sábado, 5 de septiembre de 2009

Macro aculturaciónes en Brasil-Rastro de la Capoeira ó de las Capoeiras






A escravidão no Brasil‎ - Página 40de Jaime Pinsky - 2000 - 95 páginas
Estimativa de desembarque de africanos no Brasil por década (de 1530 a 1850) Fonte: Estatísticos históricas do Brasil. IBGE, 1987, p. 58. ...



NOTA DEL PESQUISADOR:Todas la fechas del diagrama constan en la Sala de Pesquisas.

¿Sega en Brasil? denominada Chiba ó Chica (Berimbau)

RECORTE DE LIBRO:
festas e tradicoes populares do brasil‎ - Página 239de melo morais filho Durante o século XIX, no Brasil, em jantares festivos, comemorações íntimas, ... (3) Não conheço Chiba no norte do Brasil Pereira da Costa ...
SEGA: Danza "CHICA" en Brasil:



de Mário D. Frungillo - 2003 - 424 páginas
Plural de "chingan- ga" (África). viola Cordof. perc., sf, pl. ... quando toca em dupla ou no trio de "berimbaus" estilo 'angola' (Brasil). viola de arame

José Mariano de Albuquerque Cavalcante PRECURSOR de la Ginástica Brasileira fué deportado en Asia

A busca de uma prática esportiva ou de uma Ginástica Brasileira teve um marco na Assembléia Constituinte instalada logo após a Independência do Brasil, em cuja sessão de 04 de junho de 1823, o Deputado pela Província de Minas Gerais, Padre Belchior Pinheiro de Oliveira, em nome da Comissão de Instrução Pública, apresentou um projeto de estimulo aos gênios brasileiros para elaborarem um tratado completo de educação, o qual recebeu do Deputado pela Província do Ceará José Mariano de Albuquerque Cavalcante, a seguinte emenda:
“Art. 1- A pessoa que apresentar no prazo de um ano contado da promulgação deste projeto, um plano de Educação Física, Moral e Intelectual, se for cidadão brasileiro será declarado benemérito da Pátria, e como tal atendido aos postos e empregos nacionais, segundo a sua classe e profissão; se for estrangeiro ou cidadão do Brasil, dar-se-lhe-á uma medalha distintiva.
Art. 2- Criar-se-á um segundo prêmio pecuniário para aquele que apresente um plano de Educação somente Física ou Moral ou Intelectual
”51. Todavia, havendo o referido projeto recebido um grande número de emendas, ficou deliberado que o mesmo voltasse à referida comissão para receber nova redação, o que aconteceu, embora nunca mais retornasse ao plenário. No entanto, permaneceu a idéia de uma Educação Física Nacional, cujos debates se
seguiriam nos anos futuros.
fuente:História da Capoeira
CURIOSIDAD:
José Mariano de Albuquerque Cavalcanti (Santana do Acaraú, 20 de maio de 1772Magé, 1844) foi um político brasileiro.
Foi presidente das províncias do Ceará, de 8 de outubro de 1831 a 23 de novembro de 1833, e de Santa Catarina, de 4 de novembro de 1835 a 28 de maio de 1836, quando passou o cargo ao vice-presidente Francisco Luís do Livramento, que governou o estado interinamente até 24 de janeiro de 1837.
Nasceu na Fazenda Pau Caído, município de Santana do Acaraú. Filho de Antônio Coelho Albuquerque, pernambucano, e Maria da Conceição do Bonfim, de Sobral. Mudando-se para Recife, ingressou na carreira das armas, tendo participado da Revolução de 1817, o que lhe valeu a prisão "de corrente no pescoço" e sofrimentos na Bahia e em Lisboa. Anistiado e restituído à sua patente militar, nela foi reformado. Acusado do assassinato do brigadeiro Manoel Joaquim, foi condenado a degredo perpétuo numa das prisões da Ásia, pena que não foi cumprida. Perdoado, voltou ao Recife, onde concorreu para a deposição da junta organizada com a expulsão de Luís Rego.
Bibliografia
Girão, Raimundo. Evolução Histórica Cearense.
Barão de Studart, Dicionário Bio-Bibliográfico Cearense e Geografia do Ceará

http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Mariano_de_Albuquerque_Cavalcanti

viernes, 4 de septiembre de 2009

Otros Capoeiras de Feira de Santana ,donde Cisnando Lima tenía una "Fazenda" y donde era natural el padre de Bimba

