sábado, 22 de noviembre de 2008

Historias de Santos


1839 - pela ex-escrava Maria Theresa de Jesus"Imagine que se apanhavam caranguejos na Rua São Francisco!"

.....................................- Eu, como já disse a sinhozinho, me casei no Jabaquara com o Manoel Leocádio, crioulo desempenado, capoeira destemido e com um batuque, que só vendo!
- Trabalhei muito para meu "home". Mais a vida era boa. Nos "sábado", todas as noites, tinha batucada. O samba ia "inté" o sol raiar. E como eu era doida por um batuque!
- Ah! Ia me esquecendo! Veio a abolição. Ficamos livres. Ninguém queria "acreditá" lá no Jabaquara. Mas depois que vimos que era verdade mesmo (Virgem Nossa Senhora!), tudo enlouqueceu. Foi uma festança que ninguém pode imaginar. Ninquém queria mais trabalhar. Era batuque dia e noite...
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0300m.htm

Historias de Santos.Um espetacular resgate de escravos

Luta de capoeira resgatou escravos que iam ser recambiados para São Paulo
O cidadão Fortes, um santista de Sergipe e excelente capoeira, como dezenas de outros que existiam entre os abolicionistas da linha de frente, entrou de repente em tremendas rasteiras, rápidas e certas, secundado por outros em redor, derrubando os soldados da captura e os capitães-do-mato, que já sorriam vitoriosos, enquanto a multidão confundia-se com eles, aos gritos, e Geraldo Leite saltava para cima da carroça tocando os animais a galope, para junto do velho Porto do Bispo, onde uma embarcação, já preparada, logo recebia os negros, carregando-os, à força de remos ágeis, para um dos navios franceses fundeados ao largo. Estavam livres sob a bandeira da França; não havia mais remédio; o navio estava de partida e, que se saiba, não houve protestos diplomáticos... Os fugitivos desceriam num porto do Norte do País, sob a proteção do consulado francês!
http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0222f.htm

Entre Brasil ,China y Macao

CORONEL JOÃO RODRIGUES DE OLIVEIRA CHINA
Em meados do século XIX fixou residência na freguezia de Caçapava (nova) um modesto casal vindo da Vila de Pindamonhangaba, José Rodrigues de Oliveira Silva, que diziam ser chinês, e sua mulher Ana Joaquina de Oliveira. Esse casal, além de duas filhas, teve os filhos João Rodrigues de Oliveira e Silva e Antônio Rodrigues de Oliveira Silva, filhos esses que passamos a enumerar mencionando as gerações conhecidas.
F 1. João Rodrigues de Oliveira e Silva, que ulteriormente passou a se chamar Coronel João Rodrigues de Oliveira China. Foi um homem de grande inteligência e um lutador denodado. Militou no Partido Liberal, foi abolicionista extremado e exerceu a advocacia em Caçapava e nos foros visinhos durante cerca de 30 anos. Mudando-se para a comarca de Avaré, ali advogou ainda mais cerca de 20 anos. Tendo nascido cerca de 1840, ainda era vivo em 1919. Foi casado com Emília Inocência Pereira da Silva e teve diversos filhos:
N 1. Benedito de Oliveira China, farmacêutico que foi assassinado na localidade denominada Santo Antônio da Boa Vista (hoje Itaí),
N 2. João Benedito da Conceição China, professor que em 1901 residia em Avaré, onde mantinha a sua escola primária à rua Pernambuco.
N 3. José China, grande conhecedor de línguas orientais, progenitor de:
Bn 1. Nelson Tabajara de Oliveira China, que era até há pouco tempo cônsul do Brasil em Changai, tendo contraído casamento com uma jovem portuguesa de Macau.
http://www.genealogiafreire.com.br/livro_centenario_de_cacapava.htm#_Francisco_Moreira_de_Castilho

viernes, 21 de noviembre de 2008

Holandeses en Brasil

El primer país de Sudamérica en recibir un pequeña porción de este flujo migratorio de Holandeses fue Brasil, entre 1858 y 1862; unos 500 colonos provenientes de Zeeuws-Vlaandeen en Zeeland se asentaron el estado de Espiritu Santo, donde fundaron la colonia “Holanda”. Una segunda migración acaeció entre los años 1906 y 1913, en la cual arribaron unos 3.500 holandeses sobre todo entre 1908, pero de ese número muchos no se asentaron y retornaron a su patria en Europa.(pag11)

http://www.ujaen.es/huesped/rae/articulos2006/korstanje06.pdf.

jueves, 20 de noviembre de 2008

Cultura malgache


ARCO MUSICAL (jejolava) arco musical y sonajero, que consta de una cuerda de metal (cable de freno de una bicicleta) tensada entre los dos extremos de una vara de madera curvada con vigor, de un metro y medio de largo, y una lata de leche condensada vacía como resonador fijo en el extremo inferior del arco (el resonador contra el vientre) de orígen africano.

http://www.taloha.info/document.php?id=370#tocfrom1

El milagro creole que llegó a Brasil-Aculturaciones


NOTA DEL PESQUISADOR:A partir del año 1700 tenemos citas sobre esclavos malgaches en Bahía-Brasil.
http://www.blogger.com/posts.g?blogID=8337644461724586433&searchType=ALL&txtKeywords=&label=1700-1850-Esclavos+malgaches+en+Bah%C3%ADa
Convertidos por el cautiverio y el largo viaje en verdaderos despojos humanos, los esclavos deportados a las islas del Índico entre los siglos XVII y XIX eran víctimas del racismo y de un trato destinado a marginarlos socialmente, desposeerlos de su cultura y deshumanizarlos. Eran una multitud dispersa de individuos exiliados, arrebatados a sus familias y hermandades, privados de sus mitos y símbolos y desposeídos de su propia razón de existir. Despojados de su linaje, nombre y genealogía, no se les permitía agruparse y, además, no siempre podían entenderse entre sí por hablar lenguas diferentes, poseer tradiciones distintas y pertenecer a etnias muy diversas del África y Madagascar –makuas, yaos, inhambanes,1 makondés, betsimisarakas, sakalavas, merinas, betsileos, etc.–, así como de la India, Malasia e Indonesia. Procedentes de diversas sociedades de cazadores, ganaderos o agricultores dotadas de sistemas de organización muy distintos –matrilineales, patrilineales, polígamos, monógamos, gerontocráticos o monocráticos–, los esclavos no tenían mucho en común. Pese a todo, supieron adaptarse a las condiciones de vida inhumanas de un universo hostil y lograron sobrevivir, dejando a la posteridad la huella de su existencia.

http://portal.unesco.org/es/ev.php-URL_ID=23885&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html

