Mostrando entradas con la etiqueta batuque. Mostrar todas las entradas
Mostrando entradas con la etiqueta batuque. Mostrar todas las entradas

martes, 18 de agosto de 2009

A expressão "batuque", repleta de significados, podia representar diversas expressões culturais


GRABADO:BATUQUE ,Johann Moritz Rugendas (Augsburg, 29 de março de 1808 — Weilheim, 29 de maio de 1858) foi um pintor alemão que viajou por todo Brasil durante 1822-1825 e pintou povos e costumes.
Date
1822-1825

NOTA DEL PESQUISADOR: Hablando de BATUQUE como lucha precticada por el padre de Bimba,nos preguntamos: Cual es la relación entre este BATUQUE y el Moringue Malgache ó Ringa (no el Moringue Reunionés ya aculturizado).
A CAPOEIRA NA HISTÓRIA LOCAL:
DA VELHA DESTERRO À FLORIANÓPOLIS DE NOSSOS DIAS
Mario Sergio Fregolão
Florianópolis, julho
2008


........Para tratar destes artigos, temos que considerar toda a pluralidade cultural imbricada na constituição destes elementos, que podem com o mesmo nome, conforme as regiões em que se apresentam significar manifestações culturais diferentes. Segundo Letícia Vidor de Souza Reis, baseada em Câmara Cascudo, mostra em O mundo de pernas para o ar 44, que o "batuque baiano" era uma modalidade de capoeira que irá influenciar muito Manoel dos Reis Machado, o Mestre Bimba, na elaboração da Capoeira Regional Baiana .

Maria Martinha do Bonfim, ou simplesmente Dona Martina, descendente de índios aparentemente tupinambás 55, esposada de Luiz Cândido Machado, ex-escravo de origem banto e campeão de batuque, fez aposta com a parteira, no dia que se sucede, era 23 de novembro de 1899, chegar ao mundo uma menina. A parteira ao assistir o evento, tendo a crianças nas mãos exclamou: Olha a bimbinha dele! Olha a bimbinha dele! Daí "Mestre Bimba" 56. Este já nasceu com dois nomes, o outro Manoel dos Reis Machado. De seu pai, herdou a força e o batuque, se tornou exímio. Ajudante de estivador e de porte físico avantajado .




3 O batuque, também chamado de pernada, é mesmo, essencialmente, uma divisão dos antigos africanos, com especialidade dos procedentes de Angola. Onde há capoeira, brinquedo e luta de Angola, há batuque, que parece uma forma subsidiária da capoeira. IN: CARNEIRO, Edison. Folguedos tradicionais. 2 ed. Rio de Janeiro: FUNARTE; 1982., 1982 (p. 109)




9 Para SOARES (1993), a capoeira das maltas cariocas se formou a partir de uma enorme profusão de agentes culturais de diferentes etnias africanas que dividiu entre cativos, livres e libertos; as nações na casa de detenção em 1863 entre angolas, benguelas, cabindas congos, luandas, minas, moçambiques e quilimanes; além de identificar as faixas etárias, as profissões dos capoeiras escravos, capoeiras livres por freguesias, por origem de outros países que não da África, como Portugal e brancos brasileiros. Acredito ser necessário considerar toda estas miscigenações, se for tratar da capoeira em outras regiões.



10 Na página 61 dos Códigos de Posturas da Câmara Municipal da cidade de Desterro, de 10 de maio de 1845 no artigo 38 há a proibição dos ajuntamentos de escravos ou libertos para formarem batuques, sob pena de castigos conforme a lei para os cativos e para os libertos multa ou cadeia. Segundo Liberac, para O código de posturas da cidade de Salvador (...) proibia "os batuques, danças e ajuntamentos em qualquer hora e lugar sob pena de prisão". A expressão "batuque", repleta de significados, podia representar diversas expressões culturais. (PIRES, 2004. p 38.) A afirmação repleta de significados traz um significado especial quando se tratar do batuque baiano na formação de Mestre Bimba, da qual seu pai era campeão na modalidade (REIS, 1997. p 129.), porque implicava num jogo agressivo de pernas contra as pernas do oponente, já como uma forma característica de luta acompanhada por cânticos e instrumentos (GOULART, 2006, documentário). Também há apontamentos de que o batuque se disputava entre "pernadas" durante os carnavais cariocas (BUENO, 1997. p 36.).