FOTO:Bimba y Cisnando
Nascido Manoel dos Reis Machado, Mestre Bimba (1900-1974) era filho de Luís Cândido de Machado, caboclo de Feira de Santana, e Maria Martinha do Bonfim, negra do Recôncavo.Segundo Héllio Campos, Bimba deu os primeiro passos na capoeira aos 14 anos, com o pai, que foi campeão de batuque, e com Mestre Bentinho, africano que era capitão da Companhia de Navegação Baiana.“



NOTA DEL PESQUISADOR: José Cisnando Lima tenía una "Fazenda " en Feira de Santana/Ba. Los siguentes CAPOEIRAS son nacidos en FEIRA DE SANTANA y residentes en BROTAS/BA:



-José Albino dos Santos(Zebedeu) nacido en 1891, pardo, alfabetizado, ocupado en policial, vigia, sapateiro, capanga.(Tuvo un proceso criminal en 1917)-pag 130.

-Martins Silveira Lima, nacido en 1892, mestiço, alfabetiçado, ocupado en pedreiro, carregador, trabalhador de trapiche .(Tuvo una "briga" en 1913)-pag 41.

Recordemos también a :
-Manuel Enrique Pereira (Besouro Mangangá/Cordao de Ouro),negro, nacido en 1895 en Santo Amaro da Purificaçao, analfabeto, soldado do exercito/ saverista, residente en Santo Antonio do Rio Fundo.

FUENTE:(PAG 61) A MALANDRAGEM DA MANDINGA: o cotidiano dos capoeiras em. Salvador na República Velha (1910-1925)
Capoeira José Albino dos Santos, vulgo Zebedeu.
José Albino, também chamado na imprensa de “Zebedeu do Cova", parece ter entrado para a polícia como prêmio pelos serviços de capangagem prestados a autoridades policiais. A 12 de outubro de 1916, quando já era agente da Brigada policial, foi encarregado de prender Manduca
Moleque, que na noite anterior havia arrombado uma casa na Baixa dos Sapateiros e, junto com outros indivíduos, espancado e rasgado as roupas de uma residente do prédio. Manduca Moleque não foi capturado,mas desde então ele e Zebedeu tornaram-se inimigos. Meses depois, os dois se encontraram numa casa de jogo do bicho, e como Manduca, apesar de ter iniciado o conflito, acabou recebendo um tiro na mão, ambos foram presos e processados. Talvez a prisão do policial tenha alguma conexão com a sua reputação. Muitas pessoas testemunharam a seu favor, mas sempre deixando escapar que Zebedeu era um “tipo suficientemente conhecido pelas suas desordens". Apenas o sargento Péricles Moreira ressaltou que ele havia sido “regenerado". Já Manduca Moleque, carioca e chofer, foi descrito por todas as testemunhas como um “terrível desordeiro", de “péssimo comportamento" e “comprador de briga". Segundo consta na documentação policial, Manduca veio para a Bahia expulso pelas autoridades do Rio de Janeiro, e em Salvador já fora preso umas três vezes. No final do processo, ele foi enquadrado no artigo 303 – crime por lesão corporal –, e o policial Zebedeu foi inocen- tado, porque Cosme de Faria, seu defensor, alegou de modo convincente que os tiros haviam sido dados em legítima defesa, apenas. 71APEBA, processo crime de José Albino dos Santos, “Zebedeu" (réu) e Manuel Bonifácio do
Espírito Santo, “Manduca Moleque" (vítima), códice 215/27/15, ano 1917

lucha malgache-Capoeira

NOTA DEL PESQUISADOR:Debido a la prohibición del uso de armas en 1890,pudo desasparecer del "Jogo" el "pau" que usa el arbitro observado en los grabados de Rugendas:
"O Código Penal da República dos Estados Unidos do Brasil, instituído pelo Decreto 847 em 11 de outubro de 1.890 e que esteve em vigor até meados da década de 1.960, deu em seu Capítulo XIII tratamento específico ao assunto, intitulado: “Dos Vadios30 e Capoeiras”, nos artigos que se seguem: “Art. 402- Fazer nas ruas e praças públicas exercício de agilidade e destreza corporal conhecida pela denominação de capoeiragem: andar em carreiras, com armas ou instrumentos capazes de produzir lesão
corporal
, provocando tumulto ou desordens, ameaçando pessoa certa ou incerta, ou incutindo temor de algum mal; Pena- De prisão celular de dois a seis meses. A penalidade é do art. 98."

