sábado, 25 de julio de 2009
sábado, 4 de julio de 2009
domingo, 28 de junio de 2009
1957-Moringue Reunionés prohibido por violento
foto color: http://simoneweb.altervista.org/img/webgallery/reunion/morengue/index.htmmiércoles, 10 de junio de 2009
Oceano Indico en la Historia de la Capoeira
domingo, 24 de mayo de 2009
1834-Capoeira de Rugendas: Moringy (Ringa) o Boxeo Nigeriano?
http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/05/malgaches-em-bahia-1720.html
CARREIRA DA INDIA : Indias-Mascarenas-Mozambique -Angola-Brasil
1. 1725-RECIFE-Negocios de Fernado Luis Pereira en MACAO (1)
2. 1730-1830-***Esclavos Malgaches en Brasil (1)
3. 1736-1770-Gran comercio entre Brasil y Angola con mercancias de India (1)
4. 1750-Asiaticos soldados en Brasil (1)
5. 1755-1764-***Entrega tierra Brasil oriundos Goa Mozamb y Macao (1)
6. 1759-BRASIL-Ninguna referencia sobre el Berimbau de Capoeira ENTRE (1549-1759) (1)
7. 1760-***Esclavos malgaches en Rio de Janeiro (1)
8. 1760-***soldadosde Brasil en Mozambique (1)
9. 1761-Comercio entre Mozambique -India y Brasil (1)
10. 1768-Berimbau en Isla Mauricio (2)
11. 1770-Espansion de traficantes de exclavos Brasileiros en Moçambique e Islas y Franceses en Mascarenas (1)
12. 1773-Bobre-Berimbao en Reunión (1)
13. 1778-Batuques en Pernambuco (1)
14. 1778-Mulher tocando Citara en Pernambuco (1)
15. 1780-1800-Gran comercio de esclavos para Mauricias y Brasil (1)
16. 1780-Familia Silva Guedes trafica esclavos de Moçambique a Mauricias y Brasil (1)
17. 1784-Manuel Galvao -ilustre e traficante de esclavos de Moçambique para Brasil (1)
18. 1786-Militar estudiado en Brasil adiestra Sipaios Macuas e Swahilis em Moçambique (1)
19. 1800-***Esclavos de Mascarenas en Brasil (2)
20. 1800-Capoeira Savate y Bara-pao en Brasil (1)
21. 1800-Esclavos Nguni Brasil (Tocadores de Berimbau Sur Mozambique) (1)
22. 1808 26-febr-BAHÍA-Dom Pedro descubre la Capoeira al son del Tambor y del Berimbau -Twang de una sola cuerda.(19-JANEIRO) (2)
23. 1811-Comercio Goa-Mozambique-Brasil (1)
24. 1812-***Grumetes de Brasil en la Carrera de la India (1)
25. 1812-1862-*** Moçambicanos Quelimane de marinheiros em Brasil (1)
26. 1815-Apertura de los puertos en Brasil (1)
27. 1817-***Esclavos de Mauricias para Brasil (1)
28. 1818-Esclavos de Mozambique para BAHÍA (1)
29. 1822-Veinte navíos de esclavos de la Isla de Mozambique en Rio de Janeiro (1)
30. 1823-Berimbau Bobre en Madagascar (Origen Mozambique) (1)
31. 1830-Esclavos de Mozambique en Pernambuco (1)
32. 1830-Negreros de Mozambique se asientan en Brasil (Hijos estudiaron en Mauricio-Moringue) (1)
33. 1831-1872-Africanos de la Costa del Oro soldados en Java (1)
34. 1834-RUGENDAS -dibuja la Capoeira-Moringuy o Box Nigeriano? (1)
sábado, 23 de mayo de 2009
Malgaches em Bahía 1720
GRAFICA: Esclavos del Este de Africa llegados a Rio: http://books.google.es/books?id=47bVbCRcEJ4CMariza de Carvalho Soares *
...........A contra-costa não faz parte da rota dos negreiros que abastecem o Brasil. Mesmo
assim existem, segundo Antonil, “...alguns (escravos) de Moçambique, que vêm nas naus da
Índia”.22 Entre os anos de 1720/1722, dezessete adultos da ilha de São Lourenço (antigo nome da ilha de Madagascar) são batizados na Sé. Neste período são também batizados dois adultos moçambiques. A concentração de dezenove batismos num período de três anos indica a escala de uma embarcação vinda da contra-costa. Mostra ainda que, quando se trata de propietários que batizam seus escravos, estes recebem o sacramento num espaço de tempo relativamente curto. Dos dezessete escravos da ilha de São Lourenço quatro são batizados em 1720, onze em 1721 e apenas dois em 1722. Os dois moçambiques são batizados em 1720.
