sábado, 18 de abril de 2009

Le livre "LA LUTTE" de Paul Pons 1912

Ce livre de Paul Pons de 1912 est l'un des plus intérressants sur la lutte à cette époque. En effet ce pavé de 15 x 20 cm, de 382 pages, de 100 photos et 55 dessins n'est pas un simple ouvrage technique mais une véritable petite encyclopédie sur la lutte des années 1850-1900.
On y trouve notamment les chapitres suivants: origines (de la lutte), de la baraque foraine aux grands championnats, inconvénients du surentraînement, sobriété et régime alimentaire, le costume, mise en garde, différentes techniques, la lutte suisse, la lutte au japon, la lutte en turquie...
VLADIMIRO MUÑOZ BARRETT ASUNCION / MONTEVIDEO 1995 Carátula: El autor de este libro en la Estación de Torrelavega, diciembre de 1992. En la cercana Calle de la Estación nació probablemente Barrett.
1903 Francisca Solana López Maíz, "Panchita", recordó que Barrett estuvo en la mediterránea Costa Azul francesa. Comentó que era en: "Su pasado de juego en Montecarlo, de vida en lo que se ha dado en llamar el gran mundo".
Barrett dijo a su futura cuñadaAngelina López Maíz (?-1951): "Yo era un majadero [...] me imponía por mi elegancia". CI, 80-81 Barrett asistió en París a un espectáculo de lucha romana entre Raoul Le Boucher (Raúl el Carnicero) y Paul Pons .
1904 "He oído en Buenos Aires insultar a Rodin porque la efigie de [Domingo Faustino] Sarmiento [1811-1888] „no tiene parecido".III,61 Promediando julio tuvieron lugar luchas romanas al aire libre, en Buenos Aires. Informó Barrett: "He ido al Casino; he vuelto a presenciar la lucha entre Paul Pons y Raoul Le Boucher [Raúl el Carnicero]. Había perdido de vista a estos dos ilustres excitantes de la bestia humana". IV, 50

CAPOEIRA ANGOLA

foto:Pencak-Java.
CAPOEIRA ANGOLA: CULTURA POPULAR E O
JOGO DOS SABERES NA RODA
Pedro Rodolpho Jungers Abib

Origens de uma tradição
...........Desde a década de 1940, afirma Luiz Renato Vieira (1998), antropólogos como Herskovits têm apontado para a existência de “danças de combate” que trazem semelhanças com aquilo que conhecemos hoje como capoeira, não só na África - como o Muringue, em Madagascar -, como também em vários pontos da América, nos locais em que a diáspora negra se instalou. Relatos sobre o Mani em Cuba, e a Ladja na Martinica são dois exemplos dessas práticas. Sobre a Ladja, Vieira mostra a impressionante semelhança com a capoeira, verificada não somente do ponto de vista da execução de movimentos e golpes, como, o que é mais importante, o fato de congregar aspectos lúdicos, musicais (pratica-se ao som de atabaques) e de combate corporal. Ao criticar um certo “essencialismo” que busca na pureza da África perdida, a origem da capoeira enquanto uma estratégia daqueles que insistem na africanização dessa manifestação, Vieira ressalta que é importante considerar a história da capoeira no contexto mais amplo das manifestações afro-brasileiras, e mesmo afro-americanas, sobretudo aquelas que, como a capoeira atual, associavam dança, luta e jogo.
............A capoeira e os escravos do Rio de Janeiro do século XIX A capoeira no Rio de Janeiro assume feições muito peculiares, diferentemente de outras regiões do país. Ela é decisivamente praticada por escravos cativos, libertos ou forros, em condições bem específicas e num espaço urbano muito bem demarcado. Esses aspectos vão se apresentar como enquanto suas características mais importantes durante todo o século XIX.
Capoeira Baiana: a África que vem se mostrar
.........Antigamente, na capital baiana, havia capoeira onde existia uma quitanda ou uma venda de cachaça, com um largo bem em frente, propício ao jogo, nos conta Rego (1968). Ali, aos domingos, feriados e dias santos, ou após o trabalho, “...se reuniam os capoeiras mais famosos, a tagarelarem, beberem e jogarem capoeira. Contou-me mestre Bimba que a cachaça era a animação e os capoeiras, em pleno jogo, pediam-na aos donos das vendas, através de toque
especial de berimbau, que eles já conheciam” (p.35).
Infelizmente são poucos os documentos históricos existentes, que nos revelam pistas sobre como se manifestava a capoeira baiana durante o século IX e início do século XX. A grande maioria dos estudos e pesquisas sobre a capoeira nesse período, se restringe ao Rio de Janeiro, o que leva alguns pesquisadores, como Letícia Reis (2000), a afirmar que “a tradição da capoeira baiana é bastante recente, remontando no máximo a cerca de meio século” (p.89).
A autora refere-se, portanto, ao período em que já existiam registros históricos que pudessem sustentar a sua argumentação. O processo que Reis denomina como “invenção da tradição da capoeira baiana”, apoiando-se no termo cunhado por Eric Hobsbawn (1997), é levado a cabo, segundo ela, por uma série de elementos presentes no contexto do Estado Novo no Brasil,
como a necessidade de se criar uma identidade brasileira, e a conseqüente esportivização da capoeira como efeito desse processo, na tentativa de torná-la então, um “símbolo étnico nacional”.
........temos nos versos do poeta popular itaparicano Manoel Rozentino, falecido em 1897, a expressão de como se constituía o imaginário popular, sobre os capoeiras da época:
Eu amo o capadócio da Bahia
Esse eterno alegrete,
Que passa provocante em nossa frente,
Brandindo o seu cassete
(...)
Adoro o capoeira petulante,
O caibra debochado,
O terror do batuque, o desordeiro,
Que anda sempre de compasso ao lado.
(...)
Adoro o capadócio da Bahia,
Esse eterno patife,
Que gosta de bater numa pessoa,
Como quem bate bife.