30 Há que se ter cuidado com o vocábulo “vadio”, descrito na legislação, pois é comum aos habitantes do norte
de Portugal trocarem o “v” pelo “b”, posto que se utilizam ainda hoje da palavra “badios” pronunciada por
“vadios” para designarem os negros das ilhas da costa africana. Assim, pode ser que esta legislação não esteja se
referindo àqueles que estavam “ociosos”, mais sim aos “negros africanos” que estavam ociosos e aos capoeiras.
fuente: História da Capoeira
OBSERVACIÓN: Ver que hay un árbitro en el combate descrito en el recorte del libro.

Le mariage des cultures à l'île de la Réunion‎ - Página 56de Françoise Dumas-Champion - 2008 - 307 páginas
... Encore appelée « batay kréol », le terme de cette lutte rituelle originaire

La lucha malgache se practica esencialmente en las aldeas de la costa. Esta manifestación deportiva que pone cara a cara a dos jóvenes es a menudo la ocasión de reunir una parte de la población, la cual clama su entusiasmo y anima a sus luchadores preferidos. En Analalava (noroeste) la tradicional partida de "Moraingy" viene interrumpir la tranquilidad y la inactividad dominical. En la plaza central se forma entonces un círculo que rodea y alienta a los protagonistas. Menos brutal que el boxeo, este deporte exige agilidad, rapidez y tacto. "Grands écarts", manos contra manos, brincos. En otro tiempo, este deporte espectacular y físico era una manera de prepararse al combate.
http://le.phoenix.mg.site.voila.fr/sports/moraingy.html

Capoeira,el viaje de ida y vuelta

Que vió Benedito en Bahía?

DIBUJO: SAN-SALVADOR
Dess. d'ap. nat. par Rugendas -- Lithographie de Sabatier, fig. par Wattier.19ème livraison (octobre 1835)
Nota de pesquisador
:Pastinha comezó con 10 años(1899) a aprender Capoeira con Benedito que contaba en la época con 80 años. Habría nacido en 1819.Benedito,llegó joven a Bahía y tuvo que conocer la Capoeira (Moringue malgache).
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp020539.pdf

A capoeira angola na Bahia‎ - Página 35
de Bola Sete - 2005 - 197 páginas ..Benedito e quando me ensinou o jogo tinha mais idade do que eu hoje...Mestre Pastinha faleceu em 1981, aos 92 anos de idade, dos quais 82 dedicados à causa da capoeira. Levou 8 anos na Marinha de Guerra, onde foi músico e
Otras citas:
http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/05/ex-escravo-benedito.html

http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/08/capoeira-en-el-microscopio.html

