miércoles, 22 de octubre de 2008

Kalungas,conexión Indo-Áfricana en Brasil

Segundo Sweet 9 muitas sociedades da costa central africana acreditavam que os europeus levavam os africanos escravizados para “comê-los”, e aproveitar suas “partes”, transformando-os em produtos que seriam retornados ao comércio na África. Acreditavam
que o óleo comestível era obtido da gordura dos corpos africanos, os vinhos vermelhos eram o sangue, os queijos europeus eram os cérebros de suas vítimas. A pólvora era as cinzas dos ossos dos africanos escravizados que eram queimados pelos seus algozes. Este
entendimento era embasado na cosmogonia das sociedades da costa central africana, em que Kalunga 10, era a travessia do mundo real para o mundo espiritual; assim, transpora Kalunga, em navios negreiros, representava uma morte prematura, nas mãos dos
“feiticeiros brancos” (os europeus), que se alimentavam dos corpos negros na terra dos mortos, as Américas. Para os bacongos, a cor branca simbolizava a morte, os homens eram pretos, os espíritos, brancos. Como resultado desta crença, do tráfico de africanos escravizados e da associação do oceano com a Kalunga, foi fácil para os bacongos identificar a terra dos brancos com a dos mortos
http://www.acoalfaplp.net/0001acoalfaplp/0001acoalfaplp_textos/cultgepalops/cpalops_amagiadofeitico_gliciacaldas.pdf
Livro da antropóloga Mari Biocchi “Kalunga, o Povo da Terra” é uma aula sobre a comunidade goiana. Por Thereza Dantas A antropóloga Mari Baiocchi é a autora e responsável por um livro em que pesa quase 200 anos de história. “Meu trabalho de observação analisa o processo, a dinâmica das mudanças da cultura Kalunga.”, diz a autora. E ela observou essa dinâmica durante os 24 anos em que trabalhou na região norte do estado de Goiás, fronteira com o estado de Tocantins, pesquisando hábitos como a língua, os festejos, a comida, a forma de viver de uma comunidade remanescente de escravos.O livro “Kalunga, o Povo da Terra” é o resultado de um minucioso trabalho de pesquisa. No livro, Baiocchi explica que a palavra kalunga ou calunga, as duas grafias estão corretas, tem origem banto dos africanos angolanos, congos e moçambiques que foram trazidos para o Brasil. Calunga pode ser uma boneca de madeira que os moradores de comunidades do rio Lui, na África, fabricavam ou pode ser também uma palavra mágica, uma divindade do culto banto.
Serviço:Kalunga, Povo da Terra da antropóloga
Mari Biocchi
Preço por livro: 60 reais
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