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sábado, 5 de septiembre de 2009

Macro aculturaciónes en Brasil-Rastro de la Capoeira ó de las Capoeiras






A escravidão no Brasil‎ - Página 40de Jaime Pinsky - 2000 - 95 páginas
Estimativa de desembarque de africanos no Brasil por década (de 1530 a 1850) Fonte: Estatísticos históricas do Brasil. IBGE, 1987, p. 58. ...



NOTA DEL PESQUISADOR:Todas la fechas del diagrama constan en la Sala de Pesquisas.

viernes, 20 de febrero de 2009

Liberdade disciplinada: relações de confronto, poder e saber

dibujo:'A NEGRO FIGHT IN SOUTH AMERICA' (VENEZUELA) herper´s weekli 1874.


Liberdade disciplinada: relações de confronto, poder e saber
entre capoeiras em Santa Catarina.



Freyre (2004), ao encontrar “cabeçadas” de “homens de cor” nas milícias, supõe a operação de “técnicas de capoeiragem” alinhada às instituições:
[...] Sinal de que algumas milícias coloniais, na segunda metade do século XVIII, seguiram, com relação aos exercícios de capoeiragem, política ainda mais avançada que a dos capitães-generais com relação às danças de negros e aos batuques: a política de não só tolerá-los como de absorver-lhes valores e técnicas, no interesse da comunidade. À causa da segurança pública só podia ser útil a presença, entre oficiais das milícias, de homens de cor que fossem também campeões da capoeiragem. O caso, ao que parece, não só do tenente Moreira como do soldado Novais (p. 653).http://books.google.es/books?q=%22campe%C3%B5es+da+capoeiragem%22+Moreira+como+do+soldado
No reinado de D. Pedro I, nas reformas que seguiram a independência, além da criação de regimentos de mercenários estrangeiros, “organizaram-se unidades de pretos forros e reformaram-se os caçadores” (LOPES, 1946, p. 52). Na primeira “lei de fixação de forças”,
de 24 de novembro de 1830, o grosso do exército constituía-se por “12.000 praças de pretos, além dos inferiores, tambores, pífanos, cornetas e trombetas correspondentes aos corpos das
três armas” (p. 53). No período, quando o termo capoeira já dava significação a sujeitos, surgem também os registros sobre a presença de “capoeiras” e de conhecedores de “capoeiragem” nas instituições de segurança.
http://www.mover.ufsc.br/pdfs/2006_ANNUNCIATO_Liberdade_Disciplinada.pdf

lunes, 17 de noviembre de 2008

MALACA-Comunidade luso/descendente

Em Malaca a comunidade luso/descendente é composta de cerca de três mil pessoas que não abdica de certos costumes deixados pelos portugueses em 1641. As festas do S.Pedro continuam a ser celebradas. As ruas são enganaladas com ornamentos e feéricas iluminações. Há música ao som de guitarras, cavaquinhos, pífaros e bombos. Um rancho folclórico anima o arraial e barracas de comes e bebes por todo o espaço da festa. Alegria a transbordar por todos os poros dessa gente, que teima, em continuar a idenficar-se como portuguesa. Embora apenas por herança porque a real é malasiana.


José Martins.Fotos: Kol de Carvalho e do livro: Portugal A sete partidas para o Mundo de Maria João Avilez - Fundação Gulbenkian 2000.

A nobreza exercitava-se e aprestava-se para as lutas que constantemente tinha de sustentar nos mares e terras orientais. Eram pródigos em exibições equestres, batendo-se à espada e fazendo prodígios de agilidade e esgrima. E as festas religiosas? Pode-se dizer que a festa de Igreja era a grande festa citadina de Goa, na Goa dourada do século XVII. As igrejas eram aparamentadas com pompa de luxo notáveis. Ao bimbalhar dos sinos das cinquenta e tantas igrejas, acordava alvoraçada a população cristã da monumental e populosa cidade. "Goa mereceu, por isso, o cognome de Roma do Oriente. E foi também devido ao fausto esplendoroso de que se revestia a Lisboa do Índico, nos seus momentos solenes e festivos se dizia então em adágio que quem viu Goa escusa de ver Lisboa".


