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miércoles, 1 de abril de 2009

Capoeira Angola: Re-asignación cultural de Africanos en Brasil & Racismo blanco y falta de autoestima negra

NOTA DEL PESQUISADOR:(1907)Seis milhões (atualmente mais) de habitantes, pelo menos, nascem, vegetam e morrem sem ter quase servido a sua pátria. No campo serão agregados de fazendas, caipiras, matutos, caboclos; nas cidades, serão capangas, capoeiras, ou simplesmente vadios e ébrios. (Silvio Romero, 1907. Naxara, pp. 96-97)-http://crv.educacao.mg.gov.br/sistema_crv/index.asp?id_projeto=27&ID_OBJETO=103138&tipo=ob&cp=994d99&cb=&n1=&n2=Roteiros%20de%20Atividades&n3=Ensino%20M%C3%A9dio&n4=Hist%C3%B3ria&b=s

Recorte Libro: Ao som do Berimbau Escrito por Formado Comprido, Pedro J. Martín:(pag 96)
http://books.google.es/books?id=U3n8tZKHrS0CFoto:Mestre Curió: (Jaime Martins dos Santos) Discípulo de Pastinha nacido en 1939
LIBRO:"De la Vadiagem al Deporte,Historia de la Capoeira" (pag 25) autores: Sergio Vieira,Javier Rubiera.
14- Muchos practicantes de Capoeira Angola (Bantú) acaban incorporando elementos de Nigeria (Yoruba = Candomblé ). De estos, el mayor representante es el Mestre Curió. Esto se llama resignificación cultural. Por lógica, y con los datos anteriormente citados de la procedencia de esclavos africanos y estos datos religiosos, podríamos decir que la Capoeira llamada Angola, por coherencia sería Capoeira de Nigeria).
http://www.scribd.com/full/6241070?access_key=key-2jaz68xyb1iizlsans92
Batuque Religión Afro-Riograndense ( Brasil)
-Historiografia- -Investigaciones de campo del Antropólogo Norton Corrêa.-
El africano en la historia Rio-grandense .

...........De acuerdo con Corrêa, el problema comienza (o fue popularizado) por Nina Rodrigues. El no afirma concretamente tal distribución; diciendo, apenas: "(...) En Bahía fuertemente se hace Sentir la ascendencia de los Sudaneses, al pasar Pernambuco y Rio de Janeiro prevalecen sobre todo los Negros australes del grupo bantú" (Rodrigues, 1935b: 55) Parece que fue suficiente, para que quedase la idea de separación absoluta de destinos. Mucho mas siendo que Rodrigues era partidario de la tesis de la "superioridad cultural" de los sudaneses (Y consecuentemente de la "inferioridad" de los bantu) Solamente juzgando dignas de atención las manifestaciones culturales de los primeros. En Salvador, por ejemplo, concentró sus pesquisas apenas en los templos nagó, dejando pasar la idea que las religiones bantu eran inexistentes. Entretanto, investigadores baianos, que le sucedieron, mostraron casos como la presencia de sinnúmeros de candomblés bantu en Salvador, o la influencia Yòrùbá (Nagó) en el ritual do Xangô do Recife, en Tambor-de-mina do Maranhão, en Rio y en el Batuque de Rio Grande do Sul. fuente: Datos y testimonios fundados del libro Batuque – antropología de una religión afro-rio-grandense. Del escritor Norton Corrêa.-
http://iyamioya.blogdiario.com/1160496720/