.................
Ângelo Decânio Filho, o mestre Decânio, um dos mais antigos alunos do mestre Bimba,
em depoimento que nos concedeu, diz:
Os mais velhos que eu conheci, os meus ancestrais...alguns não sei nem o nome...eu chegava em Santo Amaro [da Purificação, no Recôncavo Baiano] e via jogando na rua...todos bons...nenhum inferior...cada um naquele instante, joga a capoeira que pode...amanhã vc não vai jogar a mesma capoeira que jogou hoje...então o que eu via era um alegria imensa....uma noção de parceria...havia um desencontro de pessoas...não gosta de um, não gosta de outro...isso havia...mas de um modo geral...a atmosfera de parceria, de alegria e de gostosura, de felicidade mesmo, então...o ancestral da capoeira é um homem feliz, vivo, alegre, sadio, (...) Essa é que seria a ancestralidade...daí que nasce a capoeira.
.............“Era a ‘vadiação’, palavra maldita pela crônica policial, sinônimo de contravenção, que se tornou predileta e significativa para os capoeiristas denominar as ‘funções’ de sambar e capoeirar31” (p.34).
Nas palavras do mestre Waldemar, transcrito por Abreu:
Antigamente a gente vadiava de terno branco, engomado, sapato impecável e não sujava, a menos que o adversário fosse desleal e metesse o sapato na gente; se me agarravam eu dizia: “não me suje não”; eu jogava de roupa branca, sapato de cor de leite, calça de linho tremendo; eu só sujava meus dedos, dava salto, fazia e acontecia (...) Quando eu tava jogando eu dizia: toque um angola dobrado [toque de berimbau]. É embolado, ninguém dá salto. É um por dentro do outro, passando, armando tesoura, se arriando todo, parece que tô vendo eu jogar (...) Nas minhas rodas não tinha barulho, porque quando eu cantava a rapaziada vinha toda render obediência assim. Me respeitavam muito os meus alunos. E nãotinha barulho porque eu olhava pra eles assim, eles vinham pro pé de mim e ninguém não brigava (ps.36-40).

.............No depoimento que nos foi concedido por João Pereira dos Santos, o mestre João
Pequeno, um relato sobre a academia de Pastinha:
Eu encontrei seu Pastinha na Praça da Sé...numa noite...eu já jogava capoeira lá...aí eu vi seu Pastinhajogando com um sr. ali que eu já conhecia das rodas...quando terminaram, seu Pastinha disse assim:
“...oh, eu quero organizar isso, eu quero organizar isso, e quem quiser, apareça lá no Bigode, ali quem vai da Sete Portas pra Fonte Nova” [referindo-se a um dos primeiros locais onde funcionava o Centro de Capoeira Angola de Pastinha]. Aí num domingo eu me arrumei...e fui pra lá...eu cheguei lá e nunca mais arriei (risos)...Eu me registrei lá como aluno e nunca mais deixei o mestre Pastinha, isso foi mais ou menos em 1945, e com ele eu convivi. (...) Na época que ele não podia mais jogar, de 1967 pra 68, ele dizia: “João, você toma conta disso porque eu vou morrer, mas eu morro somente o corpo... no espírito eu vivo, enquanto houver capoeira”.

..............Sobre Bimba, diz mestre Decânio (que foi acadêmico de medicina na época), em seu depoimento:
A regional nasceu quando os acadêmicos de medicina se aproximaram dele. Foi o encontro de duas culturas: uma ágrafa de Bimba, que era analfabeto, Ogan, criado dentro do candomblé, que encontrou Cirlânio(¿Cisnando?), acadêmico de medicina que chegou de Feira de Santana (...) Bimba liderou todo mundo...comandava nós todos com energia, com autoridade, com carisma imenso...porque se Bimba não fosse um homem extraordinário, não precisava liderar a gente, poxa !
..........
Relata mestre Pastinha, em seus manuscritos, segundo Decânio Filho:
Aberrê [famoso capoeira da época] então me convidou para ir apreciá-lo jogar na Gengibirra, com o que eu concordei. Em 23 de fevereiro de 1941 fiu a esse lugar como prometera a Aberrê, e com surpresa, o sr. Amorzinho, dono daquela capoeira, apertou a minha mão e disse: “há muito que eu o esperava pra lhe entregar essa capoeira pro senhor mestrar”. Eu ainda tentei me esquivar me desculpando, mas terminando a palavra o sr. Antonio Maré [Totonho de Maré, outro famoso capoeira] me disse: não há jeito não, Pastinha, é você mesmo que vai mestrar isso aqui.
http://biblioteca.universia.net/ficha.do?id=3273108

Minas-Jiu Jitsu


Esporte, O
ANO da Publicação: 1949
DATA selecionada: 04/09
Número de imagens: 10

Diamanga,savate malgache





Diamanga(pag 206):Libro-Bible et pouvoir à Madagascar au XIXe siècle . http://books.google.es/books?id=tQdjO_Et0d0C

viernes, 17 de abril de 2009

Camisa Preta, malandro de Lapa


disenhos:Cortesía A.L.Lacé ,no seu "cordel", pág. 37, inclui o Grande Nelson .