Africanidades-Aculturaciones en Africa Oriental-Canal de Mozambique

A navegação no Oceano índico parece ter apresentado aos primeiros navegadores menos problemas do que a navegação no Atlântico. Como já se referiu, o sistema de ventos de monção da zona norte do Oceano índico foi um importante factor dado que sopravam constantemente em direcção à costa africana durante os meses de Inverno e em direcção à índia e à península arábica durante o Verão. Foi, portanto, possível desenvolver o comércio regular transoceânico para e da África oriental muito antes e com barcos mais simples do que aconteceu no litoral atlântico
O que deve ter acontecido é que os primeiros comerciantes árabes da costa somali que comerciavam especiarias, incenso, marfim, escravos e ouro com o interior, devem ter começado a explorar a zona com a ajuda dos ventos da monção para ver se podiam encontrar a sul mais fornecimentos desses produtos tão desejados. Marfim e escravos foram sem dúvida obtidos no litoral sul, e aumentou a sua procura nas regiões desenvolvidas desde o Egipto até à índia, graças aos seus laços comerciais com o Mediterrâneo e a Ásia. Sabe-se por exemplo que os escravos Zanj eram empregues em minas de sal próximas de Basra já no século IX, enquanto o marfim africano era esculpido mais facilmente do que o asiático, pelo que era procurado em zonas tão longínquas como a Europa ocidental e a China. AI-Idrisi, na sua descrição da costa (escrita em 1154, mas baseada talvez numa outra fonte mais antiga), afirma que fora descoberto na proximidade de Melinde um depósito de ferro de alto teor, e que se revelara rentável trabalhá-lo com vista à exportação para a índia. Mas entre a data da informação de Idrisi e a de Abufelda, que escreveu no início do século XIV, foi feita uma descoberta muito mais importante: a de que era possível obter ouro por troca no litoral, no limite sul da navegação pelas monções. Deve ter sido essa descoberta que provocou a migração dos Shirazis, e levou Quíloa a suplantar Mogadishio, no sul da Somália, como centro comercial mais importante, embora ao tempo da visita de Ibn Battuta em 1331, Mogadishio fosse ainda aparentemente a cidade maior e a mais desenvolvida no seu aspecto cultural. O ouro que se podia obter no litoral das monções mais a sul, vinha do território actualmente chamado Zimbabué, e em breve os mercadores árabes ou suaílis começaram a explorar as rotas comerciais em direcção a esse território. A primeira delas dirigia-se talvez para sudoeste a partir de Quíloa e da costa próxima a sul, seguindo a linha dos vales de rios como o Rovuma, que corria do planalto que ficava no extremo sul do Lago Malavi. Por eles teriam vindo os comerciantes até ao Vale do Zambeze e às numerosas vias de acesso à estepe do Zimbabué onde era explorado o ouro. A descoberta do Zambeze, no entanto, deve ter revelado que, apesar da irregularidade dos ventos da monção no Canal de Moçambique, seria mais fácil alcançar o Zimbabué a partir dos portos de Quíloa no litoral mais meridional. Sofala tornou-se o porto principal, numa ilha junto da costa a meio caminho entre o delta do Zambeze e a foz do rio Sabi. Se a Crónica de Quíloa é digna de crédito, a cidade de Sofala deve ter sido fundada (ou apenas conquistada) a partir de Quíloa pouco tempo depois da migração dos Shirazis, isto é, por volta do fim do século XII. Pode deduzir-se facilmente desta extensão para sul do sistema comercial árabe na África oriental, que o ouro era então já explorado no território que veio a ser o Zimbabué. Isto é sem dúvida um facto. O Zimbabué do século XX tem sido na realidade um produtor considerável de ouro, e já se disse que «dificilmente se encontra uma mina actual...que não seja o local de um "trabalho antigo"» (Summers). Inicialmente, ao que parece, o ouro era muito abundante à superfície no planalto do Zimbabué, e existem inúmeros vestígios de antigas minas a uma profundidade que atinge os 30 metros. Não é fácil atribuir uma data às próprias minas, tanto mais que muitas delas sofre- ram interferências de mineiros ou prospectores modernos, mas o equilíbrio das provas culturais que lhes podem estar associadas sugere sem sombra de dúvida que o ouro era extraído no planalto do Zimbabué por volta do séc. XI. A dada altura, chegou-se a sugerir que as técnicas utilizadas nas primeiras minas de ouro do Zimbabué eram muito semelhantes às que outrora se usavam no sul da índia, e que as minas haviam sido abertas em resposta a uma iniciativa vinda do exterior. Os comerciantes do Oceano índico estariam, sem dúvida, interessados em novas fontes de ouro, tanto mais que cerca do séc. IV os recursos auríferos do sul da índia se estavam a esgotar.
http://afrologia.blogspot.com/2008/03/o-nordeste-e-frica-banto-04.html

miércoles, 19 de noviembre de 2008

La France Antarctique en Brasil

De 1555 a 1567, los hugonotes franceses bajo el liderato del vicealmirante Nicolas Durand de Villegaignon hicieron un intento por establecer la France Antarctique en Brasil, pero fueron expulsados.

De 1612 a 1615, un nuevo intento fallido se hizo en São Luís, Brasil.

http://es.wikipedia.org/wiki/Colonizaci%C3%B3n_francesa_de_las_Am%C3%A9ricas

La poderosísisma Compañía Holandesa de las Indias Orientales (VOC), fundada en 1602, la que establece en 1652 una escala técnica para sus navíos en El Cabo antes de comerciar con los
pastores joijoi de la región (llamados hotentotes por los holandeses).

A finales de siglo se impone una política de importación masiva de esclavos (de Java, Angola, golfo de Guinea o Madagascar) y alienta la llegada de nuevos inmigrantes europeos (entre ellos los primeros hugonotes franceses en 1688), que se funden en el crisol de la cultura holandesa dominante.

http://es.geocities.com/dchacobo/AFRICA.PDF.

Swahilis y Shirazis (Afro-asiáticos)


GRAVADO: Zanzibar-Trata de esclavos http://digitalgallery.nypl.org/nypldigital/dgkeysearchdetail.cfm?trg=1&strucID=722436&imageID=807744&total=18&num=0&word=zanzibar%20&s=1&notword=&d=&c=&f=&k=0&lWord=&lField=&sScope=&sLevel=&sLabel=&imgs=20&pos=6&e=w

MAPA: Unesco


La ciudad de Sofala (cerca de la actual Beira), fundada por los shirazis a fines del siglo X, se convirtió en punto de contacto de dos de las más pujantes culturas desarrolladas en África.






Grupos idiomáticos multiétnicos :



Por otro lado, pueden haber distintos pueblos que hablan el mismo idioma pero se diferencian unos de otros debido a sus distintos antecedentes históricos, su endogamia, sus diversas alianzas políticas, diversos factores que causan enemistad, un nombre distinto con el que se autodenominan, lealtad a diferentes antepasados que comparten o a diferentes líderes de un grupo ancestro que tienen en común.Un ejemplo de esto en la región oriental africana son los muchos pueblos que hablan inteligibles variedades del idioma swahili, tales como los árabes y los shirazis (afroasiáticos).



Árabes En África Oriental, los árabes han hablado el swahili por más de un siglo como su lengua madre exclusiva, tal como lo han hecho los shirazis de Mombasa, durante siglos.Pero los árabes han mantenido su propia identidad como árabes, tanto en nombre como en cultura, y se han mantenido en contacto con los árabes en Omán, Yemen y otros países árabes, y algunos hasta han aprendido el árabe como un segundo idioma.Es así que los shirazis swahilis y los árabes hablan el mismo idioma, y, en comparación con las culturas bantúes de Kenia, Tanzania y Somalia, se asemejan mucho en su cultura y religión. Pero se distinguen definitivamente a sí mismos separadamente. Parte de esto es político, y se debe a la historia discriminatoria del colonialismo británico, que procuró distinguir entre los diversos grupos de gentes como “nativos” y “no nativos”, colocando a los árabes en la segunda categoría y a los shirazis en la primera..