lunes, 29 de diciembre de 2008

3.3 DOS REINÓIS, PATRÍCIOS, GOESES E ALGUNS BRASILEIROS; OU DOS BRANCOS E OUTROS NÃO TÃO BRANCOS ASSIM

3.3 DOS REINÓIS, PATRÍCIOS, GOESES E ALGUNS BRASILEIROS; OU DOS BRANCOS E OUTROS NÃO TÃO BRANCOS ASSIM
.........O secretário de governo António Pinto de Miranda fez algumas observações a respeito da vida cotidiana dos colonos portugueses na Zambézia, por volta de 1766. Segundo ele o português,
Hé todo afidalgado desde o mais infimo athé o mais superior. (...) cazão com alguãs senhoras naturais e outras que de Goa descendem: e como todas são possuidoras de terras e famulos, jamais cuidão em a cultivação dellas, ou na boa disciplina daquelles.278
............
Nos tempos anteriores em que havia mais Portuguezes reinoes, desprezava-se a mais ordinaria, e escura Mulher d’estas Famillias, de se misturar ou cazar com algum dos Naturaes de Goa chamados Canarins. Elles mesmos se não attrevião a buscar aquelles mesmos Cazamentos, e se prezavão muito ellas cazarem-se com os brancos, tanto pelo desprezo com que olhavão para os Canarins, como para se approveitarem dos prazos da Coroa, que na conformidade das Ordens de Sua Magestade se devem conferir às mulheres daquelles Rios, que cazarem com Portuguezes Reinoes; agora porem que o numero dos Canarins he maior e por assim dizer he o partido dominante dos Rios de Senna, já se perdeo aquelle capricho, e os dittos Canarins sendo aliás molles, pusilanimes e semi-caffres em Costumes, são bastantemente astuçiozos e soberbos para fazerem seus conclaves, e buscarem os meios de se appossarem d’estes melhores cazamentos, e para excluirem os Portuguezes de quem são inimigos Jurados.285
...............
Na sua maioria, os portugueses da Ilha de Moçambique estavam ligados ao comércio, desde os oficiais do governo, aos militares e clérigos. Agiam como intermediários dos importadores baneanes, trocando as mercadorias da Índia, por marfim, escravos e alimentos no Mossuril, durante a época da feira dos macuas e mujaus.
http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/7418/1/JRBPortella_tese.pdf

miércoles, 17 de diciembre de 2008

Revisitando as origens malgaxes*Professor do Departamento de História da McGill University, Montreal, Canadá




O Princípio da Colonização em Madagáscar
A maioria dos investigadores aceita que a primeira ocupação de Madagáscar teve início entre o começo da era comum e os anos 300-400, como resultado seja da imigração direta da Indonésia, seja através da Índia, ou ainda via Comores, em direção ao norte de Madagáscar41. Os estudiosos que optam pela Tese Africana aceitam esta possibilidade; inclinam-se, entretanto, para a opção da colonização direta, ao invés daquela através da África Oriental. James Allen defende que os indonésios provavelmente chegaram a Madagáscar no primeiro século da era comum, diretamente da Indonésia, ou fazendo escala nas colônias indonésias, no sul da Índia42. Embarcações poderiam facilmente zarpar do sudoeste asiático, durante os meses de verão, para o norte e o noroeste de Madagáscar e, para chegar à costa nordeste da ilha, usar a seu favor os ventos ao redor do Cabo Ambre, regressando com os ventos das estações mais frias, quando também era mais fácil velejar do nordeste de Madagáscar até a região noroeste da ilha, assim como para Comores e para a costa leste do continente africano43
A terra natal dos protomalgaxes:
Madagáscar foi avistada por marinheiros portugueses em 1500 e recebeu a primeira visita intencional em 1506. Desde então, os europeus começaram a especular sobre a origem da população desta ilha. Nessa época, excluídos os suaílis (ou swahili) e os indianos (conhecidos como karana), eram poucas as comunidades que participavam das rotas do comércio internacional. Segundo os investigadores, os suaílis chegaram a Madagáscar oriundos da costa leste do continente africano e da Arábia, entre os séculos IX e X; já os indianos vieram da região de Gujarat, na Índia, entre os séculos XI e XII1. Além destes dois grupos, havia também um pequeno grupo malgaxe, assimilado à cultura árabe (chamado de antalaotra) que se mantinha próximo aos suaílis. Assim, parecia existirem em Madagáscar dois grupos étnicos básicos: um de pele mais clara e com características físicas de malaios, ocupando o planalto central; e outro de pele mais escura, negros, habitando as planícies da ilha.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-77042006000100002&lng=e&nrm=iso&tlng=e
http://www.historia.uff.br/tempo/artigos_dossie/artg20-2.pdf

martes, 2 de diciembre de 2008

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DOS NARRADORES DE MOÇAMBIQUE NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XVIII

