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martes, 1 de septiembre de 2009

Miguelzinho ,campeón sudamericano de Capoeira recordado por Nelson Gonçalves


Nelson Gonçalves (Junio 21, 1919 - Abril 18, 1998) fue un cantante y compositor brasileño. Nació en Santana do Livramento, Rio Grande do Sul y creció en Sao Paulo. Principalmente, el género de su música es samba y su periodo de actividad musical fue entre 1941 y 1998, y llegó a vender más de 50 millones de discos, siendo el segundo mayor vendedor de discos brasileño, tras Roberto Carlos. Fue uno de los más populares cantantes brasileños de los años 50.
Nelson tuvo una productiva colaboración con el letrista Adelino Moreira y grabó con él numerosos álbumes de gran éxito.
Su vida personal está teñida por su adicción a la cocaina, que le hizo destruir su carrera. Tras su muerte en 1998, fue enterrado en el cementerio de São João Batista en Rio de Janeiro.
Mayores éxitos ,1957 - História da Lapa

domingo, 23 de agosto de 2009

Malandro á Moda Antiga

Foto :Kid Morengueira:http://cliquemusic.uol.com.br/artistas/moreira-da-silva.asp

Malandro à Moda Antiga:
Anacrônico. Esta, talvez, seja a palavra que melhor traduz a impressão provocada por Moreira da Silva, quando, pouco tempo antes de sua morte, no ano 2000, o famoso sambista de breque ainda aparecia em público trajando sempre um indefectível terno de linho branco, sapato de duas cores e chapéu de panamá, à moda dos antigos malandros da Lapa. Kid Morengueira, este era o apelido de Antônio Moreira da Silva, descrevia sua indumentária dos anos 30, assim:
Nas folgas eu metia um 'choque' [roupa fina e engomada] e aparecia no 'ponto' [praça Tiradentes] como mandava o figurino, com meu linho branco HJ S120, camisa de seda 22 'momos' [chamada assim porque era importada de contrabando do Japão] e minha botina de pelica com botões de madrepérola. Isso era o fino do trajar de então6.
No Tempo do Camisa Preta
Camisa Preta – o nome é o registro de um hábito desta personagem, que só usava camisa de cor negra – foi mais um dos muitos malandros que engrossaram a lista dos temíveis e respeitados valentes que povoaram as ruas da Lapa até os idos de 40. Nomes como Sete Coroas, Meia Noite, Miguelzinho da Lapa, Joãozinho da Lapa, Nelson Naval, Madame Satã, etc. ainda hoje são lembrados por muitos cariocas que vêem no malandro dos anos 30/40 a antítese dos bandidos atuais. Daí, numa clara referência ao imaginário dos contos populares, Wilson Batista falar em História de Criança (samba de 1940) do malandro, como se o mesmo já fosse coisa do passado, a figura de um tempo longínquo e imemorial, capaz de produzir medo, quem sabe, somente nas crianças: As histórias de malandros / que eram tipos assim / chinelo cara de gato / bem brasileiro mulato / trazendo uma ginga no passo / violão debaixo do braço / gostando da Rosinha ou Risoleta / assim vivia o malandro / no tempo do Camisa Preta22.

http://www.revistapesquisa.fapesp.br/scielo142/identidadesocial.htm

2.1.4.1 - RIO DE JANEIRO: 1900 - 1930 (Nestor Capoeira)
A Lapa boêmia começou a crescer por volta de 1910 e atingiu seu período de ouro mais ou menos entre o final dos anos quarenta (1940)... Os bares: o Siri, o Café Colosso, o Capela, o Café Bahia, o Imperial. Os cabarés: o Apolo, o Royal Pigalle, o Vienna Budapeste, o Novo México, o Casanova, e o incrível Cu da Mãe. O Cassino High Life...
Parisienses, polacas e brasileiras. Leonor Camarão, que morreu enquanto tomava um banho de champanhe. Boneca, por quem mais de um homem se matou...
Mas outros lugares como o Mangue, a Saúde, a Praça Onze e o Cais do Porto também abrigaram muitos malandros... Meia-Noite, Beto Batuqueiro, Edgar, Sete-Coroas, Miguelzinho e muitos outros...
A partir de 1937, a vida do malandro vai ficando mais difícil. O Estado Novo de Getúlio Vargas, com sua ideologia de culto ao trabalho e à produção, inicia uma severa repressão aos "ociosos".
Meia-Noite morreu assassinado por um desafeto em 1938. Miguelzinho morreu aos dezoito anos de morte natural. Joãozinho da Lapa foi assassinado por um companheiro de malandragem por volta de 1939. Edgar morreu aos 26 anos de idade - só um sobrou para contar a história...*136