Importancia del ritual

Pedro Pipoca (amigo de Pedro Porreta) tenía tatuado el Signo de Salomón con tres cruces encima.También,el policía y capoeira Arestides de Santana asesinado por Ignácio Loyola teníia tatuado una cruz y el Signo de Salomón.
FUENTE:(PAG 114) A MALANDRAGEM DA MANDINGA: o cotidiano dos capoeiras em. Salvador na República Velha (1910-1925)
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp020539.pdf
DECCARGA: http://www.4shared.com/file/64853485/ea66db49/Adriana_Albert_Dias_-_A_malandragem_da_mandinga_O_cotidiano_dos_capoeiras_em_Salvador_na_Repblica_Velha__1910_-_1925_.html
Diseño: Umbanda http://revistas.ucm.es/ghi/05566533/articulos/REAA8484110227A.PDF
Diseño: (UNA ESTRELLA)
Signo de Salomón-Academia Mestre Bimba.
3ª Cantiga – retrata o lado mandingueiro do capoeirista, ou seja a parte do feitiço, das rezas, do corpo fechado contra os inimigos e a inveja.
O Mestre Moura (Apud CAPOEIRA, 1992. p.82) comenta que o capoeirista geralmente tinha seu santo, que era oxóssi ou ogum. No pescoço não dispensava patuás, pequenas bolsas de pano cru com orações fortes e amuletos para evitar os maus momentos como o "cinco Salomão" (Signo de Salomão, uma estrela de cinco pontas encimada por uma cruz) e as iniciais "JMJ" ( Jesus, Maria, José) de prodigiosos efeitos contra malefícios, mormente as tramas dos desafetos, morte em combate, etc.
A oração de São Salomão, muito conhecida dos velhos mestres da mandinga, era a mais comum entre os capoeiristas, terminava assim:
"Fecha-te corpo
guarda-te, irmão,
na santa arca de Salomão".
Mandigueiro
Agora sou mandigueiro!
Olho grande não me pega,
Nem inveja me derruba
Nem feitiço me atinge!
Eu sonhei
Que uma cabocla me dizia
Que eu tenho na minha vida
É inveja de olho grande
De um grande amigo meu
Se banha com guinéu-pipiu
Junto com arruda-fêmea,
Procura abre-caminho
Com espada-de-São-Jorge
Três punhados de sal grosso
E comigo-ninguém-pode
Se banha segunda, quarta e Sexta-feira
Uma vela acenderas
Pro amigo e pro inimigo
Olho grande não me atinge
Que eu sei rezar quebrante
É por isso que eu digo
Que agora sou mandigueiro.
(Mestre Leopoldina)



Capoeira: De arte negro a deporte blanco •
Capítulo 5 del libro Cultura Negra en el Cono Sur: Representaciones en conflicto. Alejandro
Frigerio, 2000. Buenos Aires: EDUCA. Publicado originalmente en portugués, como “Capoeira: De Arte Negra a Esporte Branco”. Revista Brasileira de Ciências Sociais 4(10): 85-98. Revista de la Associação Nacional de Posgraduação e Pesquisa em Ciências Sociais (ANPOCS). Rio de
Janeiro. 1989.
7) Importancia de lo ritual: Aunque en menor cantidad que en la capoeira tradicional, sigue habiendo reglas no escritas para el correcto desempeño en un jogo. Hay, sin embargo, ciertos aspectos que podríamos calificar como ritualísticos que raras veces se ven fuera de academias de Angola (como la denominada pedida de aú o chamada ), y también gestos rituales propios de la capoeira tradicional que, quizás por desconocimiento o por reinterpretación, se sustituyen por otros. Entre éstos, podemos mencionar la costumbre –observada en algunas academias de São Paulo- de “pedir a benca do berimbau” que consiste en llevar la mano hacia el extremo inferior del berimbau y luego hacer la señal de la Cruz, antes de salir al jogo. Esto reemplaza a los gestos que en el mismo momento realiza el angoleiro invocando protección (trazar el signo de
Salomão(1)
,
etc.). En el Sur, también, en algunas academias se toca el piso(2) frente al berimbau inmediatamente después de concluir el jogo , costumbre que tampoco se observa en la capoeira tradicional.









(2) En el arte Moringue Reunionés , se limpia el suelo (Roda) con la mano. http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/05/si-es-capoeira-malgache-y-brasileira.html

1921-Jogo do Tombo-Capoeira

video:JOGO DO TOMBO-Malgache
http://www.youtube.com/watch?v=F0R8RbE4lu0&eurl=http%3A%2F%2Fvideo%2Egoogle%2Ees%2Fvideosearch%3Fq%3Dwrestlig%2Bmalgache%26hl%3Des%26emb%3D0%26aq%3Df&feature=player_embedded

foto:Ilustração: Três amigos, três caricaturistas, três artistas: Raul Pederneiras, Luiz Peixoto e Kalixto

Raul Pederneiras escreveu que “O principal objetivo do capoeira era o tombo, empregando para isso variados. expedientes.A defesa Nacional.A Revista da Semana 7.05.1921.(Pag 70)


http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp020539.pdf





A MALANDRAGEM DA MANDINGA: o cotidiano dos capoeiras em Salvador ... - (pag 70)
Formato de archivo: PDF/Adobe Acrobatque o “jogo do tombo” fosse uma outra maneira de se refe .


