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viernes, 25 de septiembre de 2009

Prazos da Coroa


Os negros que habitavam os prazos eram homens livres.

Na Zambézia havia dois tipos de escravidão:– doméstica – a criadagem, guarda pessoal, familiares, e todos os que viviam no “chuambo”37 e faziam parte da casa do Senhor;– de negócio – comprava‑se fora do prazo, nas terras mineiras ou de marfim, cujos régulos adquiriam os escravos de mais longe ainda ou os tomavam na guerra; estes iam ter a Quelimane, amarrados em fila ou ligados dois a dois, com forquilha de pau ao pescoço e pulsos atados, seguiam para a Ilha de Moçambique e eram vendidos para a Índia ou ilhas francesas.
http://www.revistamilitar.pt/modules/articles/article.php?id=344
ARTÍCULO

Em 1870, era apenas em Quelimane (sem conseguir penetrar no “Estado da Maganja da Costa”) onde Portugal exercia alguma autoridade, cobrando o “mussoco”, instituído e cobrado pelos prazeiros. Isto, apesar de, em 1854, o governo português ter “extinguido” os Prazos (pela segunda vez, a primeira tinha sido em 1832). Outros decretos do mesmo ano extinguiam a escravatura (oficialmente, uma vez que os “libertos” eram levados à força para as ilhas francesas do Oceano Índico (Maurícia]] ou “ilha Bourbon” e Reunião ou “ilha de Fança”, com o estatuto de “contratados”) e o imposto individual, substituindo-o pelo imposto de palhota, uma espécie de contribuição predial.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Prazos_da_Coroa

jueves, 13 de noviembre de 2008

Citas sobre Aculturaciones de Brasil en el Imperio Portugués

LIBRO ARRIBA: Navegação nos séculos XVII e XVIII Escrito por Lucy Maffei .PAG31 .http://books.google.es/books?id=k8-w9TZL5ScC&printsec=frontcover&lr=#PPA31,M1
nota: En laprisión de Brest-francia,aprendió savate el primer capoeirafrancés-Vidocq.

Janaína Amado Luiz Carlos Figueiredo
o Brasil no Império Português
Jorge Zahar
.........Basta lembrar a presença francesa no Brasil desde o início do século XvI, com a permanência de dois anos no Rio de Janeiro (1555-57) - quando os franceses fundaram a França Antártica, sob o comando de Nicolau de Villegaignon - e de três anos (1612-15) no Maranhão. Em 1710, chefiados por Jean Duclerc, estiveram novamente no Rio. E até o ano de 1900 a França reclamou para si o território do Amapá. Às ações dos europeus contra Portugal acrescentaram-se as dos povos nativos, pois muitos deles tentaram, e às vezes conseguiram, expulsar de suas terras os portugueses.
...........Integrado ao império português e rendendo já muitos lucros à metrópole, o Brasil ingressou nas redes internacionais de comércio, participando ativamente de uma florescente economia atlântica, que unia três continentes - América, África e Europa -, movimentava fortunas e envolvia constante troca de produtos e pessoas, e portanto também de idéias, hábitos, valores, crenças e doenças. Essa economia atlântica relacionava-se à do Índico, seja porque muitos países europeus possuíam conquistas e colônias no leste da África e na Ásia e/ou comerciavam com essas regiões, seja porque, sendo o comércio entre a Ásia e a África oriental florescente desde pelo menos o período medieval, muitas mercadorias asiáticas transportadas até a costa leste africana atingiam, a partir do século XVI, o Atlântico.
.............. Durante longo período, Portugal criou raízes em Cabo Verde, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, China, São Tomé, Índia, Brasil... Hoje, pelas antigas ladeiras de Lisboa circulam grupos de africanos, brasileiros, goenses, timorenses, macaenses etc., muitos em busca de melhores condições de vida.
.............O pequeno trecho a seguir, de uma carta escrita na Bahia pelo padre Antônio Vieira em 27 de junho de 1685 ao assistente de Portugal em Roma, padre Antônio do Rego - um clérigo português no Brasil escrevendo a um clérigo português na Santa Sé - , dá uma idéia da grande circulação de pessoas e novidades à época: "Angola arde em peste de bexigas, de que está quase despovoada. Da Índia e de como esteve Goa quase perdida darão notícias os dois padres Ciceri e Candone, que aqui chegaram arribado, um missionário da China, outro da Cochinchina." A mangueira, a jaca, a canela, o cravo, a pimenta-do-reino ("do reino", porque, embora originária da Ásia, era embarcada para a América em Portugal) vieram um dia da Ásia para o Brasil, por intermédio dos portugueses, assim como o boi foi transportado da Índia até São Tomé, de onde foi trazido para terras brasileiras. O abacaxi, a pinha, o amendoim e a mandioca, entre outros, saíram um dia do Brasil para alcançar a Europa, a África e a Ásia. A borracha foi do Pará para Moçambique e Malaca, espalhando-se pelo resto do mundo.
http://www.scribd.com/doc/2465840/brasil-no-imperio-portugues
FIEBRE AMARILLA:Página 63 Em novembro de 1685, ela desembarcou no Recife de um navio francês, o Oriflamme, procedente de São Tomé, vitimando sobretudo a população branca dos centros ...