http://aquitailandia.blogspot.com/2008_03_27_archive.html


http://www.cervantesvirtual.com/servlet/SirveObras/12271656442363728543435/p0000005.htm

sábado, 1 de noviembre de 2008

El "rastro" de Joao Moreira,primer capoeira conocido(1770)

A reserva de funções superiores para os crioulos, e a conseqüente exclusão de africanos do acesso a elas, parecia um princípio firmemente arraigado. Porém, num exame atento, se nota que aquela tradição, como quaisquer outras, estava sendo inventada ao sabor dos acontecimentos daqueles anos — dentre os quais destaca-se o volumoso desembarque de africanos ocidentais no porto de Salvador verificado a partir de meados do século XVIII (Oliveira 1997). Na verdade, a exclusão de africanos dos postos superiores da hierarquia dos terços eraexpediente recente,posto que no contexto de criação daquela instituição na América portuguesa — as guerras luso-holandesas — ardas e “minas” lutavam lado a lado com crioulos e “angolas”. Nessa direção, escreveu Henrique Dias acerca de sua tropa aos flamengos, numa carta de 1648: “De quatro nações se compõe este regimento: Minas, Ardas, Angolas e Crioulos; estes são tão malcriados que não temem nem devem; os Minas tão bravos que onde não podem chegar com o braço, chegam com o nome; os Ardas tão fogosos, que tudo querem cortar de um só golpe; e os Angolas tão robustos, que nenhumtrabalho os cansa”. (Costa 1983: IV, 229).

Dias comandou um batalhão de soldados negros com a ajuda do Capitão dos pretos “Minas”, Antônio Mina. Este participou da batalha, conforme um relato contemporâneo, “com seus soldados, os mais dos quais haviam sido escravos do governador João Fernandes Vieira, e lhes havia dado alforria, porque o ajudaram commuito esforço na batalha do monte das Tabocas” (Costa 1882: 414). Vê-se, pois, que não existia qualquer princípio de exclusão de africanos ocidentais quando tais corpos foram criados. 7
Nas décadas finais do século XVIII, à medida que se estreitavam os vínculos interpessoais no mundo atlântico e que informações se disseminavam mais vertiginosamente, negros dos terços de “pardos” e “pretos” utilizavam suas redes extensas intercapitanias para trocarem notícias e documentos escritos (Silva 2001). Uma vez que muitos deles eram homens de cor alfabetizados, liam e discutiam livros e textos legais, e conversavam em vilas e cidades acerca deles, bem como os trocavam em meio a encomendas e expedições de materiais diversos. Exemplo disto é que em novembro de 1773 soube-se que na Paraíba corria o boato de que a lei de 16 de janeiro daquele ano — a qual libertara os ventres cativos de Portugal e Algarves — também se estendia ao Brasil.
É notável a importância contemporânea das questões atinentes ao confronto entre “passado africano” e “experiência afro-americana”. Um texto esclarecedor acerca desse debate é o de Price (2003). A perspectiva que ressalta o peso do “passado africano” ganhou alento com a publicação, entre outros trabalhos, de Thornton (2004). Aqui, sublinha-se a experiência afro-americana, para além da plantation e da escravidão, como fator explicativo central dos modos de pensar e de agir dos negros em geral — fossem estes livres, libertos ou cativos — na América portuguesa. 10

Assim, da Bahia ao Recife, do Recife à Paraíba, e da Paraíba ao sertão, as notícias que então circulavam no mundo atlântico ensejavam a ampliação das redes já formadas por membros de terços militares das aparentemente isoladas capitanias da América portuguesa.