No Tempo do Camisa Preta
Camisa Preta – o nome é o registro de um hábito desta personagem, que só usava camisa de cor negra – foi mais um dos muitos malandros que engrossaram a lista dos temíveis e respeitados valentes que povoaram as ruas da Lapa até os idos de 40. Nomes como Sete Coroas, Meia Noite, Miguelzinho da Lapa, Joãozinho da Lapa, Nelson Naval, Madame Satã, etc. ainda hoje são lembrados por muitos cariocas que vêem no malandro dos anos 30/40 a antítese dos bandidos atuais. Daí, numa clara referência ao imaginário dos contos populares, Wilson Batista falar em História de Criança (samba de 1940) do malandro, como se o mesmo já fosse coisa do passado, a figura de um tempo longínquo e imemorial, capaz de produzir medo, quem sabe, somente nas crianças: As histórias de malandros / que eram tipos assim / chinelo cara de gato / bem brasileiro mulato / trazendo uma ginga no passo / violão debaixo do braço / gostando da Rosinha ou Risoleta / assim vivia o malandro / no tempo do Camisa Preta22.



22 Cláudia Matos, op. cit. 1986, p. 35.



1909-Camisa Preta preso


1908-Gymnasia y Esgrima -Escuela Normal Sao Paulo


jueves, 16 de abril de 2009

Pentjak Silat versus Capoeira

LIBRO: Martial arts of the world Escrito por Thomas A. Green .http://books.google.es/books?id=v32oHSE5t6cC


1884-Japoneses en los circos -Brasil



Nota del pesquisador: Em 1884, o Circo Irmaos Carlo arma sua lona no Rio de Janeiro, onde trabalharam por quatro meses em el Politeama Fluminense, sendo agraciados pelo Imperador do Brasil D. Pedro II. No mesmo ano foram para Montevideu e no ano de 1885 o Circo retorna a Argentina, 25 de julho de 1885.
Por volta do ano de 1903, apos 19 anos em tournne pela Américas Central e do Sul, o Circo dos Irmaos Carlo retira-se definitivamente do cenario circense .

Carteles: data deconhecida. Há 125 anos
Quinta-feira, 29 de novembro de 1883
Revista Diária - Circo Uruguaio dos irmãos Carlo, tem tido os seus espetáculos avultadíssima concorrência. Os trabalhos da companhia são realmente dignos de serem vistos e apreciados, e nenhuma outra das aqui tem trabalhado se lhe avantaja em merecimento artístico. A companhia está trabalhando todas as noites, e concluirá seus espetáculos no próximo domingo, em que dará dois,um a tarde e outro à noite.
1918- Gastao Gracie contrató al Conde Koma(Maeda) en el Américan Circus con con sede en Belén .Fuente Libro:O que é judô Escrito por Silvia Vieira, Armando Freitas, Comitê Olímpico Brasileiro. (pag 18) http://books.google.es/books?id=WsXcEUXC5qYC&pg=PA18&dq=%22Gast%C3%A3o+Gracie%22&ei=yvPMSaCzPKSOkQSYvLiFDg#PPA17,M1
O CIRCO NO BRASIL.
Afirmase que o primeiro circo com lona e picadeiro chegou ao país em 1830, e chamavase Circo Bragasse................ Aceitação inicial do circo pela sociedade brasileira estimulou a vinda e permanência de várias famílias circenses ávidas por encontrar espaços para sobrevivência e para disseminar sua arte. Dessa forma, o circo brasileiro foi sendo estruturado. http://www.astrolabio.net/expresiones/articulos/111690864781252.html ; ,Franck Olimecha, japonês (filho do patriarca Torakine Haytaka) (1888); Takasawa Mange, também japonês. http://web.letras.up.pt/7clbheporto/trabalhos_finais/eixo8/IH1598.pdf

Berimbau o ..........????

Ver detalle del diseño del Berimbau:
Guillobel, Joaquim Cândido: Negro Vendedor Ambulante Tocando Berimbau , ca. 1814 aguada e aquarela sobre papel 19,2 x 12 Coleção Candido Guinle de Paula Machado Reprodução fotográfica autoria desconhecida.

'Nas Solidões Vastas e Assustadoras'-

Nota del pesquisador: a chegada ao Rio dos minas-nagôs vindos da Bahia, o que ocasionou profundas mudanças políticas e culturais naquela que era a mais importante tradição rebelde dos escravos urbanos do Rio de Janeiro Imperial. .......continúa.....http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/04/danca-rebelde-da-escravatura.html

'Nas Solidões Vastas e Assustadoras'- Os pobres do açúcar e a conquista do sertão de Pernambuco nos séculos XVII e XVIII. Kalina Vanderlei Paiva da Silva
..............Essa dualidade, onde os negros livres assimilam valores dominantes ao mesmo tempo em que cultivam valores e traços culturais de origem africana, caracteriza o surgimento de uma cultura original, um barroco açucareiro com matizes bantus e iorubas, cujo melhor exemplo está na Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos do Recife e na Organização do Rei do Congo. Mas, se isso pode ser afirmado sobre as irmandades, fica ainda a questão se teriam também as milícias de cor uma função de manutenção de traços culturais africanos. Do ponto de vista das milícias de pardos a resposta parece ser não. Os indícios apontam para o desapego entre pardos e negros, para a rejeição das origens africanas pelos pardos e pela busca do parentesco com os brancos. A resposta para os henriques é menos simples, mas o discurso de um cronista das guerras holandesas fornece elementos para reflexão: Diogo Lopes de Santiago, narrando as contendas entre os soldados da tropa sob o comando de Henrique Dias, estacionados na entrada da Cidade Maurícia, e os defensores da mesma, a partir de 1645, faz a seguinte descrição:

“E eram tão quotidianas as pendências que tanto que os holandeses saíam a buscar cajus e outras frutas do mato, os negros minas logo lhes caíam de improviso e com as vidas lhas faziam largar, e eram tão bárbaros estes minas, que não lhes queriam dar quartel, mas antes cortavam as cabeças aos que matavam e vinham com instrumentos bélicos a seu modo e ao de sua terra com buzinas e atabaques, fazendo muita festa, dizendo que aqueles os foram cativar às suas terras, sendo eles forros, e feitas suas cerimônias, traziam as cabeças pelas portas dos moradores, donde se não iam sem lhes darem alguma coisa; custou aos nossos muito o acabarem com estes minas, que não cortassem as cabeças aos que matavam e muito mais custou o acabarem com eles, que 312dessem quartel aos que aprisionavam.”