domingo, 9 de noviembre de 2008

Afonso de Albuquerque (1453 Alhandra, Portugal - 16 de Diciembre 1515 Goa, India)

Calabar, Escrito por José da Silva Mendes Leal
http://books.google.es/books?id=AbMCAAAAMAAJ&printsec=titlepage&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=asia&f=false
libro: Los Héroes y las maravillas del mundo(pag340) http://books.google.es/books?id=575Zm4TGI_kC





En posesión de su cargo trató de conquistar Calicut sin éxito aunque si consiguió tomar posesión de Goa en 1510, convirtiéndola en capital de las Indias Potuguesas. Conquistó Ceilán y Malaca (1)(Singapur) con lo que consiguió someter a numerosas islas malayas, entre ellas Java y Sumatra. En 1513 bombardeó Adén y penetró en el mar Rojo, siendo el primer europeo que lo hizo al mando de una escuadra de guerra. inició contactos para aliarse con el negus de Abisinia y formuló el ambicioso proyecto de desviar el Nilo hacia el mar Rojo con el fin de anular la competencia de Suez a los puertos indios controlados por Portugal. A partir de 1514 se dedica a la diplomacia, firmando la paz con Calicut y enriqueciendo Goa, donde trató de crear una raza mestiza propiciando matrimonios de portugueses con indígenas. Tras su muerte su cuerpo fue enterrado en el convento de Nossa Senhora da Graça de los Religiosos Eremitas de Santo Agostinho da corte.
Dejó un hijo natural, Blas de Albuquerque, que narró la vida de su padre en la obra Comentarios do Grande Afonso de Albuquerque. Camões celebró sus empresas en Os Lusíadas.



(1)Se dice que la historia de Malasia empieza en el año 1400 con la fundación de Malaca, por un príncipe de la vecina isla de Sumatra llamado Parameswara.
Lo cierto es que en este estratégico enclave estuvieron los portugueses en 1511; los holandeses, en 1641, y los británicos, en 1824, hasta la independencia.
Fue un gran centro de negocios del sureste asiático que motivó la llegada de mercaderes de China, India y la península arábiga.http://www.tempsdoci.com/Malaca_malasia.php



NOTA: Topazes, designación que en lengua hindi, significa bilingüe , también conocidos por casados, por ser resultado de la política de mestizar iniciada por Albuquerque, en Goa, trasladada para Malaca, donde proliferan estos euro-asiáticos que en sus comunidades absorbieron chinos, esclavos de diferentes orígenes y tuvieron una gran importancia en la génesis timorense.


