viernes, 1 de mayo de 2009

1725-Conexión Recife -Macao

libro: Documentos manuscritos avulsos da Capitania de Pernambuco



A formaçao da Armada Brasileira

Grabado: ACADEMIA REAL DE GUARDAS MARINA 1808-1858
Nota del pesquisador: En esta cita de abajo debemos tener en cuenta que 15000 personas se trasladaron hacia Rio de Janeiro;muchos eran militares con experiencia en las colonias de Asia y en la navegación marítima;esto nos ayuda a enteder las aculturaciones que tenían estas personas antes de llegar a Brasil en 1808.

Instabilidade política e época de crise na Marinha Portuguesa.

As Invasões Francesas levam a Família Real a partir para o Brasil em 1807, numa esquadra de 21 navios que a seguir intervêm na ocupação da Guiana francesa, na Guerra de Montevideu e na Revolta de Pernambuco. Apenas uma nau regressou a Portugal, formando os restantes o núcleo da nova Armada Brasileira após a independência daquele país em 1822.
Até 1823, no entanto, ainda se construíram pelos vários arsenais, 7 navios de linha para além de corvetas, brigues, charruas e escunas.Foram perdidas várias embarcações não só nas lutas contra os franceses e contra os corsários como também por acidentes.
Nestas condições e também em consequência do pouco interesse que as coisas da Marinha despertavam nos sucessivos governos, a Armada Nacional estava reduzida, no final do 1º quartel do século XIX a 9 navios de linha (2 naus e 7 fragatas), afora corvetas, brigues e charruas ou seja, em menos de 30 anos a Marinha fora diminuída em mais de 20 navios, devendo notar-se que a maioria dos navios referidos já existiam em 1804.Por outro lado a Marinha da Índia, que ainda era, no início do século, uma força considerável, tinha deixado praticamente de existir.Na época ainda o país era fértil nas matérias primas destinadas à construção naval porque quer na Metrópole quer na Índia as matas nacionais dispunham das madeiras necessárias à construção naval, a Cordoaria estava apta à produção dos cabos e ainda existiam excelentes fundições para os canhões.

jueves, 30 de abril de 2009

Nao savemos,e provável.....................origen da Capoeira Angola


LIBRO:(PAG 19) Capoeira Angola na Bahia, A Escrito por José Luís Oliveira (Mestre Bola Sete) .Edition: 4 http://books.google.es/books?id=e3cXgHmHkO4C


NOTA DEL PESQUISADOR:La información de la esclavitud n Brasil fué quemada pero fuera de Brasil hay mucha información en otras lenguas, incluso,que nos acercará al origen de la Capoeira Angola. Los imperios coloniales de Holanda y Portugal (entre otros) dejaron rastro escrito en Malasia(Timor) y China (Macao) sobre los viajes marítimos , hacia el nordeste de Brasil donde venían engajados marineros y grumetes chinos ,malayos y javaneses que entre sus costumbres estaban la práctica del Silat , arte marcial de 150 modalidades diferentes entre las cuales,una de ellas,el Bersilat tiene la corporaleidad y la malicia de la Capoeira Angola.

Os Capixabas Holandeses

carta:pag 342 http://books.google.com/books?id=NC0H9myfz3gC&hl=es
foto:Uma rua no Rio Novo - 1910

Os Capixabas Holandeses .Uma história holandesa no Brasil .Tradução da língua holandesa “Op een dag zullen ze ons vinden” Ruth Stefanie Berger Ton Roos e Margje Eshuis
Colônia Rio Novo
Rio de Janeiro manda já em 1856, 100 chineses para a colônia de Caetano Dias. Ele lhes dá pequenos pedaços de terra que devem ser cultivados e em troca eles devem dar a ele uma parte a combinar da colheita. Os emigrantes são vistos e tratados como escravos pelos supervisores, uma vez que estes não estavam acostumados a agir de outra maneira.
Ajuda para uma família holandesa
Depois da visita de Dom Pedro II o império assume a administração da colônia no dia 7 de outubro de 1861. A Associação “Major Caetano Dias” tinha 929 colonos em 1859 e na época
da transferência ao governo do império este número foi reduzido para 387 colonos. A miséria e o sofrimento na qual as famílias de Zeeland vivem é enorme. Carlos Kraus, o novo diretor da agora colônia do governo Rio Novo, pede em uma carta de 1862 apoio ao presidente da província:
“Julgo, demais nesta ocasião, meu dever, reclamar clemência do governo a favor d’uma família holandesa e d’um cego Chinês chamado Atim.

