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miércoles, 25 de marzo de 2009

Capitán Bentinho -Mestre de Bimba

NOTA DEL PESQUISADOR:El Capitán Bentinho que enseño capoeira a Bimba pudo,en mi opinión,conocer el el Puerto de Bahía a marineros Franceses e incluso asiáticos practicantes del Savate,Moringue y otras artes marciales asiáticas.Vease el origen internacional de los navíos llegados a Bahía en 1853.
1812-***Grumetes de Brasil en la Carrera de la India (1)
1812-***Ingleses aprisionan barcos negreros en Bahia (1)
1812-1862-*** Moçambicanos Quelimane de marinheiros em Brasil (1)




Bimba nasceu em 1900 (existe uma outra certidão de nascimento de 1899. Ele começou a aprender Capoeira Angola aos doze anos, com o africano Bentinho, capitão da Cia. de Navegação Bahiana, conforme se acha explicitado às fls. 15 do livro “A SAGA DO MESTRE BIMBA”, da autoria do Mestre Itapoan. E a ensiná-la a partir de 1918, conforme suas declarações na publicação constante do ANEXO 3 do presente trabalho.



http://www.capoeiradobrasil.com.br/liga_2.htm.
E interesante conhecer a historia do capitao Bentinho da Cia.Bahiana de Navegaçao ,mestre de Bimba ,Com queim aprendeu ele a Capoeira ? Tem uma resposta interesante a pesquisar.
Cia Bahiana de Navegaçao :http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-06072007-112143/

TESE_MARCOS_GUEDES_VAZ_SAMPAIO.pdf
TESE_MARCOS_GUEDES_VAZ_SAMPAIO_FIGURAS.pdf
TESE_MARCOS_GUEDES_VAZ_SAMPAIO_MAPAS.pdf
Javier Rubiera ,Vice presidente de FICA



En la Historia de la Cia. de Navegaçao Bahiana surge entorno a 1875 en nombre del Viconde de Pereira Marinho,antes barón(1) ,hombre influyente en la vida polítiva y económica de la Provincia,uno de los responsables de la creación del Banco de Bahía además de uno de los mayores comerciantes locales.Era ex-traficante de esclavos y dueño de la compañia de navegación a vela" Marinho e Cia."que compró gran parte de las acciónes da la Cia.de Navegaçao Bahiana y la modernizó con barcos a vapor.
http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-06072007-112143/


FUENTE de la página anexa abajo


: http://books.google.es/books?ct=result&id=m5ZCJ2ubD-cC&dq=genealogia+Pereira+Marinho&ots=XLlcjQfNer&pg=PA71&lpg=PA71&sig=ACfU3U2HfspFuvFLrYRVtQ0GHfrDlm1wRA&q=jose+alves&hl=es#PPA9,M1




(1)Joaquim Elísio Pereira Marinho, primeiro e único barão e visconde de Guaí (Salvador, 21 de janeiro de 1841Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1914) foi um militar e político brasileiro. http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=211353
Filho de Joaquim Pereira Marinho, conde de Pereira Marinho(2) em Portugal, e Francisca da Piedade Oliveira; irmão de Antônio Pereira Marinho, visconde de Marinho em Portugal. Casou-se com Helena Leal.
Foi deputado geral pela Bahia nas legislaturas de 1881 a 1889. Foi Ministro da Marinha de 8 de fevereiro a 7 de junho de 1889. Foi diretor do Banco do Brasil e do Banco Nacional, além de presidente da Associação Comercial da Bahia, de 1870 a 1890.
Agraciado barão, em 26 de abril de 1879, e visconde, em 31 de outubro de 1889.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Elísio_Pereira_Marinho
http://www.acbahia.com.br/diretoria.asp?id_diretoria=39
(2)Conde Pereira Marinho en Portugal (1816-1887) .Joaquim Pereira Marinho(padre) nasceu 1816, em Portugal.Faleceu na Bahia, em 26 de abril de 1887, deixando seu nome ligado a muitas obras de caridades.O monumento representa a caridade através da figura do Conde Pereira Marinho, tem na sua base, um grupo, simbolizado por duas crianças, as quais em sinal de homenagem e gratidão lhe oferecem flores. A figura do conde tem na mão esquerda a planta do novo edifício (provavelmente a planta do Hospital Santa Isabel)
Fonte:Revista do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, nº, 1933.
http://www.cultura.salvador.ba.gov.br/sitios-est-condepereira.php