Devotos da cor: identidade étnica, religiosidade e escravidão no Rio de Janeiro, século XVIII
Escrito por Mariza de Carvalho Soares
Publicado por Civilização Brasileira, 2000
ISBN 8520005527, 9788520005521
303 páginas
martes, 19 de mayo de 2009
Asi ocurrió....¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡¡
lunes, 18 de mayo de 2009
Moraingy ou Ringa

Tambor Malayo ,el ritmo del Moringue Reunionés

libro: Du ohabolana au hainteny Escrito por Bakoly Domenichini-Ramiaramananahttp://books.google.com/books?id=jJ_75MRoqwEC&hl=es
Sí es Capoeira , Malgache y Brasileira, es el Moringue ,aculturación Malayo-Bantú-Malgache.
:"Joao Grande limpiaba la "Roda" con la mano antes entrar".
Nota del pesquisador: Ver un vídeo de Moringue donde se observa como se limpia la Roda con la mano. (minuro 2:06)
http://www.dailymotion.com/video/x3eeoc_moring-tradition-reunion_sport
http://www.youtube.com/watch?v=p0mxEvB1E4A



L'histoire du moring débute il y a très longtemps. C'est un sport de combat rituel associant la musique et l'expression corporelle. Le terme moring appartien à la langue malgache: "morainguy".Connu dans le monde entier mais sous diférents noms: moringue, m'rengué, mourengué, capoeira, ...Pratiqué en secret dans les plantations de café ou de canne à sucre, le moring était pratiqué par des esclaves originaire d'Afrique ou de Madagascar, pour ne pas oublier leurs traditions et leurs cultures.
L'adepte du moring cultive le sens de l'honneur, de la camaraderie et de la maîtrise de soi.
La pratique du moring:
La pratique du moring se déroule en 7 étapes:
1- Le traçage d'un cercle de 3 m de diamètre: rond la terre.( ¿¿ mato,capoeira??)
2- Un batteur de tambour: prologue du combat, le battement est au début lent, sourd invitant les combattants à se manifester et à entrer dans le rond. Le rôle du batteur de tambour est capital, car de lui dépend le rythme, le combat. Avec différents rythmes, il fait tourner les adversaires qui se mettent en garde ou pour lancer un combat ou pour diminuer ou augmenter les coups.
3- Un combattant entre sur l'aire de combat et commence à tourner 2 ou 3 fois.
4- Le défi.
5- L'entrée de l'adversaire.
6- Le rituel.
7- Le combat.
http://www.assodas.com/rubrique,le-moringue,376115.html
martes, 12 de mayo de 2009
Moringue ,Capoeira y sus mismas raízes

Moringue Bantú-Malgache deporte de combate-ritual asociado a la musica y la expresión corporalD'un strict point de vue étymologique, le terme de "moring" appartient à la langue malgache. Pratiqué à la source par les descendants d'esclaves originaires d'Afrique et de Madagascar, le "moring" sera adopté au XXème siècle par la population la plus déavorisée de l'île de la Réunion.Malgré la proclamation officielle de l'abolition de l'esclavage le 20 décembre 1848, le moring restera encore pendant quelques décennies le patrimoine exclusif des Affranchis.
