Mostrando entradas con la etiqueta Canarins. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta Canarins. Mostrar todas las entradas

miércoles, 29 de abril de 2009

1682-Canarins en Bahía

Recorte Libro:(pag71) Cartas do Brasil Escrito por António Vieira, João Adolfo Hansen. http://books.google.es/books?id=iriUwAu-0KcC
1685 Carta datada de 19 de março de 1685, do Rei D. Pedro II, ao Vice-Rei Conde de Alvor, ordenando enviar Bahia oito casais de canarins, um bom número de agricultores, bem como sementes e plantas com um pouco de terra da Índia.
1680 Carta de 31 de março de 1680, do Príncipe Regente ao Governador da Índia contendo instruções secretas para o envio de especialistas da cultura de canela do Ceilão para o Brasil.

1690 Cópia de uma carta do Governador do Brasil enviada à Corôa, insistindo sobre a importância de estabelecer relações comerciais entre o Brasil e o Estado da Índia (principalmente Moçambique), e sugerindo como fazê-lo. Estas idéias incluiam o envio de tropas, e produtos brasileiros. (Nota: Esta cópia da carta de 1690 foi enviada à Goa mais tarde).

1692 Carta de 4 de fevereiro de 1692, da Corôa ao Vice-Rei sobre o desenvolvimento da cultura das especiarias no Brasil, e a demanda para enviar dois cultivadores experientes na cultura da canela, pois os primeiros, enviados eram canarins(Goenses) de Bardez que não conheciam esta cultura.

1695 Texto explicando como fazer sair do Ceilão bons cultivadores de canela, e fazer com que eles partam para o Brasil.http://www.artedata.com/fernandamoro/fmoro201a.asp

lunes, 29 de diciembre de 2008

3.3 DOS REINÓIS, PATRÍCIOS, GOESES E ALGUNS BRASILEIROS; OU DOS BRANCOS E OUTROS NÃO TÃO BRANCOS ASSIM

3.3 DOS REINÓIS, PATRÍCIOS, GOESES E ALGUNS BRASILEIROS; OU DOS BRANCOS E OUTROS NÃO TÃO BRANCOS ASSIM
.........O secretário de governo António Pinto de Miranda fez algumas observações a respeito da vida cotidiana dos colonos portugueses na Zambézia, por volta de 1766. Segundo ele o português,
Hé todo afidalgado desde o mais infimo athé o mais superior. (...) cazão com alguãs senhoras naturais e outras que de Goa descendem: e como todas são possuidoras de terras e famulos, jamais cuidão em a cultivação dellas, ou na boa disciplina daquelles.278
............
Nos tempos anteriores em que havia mais Portuguezes reinoes, desprezava-se a mais ordinaria, e escura Mulher d’estas Famillias, de se misturar ou cazar com algum dos Naturaes de Goa chamados Canarins. Elles mesmos se não attrevião a buscar aquelles mesmos Cazamentos, e se prezavão muito ellas cazarem-se com os brancos, tanto pelo desprezo com que olhavão para os Canarins, como para se approveitarem dos prazos da Coroa, que na conformidade das Ordens de Sua Magestade se devem conferir às mulheres daquelles Rios, que cazarem com Portuguezes Reinoes; agora porem que o numero dos Canarins he maior e por assim dizer he o partido dominante dos Rios de Senna, já se perdeo aquelle capricho, e os dittos Canarins sendo aliás molles, pusilanimes e semi-caffres em Costumes, são bastantemente astuçiozos e soberbos para fazerem seus conclaves, e buscarem os meios de se appossarem d’estes melhores cazamentos, e para excluirem os Portuguezes de quem são inimigos Jurados.285
...............
Na sua maioria, os portugueses da Ilha de Moçambique estavam ligados ao comércio, desde os oficiais do governo, aos militares e clérigos. Agiam como intermediários dos importadores baneanes, trocando as mercadorias da Índia, por marfim, escravos e alimentos no Mossuril, durante a época da feira dos macuas e mujaus.
http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/7418/1/JRBPortella_tese.pdf