http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp020539.pdf


Otras citas:
Capoeiras: Bahia, século XIX : imaginário e documentação‎ - Página 89de Frederico José de Abreu - 2005
Há outros aspectos da notícia que merecem consideração: a indicação do jogo do tombo (supostamente capoeira) como um costume dos africanos; ea proximidade rir à capoeira, já que a finalidade. 137. Diário de Notícias, 29.10.1919. 138. VIANNA, Antônio.



Ao som do Berimbau: Capoeira, arte marcial del Brasil‎ - Página 94



de Formado Comprido - 220 páginas
Tombo: caída, tumbo, voltereta. V. Caerse, dar volteretas, desplomarse



A capoeira angola na Bahia‎ - Página 142


de Bola Sete - 2005 - 197 páginas
... (Folclore) Pau... pau... pereira o pontapé do capoeira é um pedaço de pau olha o tombo da rasteira olha a força da ponteira Coro: Pau... pau... pereira.

Que ocurrió en este Simposio?

Que ocurrió en este Simposio?
Respuesta de A.L. Lacé:(4/09/2009)

Prezado Grande Pesquisador das Alturas, digo, das Astúrias!Seu trabalho realmente merece uma grande "costura" (leia-se: livro!).Quanto a sua pergunta - resultados práticos do Simpósio - creio que mandei para você um livreto, inspirado em literatura de cordel, que fiz alguns anos atrás sobre capoeira.Às páginas tantas gloso esses seminários & simpósios etc:

XI – Congressos Eleitoreiros & Turísticos

Só de “primeiro congresso”

mais de cem já freqüentei

mas sempre deles regressos

em entender o que escutei

Boa parte é queima de verba

em grandes fogueiras de vaidade.

Pobre de quem se exacerba

perdendo tempo e serenidade

Em toda época de eleição,caramba, como tem candidato

mostrando preocupação

com nosso confuso desiderato

Pois a união da Capoeira em véspera de eleição

seria vitória certeirapara qualquer sabichão

O que seria bom, certamente

e acabaria com todo mal

se a união fosse permanente

e não mera promessa eleitoral

Continuo, entretanto, otimista

pois é flagrante a renovação

o novo pesquisador-capoeirista

buscando a verdadeira razão

Todos, finalmente, exigindo

a verdade e não a versão

Para que, afinal, ficar fingindo?

Capoeira não precisa disto, não.

XII - Mestres Emergentes e Grandes Mestres...........................................................Mas exagerei, não é bem assim, toda reunião, pode até ser cansativa, mas sempre dá alguma contribuição.O grande inimigo, portanto, não são as reuniões (congressos, simpósios, oficinas, seminários etc), e sim o marketing mentiroso que, às vezes, é montado em cima dessa ou daquela reunião.Tem acontecido muito na Mundo da Capoeira, onde o próprio capoeirista, flagrantemente, está preferindo a versão fantasiosa à realidade.Fersen foi o grande nome desse Simpósio, Fersen Cigano como eu o chamava, não sei por onde anda, merecia ser entrevistado longamente.Não participei, estava em Nova Iorque em pleno mestrado (prova comprobatória em anexo).

Em tempo:

Assim como o evento no Parque Odeon foi coordenado por um major da Inteligência, também esse Simpósio teve a chancela militar (Aeronáutica). Levantaram a ficha de todos que participaram, segundo Fersen, detectaram alguns esquerdistas e dedos-duros. Veja bem, essa parece a história e a sina da Capoeira e do próprio Mundo

jueves, 3 de septiembre de 2009

1724-Fin de la piratería en el Indico-esclavos malgaches a Brasil y Antillas

RECORTE LIBRO:
Le Menabe: histoire d'une colonisation‎ - Página 24de Bernard Schlemmer - 1983 - 267 páginas
... bœufs et riz ; de plus le commerce des esclaves pour les Antilles, le Brésil
OTRAS CITAS:
1719-Illa de Sao Lourenço- Trata de esclavos