136 Ver Mestre Atenilo, o relâmpago da capoeira regional (ALMEIDA, R.C.A., Salvador, Núcleo de Rec. Did. da UFBa, 1988 pp.9-16

viernes, 21 de agosto de 2009

Mario Lago y sus amigos Malandros

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NOTA DEL PESQUISADOR: En la década de 1930 se conocía a MIGUELZINHO DA LAPA como campeón Sudamericano de CAPOEIRA .
Lapa do desterro e do desvario: uma antologia - Resultado de la Búsqueda de libros de Google
de Isabel Lustosa, Aluísio de Azevedo - 2001 - Brazilian literature - 225 páginasEra parceiro inarredável de Meia-Noite o campeão sul-americano de capoeira Miguelzinho da Lapa. Ao enterro de Meia acorreram, a rigor, todas as variedades

MARIO LAGO


Ator e compositor -VEJA-RIO No 436º
"Nasci na Rua do Resende, em 1911, e na infância e na juventude minha vida se limitava ao Centro da cidade. Se me perguntassem àquela época como era a Tijuca ou Copacabana, eu não saberia responder. Meu pedaço nos anos 20 era a Avenida Rio Branco. Lá, as mocinhas faziam footing à tarde e os gabirus ficavam na calçada vendo a movimentação............................................


Nos anos 40 freqüentei a Lapa. Fiz amizades com malandros de então, como Elias Naval, Miguelzinho da Lapa e Felipe Bonitinho. Fiz o que pude. Não foi uma vida jogada fora. Fui feliz, sou feliz e continuarei feliz."


http://veja.abril.com.br/vejarj/070301/capa10.html
ARTÍCULO:
O passado da Lapa
Publicado originalmente por Álvaro Costa e Silva em 27/09/04.
..........Nessa época, os famosos malandros - Joãozinho da Lapa (que se dizia filho de um general do Exército), Camisa Preta (que só usava camisas dessa cor), Flores, Meia-Noite, Miguelzinho da Lapa - já teriam aposentado as navalhas. Pelo menos a julgar pelo que escreve Luís Martins no "Noturno", que saiu em 1964, feito a convite de Guilherme Figueiredo para a coleção comemorativa do IV Centenário do Rio de Janeiro, da editora Civilização Brasileira: "A Lapa sempre teve - e creio que tem ainda hoje - uma lamentável fama de lugar perigoso, antro de malandros, bandidos, desordeiros, marginais (...) - e o cidadão pacífico e desprevenido, que se perde por aquelas paragens, arrisca-se a levar uma facada sem saber por quê, ou um tiro sem saber de onde. Durante anos, eu freqüentei quase todas as noites a Lapa, bebi em seus bares, dancei em seus cabarés, perambulei por seus becos - e nunca vi nada disso".É o mesmo que afirma Millôr Fernandes, que dos 16 aos 20 anos morou na Rua das Marrecas. "Nunca vi, na Lapa dos cabarés, dos bares, dos clubes carnavalescos, dos bambambãs e dos turunas, um assassinato, um assalto, uma briga - olhem, nem mesmo uma bofetada", garante o humorista, que diz ter inventado, para um musical escrito nos anos 1960, uma cena de balé em que Madame Satã enfrenta toda uma patrulha da Polícia Especial, muito temida durante o Estado Novo. Mais tarde, o travesti-malandro, com imensa cara-de-pau, confirmou o fato em entrevista ao "Pasquim".
http://portalliteral.terra.com.br/artigos/o-passado-da-lapa

Memória Globo - Rede Globo -


Meu nome no registro é Mário Lago. Mas eu ia me chamar Mário de Pádua Jovita Corrêa ..... Conheci o Elias Naval, o Felipe Bonitinho, o Miguelzinho da Lapa.


Entrevista com Mário Lago - Contracampo
Quando Felipe Bonitinho chegou, papai saiu do palanque e foi falar com ele: ... aí eu tava na bilheteria conversando com o pessoal: "Mário Lago, Mário Lago.

Na rolança do tempo‎ - Página 106 de Mário Lago - 1976 - 294 páginas
"Ah, sim, o Felipe Bonitinho. Lembro, lembro. Andou matando uns cinco ou seis. ... Felipe Bonitinho já era um fantasma em suas recordações. ...
Mário Lago: boemia e política‎ - Página 54 de Mônica Pimenta Velloso - 1998 - 402 páginas
... Joãozinho da Lapa e Felipe Bonitinho. Certa ocasião, o maestro ...

martes, 18 de agosto de 2009

Semba(umbigada do batuque africano)




Recorte libro:
Padeirinho: retrato sincopado de um artista‎ - Página 18 de Franco Paulino, Padeirinho - 2005 - 216 páginas
... Miguelzinho da Lapa e outras figuras veneradas no seio da malandragem