En los tiempos modernos, los comerciantes swahilis trajeron productos desde el interior de la actual Rep.Dem.del Congo hasta las costas de Tanzanía donde las vendían a los comerciantes árabes, indios y portugueses. Fueron muchos los esclavos vendidos en Zanzibar a los portugueses con destino a Brasil, entonces, colonia portuguesa.






Os suaílis moçambicanos eram produto do cruzamento de duas culturas, ao longo de séculos de convivência na costa oriental africana - a banto, predominantemente macua, e a árabo-islâmica. Falavam uma língua banto arabizada, viviam à margem das estruturas sociais tribais e comungavam de uma cultura material própria das zonas costeiras(51)



martes, 18 de noviembre de 2008

El mismo error en Brasil y Madagascar y en la UNESCO

Nota del pesquisador: Nuevamnente y en mi modesta opinión se vuelve a repetir en Madagascar el error que se repite en Brasil respecto del origen del Moringue y la Capoeira fruto de la opresión hacia los esclavos cuando las dos artes marciales están conectadas históricamente a otras como el Kalaripayatu y el Pencak-Silat.Veamos el error en este artículo. También se repite en una publicación de la UNESCO

Moring: Creole Capoeira Moring, a martial art still practiced today in Madagascar (Moraingy), the Comores (Mrengué), Mayotte, Reunion Island and Africa, was brought to the islands by slaves or recruits from Africa and Madgascar. Close to Brazilian Capoeira (see p. 4), Moring helped slaves redefine their lives and resist the cultural oppression of colonization. The surviving forms of this ancestral rite remind us of the extraordinary cultural resources developed by slaves in the Creole islands of the Indian Ocean. S.F
Author(s)
Sudel Fuma, University of Reunion
Periodical Name
The new Courier
http://portal.unesco.org/es/ev.php-URL_ID=23885&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html
Desarraigados y transplantados a tierras totalmente desconocidas, los esclavos sacaron
fuerzas de sus tradiciones para poder resistir y sobrevivir. Una de ellas fue la capoeira, un arte
marcial que los esclavos de Brasil camuflaron bajo las apariencias de una danza, a fin de poder
entrenarse sin despertar sospechas. El vudú fue otra de las tradiciones culturales que infundieron ánimos a los africanos deportados, ayudándoles a sobrevivir. Este culto es originario del África Occidental, concretamente del actual Benin, y su nombre en la lengua del pueblo fon significa “espíritu”.
http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001331/133120s.pdf

Sultanato de Angoche (Canal de Mozambique)

Recorte Libro:(pag 85) 1842-Portugal-Inglaterra-Tratado de persecución de tráfico de esclavos
Curso de direito civil portuguez Escrito por Antonio Ribeiro de Liz Teixeira. http://books.google.es/books?id=7jhwhZbXTxQC&pg=PA81&dq=escravos+orientaes&lr=&as_brr=3





Poco antes de 1752 (año en que fue visitada por Francisco Moraes Pereira) la ciudad fue reconstruida en un nuevo emplazamiento próximo en la playa después de haber sufrido destrucciones serias en la lucha contra los Macua.. Se hablaba el árabe y había una escuela alcoránica. Unos pueblos bantúes ( los impamella marundi y los marrevoni lomwe makwa) se establecieron (comienzos del siglo XIX) en las tierras de la región, y pasaron a controlar las rutas de caravanas hacia Angoche a las que imponían tasas). Los decretos de Sa Bandeira de 1836 que abolía el comercio de esclavos y el decreto de 1842 que prohibía la exportación, hicieron que Ilha de Moçambique y Quelimane dejaran de ser puertos adecuados a la finalidad del tráfico de esclavos y lugares complicados por los traficantes (Negreiros) entre los que muchos oficiales portugueses y habitantes de origen portugués (moradores). Los esclavos eran exportados a Brasil, Cuba e isla Mauricio y más tarde también en la isla de la Reunión y las rutas comerciales eran dominadas por portugueses y brasileños, franceses y Sakala de Madagascar(pueblo sakala ,practicante de moringue )http://www.ikuska.com/Africa/Etnologia/Pueblos/sakalava/index.htm). La abolición fue mal acogida por los "moradores" portugueses que incluso proyectaron una independencia unilateral de Angola y Mozambique bajo protección de Brasil (donde la esclavitud fue legal hasta el 1850). . Los moradores optaron finalmente por recolocar su tráfico a Angoche donde ya habían establecido sus feitorias (factorías) en 1847. . Después del 1842 barcos cubanos y brasileños comenzaron a frecuentar esta zona para negociar con esclavos. El sultán estaba determinado a controlar las caravanas y crear su propio suministro de esclavos en el continente, muchos de los jefes de la costa habían emparentado con el sultán por matrimonio y algunos esclavos llegaban, pero el sultán necesitaba controlar políticamente la zona.



Tráfico triangular de esclavos

Los holandeses traficaban y exportaban los esclavos que vendían en el Brasil y en América Central. En el Siglo XVIII, los ingleses transportaban para sus colonias en América del Norte, para Mexico, Cuba, Jamaica y el Perú.
A partir del Siglo XVII y especialmente en el siglo XVIII los negreros franceses desembarcan esclavos en la isla de Santo Domingo (Haití), en las Antillas Francesas y en Lousiana en América del Norte.
En el transcurso de los siglos XV y XVI el tráfico negrero fue obra especialmente de navegantes
particulares, comerciantes y piratas. A partir del Siglo XVII pasa a ser ejercido por grandes compañías. Ellas se encargan del comercio en el Atlántico y de la explotación de las colonias. Organizan también la instalación de factorias, la construcción de fuertes y bodegas para almacenar esclavos.
En el caso de Portugal, el tráfico de esclavos fue realizado prácticamente sólo por negreros particulares, que llevaban del Brasil a Africa tabaco de mala calidad y ron y regresaban con esclavos a cambio. Esto se desarrollo especialmente a partir del Siglo XVII, cuando las relaciones entre las posesiones de Africa y el Brasil comenzaron a ser directas. En el comercio del Atlántico, Portugal se ve superado por los grandes países expansionistas de la época: Holanda, Francia e Inglaterra .
http://www.odg.cat/documents/formacio/esclavitud.pdf

lunes, 17 de noviembre de 2008

MALACA-Comunidade luso/descendente

Em Malaca a comunidade luso/descendente é composta de cerca de três mil pessoas que não abdica de certos costumes deixados pelos portugueses em 1641. As festas do S.Pedro continuam a ser celebradas. As ruas são enganaladas com ornamentos e feéricas iluminações. Há música ao som de guitarras, cavaquinhos, pífaros e bombos. Um rancho folclórico anima o arraial e barracas de comes e bebes por todo o espaço da festa. Alegria a transbordar por todos os poros dessa gente, que teima, em continuar a idenficar-se como portuguesa. Embora apenas por herança porque a real é malasiana.


José Martins.Fotos: Kol de Carvalho e do livro: Portugal A sete partidas para o Mundo de Maria João Avilez - Fundação Gulbenkian 2000.