Colônia Militar Urucu
Na Colônia Militar, além de soldados brasileiros, eles encontram alguns índios, trabalhadores chineses contratados e imigrantes de Madeira. Imigrantes chegam a todo o momento
sem controle algum, todos com o mesmo sonho de uma vida próspera num paraíso tropical.


Descendentes
Os Zeeuwen que sobreviveram à tragédia no vale do Mucuri se misturaram aos descendentes de
imigrantes alemães, italianos ou chineses. Alguns se casaram com membros da família Jan Krettli, um suíço, contratado por Teófilo Otoni para atuar como intérprete em língua alemã e ser supervisor dos holandeses.


miércoles, 29 de abril de 2009

Portugal tem Capoeiras

Foto: Rafael Bordalo Pinheiro aos 25 anos. Fotografia de Loureiro, 1871. "Parodia: Comedia Portugueza", 3º Ano, nº 107, Lisboa, 10.2.1905
Rafael Bordalo Pinheiro ... Genuinamente português por constituição e por temperamento, de olhos pretos, nariz grosso, cabelo crespo, tendendo para a obesidade, ele é um sensual, um voluptuoso, um dispersivo, um desordenado. Uma das mais belas virtudes que ele não tem, é a que consiste em vencer os impulsos da natureza. Desgraçadamente, observa-se com frequência que os homens rígidos, que mais exemplarmente triunfam das próprias paixões, não triunfam de mais nada.Ramalho Ortigão, 1891
http://cvc.instituto-camoes.pt/figuras/rbpinheiro.html

A rolha, Bordalo: política e imprensa na obra humorística de Rafael Bordalo Pinheiro
Catálogo da exposição realizada pela Câmara Municipal de Lisboa/Hemeroteca Municipal, na Galeria de Exposições dos Paços do Concelho, entre 21 de Março e 30 de Junho de 2005, no ano em que se evoca o centenário da morte de Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905). Profusamente ilustrado, divide-se em duas partes: por um lado, temos o enquadramento do problema, com um texto de Álvaro Costa de Matos sobre as relações, nem sempre pacíficas, caricatas e caricaturáveis, do poder político com a imprensa periódica, entre 1875 e 1905, e sobre as incidências daquelas relações no universo humorístico e satírico de Bordalo; por outro, o catálogo propriamente dito, por sua vez subdividido em duas secções: O Lápis do Bordalo... que aborda o controlo político sobre o periodismo e a forma como o caricaturista o satirizou e atacou, e Retratos da Imprensa que se dedica à presença da imprensa periódica na obra gráfica de Bordalo. De referir ainda o importante anexo Documentos não expostos que reúne referências de desenhos de Bordalo relativos à imprensa, resultantes do levantamento realizado para a exposição. Uma obra incontornável sobre o “homem que demoliu a Monarquia com o lápis” (Victor Luís Eleutério).

Capoeira: A gramatica do corpo


Capoeira: A gramatica do corpo e
a dan^a das palavras
Maria Jose Somerlate Barbosa
A "Fala Dupla": Capoeira Angola e Capoeira Regional
Para fugir da persegui9ao da policia, legitimar um espa9o cultural afrobrasileiro, angariar a simpatia da classe m^dia e validar a capoeira como esporte, Mestre Bimba retirou a capoeira das ruas, fazendo dela um tipo de ginastica de carater nacional. Criou uma estrutura bem arregimentada, desenvolveuum manual com uma seqiiencia de golpes, acrescentou movimentos
em que os jogadores se tocam (golpes ligados ou cinturados), adaptou outros oriundos do batuque, buscou elementos na coreografia do maculele, aMm de introduzir "golpes de luta greco-romana, jiu-jitsu, judo e savata"(Rego 33). Estava criado o estilo amplamente difundido que passou a ser conhecido como Capoeira Regional, que e jogado de uma maneira mais ereta (os golpes sao deferidos ao nivel do peito ou da cabe9a) e em que nao se cantaa ladainha. Os jogadores podem ser interrompidos por um outro que deseja"comprar o jogo," a roda ^ mais aberta e ha mais atletismo e exibiao de habilidade fisica. A partir dos anos sessenta, quando houve uma maior divulga-ao da capoeira no Rio de Janeiro e em Sao Paulo, instituiram-se tambem os"batizados" (a cerimdnia em que se confere ao estudante o cordao, semelhante
as faixas de judo ou karate).
http://www.cppa.com.br/attachments/File/LIVROS%20E%20ARTIGOS/18230806.pdf

1682-Canarins en Bahía

Recorte Libro:(pag71) Cartas do Brasil Escrito por António Vieira, João Adolfo Hansen. http://books.google.es/books?id=iriUwAu-0KcC
1685 Carta datada de 19 de março de 1685, do Rei D. Pedro II, ao Vice-Rei Conde de Alvor, ordenando enviar Bahia oito casais de canarins, um bom número de agricultores, bem como sementes e plantas com um pouco de terra da Índia.
1680 Carta de 31 de março de 1680, do Príncipe Regente ao Governador da Índia contendo instruções secretas para o envio de especialistas da cultura de canela do Ceilão para o Brasil.