Essa descrição aponta para uma permanência de costumes bélicos africanos nos homens oriundos da Costa do Ouro, chamamos genericamente minas por terem sido vendidos no porto africano de São Jorge de Mina. Esse discurso, no entanto, é contemporâneo da formação da tropa, quando os escravos ainda eram aceitos.
http://www1.capes.gov.br/teses/pt/2003_dout_ufpe_kalina_vanderlei_paiva_da_silva.pdf

miércoles, 15 de abril de 2009

Desafío de Armstrong al ganador de la Lucha Yano-Gracie

Há 50 anos

Quarta-Feira, 7 de Janeiro de 1953.
Luta livre - Depois de desafiar os lutadores profissionais e amadores de Pernambuco a enfrentá-lo no ringue, o lutador Armstrong desabafou aos repórteres, declarando que "os lutadores do Recife lutam somente através da Imprensa". Indignado com o silêncio de eventuais adversários, Armstrong resolveu subir ao ringue, na próxima sexta-feira, depois da luta entre Yano e Gracie, a fim de desafiar, ao vivo, o vencedor da luta.
Paulo Afonso é para já - No editorial "Em P. Afonso está a esperança", o DIARIO DE PERNAMBUCO dizia que, "se Pernambuco teve dois anos maus, alegra-nos constatar que as obras da usina marcham para o seu término".


http://www.pernambuco.com/diario/2003/01/07/historia.html

martes, 14 de abril de 2009

Construindo a Corte: o Rio de Janeiro e a nova ordem urbana




Gravura(central):Titulo CAPOEIRA Digital:icon395061_73v_238.tifAutor/Criador:Ender, Thomas, 1793-1875.Título:[Estudos de atitudes: capoeira.]Data:[18--].Em:-Thomas Ender -Procedente do Gabinete de Gravuras do Museu de Belas Artes de Viena.
Gravura exterior:Rua Direita ,Thomas Ender-Rio


Construindo a Corte: o Rio de Janeiro e a nova ordem urbana.


Renata William Santos do ValeMestre em História Social da Cultura pela PUC-Rio-Pesquisadora do Arquivo Nacional.


...................Antes de 1808, o Rio de Janeiro - embora já capital da colônia do Brasil desde 1763 - era uma cidade colonial de proporções moderadas. A cidade ocupava o espaço desde o mar até as franjas dos morros e a região central não ia além do Campo de Santana. O Rio era uma cidade de casas térreas simples, de ruas estreitas, boa parte delas carecendo de calçamento, ocupadas por escravos, libertos, brancos pobres, comerciantes, artesãos e uma pequena presença de senhoras brancas........................Uma cidade que se acostumou a usar o trabalho escravo para tudo, desde o transporte de pessoas (em liteiras e cadeirinhas) até a remoção de esgoto (carregado nas costas pelos ‘tigres'[11]), cuja sociedade associava o trabalho braçal à degradação, não poderia abrir mão do regime escravista. A saída encontrada, ao que parece, foi usar essa mesma mão-de-obra para criar a nova cidade, a nova Corte.[12]


12] Ao mesmo tempo que crescia vertiginosamente a entrada de escravos e a dependência de seu trabalho, aumentavam e se intensificavam, também, os mecanismos de controle, punição e disciplina - diminuindo sua circulação nas ruas pelo estabelecimento do toque de recolher depois do pôr-do-sol, reprimindo reuniões e ajuntamentos em botequins e vendas, e perseguindo capoeiras, aquilombados, punindo severa e exemplarmente seus delitos. Cf. edital que estabelecia o horário de fechamento de botequins, vendas e casas de jogos na seção D. João nas Escolas.


O Império de
D. João
Alberto da Costa e Silva
Ocupante da Cadeira 9 na Academia Brasileira de Letras.

...............Com cerca de 60 mil habitantes, na maioria escravos, a cidade convivia comdiferentes códigos sociais, tanto de negros escravos e libertos, de uma grande população livre e pobre, bem como da rigidez de um pequeno grupo aristocrático, formado de funcionários da Coroa, do clérigo e de comerciantes enriquecidos. As elites mais abastadas residiam fora da desordem urbana, em chácaras nos bairros distantes mais arejados, como Botafogo, Catete e Laranjeiras. A cidade
apresentava todo o exotismo dos trópicos em exuberante paisagem, em poucos aspectos tendo semelhança com Lisboa, mas longe de se confundir com outras cidades européias.
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O Rio de Janeiro no tempo de D. João VI Os inúmeros europeus que visitaram o país nessa época deixaram vasta literatura, já bastante estudada, que serve para ilustrar o cotidiano da cidade e seus habitantes, descritos por alguns como pessoas sem educação e instrução. Trajavam
túnicas de algodão ou quimonos chineses, provenientes das embarcações vindas
da Índia e da China
, o que dava um aspecto oriental/asiático à cidade. Apesar da proibição de importação de produtos estrangeiros, um intenso comércio contrabandeado era realizado em especial nos portos do Rio de Janeiro e de Salvador, onde os barcos paravam, muitas vezes, com a desculpa de consertar avarias ou atender enfermos.