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES ACERCA DOS NARRADORES DE
MOÇAMBIQUE NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XVIII

Não é escusado afirmar que essa literatura de viagens sobre Moçambique produzida pelos europeus, mas também por outros povos 123, constitui-se num território de conflitos e convergências, em termos não apenas limitados aos aspectos literários . Os narradores estudados apresentam origens, formações e funções bastante distintas. Alguns são funcionários administrativos, outros são cientistas; a maior parte é portuguesa, mas também se encontram goeses e brasileiros; alguns possuem formação superior. No entanto, seus escritos possuem uma clara ligação ou conexão com o “espírito da época”, ou seja, com as idéias e práticas em circulação na segunda metade do século XVIII – denominado por Jurgen Habermas como opinião pública.

123O mosaico cultural moçambicano tem as contribuições de três grupos: os portugueses, a tradição oral dos bantu, e os suahílis (árabes), dos quais lembramos a título de exemplo, um dos mais antigos e belos poemas sobre Sofala, de alegada autoria de Ahmad Ibn- Majid, a quem se atribui fantasiosamente ter sido o piloto árabe de Vasco da Gama, intitulado As-Sufaliyya
http://www.poshistoria.ufpr.br/documentos/2006/Joserobertobportella.pdf.

miércoles, 19 de noviembre de 2008

Swahilis y Shirazis (Afro-asiáticos)


GRAVADO: Zanzibar-Trata de esclavos http://digitalgallery.nypl.org/nypldigital/dgkeysearchdetail.cfm?trg=1&strucID=722436&imageID=807744&total=18&num=0&word=zanzibar%20&s=1&notword=&d=&c=&f=&k=0&lWord=&lField=&sScope=&sLevel=&sLabel=&imgs=20&pos=6&e=w

MAPA: Unesco


La ciudad de Sofala (cerca de la actual Beira), fundada por los shirazis a fines del siglo X, se convirtió en punto de contacto de dos de las más pujantes culturas desarrolladas en África.






Grupos idiomáticos multiétnicos :



Por otro lado, pueden haber distintos pueblos que hablan el mismo idioma pero se diferencian unos de otros debido a sus distintos antecedentes históricos, su endogamia, sus diversas alianzas políticas, diversos factores que causan enemistad, un nombre distinto con el que se autodenominan, lealtad a diferentes antepasados que comparten o a diferentes líderes de un grupo ancestro que tienen en común.Un ejemplo de esto en la región oriental africana son los muchos pueblos que hablan inteligibles variedades del idioma swahili, tales como los árabes y los shirazis (afroasiáticos).



Árabes En África Oriental, los árabes han hablado el swahili por más de un siglo como su lengua madre exclusiva, tal como lo han hecho los shirazis de Mombasa, durante siglos.Pero los árabes han mantenido su propia identidad como árabes, tanto en nombre como en cultura, y se han mantenido en contacto con los árabes en Omán, Yemen y otros países árabes, y algunos hasta han aprendido el árabe como un segundo idioma.Es así que los shirazis swahilis y los árabes hablan el mismo idioma, y, en comparación con las culturas bantúes de Kenia, Tanzania y Somalia, se asemejan mucho en su cultura y religión. Pero se distinguen definitivamente a sí mismos separadamente. Parte de esto es político, y se debe a la historia discriminatoria del colonialismo británico, que procuró distinguir entre los diversos grupos de gentes como “nativos” y “no nativos”, colocando a los árabes en la segunda categoría y a los shirazis en la primera..