CITA:Encontramos otra cita de un Gobernador en Mozambique con las fechas 25 Mar 1840 - May 1841 llamado Joaquim Pereira Marinho (b. 1782 - d. 1854) que pudiera ser el abuelo del Vizconde Pereira Marinho ,antes Barón.
http://www.worldstatesmen.org/Mozambique.htm.
OTROS CARGOS:Joaquim Pereira Marinho
Cargos e Profissões
Governadores de Cabo Verde (74) - 1837 - 1839
Governadores de Cabo Verde (72) - 1835 - 1836
Governadores de Moçambique (43) - 1840-1841
http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=550449
CITA:1836-El filántropo de la ciudad brasileña de Bahía, Joaquim Pereira Marinho, también gobernador de la provincia portuguesa de Cabo Verde, es el último tratante de esclavos del Brasil.
http://www2.uah.es/vivatacademia/anteriores/n81/docencia.htm
RESUMEN CRONOLÓGICO:Conexión Moringue de Mascarenas con Capoeira Regional.En esta cronología,no podemos olvidar a los MARINEROS DE LOS NAVÍOS NEGREROS como el caso del Capitán Bentinho,mestre de Bimba .Estos pasaban temporadas en los puertos de destino de las Mascarenas y Mozambique ,conociendo el Moringue de Madagascar y Reunión.
1800-***Esclavos de Mascarenas en Brasil
1800-Capoeira Savate y Bara-pao en Brasil
1800-Esclavos de Mozambique en Pará e Maranhao
1812-***Grumetes de Brasil en la Carrera de la India (
1812-1862-*** Moçambicanos Quelimane de marinheiros em Brasil
1815-Llegada a Rio del navio procedente de Bengala-S.José Fama" (
1815-Umbigada en Brasil
1816-Llega a Brasil un tratado de Gymnasia de París (
1817-***Esclavos de Mauricias para Brasil
1819-1830-Gran comercio de esclavos en Mozambique (
1820- “punga dos homens”jogo semelhante à capoeira.
1820-Mozambicanos estudiando en Isla Mauricio
1821-Esclavos de Mozambique en Timor y Viceversa
1830-Negreros de Mozambique se asientan en Brasil (Hijos estudiaron en Mauricio-Moringue)
1836-Joquín Pereira Marinho(Padre)1816,Portugal-1887,Bahía),Governador en Cabo Verde,último traficante de esclavos legalizado de Brasil.
1839-***Zanzibar gran centro de exp. de esclavos para Brasil


1840-Joaquin Pereira Marinho(Padre),domina el comercio de esclavos en Bahía.
1841-Joaquín Pereira Marinho(Abuelo) b.1782-d.1854,Gobernador de Mozambique.
1842-Pueblo Sakalava(Madagascar) practicante de Moringue trafican esclavos para Brasil
1842-Brasileños negocian esclavos en sultanato de Angoche.
1847-Esclavos Mozambiques en Rio y Minas
1850-Abolición del comercio de esclavos en Brasil
1850-BAHIA-Suicido de casi todos los Chinos

1863-El Rei del Café de Rio cae por tráfico de esclavos
1875-Joaquín Elisio Pereira Marinho(Hijo)( b.Bahía-1841-d.Rio-1914).Compra de gran parte de las acciones de la Compañía Bahiana de Navegación el Visconde de Pereira Marino ,antes Barón, Joaquín Elisio Pereira Marinho ,ex-traficante de esclavos y dueño de la Cía.de navegación a vela "Marinho e Cía."
1911-Bimba aprende Capoeira con Bentinho ,africano, capitão da Cia. de Navegação Bahiana.