domingo, 5 de abril de 2009
Umbingada o Punga y Capoeira
NOTA DEL PESQUISADOR:En el documental "Samba á Paulista" aparecen un hombre y una mujer pegando pecho con pecho en un movimiento similar a la lucha " moringue ó ringa malgache", que aparece en Maranhao en la dança de Umbingada-Punga. Zuma (Annibal Burlamaqui) fue un importante inventor de esta nueva capoeira carioca y afirmó que varios golpes fueron extraídos de los “batuques” y “sambas”, como en el caso del “baú”. Se trata deun golpe dado en el adversario con la barriga, siendo similara los movimientos del “samba de ombligada”.DOCUMENTAL Samba á Paulista: http://www.youtube.com/watch?gl=BR&hl=pt&v=vNJvlTvQ_bE..............Em alguns lugares do interior do Maranhão, como no Município de Rosário, ou em festas em São Luís, com a presença de grupos de tambor de crioula, costuma ocorrer a punga dos homens ou pernada14 , cujo objetivo é derrubar ao solo o companheiro que aceita este desafio. Algumas vezes a punga dos homens atrai mais interesse do que a dança das mulheres. Por ter certa semelhança com uma luta, a pernada ou punga dos homens tem sido comparada com a capoeira: http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2008/11/umbingada-ou-punga-de-origen-afro.htmlº
FESTAS RELIGIOSAS NO RIO DE JANEIRO:
perspectivas de controle e tolerância no século XIX*
Martha Abreu
Estudos Históricos, Rio de Janeiro, vol. 7, n. 14, 1994, p. 183-203.
...........Segundo Arthur Ramos, em O folclore negro do Brasil, editado em 1935, o "batuque" no século XIX referia-se a uma dança de caráter geral, onde os negros em círculo executavam cantos, passos, sapateados em ritmo marcado com palmas e instrumentos de percussäo (atabaques). Para o meio do círculo ia um dançarino ou dançarina, às vezes dois, para fazerem evoluçöes de grande agilidade, com requebros do corpo em movimentos individuais. Nessas evoluçöes eram comuns as umbigadas, chamadas em Angola de "semba", que significa movimentos pélvicos, de onde provavelmente se originou o termo samba, de início tomado
como sinônimo de batuque. Os "batuques" prolongavam-se dia e noite, desde que circulasse a "pinga" e os ânimos se mantivessem exaltados. As danças possuíam movimentos lascivos, "pois a mulher ou o homem dançando no meio do grande círculo produziam maior excitaçäo na assistência, atordoada com as baterias, o sapateio, o canto geral e o parati, que circulava horas a fio" (Ramos, s/d:118-147). Karash considera que a palavra "batuque", o termo mais comum para denominar a dança africana no século XIX, vem do "batuco", as danças sociais de Angola. Reforçando a idéia de Arthur Ramos, considera que dentre as danças escravas, como por exemplo o lundu, a capoeira, a dança dos velhos e a jandineira, aquela que era conhecida no século XIX por "batuque" é a que estaria mais próxima do samba carioca moderno. As descriçöes mostram a existência de vários ingredientes do samba atual: os tambores, o coro, dançarinos dos dois sexos e um leve movimento dos pés. O interessante, contudo, é que o termo "samba" näo é
encontrado nas fontes do século XIX; "batuques" é a expressäo dos viajantes, dos códigos da repressäo (as posturas) e dos jornais. Afirma Karash que isto é bastante curioso porque o termo "samba" possui uma clara origem angolana. O verbo "kusamba", que significava saltear
e pular, devia expressar uma grande sensaçäo de felicidade (Karash, 1987: 244 e 245)
lunes, 30 de marzo de 2009
A dança da zebra,¿mito o realidad?



fotos:Capoeira Angola, Siltat malayo,Moringue Reinionés01/03/2008
A dança da zebra
As semelhanças são impressionantes. Será que foi do ‘n'golo’, jogo de combate angolano, que nasceu a nossa capoeira?
