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miércoles, 26 de agosto de 2009

1858-5.000 CHINOS muertos en Brasil por Malaria

recorte libro: The Coolie Trade: The Traffic in Chinese Laborers to Latin America 1847-1874 Escrito por Arnold J. Meagher, J Meagher Phd Arnold J Meagher Phd http://books.google.es/books?id=H7dBmBsd-XgC&printsec=frontcover&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false




A formação das estradas de ferro no Rio de Janeiro: o resgate da sua memória‎ - Página 20de Helio Suêvo Rodriguez - 2004 - 192 páginas
Fortes chuvas do verão de 1 858 destruíram aterros, dormentes e trilhos, ea malária vitimou 5.000 empregados de origem chinesa, quando realizavam a quando realizavam a faxina dos pantanais, fazendo com que o ponto final da ferrovia só chegasse a Queimados em sua inauguração.

Entre a escravidão e o trabalho livre

NOTA: Valente de Matos puede ser el nombre de un autor y nó el significado del término.


FOTO: 1865- Cristianho Jr. retrata el Capoeiragem




RECORTE TEXE:Título [PT]: A construção e operação das ferrovias no Brasil do seculo XIX Autor(es): Jose Cechin Palavras-chave [PT]:Transporte ferroviario - Brasil, Ferrovias - Projetos e construçãohttp://libdigi.unicamp.br/document/?code=000047424






Entre a escravidão e o trabalho livre. Escravos e imigrantes nas obras de construção das ferrovias no Brasil no século XIX
Autor: Maria Lúcia Lamounier, Professora Doutora do Departamento de Economia, Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP/USP)
Área 2: História Econômica







.....Imigrantes europeus e asiáticos eram os principais alvos dos engajadores, e foram inúmeras as propostas de engajamento de imigrantes nessas condições para o Brasil na segunda metade do século. Como há vários indícios do emprego de trabalhadores chineses e portugueses nas obras de construção de ferrovias no Brasil, é interessante observar as condições em que eram importados para o país.
Os chineses vieram em pequeno número: cerca de três mil apenas desembarcaram no país ao longo de todo o século22. ...........................................................................................................................






A primeira ferrovia implantada no Brasil, Estrada de Ferro Mauá, financiada com capital nacional e inaugurada em 1854, foi construída por um empreiteiro inglês e empregou um grande número de trabalhadores ingleses e irlandeses. A construção da RSFR começou em 1854 com aproximadamente 2.000 trabalhadores; destes cerca de 200 eram trabalhadores ingleses. Surtos de febre amarela e cólera atingiram os trabalhadores estrangeiros e parte da população nativa empregada. Depois disso, a companhia teve que contratar mais 200 trabalhadores europeus, alemães e belgas. Ao final da década de 1850, havia 1.750 homens trabalhando na RSFR; além destes, o pessoal técnico perfazia 230 trabalhadores (MELO, 1995).
Segundo Benévolo (1953), foram contratados na Europa para a construção do trecho inicial da BSFR, 1.000 trabalhadores, dos quais "mais da metade já havia chegado em 1858". Em 1859, havia 1.886 trabalhadores empregados nas obras (p. 311). Em 1860, o pessoal empregado na construção da estrada incluía italianos, ingleses, alemães, franceses e suíços.







Sobre as condições de importação e os tipos de contratos as informações são ainda mais raras. Há indícios, porém, de que as condições impostas aos trabalhadores estrangeiros sem qualificação eram bastante precárias30.
Price, o empreiteiro encarregado das obras da primeira seção da EFDPII, inicialmente importou trabalhadores europeus: em torno de 1.000 trabalhadores ingleses e irlandeses. Como muitos se recusaram a trabalhar nas condições insalubres, Price decidiu importar trabalhadores chineses. Segundo a bibliografia, Price contratou milhares de chineses, dois quais mais de 5.000 parecem ter morrido durante as obras de construção da estrada31.
22 Segundo Conrad (1975a), ao longo de todo o século dezenove desembarcou 2.947 trabalhadores chineses no país (p. 42).