....................
Apesar de a entrada de estrangeiros haver sido controlada pela Intendência-Geral da Polícia do Rio de Janeiro, criada logo em 1808 e em cujos livros ficaram anotados os dados referentes aos imigrantes, é de difícil contabilidade esse número. Podem ter-se alcançado cifras como as mencionadas pelo economista Carlos Lessa, em seu livro O Rio de Todos os Brasis: “Entre 1808 e 1822, foi registrada a fixação de 4.234 estrangeiros, sem contar os seus familiares, entre 1.500 espanhóis, 1.000 franceses, 600 ingleses e centenas de alemães, italianos, suíços, suecos, holandeses, etc. Até chineses e hindus vêm para o Rio.” Os franceses só começaram a chegar ao país depois de 1814, com o término da guerra napoleônica e a paz européia.

A dança rebelde da escravatura

A dança rebelde da escravatura

Carlos Eugênio Líbano Soares. A capoeira escrava - E outras tradições rebeldes no Rio de Janeiro(1808-1850). Campinas: Editora Unicamp, 2006. (reedição)
Para o autor, a capoeira não veio pronta da África, trata-se de uma combinação de diversas partes africanas e foi construída durante a escravidão. Ela nasce como um espaço de defesa e de afirmação física do escravo no ambiente urbano mas por outro lado representou uma forma de socialização na medida em que o grupo é quem defendia o indivíduo. Era formada em sua maioria por jovens escravos da África Centro-Ocidental sendo que a partir de 1821 entrou em fase de extrema politização culminando com as rebeliões de 1828 e 1831. Esse processo atingiu o ápice com a chegada ao Rio dos minas-nagôs vindos da Bahia, o que ocasionou profundas mudanças políticas e culturais naquela que era a mais importante tradição rebelde dos escravos urbanos do Rio de Janeiro Imperial. Sob este olhar, o autor defende sua tese de que a capoeira nasceu na América, apesar de articulada por elementos comuns na cultura africana – entre eles a dança e a língua – e foi uma resposta dos escravos a um novo ambiente urbano, que começou a ser formado no início do século 18. Esta obra foi defendida como tese de doutorado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em 2001, sob a orientação de Sidney Chalhoub. http://www.historiacolonial.arquivonacional.gov.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1218&query=simple&search%5Fby%5Fauthorname=all&search%5Fby%5Ffield=tax&search%5Fby%5Fheadline=false&search%5Fby%5Fkeywords=any&search%5Fby%5Fpriority=all&search%5Fby%5Fsection=all&search%5Fby%5Fstate=all&search%5Ftext%5Foptions=all&sid=12&text=CAPOEIRA

Cisnando y los Japoneses en Brasil- Amazonas,Ceará.

NOTA DEL PESQUISADOR:A partir de 1908,hubo un flujo constante de entrada de japoneses en Brasil.1928-34 fué el periodo en que más japoneses entraron.1942-1952 fué un periodo en que no entró ningún japones.
En Ceará,se constata que había japoneses en las colónias Pio XX. Cisnando ,alumno de Bimba ,
se sabe que su padre tenía trabajadores asiáticos en su hacienda de Ceará.
Cisnando,Decanio y la História del Kárate en Bahía

RECORTE LIBRO: Europa, Asia y África en América Latina y el Caribe Escrito por Birgitta Leander, Mario Margulis, Omar Martínez Legorreta . http://books.google.es/books?id=hUrQFK08y-kC
(PAG 271,276)

Music- Guadalupe e Martinica


Les pratiques musicales d'origine africaine .
Un article publié dans l'ouvrage sous la direction de Jean-Luc Bonniol, Histo-rial antillais. Tome I. Guadeloupe et Martinique. Des îles aux hommes, pp. 491-500. Pointe-à-Pitre : Dajani Éditions, 1981, 591 pp.

Au début de XVIIlle siécle,se créait aux Antilles françaises un régime escla-vagiste basé sur une économie de monoculture. Afin d'assurer le travail dans les grandes plantations de sucre et de café, les propriétaires des terres firent appel à une main-d'œuvre servile d'origine africaine dont la majeure partie provenait du Congo et de la Guinée, soit de la côte ouest de l'Afrique actuelle, depuis le Séné-gal jusqu'à l'Angola. Les esclaves provenaient de souches tribales diversifiées ; pour exercer un contrôle sévère sur cette population, les membres d'une même tribu étaient délibérément répartis dans des plantations différentes, évitant ainsi toute possibilité de regroupement. De plus, une série de règlements prohibant di-verses activités ont émis par les européens, tel le règlement du Conseil Souverain de 1795 :
« ... Règlement sur la police des esclaves. Conformément à l'ordonnance du 25 octobre 1783 faisant très expresses inhibition et défense à tous nè-gres, esclaves appartenant à différents maîtres de s'assembler en quelque lieu et sous quelque prétexte que ce soit sans une permission par écrit vi-sée du procureur du roi, sous peine de fouet et d'une heure de carcan pour la première fois et de plus graves peines en cas de récidive ».
traducción al español:"... Normas sobre la Policía de esclavos. De conformidad con la Ordenanza 25 de octubre 1783 es muy específica y de inhibición de la protección a todos los negros, los esclavos que pertenecen a diferentes maestros para reunirse en un lugar y bajo cualquier pretexto, sin el permiso por escrito del fiscal del rey, bajo pena de azotes y la camisa de fuerza para la primera vez y penas más severas para la reincidencia "
Certes, ces ordres restrictifs et quelque peu abusifs ont cloisonné voire même refoulé une forme d'expression musicale africaine essentiellement basée sur les danses et le tambour.