1720-***Malgaches bautizados es Brasil

1720-1760***Esclavos Malgaches es Brasil

Aculturación Mozambique ,Reunión y Brasil





DA PROIBIÇÃO A INSTITUCIONALIZAÇÃO: O PROCESSO DE RESSIGNIFICAÇÃO DA CAPOEIRA
Prof. Ms. Jorge Felipe Fonseca Moreira.
PPGEF/ UGF-LIRES / UNIPLI/ UNISUAM
Prof. Dra. Nilda Teves Ferreira.
PPGEF/UGF - LIR
...............................Nestas rodas, quando se transgredia as regras e se pegava o dinheiro com a mão, o tempo fechava e não raro havia necessidade de intervenção policial, alimentando ainda mais o imaginário marginal da capoeira, nos remetendo ao tempo dos valentões. Atenilo conhecido como o relâmpago da capoeira regional diz em entrevista a mestre Itapoan (1991) que nessas rodas valia tudo.
Porque na hora de panhá o dinheiro, naquele tempo quando a capoeira tava boa, o pessoá, os turistas, jogavam dinheiro na roda, porque o pessoá queria ver panhá o dinheiro com a
boca
. Ai quando ele, o gigante, via o dinheiro, o graúdo, ele largava o pé na cara do outro, quebrava a cara do outro, o cara não gostava, metia a mão na navalha, era ai que ele
jogava a pimenta ou a areia nos olhos dele... (ATENILO apud ITAPOAN, 1991)

http://portalrevistas.ucb.br/index.php/efr/article/view/888/811
Otra fuente:( pag 112) apanhar dineiro-Boca http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/cp020539.pdf

miércoles, 2 de septiembre de 2009

1934-Fué Noel Rosa practicante de Capoeiragem?


Parece ser que Noel Rosa luchó con Kid Pepe ,veterano boxeador .



POLÊMICA: WILSON BATISTA X NOEL ROSA:http://jorgerocha.redeaberta.com.br/?p=146






"Navalha não corta seda": Estética e Performance no Vestuário do Malandro*




"Navalha não corta seda": Estética e Performance no Vestuário do Malandro*Aos poucos, sob a imagem do malandro estilizado, sempre elegante e alinhado, que mais prefere o jogo, a lábia, o conto, o golpe, surge o capoeira das lutas políticas nas ruas, os valentes de petrópolis e navalhas à mão, que fazem da violência mais do que um ganha pão, senão um estilo de vida21. Era assim no tempo do Camisa Preta.




21É notório o parentesco entre o malandro e o capoeira, embora sejam personagens distintos. Inicialmente, a diferença consiste no fato de o capoeira, enquanto grupo social, estar relacionado à política do Brasil Império, ao passo que o malandro se confunde com o sambista. Porém, ambos são personagens identificados com o espaço urbano, sendo protagonistas de uma verdadeira cultura das ruas. Os capoeiras sofreriam duríssima repressão republicana até sua extinção, no início do século XX. Entre outras coisas, contribui para manter a confusão entre o malandro e o capoeira, além da presença de outros adjetivos como bambas e vadios, o fato de uns e outros tomarem emprestado objetos e técnicas corporais que os caracterizam, por exemplo, a navalha, o jogo da capoeira, o vestuário. Mesmo que o simbólico terno de linho branco do vestuário malandro esteja associado à profissionalização do sambista a partir dos anos 30 ou, como identifica Claúdia Matos, op. cit., a política estadonovista obrigou o malandro a regenerar-se, nos anos 40, encontrando no seu traje um modo de se apresentar como bom moço; posteriormente, nos anos 50, nos tempos da chanchada, o malandro tiraria o terno e, no seu lugar, passaria a usar uma camisa listrada, o fato é que, já na época dos capoeiras, ocasionalmente, a elegância no vestir já era preocupação de alguns indivíduos. São inúmeras as referências neste sentido, a começar pelos lenços brancos e vermelhos, usados no pescoço, que funcionam como símbolos de identificação das duas principais maltas da época: guaiamus e nagoas. A este respeito, ver, principalmente, Carlos Eugênio Soares, A Negregada Instituição – Os Capoeiras no Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, SC-DGDI-DE-RJ, 1994, p. 335; [ ]e Marcos Luiz Bretas, "Navalhas e Capoeiras – Uma Outra Queda", Ciência Hoje – Especial República, Rio de Janeiro, n. 59, novembro de 1989, pp. 56-64. [ ]http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-77042006000100007&lng=e&nrm=iso&tlng=e#top21









