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martes, 1 de septiembre de 2009

Memórias de um sargento de milícias- Chico Juca ,um valentão que batia por dinheiro,


Memórias de um sargento de milícias
Manuel Antônio de Almeida
Tomo I
Capítulo XV
Estralada
................O Chico-Juca era um pardo, alto, corpulento, de olhos avermelhados, longa barba, cabelo cortado rente; trajava sempre jaqueta branca, calça muito larga nas pernas, chinelas pretas e um chapelinho branco muito à banda; ordinariamente era afável, gracejador, cheio de ditérios e chalaças; porém nas ocasiões de sarilho, como ele chamava, era quase feroz. Como outros têm o vício da embriaguez, outros o do jogo, outros o do deboche, ele tinha o vício da valentia; mesmo quando ninguém lhe pagava, bastava que lhe desse na cabeça, armava brigas, e só depois que dava pancadas a fartar é que ficava satisfeito; com isso muito lucrava: não havia taverneiro que lhe não fiasse e não o tratasse muito bem.

..............Deixando o Chico-Juca, o Leonardo foi procurar o Vidigal, e deu-lhe parte do que naquela noite havia em casa da cigana, e afiançou-lhe que a coisa acabava por força em desordem. Portanto cumpria que o Sr. major por lá aparecesse para o que desse e viesse.
...............................Mal tinha pronunciado estas palavras quando o Chico-Juca, arrancando-lhe a viola da mão, bateu-lhe com ela em cheio sobre a cabeça; o rapaz reagiu, e começou a confusão.
O Chico-Juca foi acometido por um pouco; porém ligeiro e destemido, distribuía a cada qual o seu quinhão de cabeçadas e pontapés: algumas mulheres meteram-se na briga, e davam e levavam como qualquer; outras porém desfaziam-se em algazarra. De repente o Chico-Juca embarafustou pela porta fora, e desapareceu.
Era tempo, porque não se tinha passado muito tempo quando assomou na porta, que ele deixara aberta, a figura tranqüila do Vidigal, rodeada por uma porção de granadeiros. O Chico-Juca tinha-lhes escapado, apesar de o terem visto quando saía, porque o major, sendo nessa ocasião poucos os soldados, não quis mandar segui-lo com medo que lhe faltasse gente, pois via que dentro da casa o negócio estava feio. Entrou, pois, deixando-o passar.
http://www.cervantesvirtual.com/servlet/SirveObras/01371307655691685220035/p0000001.htm?marca=FADO%20#167

viernes, 5 de junio de 2009

El padre de Miguel Nunes Vidigal, (eximio capoeirista) fué Teniente de la Guardia del Vice-Rey

RECORTE LIBRO:Página 198 ... minha guarda Manoel Nunes Vi- digal o conego Luiz Vieira, o sargento-mór Luiz Vaz de Toledo Piza eo tenente-coronel Domingos de Abreu Vieira: do mesmo ...