A nobreza exercitava-se e aprestava-se para as lutas que constantemente tinha de sustentar nos mares e terras orientais. Eram pródigos em exibições equestres, batendo-se à espada e fazendo prodígios de agilidade e esgrima. E as festas religiosas? Pode-se dizer que a festa de Igreja era a grande festa citadina de Goa, na Goa dourada do século XVII. As igrejas eram aparamentadas com pompa de luxo notáveis. Ao bimbalhar dos sinos das cinquenta e tantas igrejas, acordava alvoraçada a população cristã da monumental e populosa cidade. "Goa mereceu, por isso, o cognome de Roma do Oriente. E foi também devido ao fausto esplendoroso de que se revestia a Lisboa do Índico, nos seus momentos solenes e festivos se dizia então em adágio que quem viu Goa escusa de ver Lisboa".


http://aquitailandia.blogspot.com/2008_03_27_archive.html


http://www.cervantesvirtual.com/servlet/SirveObras/12271656442363728543435/p0000005.htm

Holandeses traficantes de esclavos para Brasil

En un comienzo, el comercio es monopolio absoluto de españoles y portugueses, pero a partir de finales del Siglo XVI las compañías holandesas, francesas e inglesas entran en este circuito mercantil, luchando por controlar estas regiones. Surge así una competencia encarnizada entre los países europeos que se mantiene durante todo el período del tráfico de esclavos.
Los holandeses traficaban y exportaban los esclavos que vendían en el Brasil y en América Central. En el Siglo XVIII, los ingleses transportaban para sus colonias en América del Norte, para Mexico, Cuba, Jamaica y el Perú.
A partir del Siglo XVII y especialmente en el siglo XVIII los negreros franceses desembarcan esclavos en la isla de Santo Domingo (Haití), en las Antillas Francesas y en Lousiana en América del Norte.
En el transcurso de los siglos XV y XVI el tráfico negrero fue obra especialmente de navegantes particulares, comerciantes y piratas. A partir del Siglo XVII pasa a ser ejercido por grandes compañías. Ellas se encargan del comercio en el Atlántico y de la explotación de las colonias. Organizan también la instalación de factorias, la construcción de fuertes y bodegas para almacenar esclavos.
http://www.monografias.com/trabajos6/escla/escla.shtml

Esclavos malgaches y malayos en Ciudad del Cabo(Colonia Holandesa)

PINTURA: von Jan van Riebeeck
Los portugueses disponían ya de Mozambique y Angola, mientras que los británicos habían intentado por dos veces establecer una colonia penal en la zona del Cabo de Buena Esperanza.