11 Edison Carneiro faz uma espécie de etimologia do batuque, cita que Macedo Soares considerava a palavra produto do verbo bater, mas cita também: Esta palavra, na sua acepção mais lata no Brasil, aplica-se ao conjunto de sons produzidos por instrumentos de percussão, em especial se considerados desarmônicos ou ensurdecedores. Também em sentido lato, a toda e qualquer dança ao som de atabaques dá-se, depreciativamente, o nome de „batuque‟. Especificamente, batuque designa um jogo de destreza da Bahia, uma dança de umbigada de São Paulo – que filia-se ao batuque africano – e dois tipos de cultos de origem africana correntes a região amazônica e ro Rio Grande do Sul. [grifo meu] IN: CARNEIRO, op. cit. p 27. José Ramos Tinhorão aponta para o problema do uso genérico do termo batuque: Na verdade, tal como o exame mais atento das raras informações sobre essas ruidosas reuniões de africanos e seus descendentes crioulos deixa antever, o que os portugueses chamaram sempre genericamente de batuques não configurava um baile ou um folguedo, em si, mas uma diversidade de práticas religiosas, danças rituais e formas de lazer. IN: TINHORÃO, José Ramos. Os sons dos negros no Brasil: cantos, danças, folguedos: origens. São Paulo: Art Editora, 1988. [grifo meu]
12 Entre outras tantas irmandades dentre as demais regiões do Brasil, refiro-me especificamente à Irmandade Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, de Desterro em que há a percepção de sua atuação desde 1750. Também aqui a organização cumpriu funções socializadoras para os negros na sociedade dos brancos. IN: ALVES, Jucélia Maria. Cacumbi: um aspecto da cultura negra em Santa Catarina .Jucélia Maria Alves, Rose Mary de Lima, Cleidi Alburquerque (Orgs.) Florianópolis: Ed. Da UFSC, co-edição Secretaria da Cultura e do Esporte de Santa Catarina, 1990. (p 26.)





miércoles, 29 de abril de 2009

Capoeira: A gramatica do corpo


Capoeira: A gramatica do corpo e
a dan^a das palavras
Maria Jose Somerlate Barbosa
A "Fala Dupla": Capoeira Angola e Capoeira Regional
Para fugir da persegui9ao da policia, legitimar um espa9o cultural afrobrasileiro, angariar a simpatia da classe m^dia e validar a capoeira como esporte, Mestre Bimba retirou a capoeira das ruas, fazendo dela um tipo de ginastica de carater nacional. Criou uma estrutura bem arregimentada, desenvolveuum manual com uma seqiiencia de golpes, acrescentou movimentos
em que os jogadores se tocam (golpes ligados ou cinturados), adaptou outros oriundos do batuque, buscou elementos na coreografia do maculele, aMm de introduzir "golpes de luta greco-romana, jiu-jitsu, judo e savata"(Rego 33). Estava criado o estilo amplamente difundido que passou a ser conhecido como Capoeira Regional, que e jogado de uma maneira mais ereta (os golpes sao deferidos ao nivel do peito ou da cabe9a) e em que nao se cantaa ladainha. Os jogadores podem ser interrompidos por um outro que deseja"comprar o jogo," a roda ^ mais aberta e ha mais atletismo e exibiao de habilidade fisica. A partir dos anos sessenta, quando houve uma maior divulga-ao da capoeira no Rio de Janeiro e em Sao Paulo, instituiram-se tambem os"batizados" (a cerimdnia em que se confere ao estudante o cordao, semelhante
as faixas de judo ou karate).
http://www.cppa.com.br/attachments/File/LIVROS%20E%20ARTIGOS/18230806.pdf

sábado, 25 de abril de 2009

Batuque en Sao Paulo

GRABADO:Batuque en Sao Paulo tomado de Voyage pittoresque dans les deux Amériques,Alcide D' orbigny, 1836, pg. 55
Orbigny Dessalines, Alcide d’(Couëron, cerca a Nantes 1802 - Pierefitte-sur-Seine 1857) Naturalista y viajero francés. Alcide Charles Victor-Marie Dessalines d’Orbigny heredó el interés por las ciencias naturales de su padre, un médico de la marina francesa, y seguramente el que su infancia transcurriera en el activo puerto de La Rochelle alentó su vocación de viajero. Fue el primero entre los viajeros científicos franceses del siglo XIX en visitar Sudamérica. Después de una cuidadosa preparación y consultar especialistas como Humboldt y Cuivier, entre 1826 y 1834, una época en que el gobierno francés fomentaba la educación y las ciencias, visitó varios países con el auspicio del Museo de Historia Natural de París. Primero estuvo en Brasil. Luego fue a Montevideo y al Río de la Plata. Organizó salidas a Misiones, Corrientes y el Gran Chaco de Paraguay. Volvió a Argentina por Entre Ríos y Santa Fe. Enseguida viajó a la Patagonia. De allí se embarcó rumbo a Chile y pasó a Bolivia, donde permaneció tres años con apoyo del presidente Santa Cruz. Antes de volver a Burdeos visitó Lima.
http://www.lablaa.org/blaavirtual/historia/galeria/orbigny.htm

