel
http://books.google.es/books?id=vso_TWij8A4C&pg=PA217&lpg=PA217&dq=Esclavos+indonesios+y+malayos&source=web&ots=G68aEtJ7MN&sig=rqqmAa_WGBpeX6ZXmkFnup5Vhpk&hl=es&sa=X&oi=book_result&resnum=5&ct=result#PPA216,M1

Isla Mauricio

Mientras que el gran conocimiento de los marineros árabes y malayos sobre Mauricio se dio desde el siglo X, los portugueses llegaron en 1505. La isla se mantuvo deshabitada hasta 1638 cuando fue colonizada por los holandeses. Ellos nombraron la isla en honor del príncipe Mauricio de Nassau. Debido a cambios climáticos, los ciclones y el deterioro del suelo fértil, los holandeses abandonaron la isla algunas décadas después. Los franceses controlaron la isla durante el siglo XVIII y la nombraron Île de France (Isla de Francia). A pesar de ganar la famosa batalla de Grand-Port, los franceses fueron derrotados por los británicos al norte de la isla, en Cap Malheureux, un mes después. Ello significó la pérdida de la posesión a favor de los británicos en 1810 y la posterior reversión de la isla a su nombre antiguo.
http://es.wikipedia.org/wiki/Mauricio
27 Sierra Leona era por aquel tiempo el refugio y la prisión de toda la marinería negrera
europea de los barcos capturados por la Armada Británica. Como era el único puerto a donde
regularmente arribaban barcos de varias nacionalidades, si los marineros tenían suerte, después dela prisión, haber malvivido o pedido limosna por las calles de Freetown, embarcaban con destinogeneralmente a Cuba para luego desde allí volverse a enrolar en la trata. Baroja, en su célebre obra Los pilotos de altura, ofrece una magnífica descripción de este círculo cerrado, ilustrándolo con lamala suerte de su protagonista que, en sus numerosos intentos negreros, siempre acaba en las fauces de los funcionarios británicos de Freetown.pag 412
http://www.tesisenxarxa.net/TESIS_UV/AVAILABLE/TDX-0127105-131719/garcia.pdf