El 4 de Abril del año 1652, el capitán Jan van Riebeeck tomó posesión del Cabo de Buena Esperanza en nombre de la Compañía Holandesa de las Indias Orientales. El aniversario de este suceso se convertiría, con el tiempo, en fiesta nacional de la República Sudafricana.
Todo ello impulsó a los holandeses a tomar la iniciativa y la noche de Navidad del año 1651 una expedición de tres barcos, liderada por el capitán Jan van Riebeeck, partió del muelle de Amsterdam con la misión de establecer una base de avituallamiento en el extremo meridional de África. Los barcos llegaron al Cabo de Nueva Esperanza el día 4 de Abril de 1652, y en dicho lugar, en la Bahía de la Mesa (Tafelbaai, en afrikáans), Van Riebeck alzó la bandera tricolor neerlandesa y tomó posesión del lugar en nombre de la Compañía Holandesa de las Indias Orientales.
En un primer momento, se construyeron los edificios necesarios para albergar al comandante y a la guarnición, para lo cual se importaron esclavos malayos y malgaches. La comida y los víveres eran obtenidos de las tribus khoisan de los alrededores. Sin embargo, pronto empeoraron las relaciones con éstos y los holandeses, lo que forzó a Van Riebeck a establecer a granjeros libres europeos (que pronto tomarían el nombre de vryburghers[1] ) en la ciudad y sus alrededores para que cultivasen frutales y verduras y de esta manera hicieran a la colonia completamente autosuficiente.
http://es.wikipedia.org/wiki/Afrikáner
UN ARCO IRIS EN LA NOCHE
Autor: DOMINIQUE LAPIERRE
Editorial: PLANETA Fecha de publicación: 16/09/2008.
Jan Van Riebeeck, de treinta y cuatro años, encarna a la perfección ese modelo de aventurero que le encanta pintar a Franz Hals. Hijo de un cirujano famoso de Amsterdam, él mismo cirujano diplomado, ha abandonado pinzas y escalpelos para partir con su mujer, Maria, y sus seis hijos a recorrer el mundo al servicio de la Compañía. Ésta acaba de relevarle de su último puesto como administrador en jefe de la ciudad indonesia de Batavia, de la que ha sido uno de los fundadores. Porque los Diecisiete tienen nuevos planes para su protegido. Grandes expectativas, sin duda. Jan Van Riebeeck está exultante con la idea de marchar a la aventura. La lectura ferviente de los textos bíblicos y la atención apasionada a las profecías de Calvino le han preparado perfectamente para servir a su país hasta en la más extrema de sus intenciones. «Pídeme y yo te daré en herencia las naciones», dice el Creador en el Apocalipsis de san Juan. El joven holandés no lo duda. Es una misión de conquista, la que el Consejo de Gobernadores le va a confiar esta fría mañana de diciembre de 1651. ¡Infortunado Van Riebeeck! ¡Lechugas! ¡Cultivar verduras de ensalada en el extremo sur del continente africano! Ésa es la apasionante misión que la todopoderosa compañía comercial confía a su audaz representante. Ellos le explican detalladamente los motivos de su decisión. La Compañía está en peligro de muerte. Las tripulaciones de los barcos que aseguran su monopolio en el comercio de las especias están siendo diezmadas por el escorbuto, una epidemia aún más mortífera que el ataque de los piratas, de los corsarios y de todos los barcos de los países competidores. Si no se puede atajar este morbo, la flota de la primera marina del mundo quedará paralizada, y Holanda arruinada. Van Riebeeck ha navegado lo suficiente para no ignorar el pánico que provoca en los puentes y en los camarotes comunes la aparición de la gravísima enfermedad del escorbuto, debida a una carencia masiva de vitaminas. Nunca ha dejado de sentirse acosado por la horrible visión de esos desgraciadossangrando abundantemente, atenazados por la fiebre, con las encías hinchadas como esponjas, los miembros rígidos como barras de hierro. Sabe que sólo una alimentación rica en hortalizas, frutas y carne fresca puede prevenir esta enfermedad mortal. El joven holandés no puede por menos que mostrar una gran decepción. Alimentado con las enseñanzas de Calvino, es consciente de que su tierra natal ha sido elegida por Dios para llevar a cabo grandes obras. Pero, mira por dónde, se entera de que él no será un instrumento de ese destino. En las cinco carabelas cuyo mando va a tomar, no llevará cañones, ni barriles de pólvora, ni soldados; apenas unos cuantos mosquetes para defenderse. Embarcará jardineros, palas, picos, semillas de verduras de ensalada, de arroz y de trigo, así como machetes de carnicero para trocear los corderos y las cabras criados allí. Porque no hay ni rastro de un sueño de conquista colonial en las intenciones de los hombresde jubón negro y cuello blanco de Amsterdam. Para intentar atenuar la frustración de su protegido, le cuentan la estancia forzada que acaban de hacer en los parajes de su destino africano los sesenta náufragos del Nieuw Haarlem, un tres palos de la Compañía. El testimonio es de lo más estimulante. Allí abajo todo existe en abundancia: agua dulce, peces, antílopes salvajes, ganado doméstico e, incluso, en determinadas épocas, manadas de focas y ballenas. En resumen, una especie de El Dorado. Por idílica que parezca, la descripción no satisface en absoluto a Van Riebeeck. Le preocupa saber qué actitud deberán adoptar él y sus compañeros frente a las poblaciones locales con las que se encuentren. La respuesta es firme: deberá evitar todo contacto con los indígenas, conformarse con intercambiar con ellos los regalos y las chucherías que lleven consigo para eventuales trueques por carne fresca. Ninguna otra relación. Ningún intento de educación, de conversión, de sumisión. Sobre todo,nada de confraternización. Los indígenas son extranjeros y deben seguir siéndolo. El único objetivo de Holanda es posarse de puntillas sobre un pequeño extremo del África austral, supuestamente deshabitado, y crear allí una estación de abastecimiento de productos frescospara sus barcos que navegan por la ruta de las Indias. Una misión que le encomiendan realizar «con la espalda vuelta al resto del continente». Nada apasionante, piensa dolorosamente Van Riebeeck. ¿Cómo, en este abismo de decepción, podría imaginar el joven holandés que marchando a plantar lechugas escribiría el primer capítulo de la historia de un país que aún no existía: Sudáfrica? «¡La montaña de la Mesa, una milla a babor!» El grito del vigía en lo alto del mástil provoca un zafarrancho en el puente del Drommedaris, la carabela de Jan Van Riebeeck, que ha partido hace ciento cinco días de Amsterdam en compañía de otros cuatro veleros de cuatrocientas toneladas. La mañana del 6 de abril de 1652 reina una calma milagrosa en torno a esta península africana que intrépidos navegantes portugueses, tras haber perdido a muchos de los suyos en los acantilados, han bautizado con el nombre de cabo de las Tormentas y, luego, cabo de Buena Esperanza. Incluso el southeastern, ese viento salvaje que de ordinario oscurece el sol con sus nubes negras y empuja en gigantescas montañas de espuma las mareas del océano Índico contra las del Atlántico, muestra una calma sorprendente. Los recién llegados pueden echar el ancla al abrigo de la majestuosa montaña en forma de mesa que hunde sus flancos en las aguas turquesas y transparentes de la bahía del Cabo. De pronto, se sienten impresionados por la hermosura de la naturaleza que los recibe. Entre las costas este y oeste de la estrecha península, sólo hay un reino floral y forestal de eucaliptos, jacarandás, buganvillas, helechos. Matas de aloe, alcatraces, pachulis y espicanardos embalsaman este paraíso tropical poblado de miríadas de aves de todos los colores. Pero la fauna salvaje hallada en las primeras exploraciones sorprende aún más a los expatriados de Amsterdam. «Hemos avistado esta mañana una familia de leones devorando a un antílope», contará ingenuamente Van Riebeeck en una de sus primeras cartas. Los únicos encuentros que escapan al holandés, al menos en las primeras semanas, son los de los pastores khoikhois, divisados con sus rebaños al pie de los floridos riscos de la montaña de la Mesa. A Van Riebeeck le encantaría intercambiar la bisutería y los adornos traídos de Europa por algunas cabezas de su ganado. Pero los autóctonos se escabullen. Habrá que ofrecerles más que un aderezo de plumas y metal para vencer aquella suspicacia. De pronto, los recién llegados desconfían. Desde Amsterdam, los Diecisiete ordenan a Van Riebeeck que construya un fuerte y una empalizada para asegurar la protección del campamento. Incluso le envían a un ingeniero de alto nivel, llamado Rykloff Van Goens, con la extravagante misión de estudiar la posibilidad de separar la península del Cabo del resto del continente mediante un canal excavado de costa a costa. La península se convertiría entonces en un pedazo de Holanda, independiente geográficamente de África. El proyecto entusiasma a los expatriados, aunque pronto caen en la cuenta de su ingenuidad. ¿Cómo un centenar de infelices armados con picos y palas van a partir África en dos? ¡Menuda locura! A menos que los khoikhois acudan a millares a prestarles ayuda. Van Riebeeck no ve otra solución que infringir la prohibición de los superiores. Envía nuevos emisarios a los pastores negros que seven alrededor de la montaña de la Mesa.
http://www.elcorteingles.es/libros/secciones/capitulos/capitulo_libro.asp?CCODCAPI=1&CODIISBN=6520440964

Indias Orientales Holandesas

Indias Orientales Holandesas (Indonesia) [editar]
En 1605, la base de operaciones de los portugueses, Amboyna, que estaba situada en las Islas Molucas (Indonesia), fue capturada por los barcos holandeses. En 1619 fundaron Batavia (Yakarta) en la isla de Java, como centro de coordinación de las operaciones holandesas en Oriente. Poco a poco los holandeses fueron tomando todos los puertos del archipiélago; Malaca en 1641, Aceh en 1667, Macassar en 1669 y Bantam en 1682. Cuando la Compañía holandesa de las Indias Orientales (VOC) quebró en 1799, el archipiélago pasó a ser controlado y administrado directamente por el estado holandés hasta su independencia en 1949, excepto en el periodo de ocupación francés, en el cual todas las colonias de Holanda estuvieron administradas por Inglaterra.
Ceilán Holandesa (Sri Lanka) [editar]
Los holandeses llegaron por primera vez a Ceilán en 1602, por aquel entonces la isla se encontraba bajo dominio portugués. Entre 1636 y 1658 los holandeses lucharon contra los portugueses para expulsarlos, inicialmente invitados por los gobernantes locales. Los portugueses habían gobernado la línea de la costa, aunque no el interior, desde 1505 hasta 1658. Los budistas, los hindúes y los musulmanes habían sufrido la persecución religiosa del dominio portugués; los holandeses estaban más interesados en el comercio que en convertirlos al cristianismo, por eso fueron bien vistos por los gobiernos locales. Una vez que los portugueses habían sido expulsados El VOC intentó ampliar su control en el interior aunque no lo consiguió y sólo pudo controlar provincias costeras. Ceilán se convirtió en el centro del Imperio durante la época del VOC. Su importancia se debe a que la isla era el punto intermedio entre Sudáfrica e Indonesia. Además era una fuente de canela y elefantes, que luego eran vendidos a los príncipes indios. En 1796 los ingleses tomaron el control de la isla, la cual fue formalmente cedida por el tratado de Amiens.
http://es.wikipedia.org/wiki/Imperio_Holand%C3%A9s

domingo, 16 de noviembre de 2008

Inmigración y Discriminación social (1833 a 1928)