lunes, 13 de abril de 2009

1782-XIE QING GAO-Marujo asiatico en Brasil


..................La misma la migración se llevó a cabo en Brasil, donde las tripulaciones asiáticas de centenares o incluso miles, incluendo chinos, árabes, indios, malayos, ceilaneses, y javanéses, embarcados en buques e Portuguéses, Ingléses, francéses y neerlandés , un gran número de buques para elegir y permanecer en las costas brasileñas 25.Uno de ellos fué un marinero chino llamado Xie Qinggao que fué miembro de la tripulación de un barco portugués en 1782 entre un 1796; hizo uno de los primeros de un chino a Brasil 26. En nueva España, algunos asiáticos ,como en Brasil , se asentaron como esclavos, empleados domésticos y contratos como trabajadores. Esclavos chinos fueron llevados a las minas de oro de Minas Gerais en el XVIII. Trabajadores agrícolas chinos llegaron en un número cada vez mayor a lugares como Bahía y Pernambuco a finales del XVIII y principios de XIX 27.



fuente:The Arts in Latin America, 1492-1820 Escrito por Joseph J. Rishel, Suzanne L. Stratton, Philadelphia Museum of Art (pag 61) http://books.google.es/books?id=kKEbug3uVWUC



XIE QING GAO E PORTUGAL
Zhang Wen Qin*
Xie Qing Gao1 (1765-1821), navegador do Século XVIII, foi o primeiro chinês a apresentar suas experiências, directas e indirectas, em viagens a países estrangeiros aos seus compatriotas.2 O livro intitulado Hai lu [Registos marítimos], crónica de viagens narrada por Xie Qing Gao, faz referências a 95 países e regiões em que Xie esteve ou que ouviu falar, durante os 14 anos de sua actividade no mar, de 1782 a 1796.
Xie Qing Gao era natural de Jin Pan Bao, na região de Jia Ying Zhou (hoje distrito Mei), província de Guangdong. Em criança, era inteligente, tendo vastos conhecimentos e boa memória. Quando estava mais crescido, acompanhou um comerciante que o havia introduzido nos negócios à ilha de Ainão, aí estabelecendo-se. No ano em que completou 18 anos, o navio em que viajava afundou-se, apanhado por forte tempestade. Foi salvo por um barco comercial estrangeiro, através do qual começou a negociar para além fronteiras.
Todos os anos, navegava entre os países costeiros orientais e ocidentais, aprendendo as línguas, conhecendo e retendo na memória os nomes das ilhas e fortalezas, assim como os hábitos, costumes e produtos dos locais por onde passava. Mais tarde, após perder a capacidade visual, estabeleceu-se em Macau.
Na Primavera de 1820, Yang Bing Nan, um juren (grau dado aos que, durante a dinastia Qing, haviam passado no exame provincial) conterrâneo de Xie, encontrou-o em Macau. Ouvindo-o contar sobre o que tinha visto e ouvido nos países estrangeiros, logo apercebeu-se do valor dessas informações. Yang delas fez apontamentos que coligiu nos Registos marítimos.
Entre os 95 países e regiões apresentados nesta narrativa, encontram-se o Sueste Asiático, a índia, a Europa, a América, a África, a Oceania e as ilhas do Pacífico. Naquela altura, a China encontrava-se em finais do período feudal, numa época de auto-isolamento e afastamento do resto do mundo. Registos marítimos fala sobre a situação dos países estrangeiros, sobretudo dos países ocidentais, pelo que despertou, na China, a atenção dos homens cultos, lúcidos e de ideias avançadas, que desejavam conhecer o Mundo. Quando Lin Ze Xu, mandarim de alta hierarquia, dirigiu, em Guangdong, a luta anti-inglesa de proibição do ópio, leu Registos marítimos3 e dele comenta que "relatava, de maneira relativamente pormenorizada, os assuntos estrangeiros".4
....................No Século XVIII, por falta de mão-de-obra, era frequente os navios comerciais ocidentais recrutarem chineses para marinheiros, quando vinham à China fazer negócios. Quando embarcou pela primeira vez naquele navio, Xie tinha apenas 18 anos. Era muito provável que trabalhasse como marinheiro. Os navios comerciais estrangeiros permitiam aos seus marinheiros dedicaremse a pequenas transacções particulares. Pode-se supor também que, ao atingir a maioridade e às custas de algumas economias, Xie exercesse algum comércio ou ajudasse aos comerciantes portugueses, aproveitando-se de seus bons conhecimentos linguísticos e geográficos; donde a possibilidade de, mais tarde e em Macau, "dedicarse ao comércio para sustentar-se"........continúa ..... http://www.library.gov.mo/macreturn/DATA/PP301/index.htm
NOTAS
1 Xie Qing Gao é pronúncia do mandarim. Em dialecto cantonense, este nome é pronunciado Che Cheng Kou. Neste texto, todas as transliterações são feitas pelo sistema pinyin, segundo a pronúncia do mandarim. -- Nota da Tradutora.
2 Sobre a afirmação aqui constante de ser da lavra de Xie Qing Gao a primeira crónica de viagens chinesa sobre Portugal e os mares e países ocidentais, aconselhamos e remetemos o leitor para o nº 21 da "Revista de Cultura", na íntegra dedicada à história e acção dos Jesuítas na China. Especificamente para os textos de Paul Rule, Louis Fan Shouyi e Macau, pág. 243, e de Manuel Teixeira, O túmulo de um jesuíta, embaixador imperial, pág. 250.
Muito antes de Xie Qing Gao, terá sido Fan Shouyi o autor do único grande relato de viagem de um chinês à Europa até ao Séc. XVIII, à semelhança do que aconteceu com os quatro delegados dos dáimios japoneses no último quartel do Séc. XVI.
Acompanhando o Pe. Provana, enviado do Imperador Kangxi ao Papa em defesa dos Jesuítas na Questão dos Ritos, chegou a Lisboa em 1708 e iniciou a viagem de regresso em 1719. Passou pela Baía, Lisboa, Génova e Roma. Depois da morte de Provana, no cabo da Boa Esperança, foi ele o grande relator ao Imperador do que observou na Europa em onze anos. Deixou as suas impressões de viagem no Shen jian lu [Um relato do que eu vi]. Ele é, segundo Paul Rule, "o autor do mais antigo relato sobre a Europa, feito por um chinês, que chegou até nós". -- Nota da Redacção.
3 XIE Qing Gao, Hai lu [Registos marítimos], anot. por Yang Bing Nan, Yuedong, 1820, xilografado.
4 LIN Ze Xu, Lin Ze Xu ji: zou gao zhong [Obras de Lin Ze Xu: memoriais apresentados ao Imperador], China, 1965, parte 2, p. 680.