Em primeiro lugar, considerar-se-á os projetos formulados pelo reformismo ilustrado na segunda metade do século XVIII e inícios do século seguinte, a exemplo do elaborado pelo marquês do Lavradio, o qual consistia em suprimir a oficialidade de cor e subordinar os batalhões negros a legiões mais amplas, comandadas por oficiais brancos regressos das tropas de Ordenanças. Tais projetos foram encaminhados em Pernambuco a partir do governo de José César de Meneses (1774-1787), o qual evocara, em abril de 1782, exemplos de outras partes do império para fundamentar sua proposta: “bem se vê que na Índia, onde servi posto de 7 anos, as Companhias de Sipais, cujo exercício é o mesmo que dos Henriques, que correspondem aos Pardos e Pretos nesta capitania, sempre os seus Capitães são brancos e tirados da Tropa”. Ademais, lembrava ainda Meneses do exemplo baseado no que “louvavelmente ordenou no Rio de Janeiro o Marquês de Lavradio, pois meconsta fizera os oficiais maiores dos Corpos em queestão homens brancos e de cuja honra se podem fiar”.26
Nessa mesma linha atuou o governador ilustrado Caetano Pinto de Miranda Montenegro (1804-1817), segundo o qual não se deveria excluir sumariamente aqueles corpos, “tirando toda a esperança de acesso” aos “pretos” e “pardos”, posto que este “era um daqueles remédios violentos, e irritantes, que produzem muitas vezes efeitos contrários”. Seria mais conveniente, no seu entendimento, reduzir a dois os terços do Recife e incorporar os demais corpos da província nas milícias dos brancos: “
Em segundo lugar, sublinhe-se que no interior das lutas políticas ocorridas nas primeiras décadas do século XIX vários foram os projetos formulados em torno dos regimentos de “pretos” e “pardos”. Na verdade, o espírito de projetos desse tipo reside na questão da mobilização desses segmentos — que, como se viu, constituía parte majoritária da população —, por parte de diferentes grupos políticos. Assim, tal aspecto ganha relevância surpreendente ao se considerar que as forças políticas em confronto contra o Reino Unido em 1817, contra o governador Rego Barreto em 1821 — quando do conflito inspirado pelo movimento constitucional que levou ao poder a primeira Junta de Governo da província —, bem como contra o Império, quando da Confederação do Equador, em1824, precisaram da participação maciça de milícias recrutadas entre a população de cor para fazer valer seus interesses. Afinal, contar com força armada formada por gente local constituía um dos pilares fundamentais dos projetos políticos então em construção em torno do formato do Reino Unido e, depois, do Estado independente.
Nessa direção, leve-se em conta o longo e detalhado projeto, elaborado à luz dos acontecimentos da revolução de 1817, pelo último governador colonial da província de Pernambuco, Luís do Rego Barreto (1817-1821). A 20 de novembro de 1818, este informa a Tomás Antônio Vila Nova Portugal da “organização a que estou procedendo dos Corpos de Milícias segundo o Novo Plano”.
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Neste, seguia-se à risca as sugestões anteriores, pois se reduzia drasticamente os efetivos e o número dos antigos terços de “pretos” e “pardos” existentes no Recife, bem como os transformava em legiões sob controle de oficiais brancos. Assim, os corpos militares das gentes de cor perdiam sua organização em forma de “terço” e passavam a se estruturar em forma de legiões. Isto equivalia mudar o comando dos corpos, que na antiga forma cabia ao mestre de campo, ou coronel, e ao sargento-mor (Salgado 1985: 98). Contudo, este tipo de estruturação dos corpos constituídos pelos negros já havia sido implementado, pelo menos aparentemente, ao longo do breve governo .