Raíces Históricas y Socioeconómicas del Racismo: Sudáfrica y Guyana"
en Guyana Hoy, (Recopilado por: Rita Giacalone de Romero)Editores: Corpoandes, Editorial Venezolana C.A., Mérida, VenezuelaPrimera Edición, 1982.
Después de la emancipación de los esclavos negros en Guayana Británica, la escasez aguda de mano de obra alcanzo dimensiones críticas; surgió la idea de aumentar la población „blanca“ especialmente, mediante la estimulación de la inmigración portuguesa. En 1835 llegaron 430 portugueses de la isla de Madeira, pero como tuvieron dificultades con el clima, produciendose una alta tasa de mortalidad entre ellos, este movimiento fue suspendido hasta 1841. Se hicieron nuevos arreglos, y en 1841, 4.297 madeirenses, 2.745 inmigrantes de las Indias Occidentales y 1.102 africanos, se establecieron en Guayana Británica. (86) Al año siguiente estalló una epidemia que obligó, otra vez, a la suspensión de la inmigración de blancos desde Madeira. Un nuevo movimiento inmigratorio entre 1846 y 1848 trajo consigo 10.000 madeirenses; a pesar de que se mantuvo la alta tasa de mortalidad, hasta 1882, esta inmigración continuó en pequeña escala.
4.2.2 Inmigración indo-occidental.
La idea de importar inmigrantes portugueses tenía por objeto reducir el „desequilibrio racial“. La inmigración de las islas indo-occidentales vecinas no resolvía este problema, pues se trataba de mano de obra negra. Durante el período de „semi-esclavitud“, entre 1835 y 1838, (87) habían venido desde Barbados, Saint Kitts, Antigua, Nevis y Montserrat, unos 5.000 trabajadores importados por pequeñas empresas. Entre 1840 y 1841, la „Voluntary Subscription Immigration Society“ realizó un intento organizado en gran escala, trayendo unos 2.500 nuevos trabajadores de las Indias Occidentales. Sin embargo, debido a la protesta de los plantadores británicos en el resto del Caribe inglés, este esquema fue pronto .
4.2.3 Inmigración Africana.
Aunque la esclavitud y el „aprendizaje“ habían sido oficialmente abolidos en el Imperio Británico para 1838, hasta 1860, cientos de esclavos africanos eran traidos „ilegalmente“ a las Americas. Muchos de estos eran también vendidos en Guayana Británica. Aparte de este „gran negocio“, debido a que los esclavos se convirtieron en un bien caro, por escasez y necesidad, Gran Bretaña había dado permiso para la „inmigración“ voluntaria de africanos a las Indias Occidentales. Bajo este nuevo esquema, entre 1838 y 1865, 13.355 africanos llegaron a Guayana Británica, en comparación con 31.628 madeirenses (1835-1882) y 42.562 trabajadores contratados indo-occidentales (1835-1920). (88) .
4.2.4 Inmigración China.
Se hicieron también varios experimentos para importar trabajadores chinos. Un pequeño grupo de inmigrantes, de ese origen, llegó en 1853; y un número mayor entre 1859 y 1866; pero el gobierno chino insistió en el pago de un pasaje libre después de cinco años de contrato. El costo elevado de la mano de obra china condujo, a la suspensión de este proyecto, así como la dificultad de traer mujeres chinas. (89)
4.2.5 Inmigración Indo-oriental.
Según Alan H. Adamson, a principios de 1838, los propietarios de las plantaciones de Guayana Británica habían comenzado a negociar la importación de „culies“ montaneses de la India, miles de los cuales ya habían sido captados para Mauricio. (90) De modo que „en mayo de 1838, 396 inmigrantes indo-orientales, la primera gota de una corriente que no se secaría hasta 1917, desembarcó en Guayana Británica“. (91) El aspecto más alarmante de este experimento fue la alta tasa de mortalidad. Entre 1838 y 1843, cuando la mayoría había regresado a la India, habían perecido 118 (incluyendo las muertes abordo); esta era una tasa de mortalidad impresionante, especialmente si uno considera que no habían ninos en este grupo. En noviembre de 1838, el gobernador inglés de la India había prohibido más emigraciones de indo-orientales. En 1845, se levantó la proscripción, y en marzo de ese año, 325 indo-orientales arribaron a la colonia. Hasta 1848 habían llegado cerca de 11.000 indo-orientales. Pero éstos fueron tan mal tratados que „fueron vistos errando o echados en las calles de Georgetown viviendo de carrona o vegetales desechados“. (92) Los blancos de la colonia se quejaron, pues consideraban a estos „culies“ las escorias de la población urbana de la India. (93) En un informe de la „Anti-Slavery-Society“ se llegó a la conclusión de que se había hecho una selección inapropiada. No obstante, la inmigración indo-oriental continuó desde 1851 hasta cerca de 1918. Adamson resumió: „entre 1835 y 1918, el país recibio un total de 341.491 inmigrantes, de los cuales 236.205 eran indo-orientales“. (94)

http://www.geocities.com/maymartin2001/guyanahoy.html
Otras citas: GUYANA FRANCESA: http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/03/guyana-brest-y-la-frontera-con-brasil.html

Esclavitud y raza

En 1776 Adam Smith escribía que la esclavitud aún existía en Rusia, Polonia, Hungría y parte de Alemania. En el siglo XVI los derrotados húngaros tuvieron que pagar a los triunfantes turcos un tributo consistente en el envío, como esclavos, de un 10% de su población cada década. En el siglo XVIII, alemanes que vivían en el Volga fueron capturados por mongoles y vendidos en Asia. Tal práctica era común en este continente: los filipinos llevaban a cabo grandes expediciones en busca de esclavos por todo el sudeste asiático, los esclavos de Indonesia eran vendidos hasta en Sudáfrica, Bali perdió buena parte de su población en remesas de esclavos que eran vendidas por toda la zona. Por otro lado, los musulmanes esclavizaron durante siglos a los negros africanos, y sólo la colonización de América provocó que el principal destino de éstos fuera, durante un tiempo que no duró mucho por los elevados costes de transporte, el Nuevo Mundo.
http://www.libertaddigital.com/ilustracion_liberal/articulo.php/627