En los tiempos modernos, los comerciantes swahilis trajeron productos desde el interior de la actual Rep.Dem.del Congo hasta las costas de Tanzanía donde las vendían a los comerciantes árabes, indios y portugueses. Fueron muchos los esclavos vendidos en Zanzibar a los portugueses con destino a Brasil, entonces, colonia portuguesa.






Os suaílis moçambicanos eram produto do cruzamento de duas culturas, ao longo de séculos de convivência na costa oriental africana - a banto, predominantemente macua, e a árabo-islâmica. Falavam uma língua banto arabizada, viviam à margem das estruturas sociais tribais e comungavam de uma cultura material própria das zonas costeiras(51)



sábado, 15 de noviembre de 2008

Oriente y Sur-Este de Africa en la era colonial


Swahilis,Bantús,Indonesios y Europeos:
Las sociedades de las costas orientales estaban principalmente enfocadas al comercio con Oriente Medio y la India, esta actividad había configurado una cultura de base bantú y aportes árabes, la Swahili, orientada al mar. La región vivió la tensión originada por la creciente influencia británica y alemana que, lentamente, imponía condicionantes a la la trata esclavista, a la par que debilitaba conscientemente las estructuras políticas árabo-swahilis preponderantes, controlando el comercio marítimo.
El África Ecuatorial y Austral se había mantenido en cambio relativamente aislada y las influencias, aunque existían eran generalmente indirectas. Estructuras complejas de tipo monárquico e imperial; Luba, Lunda, Rozwi, Ruanda, Burundi, Buganda, Buniyoro, Tooro, Ankole, se sucedían en una línea curva que arranca en la costa norte de la actual Angola y pasando por el interior de Mozambique finaliza en la actual Uganda. El extremo sur iba en cambio a vivir las tensiones producidas por el crecimiento de la Colonia del Cabo y la invasión de tierras interiores por parte de comunidades de origen holandés que escapaban del control político británico, a la par el explosivo crecimiento Nguni, de cuyo seno surgiría el imperio Zulú, y las migraciones que acarreará, trastocará toda la región. Estas comunidades, conocidas como Boers, tradicionalistas y de ideología racista-puritana, se enfrentaron sucesivamente con los Hotentotes, los Xhosas, los Ngunis y finalmente los británicos. Mientras que Madagascar veía crecer la influencia de los mesetarios Hova más indonésicos, sobre otros pueblos merced al tráfico comercial con Francia. En general toda África se veía convulsionada por la generalización del uso de armas de fuego de carga frontal, los cambios en el comercio internacional y la aparición de nuevos cultivos como el maíz.
http://es.wikipedia.org/wiki/África_en_la_era_colonial