Lapa do desterro e do desvario: uma antologia‎ - Página 142 de Isabel Lustosa, Aluísio de Azevedo - 2001 - 225 páginasEra parceiro inarredável de Meia-Noite o campeão sul-americano de capoeira Miguelzinho da Lapa. Ao enterro de Meia acorreram, a rigor, todas as variedades

sábado, 8 de agosto de 2009

1935-RIO -Morgada mulata Capoeira

TEXTO: Lapa do desterro e do desvario: uma antologia - Resultado de la Búsqueda de libros de Google
de Isabel Lustosa, Aluísio de Azevedo - 2001 - Brazilian literature - 225 páginas... mulata que bebia cachaça aos copos e, segundo o mestre-capoeira ... e só se mostrava chateada quando a chamavam de Morgadinha de Val-Flor. ...books.google.es/books?isbn=8587220454... id=5MBH3HYOBrUC&printsec=frontcover&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false

viernes, 7 de agosto de 2009

1930-CAMPEON SUL-AMERICANO DE CAPOEIRA- Háblase de Miguelzinho da Lapa

grabado:(pag 86) Histórias de presidentes Escrito por Isabel Lustosa. http://books.google.es/books?id=w6dLf7PNntIC&printsec=frontcover&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false

Lapa do desterro e do desvario: uma antologia‎ - Página 142 de Isabel Lustosa, Aluísio de Azevedo - 2001 - 225 páginas
Era parceiro inarredável de Meia-Noite o campeão sul-americano de capoeira Miguelzinho da Lapa. Ao enterro de Meia acorreram, a rigor, todas as variedades


Lapa do desterro e do desvario: uma antologia‎ - Página 110 de Isabel Lustosa, Aluísio de Azevedo - 2001 - 225 páginas
... cachaça aos copos e, segundo o mestre-capoeira Miguelzinho da Lapa, quando botava a saia entre as pernas dava rabo-de-arraia melhor do que muito macho.

"Navalha não corta seda": Estética e Performance no Vestuário do Malandro*
"The razor doesn't cut silk": Esthetic and Performance in Malandro's Costume
"Le Coupe-chou ne tranche pas la soie": Esthétique et attitude dans le vêtement du Malandro
Gilmar Rocha
Professor do Departamento de Ciências Sociais da PUC Minas



No Tempo do Camisa Preta
Camisa Preta – o nome é o registro de um hábito desta personagem, que só usava camisa de cor negra – foi mais um dos muitos malandros que engrossaram a lista dos temíveis e respeitados valentes que povoaram as ruas da Lapa até os idos de 40. Nomes como Sete Coroas, Meia Noite, Miguelzinho da Lapa, Joãozinho da Lapa, Nelson Naval, Madame Satã, etc. ainda hoje são lembrados por muitos cariocas que vêem no malandro dos anos 30/40 a antítese dos bandidos atuais. Daí, numa clara referência ao imaginário dos contos populares, Wilson Batista falar em História de Criança (samba de 1940) do malandro, como se o mesmo já fosse coisa do passado, a figura de um tempo longínquo e imemorial, capaz de produzir medo, quem sabe, somente nas crianças: As histórias de malandros / que eram tipos assim / chinelo cara de gato / bem brasileiro mulato / trazendo uma ginga no passo / violão debaixo do braço / gostando da Rosinha ou Risoleta / assim vivia o malandro / no tempo do Camisa Preta22.


NOTA:Artigos - O passado da Lapa
Portal Literal 1.0, Rio de Janeiro (RJ) · 1/8/2008 14:35 · 41 votos · nenhum
Publicado originalmente por Álvaro Costa e Silva em 27/09/04

(1930) Nessa época, os famosos malandros - Joãozinho da Lapa (que se dizia filho de um general do Exército), Camisa Preta (que só usava camisas dessa cor), Flores, Meia-Noite, Miguelzinho da Lapa - já teriam aposentado as navalhas. Pelo menos a julgar pelo que escreve Luís Martins no "Noturno", que saiu em 1964, feito a convite de Guilherme Figueiredo para a coleção comemorativa do IV Centenário do Rio de Janeiro, da editora Civilização Brasileira: "A Lapa sempre teve - e creio que tem ainda hoje - uma lamentável fama de lugar perigoso, antro de malandros, bandidos, desordeiros, marginais (...) - e o cidadão pacífico e desprevenido, que se perde por aquelas paragens, arrisca-se a levar uma facada sem saber por quê, ou um tiro sem saber de onde. Durante anos, eu freqüentei quase todas as noites a Lapa, bebi em seus bares, dancei em seus cabarés, perambulei por seus becos - e nunca vi nada disso".