Fan Shouyi(1652-1753): (pag 82) The Great Encounter of China and the West, 1500-1800 ,Escrito por David E. Mungello http://books.google.es/books?id=9x3vE0UMPkMC

Um documento esquecido sobre a chegada ao Brasil do primeiro Correio Marítimo de Portugal em 1808

Recorte libro:
1808,agosto,27,Pernambuco :Noticia
de la llegada de una enbarcación del Algarve a Rio con noticias de la derrota de los franceses.(PAG277).
Documentos manuscritos avulsos da Capitania de Pernambuco . http://books.google.es/books?id=V7YOIEGVwm8C

Instituto de Investigação Científica Tropical
Rua da Junqueira, nº. 86 - 1º, 1300-344 Lisboa
E-Mail:
carta:1809-01-17,DECLARAÇÃO de Francisco Soares de Araújo Silva, [deputado] da Real Junta do Comércio, Agricultura, Fábricas e Navegação do Reino e Ultramar, sobre a propriedade da galera Voadora, senhorio José Nunes da Silveira, mestre António José Luís. http://siarq.iict.pt/








Um documento esquecido sobre a
chegada ao Brasil do primeiro Correio
Marítimo de Portugal em 1808

1808......«O caíque Bom Sucesso»...........Chegado ao Funchal foram cumpridas as disposições da Regência e o Governador da ilha, Pedro Fagundes Bacelar de Antas e Meneses também confiou a Mestre Garrocho alguma correspondência para a Corte do Rio, para onde igualmente enviou, ao que parece, o preso que recebera do Algarve.
Depois de fazer aguada e de se abastecer para a longa travessia, o caíque tomou o rumo da América do Sul, possivelmente já em 16 de Julho, levando agora mais um jovem piloto, Francisco Domingos Machado, a quem Oliveira Nobre convidou por temer adoecer ou morrer subitamente, a partilhar os riscos ou a glória da viagem. O piloto Machado, embora simples praticante, já tinha feito uma carreira ao Oriente de Lisboa a Macau, a bordo da galera Voadora, do comerciante lisbonense José Nunes de Oliveira.2
.................chegada ao Rio de Janeiro a 22 de Setembro de 1808, do primeiro e inesperado correio marítimo de Portugal, com asprimeiras e mais sensacionais notícias da expulsão dos invasores franceses do Algarve.
2 IRIA, Alberto, A invasão de Junot no Algarve (Subsídios para a história da guerra peninsular, 1808-1814),Lisboa, 1941, pp.132-134.
http://www.olhao.web.pt/Textos/DocumentoEsquecido.pdf




domingo, 12 de abril de 2009

Reminiscencias Asiaticas en la Capoeira ,Pencak silat





FOTO antigua:1864-1866 Capoeira, Christiano Jr:

















Andréa DORÉ
Os Macaenses no Brasil


..................O cronista faz duas referências aos chineses no Brasil. Ele afirma que, com a abertura dos " portos às nações amigas ", assinado em 28 de janeiro de 1808, " em grande quantidade [os chineses] vieram de Macau para o Rio de Janeiro " e também observa a presença de chineses nas cerimônias de coroação e aclamação de D. João VI no Rio (Moura 1973a : 11). Um senador de Macau, Rafael Botado de Almeida, também foi ao Brasil em 1809. Prisioneiro dos franceses na atual Ilha Maurício, ele foi autorizado a embarcar para o Brasil, levando sementes e mudas de plantas aclimatadas na ilha.
Uma outra situação poderia indicar a existência de um movimento contínuo de chineses de Macau. Trata-se de uma estratégia para o desenvolvimento da cultura do chá no país. O objetivo era abastecer o mercado europeu, especialmente o inglês, e para isso fez-se vir homens e mudas de chá, que foram estabelecidos no jardim botânico e depois também em Santa Cruz, ex-fazenda jesuíta, hoje um bairro do Rio de Janeiro (Moura 1973b : 5). Rugendas, que visitou e retratou a região por volta de 1820, localiza trezentos chineses cultivando cerca de seis mil arbustos no jardim botânico. Sua gravura descreve uma área atrás do Corcovado, à beira da lagoa Rodrigo de Freitas, perto do jardim das Plantas. Segundo o ilustrador, só a Inglaterra importava da China três milhões de libras de chá. Rugendas defende que se a Inglaterra paga à China em metais pelo chá, " o Oriente é o abismo devorador de quase todos os metais preciosos exportados da América para a Europa " (ibid. : 9).
http://209.85.229.132/search?q=cache:V_bfrnoEToEJ:www.lusotopie.sciencespobordeaux.fr/dore.rtf+%22Rafael+Botado+de+Almeida%22+macao&cd=2&hl=es&ct=clnk&gl=es
otra cita:
Lusophonies asiatiques, Asiatiques en lusophonies‎ - Página 224de Centre national de la recherche scientifique (France), Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses - 2001 - 764 páginas
Um senador de Macau, Rafael Botado de Almeida, também foi ao Brasil em 1809

Cronología-Reminiscencias Asiáticas en la História de Brasil.