1690 Cópia de uma carta do Governador do Brasil enviada à Corôa, insistindo sobre a importância de estabelecer relações comerciais entre o Brasil e o Estado da Índia (principalmente Moçambique), e sugerindo como fazê-lo. Estas idéias incluiam o envio de tropas, e produtos brasileiros. (Nota: Esta cópia da carta de 1690 foi enviada à Goa mais tarde).

1692 Carta de 4 de fevereiro de 1692, da Corôa ao Vice-Rei sobre o desenvolvimento da cultura das especiarias no Brasil, e a demanda para enviar dois cultivadores experientes na cultura da canela, pois os primeiros, enviados eram canarins(Goenses) de Bardez que não conheciam esta cultura.

1695 Texto explicando como fazer sair do Ceilão bons cultivadores de canela, e fazer com que eles partam para o Brasil.http://www.artedata.com/fernandamoro/fmoro201a.asp

Reinóis e Indiáticos e Contrabando na Carreira da India




LIBRO:L'Empire portugais d'Asie, 1500-1700 Escrito por Sanjay Subrahmanyam, Marie-José Capelle.(PAG 231,276). http://books.google.es/books?id=wC9uidIwegUC
NOTA:1635-Parte de Goa navío hacia Lisboa vía Bahía.
Página 305 ... de 1635 (i) partió de Goa a Nao Be lera ...

martes, 28 de abril de 2009

India-Brasil

Pintura: A. L. Gonçalves da Cámara Coutinho. http://www.geneall.net/P/per_page.php?id=4084
António Coelho Guerreiro, um pernambucano, governou Timor-Leste de 1700 a 1704. Outro pernambucano, António de Albuquerque Coelho, foi no século XVIII governador de Macau e, em 1721, passou a governar Timor e Solor. António Coelho Guerreiro foi nomeado para Timor pelo 57º vice-rei da Índia, António Luís Gonçalves da Câmara Coutinho (1638-1701 Bahía), empossado neste cargo em 1697. Câmara Coutinho foi capitão-general de Pernambuco e, por morte de Matias da Cunha, tomou posse do cargo de capitão–general do Brasil. Atribui-se a este capitão-general a introdução de culturas novas no território brasileiro como a canela e a pimenta da Índia, embora o coqueiro, a mangueira, a carambola e a árvore do fruta-pão já tivessem sido levados do Oriente para o Brasil pelos portugueses no século XVI e XVII. António Coelho Guerreiro, enquanto governador de Timor, devido á disputa com os Holandeses, tal como havia sido instituído no Brasil, atribuiu a patente de coronel a alguns reis e de coronela a algumas rainhas timorenses, instituição que permaneceu até 1975, à excepção da patente de coronela que, por determinação do governador Celestino da Silva, acabou em finais do século XIX com D. Margarida Ribeiro Pires, rainha de Cová, chefe dos reis rebeldes do Oeste e um dos principais personagens deste romance.


Antônio Luís Gonçalves da Câmara Coutinho (Portugal, 1638Bahia, 1702), foi um administrador colonial português no Brasil. Herdou a Capitania do Espírito Santo, que vendeu em 1674. Governador do Estado do Brasil de 1690 a 1694, introduziu novos cultivos, como o da canela e o da pimenta da Índia, além de ter combatido os quilombos.