domingo, 26 de octubre de 2008

sábado, 25 de octubre de 2008

Mayola y Bobre ,una aculturación Indo-Africana

Daniel Hoareau, Danyèl Waro est un musicien de l'île de La Réunion:
"Maloya no sólo es un ritmo Cafre. En realidad, no es eso. Mestiza de música desde el principio como hicieron los diferentes esclavos . En mi forma de cantar, hay un malabar (India), Cafre (africano) y otros. Lo mismo ocurre con los instrumentos. Esta gran combinación entre nosotros es nuestra riqueza. En nuestros palacios, hay un sabor de massala, el chop-suey, siriani de ..."[ 1]
1) Propos recueillis par Franck Tenaille, Mondomix n°6 Hiver 2003/04, p 20 .
FOTO:Músico Firmin Viry
ORIGINE DU MALOYA:
C’est au 17° siècle qu’est apparue le maloya. Une musique née dans les champs de canne à sucre, forcément marqué par les coups de fouets, la maltraitance et par ce sentiment propagé par les colons d’infériorité voir pire… Le maloya serait d’origine de Madagascar du Mozambique et de Zanzibar. En 1665, ce sont les français qui déjà installés à Madagascar colonise les premiers l’île de la réunion, ils introduisent des esclaves malgaches. En 1675, ce sont des prisonniers indiens de San thomé qui sont amenés à la réunion puis des éthiopiens.
De 1717 à 1817 près de 80 000 esclaves sont introduits dans l’île par la compagnie des Indes et les colons.
ainsi les descandants d'esclaves malgaches, africains, de l'Inde ainsi que des colons pauvres se fondent en une unité dans le créole. En 1750, on utilisé plutôt les termes de"t'shéga", "Tchéga", "Tsiega" pour désigner le maloya. théga qui est devenue "Séga", un mot d’origine swahili du mozambicaine. séga : remonter ses habits, terme en rapports aux danses bantoues (ou l’on remonte ses habits).
La danse qui accompagne le Maloya est d’origine Bantoue. Le maloya est présent dans tout l’océan indien, mais on l’appelle séga tambour à Rodriguez, séga ravane a Maurice et Moutia aux seychelles car il est issue du séga primitif.
LES MUSICIENS DU MALOYA : Le maloya qui a toujours été mal vue par les colons a été relancé par le parti communiste en 1930. En effet ils aident et encouragent Firmin Viry à enregistrer. Celui ci produit alors deux albums. Firmin Viry, mais aussi Granmoun lélé sont les pionniers du maloya, ils en privilégie le coté traditionnel, ainsi que Danyèl Waro, nathalie natiembé , Alain Peters et Davy Sicard qui sont parmi les fervents défenseurs du maloya et qui en même temps le renouvelle. On peut aussi citer, Lo rwa kaf, Zelindor, Bourbon maloya, Leilla Negrau, Ravan' ... Danyèl Waro, "maloya improvisé": Alors que des groupes comme Baster et Ziskakan, Ti Sours ou rené lacaille se tournent vers un maloya soit plus festif soit plus rock, avec des accents électriques. Et Patrick Persée, plus reggae-seggae, tout comme Kom Zot.
"Maloya la pa nou la fé,Granmoun lontan la fé maloya!! mi di a zot larg'pa maloya sa mizik nout zancet, nout léritaz marmaye!!" Service kabaré : Selon la tradition on pratique le maloya dans le service kabaré. C’est une cérémonie animiste qui rend hommage aux ancêtres Les familles se réunissent une fois par an et font des sacrifices (souvent de coqs) afin de remercier les ancêtres pour leur protection. Les musiciens rentrent en contact avec les ancêtres et avec les esprits. Le maloya dans le « fénoir » : Le maloya a été interdit, notamment à partir de 1950 par les administrations de la France. Les musiciens connaissent des pressions allant jusqu’à l’arrestation. Les autorités préfèrent une musique plus festive, que le maloya qui dit la vérité et fais peur à ceux qui ont le pouvoir, maloya est subversif et rebelle.
le 20 décembre :
C'est une date importante et férié pour l'île de la Réunion puisque c'est la fête de l'abolition de l'esclavage. La Révolution française a abolit l’esclavage en 1794, mais les esclaves de la Réunion ne furent libérés que lors de la révolution de 1848. le 13 octobre 1848 l’île Bourbon est renommée île de la Réunion, l’abolition de l'esclavage a lieu 7 jours après : le 20 décembre 1848. Ce jour ou quelques 62 000 esclaves ont été libérés.
Les instruments : Les instruments utilisés dans le maloya sont des percussions venant des pays d’Afrique d’ou étaient originaires les esclaves. Ce qui donne une base rythmique prononcée au maloya. (Rythme ternaire) Ce sont : Le Piqueur, le Triangle, le Bobre, le Roulèr, et le Kayamb.
firmin viry, "danser maloya" :

martes, 7 de octubre de 2008

Instrumentos Malgaches


Foto a Color:Derecha:Dzindzé ,Izda: Jejy ,que ya habíamos reportado,el Jejy en Madagascar e India.
Foto B/N: lokanga Malgache.


