Lenda tradicional e oral do grupo LUNDA-TCHOKWE sobre a sua ascendência divina e criação do Universo
In: Crenças , Adivinhação e Medicina Tradicionais dos Tutchokwe do Nordeste de AngolaAutor: João Vicente Martins;Edição do Inst. de Inv. Ciêntifica Tropical - Lisboa 1993 - CDU 398.3:008.2:615.89:301.185.1(673)
http://diamang.com/diamang/Lunda/historia/nzambi.htm#(2)
Ao contrário de nós, em que os filhos tomam os nomes dos progenitores, entre os nativos são os pais que tomam o nome da filha ou filho primogénito. Assim, por exemplo, logo que um casal tem o primeiro filho, os pais acrescentam, aos seus primitivos nomes, o nome do filho, precedido dos títulos de Sã ou Xá, para o pai e Ná para a mãe. Desta forma, chamando-se a filha Kalunga, os pais chamar-se-ão. respectivamente, Sã ou Xá Kalunga e Ná Kalunga. Kalunga, além de Deus supremo, designa tudo aquilo que é omnipotente, imenso, infinito ou horroroso.
http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2008/10/por-revista-raiz.html
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miércoles, 5 de noviembre de 2008
domingo, 26 de octubre de 2008
"Calunga" en el Novo dicionário Bantú do Brasil
viernes, 24 de octubre de 2008
Kalungas en Goias ,el quilombo perdido

As festas santas dos Kalungas são repletas de rituais cerimoniosos, como a Festa do Império e o Levantamento do Mastro, que têm coreografia complexa e atraem centenas de visitantes. As festas da sede também são muitas e carregadas de tradição: a Caçada da Rainha, a Festa do Divino, A Folia de Reis, a caminhada da Sexta-feira Santa ao topo do Morro da Cruz e o nosso Carnaval de rua, famoso na região.
miércoles, 22 de octubre de 2008
Kalungas,conexión Indo-Áfricana en Brasil
Segundo Sweet 9 muitas sociedades da costa central africana acreditavam que os europeus levavam os africanos escravizados para “comê-los”, e aproveitar suas “partes”, transformando-os em produtos que seriam retornados ao comércio na África. Acreditavamque o óleo comestível era obtido da gordura dos corpos africanos, os vinhos vermelhos eram o sangue, os queijos europeus eram os cérebros de suas vítimas. A pólvora era as cinzas dos ossos dos africanos escravizados que eram queimados pelos seus algozes. Este
entendimento era embasado na cosmogonia das sociedades da costa central africana, em que Kalunga 10, era a travessia do mundo real para o mundo espiritual; assim, transpora Kalunga, em navios negreiros, representava uma morte prematura, nas mãos dos
“feiticeiros brancos” (os europeus), que se alimentavam dos corpos negros na terra dos mortos, as Américas. Para os bacongos, a cor branca simbolizava a morte, os homens eram pretos, os espíritos, brancos. Como resultado desta crença, do tráfico de africanos escravizados e da associação do oceano com a Kalunga, foi fácil para os bacongos identificar a terra dos brancos com a dos mortos
http://www.acoalfaplp.net/0001acoalfaplp/0001acoalfaplp_textos/cultgepalops/cpalops_amagiadofeitico_gliciacaldas.pdf
Livro da antropóloga Mari Biocchi “Kalunga, o Povo da Terra” é uma aula sobre a comunidade goiana. Por Thereza Dantas A antropóloga Mari Baiocchi é a autora e responsável por um livro em que pesa quase 200 anos de história. “Meu trabalho de observação analisa o processo, a dinâmica das mudanças da cultura Kalunga.”, diz a autora. E ela observou essa dinâmica durante os 24 anos em que trabalhou na região norte do estado de Goiás, fronteira com o estado de Tocantins, pesquisando hábitos como a língua, os festejos, a comida, a forma de viver de uma comunidade remanescente de escravos.O livro “Kalunga, o Povo da Terra” é o resultado de um minucioso trabalho de pesquisa. No livro, Baiocchi explica que a palavra kalunga ou calunga, as duas grafias estão corretas, tem origem banto dos africanos angolanos, congos e moçambiques que foram trazidos para o Brasil. Calunga pode ser uma boneca de madeira que os moradores de comunidades do rio Lui, na África, fabricavam ou pode ser também uma palavra mágica, uma divindade do culto banto.