A Carioca




1877 – MARTINS (1989, in MARTINS, Dejard. ESPORTES: UM MERGULHO NO TEMPO. São Luís: (s.n.), aceita a capoeira como o primeiro “esporte” praticado em Maranhão tendo encontrado referência à sua prática com cunho competitivo por volta de 1877.
“JOGO DA CAPOEIRA “Tem sido visto, por noites sucessivas, um grupo que, no canto escuro da rua das Hortas sair para o largo da cadeia, se entretém em experiências de força, quem melhor dá cabeçada, e de mais fortes músculos, acompanhando sua inocente brincadeira de vozarios e bonitos nomes que o tornam recomendável à ação dos encarregados do cumprimento da disposição legal, que proíbe o incômodo dos moradores e transeuntes”. (MARTINS, 1989, p. 179)


NOTA DE Leopoldo Vaz:
Em Martins, aparece duas datas: 1835 e 1855; só que o jornal que cita – e vi no original, no próprio jornal! – a data de 1835 – o jornal citado só circulou por dois anos – 1834 a 1836... quanto a data de 1877, também aparece na imprensa, falando-se de uma competição de capoeiras... a fonte é Martins, Dejard - esporte um mergulho no tempo, confirmada nos jornais da época, existentes na biblioteca publica aqui do estado... mantive a fonte secundária, para valorizar a pesquisa do jornalista... mas confirmada nos jornais da época.... tambe,k ciatada...

martes, 1 de septiembre de 2009

Miguelzinho ,campeón sudamericano de Capoeira recordado por Nelson Gonçalves


Nelson Gonçalves (Junio 21, 1919 - Abril 18, 1998) fue un cantante y compositor brasileño. Nació en Santana do Livramento, Rio Grande do Sul y creció en Sao Paulo. Principalmente, el género de su música es samba y su periodo de actividad musical fue entre 1941 y 1998, y llegó a vender más de 50 millones de discos, siendo el segundo mayor vendedor de discos brasileño, tras Roberto Carlos. Fue uno de los más populares cantantes brasileños de los años 50.
Nelson tuvo una productiva colaboración con el letrista Adelino Moreira y grabó con él numerosos álbumes de gran éxito.
Su vida personal está teñida por su adicción a la cocaina, que le hizo destruir su carrera. Tras su muerte en 1998, fue enterrado en el cementerio de São João Batista en Rio de Janeiro.
Mayores éxitos ,1957 - História da Lapa

Berimbau (Bobre) en ritos funerales -Madagascar


Voyage à Madagascar et aux îles Comores (1823 à 1830) Escrito por B. F. Leguével de Lacombe, Eugène de Froberville. http://books.google.es/books?id=jvwRAAAAYAAJ&printsec=titlepage&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false

Bobre,Berimbau africano en Madagascar:


Recorte libro:Connaissance de Madagascar Escrito por Louis Philibert Lacaille.http://books.google.es/books?id=aolyzeKfunMC&printsec=titlepage&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false


Bobre,Berimbau africano en Madagascar:

Histoire et géographie de Madagascar depuis la découverte de ... - Resultado de la Búsqueda de libros de Google
de Henry d' Escamps, Macé Descartes - 1846 - Ethnology - 452 ... Le bobre est simplement un long arc, fait d'une tige de bambou ou d'une gaule d'un autre bois. La corde qui le tend est ordinairement en fil de fer ou en laiton .
Voyage à Madagascar et aux îles Comores (1823 à 1830)‎ - Página 111de B. F. Leguével de Lacombe, Eugène de Froberville - 1840
Le soir des chants funèbres accompagnés par le bobre africain 1 ... instrument est simplement un long arc , fait d'une tige de bambou ou d'une gaule d'un

Memórias de um sargento de milícias- Chico Juca ,um valentão que batia por dinheiro,