Indicios de que la capoeira no llegó de Angola a Brasil

  • Nota de pesquisador: Constatando la llegada a Cartagena de Indias de esclavos de Angola,no encontramos la corporaleidad de la Capoeira Angola en Cartagena de Indias:
    1640
    El historiador Manuel García, cuando habla de las duras condiciones del transporte de esclavos a la América española, se remite al testimonio del padre Alonso de Sandoval como testigo de los negros… "van de seis en seis, encadenados por argollas en los cuellos, asquerosos y maltratados, y luego, unidos de dos en dos con argollas en los pies. Van debajo de la cubierta, con lo que nunca ven el Sol o la Luna. No se puede estar allí una hora sin grave riesgo de enfermedad. Comen de 24 en 24 horas una escudilla de maíz o mijo crudo y un pequeño jarro de agua. Reciben mucho palo, mucho azote y malas palabras de la única persona que se atreve a bajar a la bodega, el capataz". Esta situación provocaba como era de esperar verdaderas mortandades a bordo de los barcos negreros, si no enfermedades que luego eran arrastradas de por vida, durante el cautiverio que solía terminar con la muerte. Al respecto, el propio García añade: Sobre un cómputo de 29 barcos llegados a las Indias de forma consecutiva, de los 7.143 esclavos en las lejanas costas de África, sólo 5.551 llegaron vivos. La travesía duraba 50 días desde Angola a Cartagena de Indias y 40 desde Guinea. Debido al elevado número de muertes se autorizó al principio un recargo del 20 por ciento sobre el numero de cabezas autorizadas por la licencia, en concepto de demasía para pasar más tarde al 40 por ciento. En los almacenes de destino fueron frecuentes las epidemias, incluidas las de viruela. Los esclavos continuaban viaje con destino a minas y plantaciones. De Veracruz a México aún quedaba un viaje de 17 días en mula. Desde Cartagena embarcaban para Buenos Aires, Tucumán y Potosí. La ruta a Chile era la más penosa. Comenzaba desde Portobelo a Panamá y después de cruzar el istmo se embarcaba en Callao. (Nota_29)
    (Nota 29) El mismo autor indica también, al hablar de los barcos de la trata, que… Los costos de la operación negrera resultaban elevados (licencias, registros, mercancía de trueque). Existía la obligación de armar el barco debido a la piratería para revender ilegalmente esclavos tomados como presa. Un patache de 30 toneladas debía llevar ocho mosquetes y dos arcabuces, tres arrobas de pólvora y dos de plomo. Si el barco es de 100 toneladas son obligatorias cuatro piezas de artillería, 150 balas, 15 mosquetes, 12 picas, un quintal de plomo y pólvora.
    Fuente: Duras condiciones del transporte (s.XVII). Historia / Canarias / Navegación.http://www.mgar.net/var/trata.htm
    http://www2.uah.es/vivatacademia/anteriores/n80/docencia.htm

Isla Reunión ,una historia de esclavitud


El escaso interés en poblar y desarrollar el territorio permitió que, aproximadamente entre 1685 y 1715, isla Bourbon obtuviera sus principales ingresos de la piratería. La introducción del café, que entre 1715 y 1730 se convirtió en la principal cosecha, cambió por completo la economía. Los franceses utilizaron esclavos africanos para las labores intensivas necesarias en este cultivo. Durante este período se dispusieron también plantaciones de cereales, especias y algodón.
Al igual que Mauricio, Reunión creció bajo la guía del notable Mahé de La Bourdonnais, que sirvió como gobernador entre 1735 y 1746, a pesar de tratar a Mauricio como favorita y dejar a Reunión en un segundo plano.
Como resultado de una gestión deficiente y de la rivalidad entre Francia y Gran Bretaña durante el siglo XVIII, así como de la quiebra de la Compañía francesa de las Indias orientales, el gobierno de la isla pasó directamente a la Corona francesa en 1764 y, tras la Revolución Francesa, cayó bajo la jurisdicción de la Asamblea Colonial. A finales del siglo XVIII se produjeron diversas rebeliones de esclavos, y todos los que consiguieron escapar se ocultaron en el interior de la isla, donde se organizaron en pueblos con jefes democráticamente elegidos y desde donde lucharon para mantener su independencia de las autoridades coloniales.
Las plantaciones de café fueron destruidas por ciclones a principios del siglo XIX y, en 1810, durante las guerras napoleónicas, la isla pasó a manos británicas. Cinco años más tarde, mediante el Tratado de París, el botín fue devuelto a los franceses, pero los británicos retuvieron el control sobre Rodrigues, Mauricio y las islas Seychelles.


Le Moring réunionnais est donc venu de Madagascar transmis par les ancêtres afromalgaches
de génération en génération pendant plusieurs siècles. Les esclaves africains
emmenés sur les boutres arabes à Madagascar ou dans les colonies françaises de l’océan
Indien par les négriers occidentaux, apportèrent avec eux cette culture ancestrale, véritable
soupape de sécurité identitaire. Sans le Moring ou le maloya, l’esclave qui avait perdu sa
religion, sa langue natale, se trouvait déraciné, n’ayant plus de repères culturels
. En 1714, l’Île
Bourbon comptant seulement 623 colons blancs et 534 Noirs malgaches et africains, on peut
penser que le Moring n’est pas encore développé. Le développement de la culture du café
pendant la période de Mahé de Labourdonnais change le contexte socioculturel avec
l’introduction massive d’esclaves malgaches et africains tout au long du XVIIIe siècle
. La
traite des Noirs, notamment des esclaves malgaches, plus nombreux que les esclaves africains
au XVIIIe siècle, emmène dans l’Île plus de 160 000 esclaves entre 1723 et 18109.

Soldados da Companhia das Índias Ocidentais

Soldados da Companhia das Índias Ocidentais ,
Marcos da Cunha e Souza
Natureza do Exército "Holandês"

Desertores
Por motivos vários, algumas centenas de soldados da Companhia terminaram por lutar ao lado dos luso-brasileiros. Muitos foram forçados a isto e na primeira oportunidade retornaram aos seus. Foi justamente o caso da citado Capitão Klaes Klaesz. Outros, como o Major Hoogstraetem e os Capitães Albert Wedda e Gaspar van der Ley, o fizeram voluntariamente e levaram consigo algumas dezenas de soldados. Este último oficial talvez tenha tido um motivo nobre pois, no Brasil, casou-se com uma portuguesa que lhe deu dois
Tropas Auxiliares
As tropas holandesas no Brasil nunca foram muito numerosas, se comparadas ao objetivo a que se propunham. Com cerca de 3.350 homens, em outubro de 1631. chegaram a contar com 6.180, segundo Barleus. Boa parte desses homens, porém, era imprescindível às guarnições espalhadas pelo vasto território ocupado entre Sergipe e o Maranhão.
Em complemento às tropas trazidas da Europa, pôde a W.I.C. contar com elementos auxiliares encontrados no próprio Brasil.
Antes mesmo da invasão de Pernambuco, os holandeses já haviam visualizado a utilização de índios na guerra pelo Brasil. Assim, em 1625, levaram alguns para os Países Baixos onde foram aculturados e, mais tarde, ajudariam a trazer aos holandeses o apoio de alguns grupos indígenas. Com o tempo, milhares de índios brasileiros vieram engrossar as forças batavas, prestando valorosa ajuda. Destes, duzentos participaram da expedição a angola e por lá deixaram seus ossos.
Anos mais tarde, em 1645, os senhores de Wit e o Secretário Hamel tiveram ordem de ir de casa em casa da cidade de Maurícia e proceder ao levantamento de todos os negros em condiçoes de pegar em armas e equipá-los com mosquetes e piques. Idêntica ordem foi dada ao Almirante Lichthart e ao Capitão Bartholomeus Van Keulen com relação ao Recife. E ainda temos conhecimento de que, em junho daquele ano, uma companhia de 50 negros participava da defesa do Recife.
http://www.exercito.gov.br/01inst/Historia/Guararap/soldado.htm

Cronologia das hostilidades entre Portugal e a Holanda no século XVI e seguintes

Publicado em 20 Nov 2006 (1968 leituras)
A Tese do “Mare Liberum” (1608) e os Ventos da História
Cronologia das hostilidades entre Portugal e a Holanda no século XVI e seguintes