TRADIÇÃO E INOVAÇÃO NA ADMINISTRAÇÃO
DAS ILHAS DE SOLOR E TIMOR: 1650-1750
por
Artur Teodoro de Matos
.................Como no século XVI acontecera no golfo de Bengala e nos mares da China, a quase ausência de autoridade portuguesa favorecia o estabelecimento de aventureiros. Os que se radicaram em Timor eram sobretudo topazes, termo cuja significação explicámos já. Os holandeses chamavam-lhes Zwarte Portugezen, "portugueses pretos", e os ingleses Black Portuguese. Os topazes agiam por sua conta e risco, quer se dedicassem ao trato comercial, quer à guerra, com hostes de apaniguados que armavam e mantinham; de começo estariam como mercenários ao serviço dos frades ou de potentados nativos, mas cedo começaram a tornar-se por seu turno em potentados locais, talhando para si domínios em que ditavam a lei e desenvolviam a sua própria política.
As mais célebres famílias de topazes são os Costas, vindos de Larantuca, nas Flores, e os Hornays, descendentes de um trânsfuga holandês convertido ao catolicismo, que desposou uma mulher timorense (que por seu turno ao enviuvar casou em segundas núpcias com um macaísta, mestiço de português e china). Ora aliadas ora rivais, ambas as famílias vieram a estabelecer-se no Oé-Cússi, desempenhando um papel importante na história de Timor. Parece que acordaram governar alternadamente o território, cruzando-se ao mesmo tempo entre si. No entanto a actual linhagem reinante de Oé-Cússi usa o sobrenome Costa.

.............. 1722 António de Albuquerque Coelho — um mestiço brasileiro, filho bastardo de um governador do Maranhão, que governara já Macau — inaugurou a sua governação expulsando da ilha o bispo. D. Frei Manuel de Santo António veio a falecer em 1734 sem ter regressado a Timor.
5. António Coelho Guerreiro lançou os fundamentos de uma organização que, apenas com ligeiros retoques, iria vigorar durante dois séculos, até ao governo de Celestino da Silva (1894-1908); alguns dos seus elementos, como a organização militar baseada nas companhias de moradores.

.................Coelho Guerreiro projectava organizar um efectivo militar de seiscentos e tal homens, compreendendo um corpo de 60 artilheiros. Como vimos já, em Goa só recebeu 50 homens a que em Macau pôde juntar ainda 32. Foi provavelmente essa dificuldade em recrutar fora da ilha tropas para Timor que o levou a empreender a sua obra mais original e mais duradoura: a militarização das estruturas tradicionais de Timor.

http://www.humanismolatino.online.pt/v1/pdf/C003-018.pdf

Tráfico negrero en el Océno Indico





recorte libro:Enciclopédia brasileira da diáspora africana Escrito por Nei Lopes(pag 655). http://books.google.com/books?id=88KI6pZyjDwC&hl=es

Bontekoe 1619

grabado: Bontekoe visita a la isla de Santa María en la costa de Madagascar en el otoño de 1619. http://www.avmm.org/biblio/images/Bontekoe_24-25.html
Bontekoe podría haberse olvidado que él no había escrito su diario .Este libro es acerca de su viaje con el buque Nieuw Hoorn, el viaje de aventura a Java , y sus posteriores años de servicio en el Este de Asia . Es ilustrado con grabados, y fue un éxito de ventas en los días 17 y 18 siglos. Bontekoe salió de Texel el 28 de diciembre de 1618 como capitán del Nieuw Hoorn ( "Nueva Hoorn"), un "Indiaman Oriental" (es decir, un buque mercante armado). Su destino era la ciudad de Bantam en Java. El comerciante Hein Rol tenía formalmente el alto mando.

Después de pasar la costa de Brasil, a finales de mayo de 1619 el buque pasó Cabo Esperanza, en el que no se detuvo debido a las condiciones meteorológicas. En lugar de ello, permaneció 21 días en Reunión y 9 días en la isla de Sainte-Marie, cerca de la costa de Madagascar. Partió de allí el 8 de septiembre. El buque navegó por sí solo a través del Océano Índico. Hasta entonces, de los 216 miembros de la tripulación de 17 habían muerto, por lo que fueron 189.
............continúa.............


http://en.wikipedia.org/wiki/Willem_Ysbrandtsz_Bontekoe

lunes, 27 de abril de 2009

Artes Marciales en Tonga

Boxeurs-Happae: http://www.tongaturismo.info/old-tonga/cards.htm
Rutas del Capitán Cook: Las rutas de los viajes del capitán James Cook. El primer viaje se muestra en rojo, el segundo viaje en verde, y el tercer viaje de color azul. La ruta de la tripulación de Cook después de su muerte se muestra como una línea azul de rayas. http://es.wikipedia.org/wiki/Capitán_Cook





Recepción del Capitán Cook en la isla Hapaee. (1793-1794) .http://digitalgallery.nypl.org/nypldigital/dgkeysearchresult.cfm?keyword=hapaee

The Gorilla Dance (1864)

NOTA DEL PESQUISADOR: Observar a la izda. de la imágen un arco musical de boca .
fuente: Savage Africa; , siendo la narración de un viaje ecuatorial, suroeste y noroeste de África . http://digitalgallery.nypl.org/nypldigital/id?1245556