Conquista y ocupación del Tercer mundo

Conquista y ocupación del Tercer mundo
Oscar A. Troncoso
© 1973CEAL - Centro Editor de América Latina. Cangallo 1228................
Esa situación inspiró a los agentes de la Compañía Francesa una lucrativa operación. Rompieron las obligaciones que habían pactado con los principales lugareños para realizar sus operaciones mercantiles sin molestias e intervinieron en las querellas, que se multiplicaban por todos lados. Esta nueva política fue puesta en práctica entre 1735 y 1741; para ello se organizó un pequeño ejército de nativos adiestrados a la europea, a los que se les llamó cipayos. La Compañía ofreció sus tropas a un soberano en dificultades y recibió en pago del servicio el territorio y la población de Karikal; al mismo tiempo se apoderó, poco a poco, del tráfico marítimo en las costas de la India. Mediante esa práctica, en 1754 la zona que pertenecía directamente a la Compañía o que estaba colocada bajo su influencia se extendía a todo lo ancho de la India peninsular desde el Golfo de Bengala al Golfo de Omán, con una población de treinta millones de personas. Para lograr esa situación de privilegio fueron necesarios 2.000 europeos y 4.000 cipayos pertrechados con recursos de la Compañía.
http://fjmolga.googlepages.com/009-Conquistayocupacindel3mundo.rtf#_Toc141626778
documento:
Un bono utilizado por la Compañía Holandesa de las Indias Orientales el 7 de noviembre de 1623 por la suma de 2400 florines.
Compañías holandesas:La Compañía de las Indias Orientales holandesa, creada en 1602, fue modelo de sociedad capitalista, y evolucionó más rápidamente que la inglesa en lo que se refiere a la especulación. Viajes a India y a Insulindia se habían realizado con anterioridad, e incluso se constituyeron sociedades para tal fin; la novedad de aquélla reside en unificarlas a todas, y en su carácter permanente. Esta fabulosa compañía se fundó por iniciativa de los Estados Generales. Tengamos presente que Holanda era el único país en que los burgueses gobernaban. De hecho, los magistrados de las Provincias Unidas y los directores y consejeros de la Compañía eran las mismas personas. El Estado le dio a la Compañía el monopolio absoluto de las Indias Orientales, subordinó todos sus intereses a los de ella, y a su vez contribuyó con ciertos impuestos y puso a la disposición del Estado la potencia de su flota. La Compañía estableció su centro de operaciones en Batavia, en la isla de Java, que se convirtió en el corazón de una zona intensamente activa y codiciada por los demás. En Batavia se organizó una nutrida burocracia, se afincó un ejército de 10.000 a 12.000 hombres y tuvo una dotación de 40 a 60 barcos. Desde Insulindia y las Molucas los neerlandeses fundaron factorías en Siam, Annam, China y Japón. En 1623 arrojaron a los ingleses de su zona de influencia. En 1621 los holandeses crearon una Compañía de las Indias Occidentales, de régimen más liberal que la primera, pues los accionistas, a través de sus inspectores controlaban la actuación de los directores. Sin embargo, esta participación activa de los numerosos accionistas promovió diferencias y partidos, y la Compañía acabó disolviéndose en el año 1674. Entretanto, los holandeses se establecieron en Curaçao y Pernambuco (Recife) y otros puntos del Brasil, sembrando la inquietud en las comunidades hispánicas con sus piraterías
http://mgar.net/var/cias.htm
LIBRO:http://books.google.com/books?id=S2jSRmZrJuIC&pg=PA255&lpg=PA255&dq=pernambuco+batavia&source=bl&ots=kPXHxAq88J&sig=ZAo9Un0I4_duqf8msqpB35fK6wg&hl=es&sa=X&oi=book_result&resnum=10&ct=result#PPA257,M1
Sede de la Compañía Holandesa de las Indias Orientales.
Los barcos holandeses cazaban ballenas en la costa de Svalbard, comerciaban con especias en la India e Indonesia y fundaron colonias en Nueva Amsterdam (hoy Nueva York), Sudáfrica y las Indias OrientalesHolandesas. El mayor asentamiento neerlandés en el extranjero fue la Colonia del Cabo. Se estableció por Jan van Riebeeck, en nombre de la Compañía Holandesa de las Indias Orientales, en Ciudad del Cabo en 1652. El Príncipe de Orange adquirió el control de la Colonia del Cabo en 1788.Además, algunas colonias portuguesas fueron conquistadas, principalmente en nordeste de Brasil, Angola, Indonesia y Ceilán. Debido a estos desarrollos el siglo XVII lleva el sobrenombre de la Edad de Oro de losPaíses Bajos. Como eran una república estaban gobernados más por una aristocracia de comerciantesurbanos, llamados los regentes, que por un rey. Los Estados Generales, con sus representantes de todas lasprovincias, decidiría aquellas cuestiones importantes para toda la República. Sin embargo, a la cabeza decada provincia estaba el estatúder de esa provincia, un puesto ocupado por un descendiente de la Casa deOrange.
En 1650 el estatúder Guillermo II, Príncipe de Orange murió repentinamente de viruela; su hijo, el últimoestatúder y rey de Inglaterra, Guillermo III, nació sólo 8 días después, por tanto, dejó a la nación sin unsucesor obvio. Los Príncipes de Orange se convirtieron en estatúder y en gobernantes casi hereditarios en1672 y 1748. La República Holandesa de las Provincias Unidas fue una auténtica república solamente desde1650 a 1672 y desde 1702 a 1748. A estos períodos se les llama la Primera y Segunda Era sin estatúder.

Marineros malayos en la Marina Portuguesa

CAPÍTULO III - A pesquisa sobre o objeto museal: Lavabo, porcelana chinesa, tipo exportação, século XVIII
O comércio com a China

.................Apesar dos estudos para a construção naval e das tecnologias aplicadas as embarcações eram desprovidas de conforto inseguras e insalubres, a tripulação era colocada em risco, visto que as maiores baixas dos tripulantes nas longas viagens eram causadas em grande parte pela disenteria, tifo, pneumonia etc., chegando a acontecer 496 mortes de um navio com 580 homens na sua tripulação.
Neste sentido, para retornar ao país de origem, eram recrutados homens para substituírem os mortos durante a viagem de ida, assim, eram contratados como marinheiros: chineses, javaneses, malaios e árabes, sendo que o tempo de engajamento durava cinco anos, podendo ser prorrogado em casos como mau procedimento a bordo, esta era a forma para punir um mau marinheiro.
............
Com relação às rotas, as caravelas para realizarem tal empreitada seguiam algumas rotas, esses navios com suas tripulações saiam da Europa costeando a África, atravessavam zonas de calmarias à altura do Equador com o objetivo de atingir o Cabo da Boa Esperança que era a rota para se chegar ao Canal de Moçambique, o que demandava só nesse percurso três ou mais meses, uma alternativa que reduzia em alguns meses esta viagem era a Rota Brasil, porque o navio afastava-se da África em direção ao Cabo da Boa Esperança. Essa rota foi usada até o século XVII.
http://cadernosociomuseologia.ulusofona.pt/Arquivo/sociomuseologia_1_22/Cadernos%2011%20-1998.pdf