Matthias Röhrig Assunção e Mestre Cobra Mansa
A origem da capoeira sempre foi controvertida. Mestre Pastinha (1889-1981), um dos mais famosos capoeiristas da Bahia, durante muito tempo pensou que a ginga que aprendera desde criança provinha de uma mistura do batuque angolano e do candomblé dos jejes, africanos da Costa da Mina, com a dança dos caboclos da Bahia. Mas, por falta de mais conhecimentos, não podia ir muito além dessa afirmação.
lunes, 2 de marzo de 2009
Annibal .Burlamaqui - Ombligada,Golpe de Baú y Moringue Reunionés

En Brasil ya se practican, es posible afi rmar, todos los deportes: tenemos campeonato de remo, natación, foot-ball, basket-ball, box, lucha romana, tenis, atletismo en general, etc. Actualmente incluso el polo y golf ya son disputados en nuestra tierra. Sin embargo, es de lamentar que, hasta hoy, nada se haya llevado a cabo en pro del deporte nacional. Siempre se piensa en un arte nacional, brasileño, en la música brasileña. Incluso en la política brasileña.
Zuma fue un importante inventor de esta nueva capoeira carioca y afi rmó que varios golpes fueron extraídos de los “batuques” y “sambas”, como en el caso del “baú”. Se trata de
un golpe dado en el adversario con la barriga, siendo similar
a los movimientos del “samba de ombligada”. El “baú” también era usado durante los “batuques lisos”, segundo Zuma, los más delicados. El “rapa” habría sido un golpe usado en los “batuques pesados”. Él también explica los golpes de “engaño”, que servían solamente para burlar al adversario.
Zuma también se refi rió a algunas reglas, ejercicios y entrenamientos para la enseñanza de la práctica de la capoeira:
“Primeramente pensé en un campo de lucha donde, con espacio sufi ciente, se pudiese realizar la gimnasia brasileña”.El campo de lucha, idealizado por Zuma, era formado por un círculo, dibujando en su interior la letra “Z”. Para las competencias, habría un juez que controlaba el tiempo de juego y los movimientos de los jugadores. El tiempo de lucha era de una hora como máximo, dividida en enfrentamientos de 3 minutos, con descansos de 2 minutos. En cada intervalo debería haber una presentación de los luchadores en el medio del círculo, como una forma de control del juego por parte del juez. En caso de empate, había media hora más de
tiempo con intervalos mayores para descanso. En el caso de que el juego continuase empatado, el juez pasaba a la etapa de la “muerte”, cuando los jugadores luchaban hasta caer, sin intervalo para descanso. Los embates eran realizados en campos de fútbol.
http://www.mre.gov.br/dc/espanol/textos/revistaesp14-mat7.pdf

NOTA DEL PESQUISADOR: Identificamos en los comentarios de Zuma que el Moringue Reunionés tiene un movimiento como el "Golpe de Baú"-Golpe con la barriga
viernes, 13 de febrero de 2009
Moring

LES ORIGINES DU MORING
Le moring a sans aucun doute une origine africaine, en commun avec la Capoeira (Bresil), la Danmyé (Martinique), la Mayolé (Guadaloupe), le Mourengué (Comores), le M’rengué (Mayotte) e le Moraingy (Madagascar). On peut penser qu’il provient d’un mélange des pratiques de l’Afrique occidentale (la « côte des esclaves »), du Mozambique, et surtout de Madagascar, le vrai berceau du moring reunionnais, si on considère les origines de la population de l’Ile.