Uma testemunha ocular desses fatos, o mais tarde Comendador Antônio Joaquim de Melo, recordava-se que o governo constitucional de Pires Ferreira criou no Recife duas companhias de homens pretos comandadas por um seu igual; duas de homens pardos, também comandadas por um sargento-mor pardo, e duas em Goiana, de homens brancos, comandadas pelo Capitão João de Barros Falcão de Lacerda, vencendo todos soldos. Estas companhias se tornaram completas, armadas e efetivas em tempo da Junta que sucedeu a esta de que nos ocupamos, e denominavam se a dos homens brancos, Intrépidos, a dos homens pardos de Bravos da Pátria, e
ao dos homens pretos de Monta-brechas. Napoleão teve a sua bateria dos homens de sem medo, e as Brigadas a Terribil, e a Impetuosa, por ele assim denominada. (Melo 1973, I: 59). Como se percebe, as tropas de “pretos” e “pardos” eram mais numerosas que as dos “brancos” e, além disso, foram estruturadas em formato profissional, pois, estes “três corpos”, informa Pereira da Costa (1983, VII: 66), foram “devidamente armados, fardados e disciplinados, vencendo soldo”. Aparentemente, conforme Joaquim de Melo, sua criação havia sido inspirada pelas brigadas napoleônicas, mas parece claro que se ofereceu aos “pretos” e “pardos” naquelas circunstâncias vantagens e compensações tipicamente barrocas. Ou seja, para atrair os homens de cor, tiveram os governos constitucionais que manter a tradição colonial da norma crioula, conforme a qual seus comandantes eram homens de cor. Porém, havia uma vantagem em relação aos tempos coloniais: todos, do alto ao baixo da hierarquia, eram remunerados, e não apenas os oficiais, como ocorria outrora. Ademais, esta estruturação permaneceu existindo mesmo após a queda do governo de Pires Ferreira: a junta subseqüente, a dos Matutos, como já foi observado, carecia tanto ou mais dos militares “pretos” e “pardos” quanto a que lhe antecedera. Aliás, apenas
durante o governo dos Matutos, conforme o Comendador Antônio Joaquim de Melo, aquelas “companhias se tornaram completas, armadas e efetivas”. Assim, não importava se o grupo de Pires Ferreira era mais constitucional, ou mais resistente ao projeto do Rio de Janeiro, que o grupo liderado pelos irmãos Cavalcanti e pelo morgado do Cabo, Francisco Paes Barreto: todos careciam ter os soldados de cor ao seu lado. Esse quadro, como sugeriu Hendrik Kraay (2003) em relação ao caso da Bahia, mudará radicalmente após 1831, ano da abdicação de D. Pedro I e da criação da Guarda Nacional. Daí em diante, inicia-se o processo de nacionalização do Estado — o qual, até então, revelava-se mais senhorial que propriamente nacional.
http://people.ufpr.br/~lgeraldo/PROJETO%20DE%20PESQUISA%202005%202.pdf
2ºMARQUES DO LAVRADIO:http://pt.wikipedia.org/wiki/Luís_de_Almeida_Portugal_Soares_de_Alarcão_d

viernes, 31 de octubre de 2008

Sociabilidades políticas na América portuguesa: Henriques e Pardos sob o governo barroco ena era das Luzes-(1750-1831)

Luiz Geraldo Silva
Departamento de História/UFPR

Em primeiro lugar, considerar-se-á os projetos formulados pelo reformismo ilustrado na segunda metade do século XVIII e inícios do século seguinte, a exemplo do elaborado pelo marquês do Lavradio, o qual consistia em suprimir a oficialidade de cor e subordinar os batalhões negros a legiões mais amplas, comandadas por oficiais brancos regressos das tropas de Ordenanças. Tais projetos foram encaminhados em Pernambuco a partir do governo de José César de Meneses (1774-1787), o qual evocara, em abril de 1782, exemplos de outras partes do império para fundamentar sua proposta: “bem se vê que na Índia, onde servi posto de 7 anos, as Companhias de Sipais, cujo exercício é o mesmo que dos Henriques, que correspondem aos Pardos e Pretos nesta capitania, sempre os seus Capitães são brancos e tirados da Tropa”. Ademais, lembrava ainda Meneses do exemplo baseado no que “louvavelmente ordenou no Rio de Janeiro o Marquês de Lavradio, pois me consta fizera os oficiais maiores dos Corpos em que estão homens brancos e de cuja honra se podem fiar”.26 -pag21 .
Nessa mesma linha atuou o governador ilustrado Caetano Pinto de Miranda Montenegro (1804-1817), segundo o qual não se deveria excluir sumariamente aqueles corpos, “tirando toda a esperança de acesso” aos “pretos” e “pardos”, posto que este “era um daqueles remédios violentos, e irritantes, que produzem muitas vezes efeitos contrários”.
“No Brasil”, como sugere Blackburn, “as pessoas de cor livres foram recrutados para a milícia e para o exército regular, e poderiam receber cartas patentes — algo que seria impensável na América do Norte colonial. Enquanto os brancos muitas vezes entenderam o serviço militar como uma obrigação onerosa, os negros livres e mulatos viram aqueles encargos como privilégios cívicos” (Blackburn 1997: 492-493). pag 27.
http://people.ufpr.br/~lgeraldo/PROJETO%20DE%20PESQUISA%202005%202.pdf