Batuque en Nueva Granada


"Une bataouque de chollos grenadiens"
(Una fiesta de cholos granadinos)Gabriac, Alexis, Conde de, Diseño por M. Parent, des pues de un croquis de M. Le comte GabriacGrabado. 9,9 x 14,8 cm, blanco y negro
Publicado en: Gabriac, Alexis, Conde dePromenade a travers l'Amérique du Sud: Nouvelle-Grenade, Équateur, Pérou, Brésil. Ouvrage orné de vingt-et-une gravures sur bois et de deux cartes géographiquesParís, Michel Lévy Frères, Libraires Éditeurs, 1868, p. 74a

miércoles, 1 de abril de 2009

Capoeira Angola: Re-asignación cultural de Africanos en Brasil & Racismo blanco y falta de autoestima negra

NOTA DEL PESQUISADOR:(1907)Seis milhões (atualmente mais) de habitantes, pelo menos, nascem, vegetam e morrem sem ter quase servido a sua pátria. No campo serão agregados de fazendas, caipiras, matutos, caboclos; nas cidades, serão capangas, capoeiras, ou simplesmente vadios e ébrios. (Silvio Romero, 1907. Naxara, pp. 96-97)-http://crv.educacao.mg.gov.br/sistema_crv/index.asp?id_projeto=27&ID_OBJETO=103138&tipo=ob&cp=994d99&cb=&n1=&n2=Roteiros%20de%20Atividades&n3=Ensino%20M%C3%A9dio&n4=Hist%C3%B3ria&b=s

Recorte Libro: Ao som do Berimbau Escrito por Formado Comprido, Pedro J. Martín:(pag 96)
http://books.google.es/books?id=U3n8tZKHrS0CFoto:Mestre Curió: (Jaime Martins dos Santos) Discípulo de Pastinha nacido en 1939
LIBRO:"De la Vadiagem al Deporte,Historia de la Capoeira" (pag 25) autores: Sergio Vieira,Javier Rubiera.
14- Muchos practicantes de Capoeira Angola (Bantú) acaban incorporando elementos de Nigeria (Yoruba = Candomblé ). De estos, el mayor representante es el Mestre Curió. Esto se llama resignificación cultural. Por lógica, y con los datos anteriormente citados de la procedencia de esclavos africanos y estos datos religiosos, podríamos decir que la Capoeira llamada Angola, por coherencia sería Capoeira de Nigeria).
http://www.scribd.com/full/6241070?access_key=key-2jaz68xyb1iizlsans92
Batuque Religión Afro-Riograndense ( Brasil)
-Historiografia- -Investigaciones de campo del Antropólogo Norton Corrêa.-
El africano en la historia Rio-grandense .

...........De acuerdo con Corrêa, el problema comienza (o fue popularizado) por Nina Rodrigues. El no afirma concretamente tal distribución; diciendo, apenas: "(...) En Bahía fuertemente se hace Sentir la ascendencia de los Sudaneses, al pasar Pernambuco y Rio de Janeiro prevalecen sobre todo los Negros australes del grupo bantú" (Rodrigues, 1935b: 55) Parece que fue suficiente, para que quedase la idea de separación absoluta de destinos. Mucho mas siendo que Rodrigues era partidario de la tesis de la "superioridad cultural" de los sudaneses (Y consecuentemente de la "inferioridad" de los bantu) Solamente juzgando dignas de atención las manifestaciones culturales de los primeros. En Salvador, por ejemplo, concentró sus pesquisas apenas en los templos nagó, dejando pasar la idea que las religiones bantu eran inexistentes. Entretanto, investigadores baianos, que le sucedieron, mostraron casos como la presencia de sinnúmeros de candomblés bantu en Salvador, o la influencia Yòrùbá (Nagó) en el ritual do Xangô do Recife, en Tambor-de-mina do Maranhão, en Rio y en el Batuque de Rio Grande do Sul. fuente: Datos y testimonios fundados del libro Batuque – antropología de una religión afro-rio-grandense. Del escritor Norton Corrêa.-
http://iyamioya.blogdiario.com/1160496720/