Entre la costa este de África y Madagascar, Mayotte tiene una tradición musical ancestral, el resultado de la mezcla cultural y los festivales tradicionales. Movida por las tradiciones orales, la isla las ha mantenido intactas . Mayotte es animado ritmos del pasado que aún resuenan en las canciones y los bailes de antaño, los testigos de su pasado. La influencia del mundo bantú-swahili de la costa oriental de África se ha visto aquí a través de los intercambios seculares. Ya en el siglo VI antes del Islam, los árabes saben ruta comercial entre las dos orillas del Océano Índico, África y Asia Menor. Una vez instalados a lo largo de la costa africana, los árabes pasaron a las islas vecinas. Hasta la reciente época de la colonización, en Mayotte, por lo tanto, había constantes contactos con África, de ahí el origen de la mayoría de los instrumentos tradicionales. Un punto culminante de esta cultura musical es, probablemente, el uso de instrumentos comunes a las demás islas y archipiélagos del Océano Índico occidental. Estos instrumentos, que todavía se conserva el arte de la fabricación, han tenido la particularidad de transformarse y adaptarse de un país a otro, de una frecuencia a otra, lo que hace difícil determinar la procedencia exacta. Similitudes con instrumentos malgaches sugieren que la isla ha recibido la influencia musical de Madagascar. Este es el caso de dzindzé, lo que equivale a Valiha en Madagascar.Los ancianos de Mayotte afirman haber visto por primera vez a principios del siglo XX, la llegada de "trabajadores" de 'África oriental. Por lo tanto, estos son los africanos que trabajan en las plantaciones del azúcar de la isla y que el ex Mahorais todavía llaman "papá Lai (abuelo), presuntamente importaron instrumentos y danzas .

lunes, 6 de octubre de 2008

Origen Bantú - Mayola ó Sega







Maloya origen: Es en el 17 ° siglo que apareció en maloya. Una música nacida en los campos de caña de azúcar, necesariamente marcado por latigazos, el abuso y la propagación de este sentimiento de inferioridad de colonos maloya . Lo Mayola es original de Mozambique,Madagascar y Zanzíbar. En 1665, los franceses ya están instalados en Madagascar, son primeros en colonizar la isla de la reunión, que introducen esclavos malgaches. En 1675, estos prisioneros indios de Sao Tomé, que se señalan a continuación, llevados a la Reunión después de los Etiopes. De 1717 a 1817 cerca de 80 000 esclavos fueron traídos a la isla por parte de la Compañia de Indias y los colonos y también descendientes de esclavos malgaches, de África, la India y los colonos pobres criollos. En 1750, se usa en su lugar el término "t'shéga", "tchega", "Tsiega" para describir la maloya y que se ha convertido en "Sega", una palabra swahili de origen mozambiqueño. Sega: ropa, los uniformes de danzas bantú (se vé en su ropa). El baile que acompaña a la Maloya es de origen bantú. El maloya está presente en todo el Océano Índico, pero se véne Rodríguez ,Ravane Moutier en Mauricio y las Seychelles, ya que proviene del sega primitiva.
http://fr.wikipedia.org/wiki/Maloya

jueves, 25 de septiembre de 2008

Bantúes de Ankole

Este tambor es comúnmente utilizado por los bantúes en el Distrito de Ankole. Conico-cilíndrico significa que la parte superior del cuerpo del instrumento es vertical, mientras que la mitad inferior tiene cono- forma. . El engoma se llama un solo cabeza de tambor, en el sentido de que sólo la piel en la parte superior del instrumento se utiliza para golpear. La segunda piel en su base no es para jugar, sino que forma parte del dispositivo de costado. Tradicionalmente, el tambor está hecho de madera, un pedazo de tronco en una pieza de los árboles seleccionados de una amplia gama de tipos.

martes, 23 de septiembre de 2008

Quem eram os escravos de Jó?