Miguel Nunes Vidigal
Área de Identificación
Código de Referencia : BR.3304557.AN/313
Título /Nombre : Miguel Nunes Vidigal
[c] 1846 / 1846
Reseña biográfica: Miguel Nunes Vidigal, hijo de Manuel Nunes Vidigal y Paula do Nascimento, nació en Rio de Janeiro en 1754 y falleció en la misma ciudad, el 10/06/1843. Inició su carrera militar alistándose, con 16 años, en el Regimiento de Caballería de Milicias, en el cual llegó al puesto de coronel en 1808. En este mismo año fue nombrado 2do Comandante del Cuerpo de la Guardia Real de la Policía de la Corte y en el año siguiente, transferido para el Ejército de 1ra línea, con promoción al puesto de brigadier. Fue agraciado con el hábito de Caballero de la Imperial Orden del Cruceiro, habiendo sido reformado en 1824. http://censoarchivos.mcu.es/CensoGuia/fondoDetail.htm?id=561674
otra fuente:Miguel Nunes Vidigal
Miguel Nunes Vidigal (Angra dos Reis, ? de ? de 1745, Rio de Janeiro, 10 de julho de 1843) foi um militar brasileiro.
Nascido na cidade de Angra dos Reis, então Capitania do Rio de Janeiro, foi o primeiro brasilero nato a ser um dos comandantes de forças militares no recém-formado Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves quando da chegada da família real portuguesa no ano de 1808 à cidade do Rio de Janeiro.
Ainda jovem, alistou-se num dos regimentos de cavalaria de milícias daquela capitania. Foi promovido a alferes em dezembro de 1782, a tenente em dezembro de 1784, a capitão em 20 de outubro de 1790, a sargento-mor em 18 de março de 1797, a tenente-coronel em 24 de junho de 1808, a coronel em 26 de outubro daquele mesmo ano, a brigadeiro graduado em 10 de março de 1822 e a brigadeiro em 12 de outubro de 1824.
Em 1791, era capitão da 1ª companhia do esquadrão de Cavalaria, responsável pela guarda do Conde de Resende, Vice-Rei do Brasil.
Major Miguel Nunes Vidigal (1745- 1843)Contribuição de Luciano Milani 06 de fevereiro de 2005Um ano após a chegada de D. João VI (1808), criou-se a Secretaria de Polícia e foi organizada a Guarda Real de Polícia, sendo nomeado para sua chefia o major Nunes Vidigal, perseguidor implacável dos candomblés, das rodas de samba e especialmente dos capoeiras, “para quem reservava um tratamento especial, uma espécie de surras e torturas a que chamava de Ceia dos Camarões”. O major Vidigal foi descrito como "um homem alto, gordo, do calibre de um granadeiro, moleirão, de fala abemolada, mas um capoeira habilidoso, de um sangue-frio e de uma agilidade a toda prova, respeitado pelos mais temíveis capangas de sua época.
Tenente Joa Moreira 1770-Rio de Janeiro
Data a capoeiragem de 1770, quando para cá andou o Vice-Rei Marques do Lavradio. Dizem eles também que o primeiro capoeira foi um tenente chamado João Moreira, homem rixento, motivo porque o povo lhe apelidou de ‘amotinado’. Viam os negros escravos como o ‘amotinado’ se defendia quando era atacado por 4 ou 5 homens, e aprenderam seus movimentos,aperfeiçoando-os e desdobrandoos em outros, dando a cada um oseu nome próprio.Como não dispunham de armas para sua defesa uma vez atacados por numeroso grupo, defendiam-se por meio da‘capoeiragem’, não raro deixando estendidos por uma cabeçada ou uma rasteira, dois ou três de seus perseguidores” (Lima, 1025) 1 .

viernes, 24 de octubre de 2008

1828,Revuelta entre mercenarios y soldados capoeiras.

Brasil-1828 O Governo convoca a Capoeira: "À 9 de julho de 1828, o segundo batalhão de granadeiros alemães revoltou-se, protestando contra o espancamento de um de seus soldados. D. Pedro I prometeu atendê-los no prazo de oito dias, mas no dia seguinte o batalhão de irlandeses insubordinou-se e poucos depois o dos granadeiros alemães. E os mercenários iniciaram o saque na cidade. A população teve de correr para a rua, a fim de defender a sua propriedade. Vidigal congrega os capoeiras e os comanda no ataque à soldadesca desenfreada; consegue assim que os soldados retornem ao quartel onde tinham refúgio certo e poderiam ficar resguardados das cabeças, taponas, pontapés, rabos de arraia e navalhadas" (ver Marinho referenciado em 1945, p. 21 do livro original).
http://www.portalcapoeira.com/Publicacoes-e-Artigos/Andre-Luiz-Lace-Lopes-ATLAS-Capoeiragem
La revuelta de granaderos alemanes y el batallón de irlandeses fué sofocada con ayuda de marineros franceses e ingleses que tenían sus navíos en el puerto.
http://www.fernandodannemann.recantodasletras.com.br/visualizar.php?idt=205114