miércoles, 7 de enero de 2009

Batuque Malaio T i m o r

T i m o r
Artur de Sá
As danças são, como em toda a parte, manifestações públicas de alegria. 0 género praticado
em Timor pelo indígena é o batuque (Tebe-Dai) não o batuque africano, descomposto e selvagem,mas o batuque malaio, rítmico e artístico, mesmo quando, durante orgias nocturnas, desce à mímica de sentido erótico (Lico), ou quando exulta selvaticamente a vitória, perante esgares espectrais das cabeças inimigas decepadas (Loro-Sáan). Também nestes quadros da vida indígena há ainda muito que «civilizar», o que se vai conseguindo e, graças a intervenção da política portuguesa, a dança do Loro-Sáan, hoje. executa-se como mera representação. Finalmente, digamos alguma coisa sobre os mercados, ou bazares, como se diz em Timor,
aonde os indígenas de afastadas regiões se encontram. vendem ou permutam variados produtos
agrícolas, curiosos artefactos, espécies de animais, desde o búfalo até a cacatua que se esforça por dizer alguma coisa para chamar sobre si as atenções. Donde é fácil imaginar o colorido do espectáculo, animado pelos combates de galo ou pela música dos batuques. Estes mercados
realizam-se por toda a parte, em dias e lugares determinados. com modalidades idênticas às das
nossas feiras, mas com muito mais interesse e bulício, podendo afirmar-se que o bazar é. em Timor, o teatro da vida pública indígena.
http://purl.pt/915/1/cd1/ta000/TA005.pdf

lunes, 8 de diciembre de 2008

dinâmica afro-islâmica na África Oriental african-islámica dinámica en el Este de África

RECORTE LIBRO: la funadación de Brasil: http://books.google.es/books?id=UM6PMFaZjWMC
Documentos de Trabajo N º 36, CESA, Lisboa, 1995
História e desenvolvimento: Historia y Desarrollo:
dinâmica afro-islâmica na África Oriental african-islámica dinámica en el Este de África
oitocentista decimonoveno
por por
Luís Francisco de Carvalho Luis Francisco de Carvalho

A grande expansão da procura exterior de escravos provenientes da África Oriental, observável a partir de 1770, vai, pois, ter de encontrar outras fontes impulsoras. É a tentativa de transformação das Ilhas Mascarenhas, Ile de France (Maurícia) e Bourbon (Reunião), em economias de plantação, sobretudo vocacionadas para a produção de cana-de-açúcar (à imagem do que sucedia nas Caraíbas), que fornece o principal estímulo à demanda de mão-de-obra escrava levada a cabo pelos franceses. Esta relação com as ilhas francesas do Indico vai explicar a expansão de Quíloa, o principal entreposto de abastecimento, que possibilita alguma resistência dos seus governadores suaíli em face da crescente dominação omanita. No entanto, Quíloa encontrava-se dependente das redes comerciais estabelecidas com os principais centros do norte (onde Zanzibar vai ganhando proeminência), para o abastecimento dos produtos de que necessitava para a captação de escravos oriundos do seu hinterland , acabando por cair na
dominação omanita - sendo as tentativas francesas para reverter a situação, onde avulta a acção de Morice, votadas ao fracasso (vd. Sheriff, 1987, pp.43-46).
Também a partir de Moçambique, o comércio de escravos ganha novo impulso, não só para satisfazer a procura francesa e de Madgáscar, como, principalmente a partir do inicio do séc.XIX, com destino ao Brasil (movimento que se dá igualmente em Angola). De registar, ainda, a presença de navios espanhóis procurando escravos para Cuba e até de alguns negreiros provenientes dos Estados Unidos (vd. Curtin et al., 1978, pp.393-395).
http://pascal.iseg.utl.pt/~cesa/files/DocTrab_36.PDF

viernes, 24 de octubre de 2008

Batuque antiguo ,Kalaraipayatu y Moringue Reunionés ,tienen relación?


NOTA: En el antiguo batuque, se golpeaban el pecho los danzarines.Fotos: Moringue reunionés y Kalaripayatu.



Brasil,SigloXVIII-O batuque tipicamente africano foi caindo em desuso com o desaparecimento dos nativos daquele continente. Uma variação abrasileirada espalhou-se por todo o País, já com a denominação de samba. E, na zona rural, o encontro de culturas deu origem a uma derivação pitoresca, os chamados sambas sertanejos, em que homens e mulheres participavam da roda cantando em coro, ao som de instrumentos de percussão e da viola de arame.
Segundo um cronista da época, “os dançadores formam roda e, ao compasso de uma viola, move-se o dançador do centro, avança e bate com a barriga de outro da roda, uma pessoa de outro sexo. Não se pode imaginar uma dança mais lasciva do que esta, razão por que tem muitos inimigos, principalmente entre os padres”.