miércoles, 17 de diciembre de 2008
Revisitando as origens malgaxes*Professor do Departamento de História da McGill University, Montreal, Canadá
A maioria dos investigadores aceita que a primeira ocupação de Madagáscar teve início entre o começo da era comum e os anos 300-400, como resultado seja da imigração direta da Indonésia, seja através da Índia, ou ainda via Comores, em direção ao norte de Madagáscar41. Os estudiosos que optam pela Tese Africana aceitam esta possibilidade; inclinam-se, entretanto, para a opção da colonização direta, ao invés daquela através da África Oriental. James Allen defende que os indonésios provavelmente chegaram a Madagáscar no primeiro século da era comum, diretamente da Indonésia, ou fazendo escala nas colônias indonésias, no sul da Índia42. Embarcações poderiam facilmente zarpar do sudoeste asiático, durante os meses de verão, para o norte e o noroeste de Madagáscar e, para chegar à costa nordeste da ilha, usar a seu favor os ventos ao redor do Cabo Ambre, regressando com os ventos das estações mais frias, quando também era mais fácil velejar do nordeste de Madagáscar até a região noroeste da ilha, assim como para Comores e para a costa leste do continente africano43
A terra natal dos protomalgaxes:
Madagáscar foi avistada por marinheiros portugueses em 1500 e recebeu a primeira visita intencional em 1506. Desde então, os europeus começaram a especular sobre a origem da população desta ilha. Nessa época, excluídos os suaílis (ou swahili) e os indianos (conhecidos como karana), eram poucas as comunidades que participavam das rotas do comércio internacional. Segundo os investigadores, os suaílis chegaram a Madagáscar oriundos da costa leste do continente africano e da Arábia, entre os séculos IX e X; já os indianos vieram da região de Gujarat, na Índia, entre os séculos XI e XII1. Além destes dois grupos, havia também um pequeno grupo malgaxe, assimilado à cultura árabe (chamado de antalaotra) que se mantinha próximo aos suaílis. Assim, parecia existirem em Madagáscar dois grupos étnicos básicos: um de pele mais clara e com características físicas de malaios, ocupando o planalto central; e outro de pele mais escura, negros, habitando as planícies da ilha.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-77042006000100002&lng=e&nrm=iso&tlng=e
http://www.historia.uff.br/tempo/artigos_dossie/artg20-2.pdf
martes, 18 de noviembre de 2008
El mismo error en Brasil y Madagascar y en la UNESCO
Moring: Creole Capoeira Moring, a martial art still practiced today in Madagascar (Moraingy), the Comores (Mrengué), Mayotte, Reunion Island and Africa, was brought to the islands by slaves or recruits from Africa and Madgascar. Close to Brazilian Capoeira (see p. 4), Moring helped slaves redefine their lives and resist the cultural oppression of colonization. The surviving forms of this ancestral rite remind us of the extraordinary cultural resources developed by slaves in the Creole islands of the Indian Ocean. S.F
Author(s)
Sudel Fuma, University of Reunion
Periodical Name
The new Courier
http://portal.unesco.org/es/ev.php-URL_ID=23885&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html
Desarraigados y transplantados a tierras totalmente desconocidas, los esclavos sacaron
fuerzas de sus tradiciones para poder resistir y sobrevivir. Una de ellas fue la capoeira, un arte
marcial que los esclavos de Brasil camuflaron bajo las apariencias de una danza, a fin de poder
entrenarse sin despertar sospechas. El vudú fue otra de las tradiciones culturales que infundieron ánimos a los africanos deportados, ayudándoles a sobrevivir. Este culto es originario del África Occidental, concretamente del actual Benin, y su nombre en la lengua del pueblo fon significa “espíritu”.
http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001331/133120s.pdf
viernes, 14 de noviembre de 2008
Moring Reunionés,aculturación Afro-Malgache causada por el traficantes árabes.
Tippu Tib o Tip (1837 - 14 de junio de 1905), cuyo verdadero nombre era Hamed bin Mohammed el Marjebi, fue un poderoso comerciante de esclavos swahili originario de Zanzíbar. Según se dice, su sobrenombre procedía del sonido del mosquete, principal arma de los traficantes de esclavos.A las órdenes de varios sultanes de Zanzíbar sucesivos envió expediciones al este de África central en busca de esclavos y marfil.
http://es.wikipedia.org/wiki/Tippu_Tip
martes, 11 de noviembre de 2008
Crisol aculturacional en Reunión ,Moringue,Sega,Mayola,Samblani,Boukan
Les jeunes de l'île Bourbon sont recrutés pour la guerre contre les Britanniques en Inde.
http://fr.wikipedia.org/wiki/Histoire_de_La_R%C3%A9union
video musica Mayola:
El Kabar, o Kabare, o "servis Malgas" ,o "servis Kabare" es un tipo de fiesta celebrada en La Isla Reunión (también se manifiesta en Mauricio por la tradición oral, y en el archipiélago de las Comoras). Se incluye música, danza, canto y, a veces, moringue. La música que desempeña se basa en gran medida de percusión, y se compone principalmente de maloya, aunque otros géneros musicales (especialmente Sega) pueden ser representados. El 20 de diciembre de cada año (celebración de la abolición de la esclavitud en 1848 en La Reunión),es la celebración de reuniones de la abolición de la esclavitud en torno a una hoguera: la "fiesta KAF". Esta es una oportunidad para los cantantes tradicionales de representación en toda la isla.