1808-Dom Pedro descubre la Capoeira de Bahía al son del Tambor y del Berimbau -Twang de una sola cuerda.(19-JANEIRO) (1)
1808-Marinheiro brasileiro punido muda para navío de CHINA (1)
1809-Senador de Macau en Brasil (1)
1810-***Primeros Chinos en Brasil (3)
1811-***300 Bandidos de Macau en Rio de Janerio(Suicidio de saudades) (2)
1812-***400 chinos em Brasil (1)
1812-***Grumetes de Brasil en la Carrera de la India (1)
1812-1975-Emigración China a Brasil (1)
1812-300 colonos Chinos de Macau en Rio de Janeiro (1)
1813-***Ingleses con decenas de Navios de mercadurias Orientales en Rio (1)
1815-***Hindúes de Bengala en Recife por 5 años(Algodón) (1)
1815-Apertura de los puertos en Brasil (1)
1815-Llegada a Rio del navio procedente de Bengala-S.José Fama" (1)
1817-***Gravado de Capoeira por Thomas Ender muy similar a los movimientos descritos poa A.Burlamaqui (1)
1819-***Cuatro Polizones de Goa llegan a Rio de Janeiro (1)
1819-BRASIL-Liberación de todos los presos (nace princesa da Beira) (1)
1822-***400 desertores de portugal pasan al ejercito de Brasil (1)
1822-***Indiano-Goés (prefeito)Bernardo Peres deportado ao Brasil (1)
1822-Independencia de Brasil (1)
1824-1826-***Saltimbancos de oficiais imperiais (1)
1824-Brigueiros - Capoeiras en Rio de Janeiro (1)
1825-CENTENARES DE DESERTORES BRITÁNICOS EN EL EJERCITO BRASILEÑO (1)
1826-**Tratado de fin escravatura Brasil-Inglaterra (1)
1830-Negreros de Mozambique se asientan en Brasil (Hijos estudiaron en Mauricio-Moringue) (1)
1831-1846-***Entran en Brasil 300 mil esclavos de contrabando (1)
1831-1872-Africanos de la Costa del Oro soldados en Java (1)
1831-la ley de esclavitud era "letra muerta" (2)
1837-Definición de Vadiismo e Vadiagem (1)
1837-Mercadurias de todo el Mundo en Pernambuco(Linea vapor Nantes-Pernambuco-Rio) (1)
1838-guyana británica -Culies de India llegados de Mauricio(Moringue) (1)
1840-***Capoeiras en la Marina Brasileira (2)
1840-1888-Moleques capoeiras na Marinha e o Exercito-Brasil (1)


1850-Abolición del comercio de esclavos en Brasil (1)
1850-***Trabajadores Inmigrantes en Brasil por falta de mano de Obra Esclava (1)
1850-Abolición del comercio de esclavos en Brasil (1)
1850-Chinos en Bahia (1)
1850-Simbiosis del capoeiragem con el mundo militar. (3)
1853-***Muchos estranjeros en el Hospital de Monserrat-Bahía (1)
1853-Navios de todo el Mundo en Bahía (1)
1856 –Portugal- Concessão de liberdade a todos os escravos que desembarquem no conti­nente ilhas adjacentes Índia e Macau (5 de Junho). (1)
1856-Libertad a Esclavos que desembarquen en el continente e India y Macau (1)
1863-Chinos de Macao en Antilllas-Caribe (1)
1865-RIO- Cristianho Jr. retrata el Capoeiragem (2)
1877-La Corveta Bahiana viaja al Indico por 6 meses (1)
1887-Primeros franceses y japoneses en el CIRCO (1)
1888-Japoneses en los circos de Brasil (1)
1890-Bufalos de Filipinas en Marajó (1)
1890-Prohibición de entrada de Asiaticos y Africanosen Barsil (1)

Eneas Campello

Propaganda:Profesor Eneas Campello "Reclame" estampado no Almanaque do Ceará, de 1920
NOTA DEL PESQUISADOR:En 1920,conforme expilica Capinussú en Tubino(1988) el hijo del Mariscal Floriano Peixoto,José Floriano (Zeca),atleta y luchador,montó un pequeño gimnasio en pleno centro de Rio de Janeiro.En 1925 el portugués Eneas Campelo montó un completo gimnasio dedicado a la enseñanza de Gimnasia con pesas. http://www.producao.ufrgs.br/arquivos/publicacoes/elisangela_zanette.pdf

A MÍDIA IMPRESSA CARIOCA: ANÚNCIO E PROPAGANDA
NA ERA VARGAS
Marcia Morel
Mestre em Educação Física e Cultura pelo PPGEF/UGF
Professora Assistente DCS / UESC
E-mail: m.m.bahia@bol.com.br
GTT 2 – Comunicação e Mídia

.........EXERCÍCIOS PHYSICOS – Prof.º Enéas Campello
Ensina em curso e particular, curso diario das 81/2 ás 10 horas da noite.
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educação physica, material de box, etc. Peçam prospectos.
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Exercícios Physicos – Curso diario – Mensalidade: 15$000 massagens,
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remar em secco 300$000; regra de gymnastica de quarto, 2$000; regra de
gymnastica sueca, 3$000; material de box, etc.14
14 Jornal dos Sports, n. 1.335, 18 de ago./1935, p. 04; Jornal dos Sports, n. 2.512, 14 de nov./1937, p. 04.