Livro da antropóloga Mari Biocchi “Kalunga, o Povo da Terra” é uma aula sobre a comunidade goiana. Por Thereza Dantas A antropóloga Mari Baiocchi é a autora e responsável por um livro em que pesa quase 200 anos de história. “Meu trabalho de observação analisa o processo, a dinâmica das mudanças da cultura Kalunga.”, diz a autora. E ela observou essa dinâmica durante os 24 anos em que trabalhou na região norte do estado de Goiás, fronteira com o estado de Tocantins, pesquisando hábitos como a língua, os festejos, a comida, a forma de viver de uma comunidade remanescente de escravos.O livro “Kalunga, o Povo da Terra” é o resultado de um minucioso trabalho de pesquisa. No livro, Baiocchi explica que a palavra kalunga ou calunga, as duas grafias estão corretas, tem origem banto dos africanos angolanos, congos e moçambiques que foram trazidos para o Brasil. Calunga pode ser uma boneca de madeira que os moradores de comunidades do rio Lui, na África, fabricavam ou pode ser também uma palavra mágica, uma divindade do culto banto.
SIGNIFICADOS DE kALUNGA(CALUNGA): http://66.102.9.104/translate_c?hl=es&sl=en&u=http://www.factbites.com/topics/Kalunga&prev=/search%3Fq%3Dcalunga%2Bkalunga%26start%3D10%26hl%3Des%26rlz%3D1T4GGIH_esES271ES271%26sa%3DN%26pwst%3D1&usg=ALkJrhglkDeKANnYCmzLmaC14u8o63efHQ
Serviço:Kalunga, Povo da Terra da antropóloga
Mari Biocchi
Preço por livro: 60 reais
Editora da Universidade Federal de Goiás - CegrafFone: 62 – 3521-1107 e Fax: 62-3521-1814e-mail:
editora@cegraf.ufg.br
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Kalungas ,conexión Indo-Africana en Brasil


Kalunga, o que na língua banto também significa lugar sagrado, de proteção.
Existem musicas antigas de Capoeira, inclusive de Bimba, que fazem alusões ao Kalungas em Salvador.
Los Kalungas son descendientes de esclavos que vivían en asentamientos remotos en el noreste de Estado de Goiás, Brasil. La mayoría de los 4000 Kalungas, que son de raza mixta, negro y nativo de la India, viven en muy malas condiciones en cerca de la ciudad de Cavalcante, Goiás.
Construída pela comunicação oral, a história do quilombo Kalunga ainda guarda segredos. Para entendê-la é preciso voltar no tempo, quando no Brasil não havia estradas, nem liberdade. “O meu avô era kalunga. Esse era kalunga mesmo, daqueles que vinha lá de cima, pra fugir dos patrão, não era?”, conta Dona Joana Torres, de 109 anos, moradora da comunidade Engenho II.
Eram meados de 1700 quando os Senhores Bartolomeu Bueno e João Leite da Silva iniciaram a colonização na região de Goiás (que foi sendo chamada de “minas dos Goyases” – nome de um povo indígena que vivia naquela região, onde havia muito ouro) provocando um processo de povoamento. As populações nativas entre outras, foram escravizadas, destruídas ou conseguiram fugir e procurar novo habitat.
Irmãs Juliana e Daniela (comunidade Engenho) fiando o algodão com o fuso. Foto: Leonardo Boloni.
Eram meados de 1700 quando os Senhores Bartolomeu Bueno e João Leite da Silva iniciaram a colonização na região de Goiás (que foi sendo chamada de “minas dos Goyases” – nome de um povo indígena que vivia naquela região, onde havia muito ouro) provocando um processo de povoamento. As populações nativas entre outras, foram escravizadas, destruídas ou conseguiram fugir e procurar novo habitat.
Irmãs Juliana e Daniela (comunidade Engenho) fiando o algodão com o fuso. Foto: Leonardo Boloni.
É PRETO É PRETO É PRETO
É preto é preto é preto
É preto é preto é preto
É calunga
Berimbau é preto e calunga
É preto é preto é preto é calunga
O atabaque é preto é calunga
É preto é preto é preto é calunga
O pandeiro é preto é calunga
É preto é preto é preto é calunga
Bateria é preto é calunga
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Kalungas
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