martes, 28 de octubre de 2008

Año 1600 -Mozambique ,aculturación Indio-Africano-Portuguesa

Os Prazos da Coroa foram uma das formas que tomou a colonização portuguesa de Moçambique.
Por volta de 1600, Portugal começou a enviar para Moçambique colonos, muitos de origem indiana, que queriam fixar-se naquele território. Esses colonos, muitas vezes casavam com as filhas de chefes locais e estabeleciam linhagens que, entre o comércio e a agricultura, podiam tornar-se poderosas.
Em 1870, era apenas em Quelimane (sem conseguir penetrar no “Estado da Maganja da Costa”) onde Portugal exercia alguma autoridade, cobrando o “mussoco”, instituído e cobrado pelos prazeiros. Isto, apesar de, em 1854, o governo português ter “extinguido” os Prazos (pela segunda vez, a primeira tinha sido em 1832). Outros decretos do mesmo ano extinguiam a escravatura (oficialmente, uma vez que os “libertos” eram levados à força para as ilhas francesas do Oceano Índico (Maurícia]] ou “ilha Bourbon” e Reunião ou “ilha de Fança”, com o estatuto de “contratados”) e o imposto individual, substituindo-o pelo imposto de palhota, uma espécie de contribuição predial.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Prazos
http://www4.fapa.com.br/cadernosfapa/artigos/4edicao/artigo7.pdf.

martes, 21 de octubre de 2008

Cipaios(Sipais) convivieron con Brasileños(Brasil aún Colonia) en Mozambique no siglo XVIIII



FOTO:Agrupamento de sipaios indígenas(Moçambique), e seu comandante europeu, no período colonial.Crédito: Parte de uma foto, autor desconhecido, propriedade de Prof. Henrique Martins.

Em 1760, a guarnição foi elevada para 10 companhias e no ano seguinte para 11.Os soldados chegavam principalmente de Portugal, de Goa e, na segunda metade da centúria, do Brasil, na sua maioria, como degredados. Contudo, os reforços enviados para Moçambique eram, em geral, diminutos e, mesmo procedendo ao recrutamento local, raramente o regimento estava completo.No século XVIII, os portugueses deparavam com dificuldades crescentes para preencher o regimento de infantaria de Moçambique. Não só o Brasil atraía a maior parte dos que saíam de Portugal, como a elevada mortalidade verificada na costa oriental africana contradizia qualquer esforço de completar o exército com reinóis. Desenvolvendo um discurso sobre a inadequação dos soldados europeus ao meio moçambicano, durante a segunda
metade da centúria, a administração da colónia tentou encontrar alternativas no quadro do Índico. As soluções ensaiadas centraram-se, numa primeira fase, no recurso aos cipaios (Sipais) importados da Índia para conduzirem, posteriormente, ao recrutamento para o exército regular de soldados naturais da colónia, nomeadamente dos patrícios, nos Rios de Sena, e dos macuas
e suaílis, no litoral da ilha de Moçambique. Esse processo desembocaria no projecto, formulado na colónia e desenvolvido em Lisboa, de naturalizar o regimento de Moçambique, reservando o oficialato para os europeus. Não obstante, os inúmeros obstáculos levantados ao recrutamento local inviabilizariam a constituição de um regimento completamente preenchido
com gente da colónia. Integrando um longo processo de trocas intercoloniais entre a Índia
e Moçambique
, a experiência de recrutamento de cipaios indianos, a que sucedeu a constituição de companhias de cipaios moçambicanos, reflectirse- ia em Moçambique não apenas em termos militares, como também lingüísticos. De facto, a designação de cipaios importada da Índia transitou para os soldados africanos, incorporando-se na terminologia marcial moçambicana. Primeiro, para identificar as companhias de naturais da colónia que integravam o exército regular português, como foi o caso da companhia de macuas e suaílis da Terra Firme. Progressivamente, essa denominação estendeu-se a quaisquer combatentes africanos. As descrições sobre os confrontos militares oitocentistas identificam os combatentes moçambicanos,
tanto os soldados regulares ao serviço do exército português como os que eram mobilizados pelos senhores dos prazos, como cipaios89. As denominações locais para os soldados moçambicanos, como “cafres de arco” e achikunda, foram progressivamente elididas pela nomenclatura indiana.