Memórias de um sargento de milícias
Manuel Antônio de Almeida
Tomo I
Capítulo XV
Estralada
................O Chico-Juca era um pardo, alto, corpulento, de olhos avermelhados, longa barba, cabelo cortado rente; trajava sempre jaqueta branca, calça muito larga nas pernas, chinelas pretas e um chapelinho branco muito à banda; ordinariamente era afável, gracejador, cheio de ditérios e chalaças; porém nas ocasiões de sarilho, como ele chamava, era quase feroz. Como outros têm o vício da embriaguez, outros o do jogo, outros o do deboche, ele tinha o vício da valentia; mesmo quando ninguém lhe pagava, bastava que lhe desse na cabeça, armava brigas, e só depois que dava pancadas a fartar é que ficava satisfeito; com isso muito lucrava: não havia taverneiro que lhe não fiasse e não o tratasse muito bem.

..............Deixando o Chico-Juca, o Leonardo foi procurar o Vidigal, e deu-lhe parte do que naquela noite havia em casa da cigana, e afiançou-lhe que a coisa acabava por força em desordem. Portanto cumpria que o Sr. major por lá aparecesse para o que desse e viesse.
...............................Mal tinha pronunciado estas palavras quando o Chico-Juca, arrancando-lhe a viola da mão, bateu-lhe com ela em cheio sobre a cabeça; o rapaz reagiu, e começou a confusão.
O Chico-Juca foi acometido por um pouco; porém ligeiro e destemido, distribuía a cada qual o seu quinhão de cabeçadas e pontapés: algumas mulheres meteram-se na briga, e davam e levavam como qualquer; outras porém desfaziam-se em algazarra. De repente o Chico-Juca embarafustou pela porta fora, e desapareceu.
Era tempo, porque não se tinha passado muito tempo quando assomou na porta, que ele deixara aberta, a figura tranqüila do Vidigal, rodeada por uma porção de granadeiros. O Chico-Juca tinha-lhes escapado, apesar de o terem visto quando saía, porque o major, sendo nessa ocasião poucos os soldados, não quis mandar segui-lo com medo que lhe faltasse gente, pois via que dentro da casa o negócio estava feio. Entrou, pois, deixando-o passar.
http://www.cervantesvirtual.com/servlet/SirveObras/01371307655691685220035/p0000001.htm?marca=FADO%20#167

domingo, 30 de agosto de 2009

Movimiento de esclavos y mercancías en Mozambique

RECORTE LIBRO:História e cultura afro-brasileira Escrito por Regiane Augusto de Mattos. http://books.google.com/books?id=S5Kp9R2b4_wC&printsec=frontcover&hl=es&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false
Moçambique como centro de articulação do comércio português do Índico Afro-Asiático

Corcino Medeiros dos Santos
Universidade de Brasília – UnB

Porto de Moçambique entre agosto de 1765 a agosto de 1766 registra:

ENTRADA SAÍDA
01 inglês 02 para São Lourenço (Madagascar)
03 de Sena 02 para Ilhas Maurícias
02 de Goa 01 para Rio de Janeiro
01 de Diu 01 para Inhambane
01 de Damão 01 para Sofala
03 de Quelimane 02 para Quelimane
01 de Maurícias 01 para Cabo das Correntes
01 do Rio de Janeiro 02 para Rios de Sena
01 de Lisboa 02 para Goa
01 de Bengala 01 para Diu
02 de Inhansbane 01 para Damão
17 16
FONTE: A.H.U. Moçambique, caixa 25 doc. 97
.....................O tráfico de escravos aumentou extraordinariamente. Já fizemos referência à fase dos escravos. Em 1762 saia pouco mais de 1.000 escravos por ano, em 1799 a média era superior a 5.000 e, entre 1815 e 1820, foi de 15 a 20.000 escravos por ano (CARLOS SERRA, 1988).
http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/aladaa/corsino.rtf

1500-Brasil ,aculturación Afro-Asiática

Castilla y Portugal en Asia, 1580-1680: declive imperial y adaptación Escrito por Rafael Valladares
http://books.google.es/books?id=BB9BmCJ0EQsC&printsec=frontcover&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false