1585 – Filipe I mandou apreender todos os navios holandeses (idem para os ingleses e alemães), fundeados nos portos portugueses16; idêntica ordem foi dada 10 anos depois.
1595 – Primeira viagem dos holandeses à Ásia pelo Cabo da Boa Esperança, terminando assim o monopólio da navegação portuguesa.
1596 – Primeira tentativa dos holandeses para tomarem S. Jorge da Mina.
1597 – Acção de corsários holandeses na Índia; os holandeses estabelecem‑se em Java.
1598 – Os holandeses estabelecem‑se em Mori, Butri, Kormantina e Komenda, no Oriente.
1599 – Os holandeses senhoreiam as ilhas de Banda.
1602 – É criada na Holanda, a Companhia Holandesa das Índias Orientais (20/3).
1603 – André Furtado de Mendonça assume a capitania de Malaca após ter expulso os holandeses; os holandeses fazem o primeiro bloqueio naval a Goa. É fundado o Conselho da Índia (25/7).
1604 – O holandês Hugo Grocius põe em causa o direito de Portugal ao domínio dos mares e a Holanda reformista, determina a conquista de território brasileiro de modo a implantar a “Het Zukerland”; os holan­deses atacam a fortaleza de Moçambique e procuram atacar Macau; A coroa (luso‑espanhola) determina que os navios de comércio devem dispor de artilharia a bordo.
1604‑1627 – Os holandeses tentam por várias vezes atacar Macau.
1605 – Os holandeses conquistam‑nos a ilha de Ambuino e Tidore.
1606 – É publicada em Lisboa a “Arte de Navegar”, de Simão de Oliveira.
1607 – Chegam informações (a Lisboa), de que os holandeses estavam a fazer preparativos para um grande ataque a Pernambuco e outras partes do Brasil; é publicado o “Livro de toda a fazenda real e património de Portugal, Índias e Ilhas Adjacentes”, de Figueiredo Falcão.
1608 – Hugo Grocius divulga o tratado “O Mare Liberum” que nega a legitimidade da doação pontifícia em que assentava o direito de Portugal ao domínio dos mares; publicação do “Exame de Pilotos”, no qual se estabelecem as regras que todo o piloto deve saber guardar em suas navegações, de Miguel de Figueiredo.
1609 – Os holandeses tomam Ceilão e estabelecem a primeira feitoria no Japão.
1614 – Os jesuítas, perseguidos, abandonaram o Japão; extinto o Conselho da Índia, que durante 10 anos procurou definir a política ultramarina e providenciar quanto à sua defesa; editada a “Peregrinação” de Fernão Mendes Pinto e a “Quarta Década da Ásia”, de João de Barros.
1617 – Os portugueses são expulsos do Japão por influência holandesa.
1618 – Indígenas de Malaca, Sumatra e Ceilão auxiliados pelos holandeses, exercem acções provocatórias sobre os portugueses, contudo, Gillis Van Ravesteyn escrevendo de Surrate, afirma “os indianos são mais favoráveis aos portugueses do que a qualquer outra nação cristã”.
1619 – A Companhia Holandesa das Índias Orientais instala o seu quartel‑general em Batávia.
1622 – Tentativa holandesa para a conquista de Macau.
1624 – Ataque holandês à Baía; venda de padrões de Junos para preparar as expedições ao Brasil contra os holandeses.
1625 – Segundo ataque holandês a S. Jorge da Mina; ataque holandês em Espírito Santo; luta pela cidade da Baía, ocupada pelos holandeses no ano anterior; é publicado em Valladolid o “De Justo Império Lusitanorum Asiático” de Fr. Serafim de Freitas, resposta ao “Mare Liberum” de Hugo Grocius.
1628 – Os holandeses recuperam e fortificam a Ilha de Goré, a sul da Península de Cabo Verde; é criada a Companhia Portuguesa de Comércio da Índia Oriental, de vida efémera (abriu falência em 1633).
1630 – Os holandeses conquistam Pernambuco e o Recife; novo Regimento para a Casa da Índia, Mina e Guiné, colocada sob a autoridade do Conselho da Fazenda.
1631 – Batalha dos Abrolhos (no Brasil); os holandeses incendeiam Olinda; por Carta Régia de 19/9, é criada a Secretaria da Índia e Conquistas (no Conselho de Portugal).
1631‑36 – Luta contra os holandeses em Pernambuco.
1632 – Os holandeses penetram em Alagoas; publicadas as “Ordenações Militares de Filipe IV”.
1633 – Publicadas as “Ordenanças para Reorganizar a frota portuguesa do alto mar”.
1634 – Os holandeses apoderam‑se de Paraíba.
1635 – Os presos das Comarcas devem embarcar como soldados em socorro de Pernambuco.
1637 – Os holandeses tomam S. Jorge da Mina e apoderam‑se da capitania de Sergipe, no Brasil, e consolidam o seu domínio.
1638 – Os holandeses tomam Arguim.
1638‑54 – Os holandeses ocupam a Capitania do Ceará.
1639 – Uma Armada espanhola é enviada ao Brasil a fim de colaborar na recuperação de Pernambuco.
1640 – Restauração (1/12); criação do Conselho de Guerra (11/12); restabelecida a lei sebástica, de 10/12/1570, conhecida como Regimento da Nova Milícia (11/12); a frota holandesa derrota nas águas da Baía, a frota espanhola.
1641 – Tratado de aliança entre D. João IV e os Estados Gerais das Províncias Unidas; os holandeses conquistam Sergipe, o Maranhão, a Ilha de S. Tomé e Angola; Malaca capitula frente aos holandeses; tratado de tréguas entre Portugal e a Holanda; é concedida liberdade de comércio aos holandeses (29/8).
1642 – Tratado de Aliança entre Portugal e a Inglaterra; criação do Conselho Ultramarino; os holandeses conquistam o forte de Axém.
1643 – Chegam a Portugal as “Ordenanças Militares” com os comentários de Jaime Mendes de Vasconcellos, publicadas em Amesterdam; primeira reunião do Conselho Ultramarino (3/12), em que é apresentado o parecer de Salvador Correia de Sá e Benevides, para restaurar a soberania no Reino de Angola e no Brasil; Maurício de Nassau deixa o Brasil.
1644 – Início das insurreições nos territórios brasileiros ocupados pela Companhia das Índias Orientais; o Tratado de Tréguas entre Portugal e a Holanda torna‑se extensivo ao Índico e à Ásia.
1645 – Insurreição Pernambucana; batalha de Tabocas (Brasil).
1647 – Criação da “Aula de Fortificação e Arquitectura Militar, em substituição da “Aula de Artilharia e Esquadria”; Salvador Correia de Sá como governador e Capitão General de Angola, parte com uma Armada par ao Rio de Janeiro; é organizado o primeiro Corpo de engenheiros militares.
1648 – Salvador Correia de Sá parte para Angola e reconquista a cidade de Luanda; Francisco Barreto, comandante das forças portuguesas, derrota os holandeses na primeira batalha de Guararapes (19/4); a França declara guerra à Holanda.
1649 – Os portugueses vencem a segunda batalha dos Guararapes.
1650‑51 – D. António de Sousa Macedo vai à Holanda para negociações sobre o Ultramar Português.
1652 – Os holandeses conquistam Calatué, fortaleza de Ceilão e fundam a Colónia do Cabo; a Inglaterra declara guerra à Holanda.
1653 – Os portugueses reconquistam Pernambuco.
Continúa en el link
http://www.revistamilitar.pt/modules/articles/article.php?id=139