jueves, 4 de diciembre de 2008

Libro -Historia de Mozambique


Quando as frotas francesas, holandesas e inglesas começaram a percorrer o ĺndico, trataram de usar as Comores enquanto portos regulares onde se podiam abastecer de água e víveres. A procura de géneros alimentícios aumentou com uma rapidez tal, que se tornou difícil para estas ilhas stisfazer a procura de que estavam a ser alvo. Assim, os navios europeus passaram também a frequentar a baía de Santo Agostinho, na costa sudoeste de Madagáscar. Acabaram por descobrir que aqui lhes era possível adquirir gado, e, uma vez "oficializado" este ponto de paragem, uma série de assentamentos malgaxes acabaram por florescer em torno da Baía, sendo o seu intento servir os navios que aí aportavam. As actividades destes navios alarmaram de tal forma os Portugueses, que de imediato desenvolveram uma política intervencionista em relação a Madagáscar. Em 1613, Luís Marianno, um padre jesuíta, seguiu para a ilha disposto a estabelecer relações com os chefes da parte sul de Madagáscar, e, de passagem, a tentar descobrir o paradeiro dos sobreviventes de vários naufrágios. Marianno regressou passados dois anos na companhia de um outro padre, e ambos tentaram, sem sucesso, estabelecer uma missão permanente na costa. Contudo, ninguém se mostrou interessado em retomar este trabalho. Para além de algumas sugestões ocasionais dizendo que o capitão de Moçambique deveria estabelecer um posto fortificado na costa de Madagáscar, a Coroa Portuguesa (pelo menos a nível oficial) não voltou a demonstrar qualquer interesse nesta ilha, e a exploração da zona oriental do canal de Moçambique foi como que deixada nas mãos de outras potências europeias.10Ingleses, franceses e holandeses andavam à procura de bases permanentes a partir das quais as suas frotas pudessem operar, ao mesmo tempo que viam nas ilhas a possibilidade de aí estabelecerem plantações semelhantes às que estavam a ser exploradas nas Caraíbas. Os Holandeses acabaram por se fixar nas Maurícias em 1639, ao passo que os franceses os fizeram na lie de Bourbon (Reunião) em 1642, e, posteriormente, em Fort Dauphin, na costa de Madagáscar, em 1649. Por seu turno, os Ingleses mostravam-se bastante satisfeitos com os lucros obtidos através da sua amizade com o sultão de Anjouan, nas Comores, servindo-se da ilha tanto posto abastecedor e como posto de correios, pois era aí que se procedia à troca de mensagens entre os navios. Todavia, nos anos trinta, Madagáscar atraiu as atenções de vários empresários ingleses, todos eles interessados em quebrar o monopólio da Companhia das índias Orientais. Assim, em 1635, estabeleceu-se um monopólio rival, a Courteen Association, com o objectivo de explorar as oportunidades comerciais oferecidas por Madagáscar e pela zona ocidental do Indico. A Courteen Association enviou, então, várias embarcações para a zona, tendo-se mesmo registado a tentativa de fundar uma colónia na costa de Madagáscar. Os Ingleses recusaram sempre desistir das suas ambições nesta zona até que, na década de cinquenta, a doença e as elevadas perdas comerciais os obrigaram a abandonar os seus esforços colonizadores." Entretanto, os Holandeses haviam fundado um assentamento permanente na baía de Mesa, isto em 1652, abandonando em 1658 a sua colónia nas Maurícias. À medida que, aos poucos, a Cidade do cabo se ia desenvolvendo enquanto base naval e colónia, a procura holandesa de mão-de-obra escrava aumentou de forma considerável, acabando eles por desenvolver uma rede comercial regular com a costa de Madagáscar.Como consequência de tudo isto, a primeira metade do século xvn pautou-se por um enorme desenvolvimento da actividade comercial na zona do canal de Moçambique. Assim como, no século anterior, a criação de uma base naval em Moçambique resultara num aumento da procura em relação aos produtos daquela parte de África, assim a chegada anual de grandes frotas inglesas, holandesas e francesas estimulou a procura através de toda a região que se estendia a norte do cabo da Boa Esperança. Contudo, a maioria dos produtos alimentares adquiridos pelas companhias continuavam a ser o resultado de práticas agrícolas tradicionais. Apenas nas Comores vamos encontrar algumas indicações que nos dizem ter a introdução de escravos contribuído para o aumento da produção agrícola. Se o comércio europeu teve pouco impacto nos métodos de produção, tudo indica ter a sua repercussão política na ilha de Madagáscar sido qualquer coisa de considerável, já que se pensa estar a expansão dos Sakalava, ocorrida durante o século xvm, relacionada com o estímulo económico derivado do comércio dos escravos e das armas de fogo.

martes, 18 de noviembre de 2008

Sultanato de Angoche (Canal de Mozambique)

Recorte Libro:(pag 85) 1842-Portugal-Inglaterra-Tratado de persecución de tráfico de esclavos
Curso de direito civil portuguez Escrito por Antonio Ribeiro de Liz Teixeira. http://books.google.es/books?id=7jhwhZbXTxQC&pg=PA81&dq=escravos+orientaes&lr=&as_brr=3





Poco antes de 1752 (año en que fue visitada por Francisco Moraes Pereira) la ciudad fue reconstruida en un nuevo emplazamiento próximo en la playa después de haber sufrido destrucciones serias en la lucha contra los Macua.. Se hablaba el árabe y había una escuela alcoránica. Unos pueblos bantúes ( los impamella marundi y los marrevoni lomwe makwa) se establecieron (comienzos del siglo XIX) en las tierras de la región, y pasaron a controlar las rutas de caravanas hacia Angoche a las que imponían tasas). Los decretos de Sa Bandeira de 1836 que abolía el comercio de esclavos y el decreto de 1842 que prohibía la exportación, hicieron que Ilha de Moçambique y Quelimane dejaran de ser puertos adecuados a la finalidad del tráfico de esclavos y lugares complicados por los traficantes (Negreiros) entre los que muchos oficiales portugueses y habitantes de origen portugués (moradores). Los esclavos eran exportados a Brasil, Cuba e isla Mauricio y más tarde también en la isla de la Reunión y las rutas comerciales eran dominadas por portugueses y brasileños, franceses y Sakala de Madagascar(pueblo sakala ,practicante de moringue )http://www.ikuska.com/Africa/Etnologia/Pueblos/sakalava/index.htm). La abolición fue mal acogida por los "moradores" portugueses que incluso proyectaron una independencia unilateral de Angola y Mozambique bajo protección de Brasil (donde la esclavitud fue legal hasta el 1850). . Los moradores optaron finalmente por recolocar su tráfico a Angoche donde ya habían establecido sus feitorias (factorías) en 1847. . Después del 1842 barcos cubanos y brasileños comenzaron a frecuentar esta zona para negociar con esclavos. El sultán estaba determinado a controlar las caravanas y crear su propio suministro de esclavos en el continente, muchos de los jefes de la costa habían emparentado con el sultán por matrimonio y algunos esclavos llegaban, pero el sultán necesitaba controlar políticamente la zona.