martes, 28 de octubre de 2008

Joao Moreira,primer capoeira conocido debió pertencecer a los "Reinois"

1634=Macao:6 Los primeros soldados Reinois"soldados portugueses en Oriente", en Macao eran 150 ,sus primeras armas eran: arcabuces,espadas,dagas y mosquetes y hay noticias de un arma grande llamada"piques".Cuando tençian ataques,hasta los capitanes se volvian soldados;se perdia toda jerarquia durante la batalla.Los Reinois en Oriente ,eran una clase de guerreros,todos iguales.Contrataban mercenarios de lugares muy extraños;los locales eran contratados solo para la defensa local.
http://www.jtm.com.mo/view.asp?dT=287702001

..............No Rio de Janeiro, principal centro de recrutamento para a Colônia do Sacramento na América portuguesa, também era grande o número de pessoas isentas do serviço militar, englobando os que serviam ou serviram nos cargos eleitos da governança, os senhores de engenho e seus criados, os moedeiros, os familiares do Santo Ofício e os Cavaleiros das Ordens Militares. Por sua vez, os desprivilegiados não hesitavam em fugir cada vez que se ameaçava com o recrutamento compulsório, não restando ao governador outra alternativa senão ordenar o alistamento dos vadios.Segundo Lobo, os melhores soldados eram os reinóis ,soldados portugueses a quem na Índia chamam reinóis, já que, com poucas exceções, os brasileiros “iam muito pouco às faxinas e nelas trabalhavam o que queriam, que era muito pouco, e com aquela calma que no Brasil costumam fazer todas as coisas” (LOBO in MONTEIRO, 1937, v. 2, p. 33). As queixas contra os soldados brasileiros são constantes na documentação pesquisada.
Em 1718, o governador Manuel Gomes Barbosa reclamava ao vice-rei do Brasil que muitos dos seus soldados eram aleijados e doentes (BARBOSA in MONTEIRO, 1937, v 2, p. 67). Escreveu também à Coroa sobre a grande quantidade de desertores que resultava da má qualidade da tropa, composta por soldados novos e mulatos, sendo em sua maioria “degredados, uns por ladrões e outros por vários crimes”. Por isso achava melhor que se fizesse o recrutamento em Portugal e nas ilhas.
http://gehscal.sites.uol.com.br/publica/Recrutamento.pdf.

lunes, 27 de octubre de 2008

La administración portuguesa en el Sur de Brasil -Aculturación


En esta época,Joao Moreira ,primer capoeira conocio, era Guardia personal del Marqués do Lavradío. Francisco José da Rocha, Sargento Mayor ,hombre de confianza del Vice-Rey Marques del Lavradío el cual fué padrino de una de sus hijas.En su carrera militar desafortunada,fué enviado por el propio Marqués como Governador de la Colonia Sacramento en 1775.Como coronel en esta plaza había entregado la misma en junio de 1777 al Vice-Rey del Rio de la Plata Pedro Ceballos.No se sabe si se dejó perder la plaza por órdenes secretas del mismo Pombal.Terminó en desgracia degradado en Angola,preso en Lisboa y murió en Belén..Una des sus facetas como hombre honrado que promovió la entrega de tierras a indios,soldados y naturales de ultramar de Goa,Mozambique y Macao,la reflejamos en el recorte de la página 397.