Origen : El servis Kabar tiene sus orígenes en las ceremonias que los primeros esclavos malgaches procedentes de Madagascar hacia Reunión. Sin embargo, como el sociólogo Yu-Sion Live [1], esta ceremonia ha perdido sus raíces de Madagascar y la originalidad Reunionesa, de la cultura malbare, Comoras, europea, china ... Además,el Kabar Reuniones ha sido influenciado por el samblani hindú (ceremonia en honor de los antepasados, o sambirani o sambrany), el Boukan Comoriano y la religión católica. Originalmente, se trataba de una ceremonia animista dedicada a los espíritus (ZAM) durante la cual ,los vivos puede conversar con sus antepasados muertos. Según Sudel Fuma [2], un profesor de historia en la Universidad de La Reunión, "en el contexto colonial, la Kabar garantiza [ed] la cohesión social, al igual que ocurris en las asambleas de ancianos en Madagascar.". En lo que respecta a la tradición oral se remonta, la celebración fue el sábado. "Hoy tenemos el permiso de la policía, por la noche junto a miles de personas." [3]
FUENTE PRIMARIA: http://www.historun.com/run/Pub/colloque_ethnomusicologie.rtf
http://fr.wikipedia.org/wiki/Kabar
SÉGA n. m.
I. (Anc.) Musique et danse exécutée au son du bobre*, du caïambe* et du rouleur*. 1812 Il a aussi exécuté un séga créol*, varié d'une manière très savantte. (REJ: I, 79) 1861 [_] et les balancés et chassés croisés de cet infernal quadrille africain qu'on appelle le séga se succédaient sans cesse ni trêve. (SIV: 149)
II. (Auj.) Musique et danse de salon influencées par la musique européenne. Un peu plus tard, le séga a lui aussi été à l'honneur dans les salons de l'hôtel de ville. Il s'agissait cependant d'une danse quelque peu différente de ce qui se pratiquait alors au Rio ou à l'Hôtel de l'Europe: "C'était le séga de salon, beaucoup plus gracieux, et avec des déhanchements moins "vulgaires" ! (QUO 06.11.95) ENCYCL.: Le t. désigne à l'origine deux formes de danses et de musiques: d'une part une forme d'origine malgache, auj. disparue et d'autre part ce qui est devenu le maloya actuel. ÉTYMOL.: Le t. attesté depuis 1770 à l'île de France (tschiega) se retrouve à l'île Bourbon en 1817 sous la forme chéga, tchéga. Il peut provenir du swahili sega: "relever, retrousser ses habits", ce geste étant caractéristique de cette danse à ses origines. (CHA: 1068). Une autre hypothèse le fait venir du bantou sika, siika: "jouer d'un instrument de musique, produire des sons" devenu sica, chica: "espèce de fandango" (zone américano-caraïbe) : le t. serait donc venu à la Réunion par le vocab. des Isles (Chaudenson, 1992 : 191). u ~ traditionnel: Le public est demandeur de séga traditionnel et aussi des nouvelles musiques (seggae*, malogué*). Je fais les deux en spectacle. (ÉCH 30.07.92). ~ piqué: Séga au rythme vif et entraînant. À côté de quatre bons ségas piqués, on trouve en effet trois ballades et un maloya* à la mémoire d'Edmond Albius, qui a trouvé le procédé de fécondation de la vanille* et envers qui l'Histoire a été assez peu reconnaissante. (TEM 27.10.95) u V. battre le séga, casser un séga, moudre le séga, rouler le séga, tourner le séga ' maloya, quadrille, danse ronde .
http://www.bibliotheque.refer.org/livre10/