....................Calcula-se que dos quatro milhões de indivíduos transplantados da África subsaariana para o trabalho escravizado no Brasil durante quatro séculos seguidos, 75 por cento foram trazidos do mundo bantu-falante, de territórios situados abaixo da linha do equador, principalmente das actuais repúblicas do Congo-Kinshasa, Congo Brazzavile e Angola. Esse contingente bantu era de tal ordem na cidade da Bahia do século XVII que instigou o padre Pedro Dias a escrever A Arte da língua de Angola, uma gramática publicada em 1687, em Lisboa, como meio de instruir os jesuítas e facilitar o trabalho de catequese dos “25.000 etíopes”, segundo o Padre António Vieira, que se encontravam naquela cidade sem falar português. Situação semelhante deve ter ocorrido em Palmares, proporcionando o desenvolvimento de um falar de base congo-angola, a deduzir pelos títulos de seus líderes, Ganga Zumba, Zumbi, Dandara e dos seus aldeamentos, Osengo, Macaco, Andalaquituxe.
“Bantu”

É um Grupo ligüístico, chamado no Brasil de povos “Banto”, compreendendo milhões de africanos, com inúmeras línguas e quase 300 dialetos, possuindo aproximadamente 2/3 da África Negra.
A população escrava, vinda para o Brasil, era formada quase que totalmente dos negros de origem “Bantu”, e principalmente, os negros de “Angola” e “Congo”. Os escravos aqui chamados de: Banquelas ou Bangalas; Rebolos; Munjolos ou Monjolos; Makuas; Musikongos; Moçambiques; Kabinda, está última se destacando no Sul do País, (onde, juntamente com a Nação de Òyó, vinda em primeiro lugar ao Estado – RS.). Mas, eram poucos escravos, os procedentes das colônias portuguêsas de Moçambiques e da Guiné, vindos para o Brasil.
No momento da chegada dos “Nagôs”, um século e meio, já de escravidão no Brasil, os negros escravos existentes de origem Bantu, já haviam sido desafricanizados e apagando os seus costumes, as suas crenças religiosas, as suas línguas nacionais. A maioria dos escravos Bantus no Brasil, esse Grupo, e cujas línguas, Kimbundo e Kikongo, entre outras, são as que mais termos deixaram em nossa linguagem religiosa atual. Quanto aos costumes religiosos, associaram-se ou mesclaram-se com as demais, principalmente, no Rio Grande do Sul. O importante foi o nome dado pelo povo Bantu aos Cultos Religiosos do Rio Grande do Sul => do Batukàjé, que no passar dos tempos, originou o nome popular de Batuque dos gaúchos.
Como também devemos elucidar, pelos estudos até hoje realizados. Na África, os povos Bantus, houve tempo em que os de Nação de Angola (do Congo ou Kongo, Kabindas e Banguelas, inclusive) jamais passaram do nível de gênios ou demiurgos; a colonização portuguesa interrompeu o processo natural de codificação de crenças e práticas e, portanto, do surgimento de ordens sacerdotais; seminômades em grande parte, os negros de Nação de Angola e outras de povos Bantus, teriam os seus lugares de oração, mas não em templos. Tudo isto, os esperava, porém, no Brasil, graças aos Nagôs e Anagos. Tendo aceito a nova religião, como o fez toda a massa escrava, Kabindas, Banguelas, Rebolos e outros, reinterpretarem o modelo recebido pelos Nagôs e Anagos, fazendo aproximações entre as suas “divindades (do povo Bantus)” e as dos Nagôs e Anagos, adaptando aos seus costumes o ritual (muito rígido e mesmo hierático entre os Nagôs / Anagos, mais livre entre os povos Bantus).

É de bom alvitre dizer: Os três tipos de Religiões de Matriz Africanas realizadas em nosso País, ligam-se, em geral, entre si, elementos socialmente acomodados de emprego, de situação familiar estável, capazes de satisfazer as “Obrigações Religiosas” individuais e de acorrer às necessidades sociais das “Casas de Cultos Religiosos de Origem Africanas”.