30 As várias tentativas de construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré "engoliram", segundo Cenni (2003, p. 199),
milhares de ingleses, americanos, irlandeses, barbadianos, espanhóis, gregos, italianos e brasileiros. Muitos morreram vitimados pelos índios, pela malária, pela varíola e pela fome.
31 É recorrente na literatura a menção aos mais de 5.000 trabalhadores chineses mortos nestas obras; ver, por exemplo, Costa (1976, p. 158), Cechin (1978, p. 43). Benévolo (1953), comentando a informação de que "esses chins foram, às centenas, atacados de febres e segundo uma testemunha da época, avalia-se em mais de cinco mil o número desses trabalhadores infelizes sepultados em Belém", observa que "se mais de cinco mil morreram, quantos vieram?" (p. 316).













OTRA FUENTE:







The ‘Labour Question’ in Nineteenth Century Brazil:
railways, export agriculture and labour scarcity
Lucia Lamounier

There is fragmented data on the importation of unskilled workers forrailway constructions: immigrants were of diverse origin - Chinese,Portuguese, Italians, Germans, Belgians, English, and others. There iseven less information on the conditions under which these unskilled immigrant labourers were contracted and worked. Contractor Price, in charge of the first section of the EFDPII, imported European workers, but many of them refused to work because of the unhealthy conditions, so he decided to recruit Chinese coolies.118







118 It is often mentioned that more than 5,000 Chinese workers died in the undertaking.
Cechin, op cit, p.43; W. Costa, op cit, p.158












OTRA FUENTE:






Título [PT]: A construção e operação das ferrovias no Brasil do seculo XIX Autor(es): Jose Cechin Palavras-chave [PT]:
Transporte ferroviario - Brasil, Ferrovias - Projetos e construção






lunes, 24 de agosto de 2009

Reconstrucción de las aculturaciónes en Brasil (Capoeira)





NOTA DEL PESQUISADOR:En el estudio de la História de la Capoeira en Brasil,encontramos que el término CAPOEIRA se refiere,encuanto a Lucha,a cualquier manifestación guerrera ó pelea ,con lo que observamos que és un términi general para esta descripción.Hoy día podemos definir con más claridad este término que expresa luchas de Malasia,Mozambique,Nigeria,Madagascar y otros lugares:



LIBRO: Vale do Ribeira: a voz e a vez das comunidades negras Escrito por Mary Francisca do Careno

. http://books.google.com/books?id=KuymVjRo1EUC&printsec=frontcover&hl=es&source=gbs_v2_summary_r&cad=0#v=onepage&q=&f=false

lunes, 20 de julio de 2009

1870- Brasil ,ya había en el país 1000 Chinos

NOTA: Revista de Estudos da Religião - REVERISSN 1677-1222Pós-Graduação em Ciências da Religião - PUC-São Paulo2. Imigração Chinesa e Coreana no Brasil2.1 "Pré-História" do Extremo Oriente no BrasilOs chineses são os mais antigos imigrantes do Extremo Oriente no Brasil. Existem provas da presença de chineses no Brasil no período colonial, ainda que não se possa avaliar a quantidade exata.[1] Também é certo que algumas centenas de chineses desembarcaram no Rio de Janeiro em 1810, inicialmente trazidos para o cultivo de chá.[2]Posteriormente, a possibilidade da imigração chinesa foi colocada dentro do contexto da substituição em massa da mão-de-obra escrava. Uma das possibilidades foi a imigração de chineses, já que se estimava que a imigração européia não ocorreria em número suficiente para as atender à demanda brasileira. Por conta disso, por volta de 1854, também algumas centenas de chineses foram trazidos em um experimento infrutífero de substituir a mão-de-obra escrava.[
FOTO: 1865- Cristianho Jr. retrata el Capoeiragem
http://www.capoeira-infos.org/personnages/artistes/christiano_jr.html
Recorte Libro:(pag 712)
Vista previa del libro
De la esclavitud al trabajo asalariado Escrito por Moulier-Boutang, Yann

http://books.google.es/books?id=9wauB-OdayYC&pg=PT699&dq=Tschudi+viagem+as+provincias+de+rio+de+janeiro&as_brr=3

domingo, 12 de abril de 2009

Reminiscencias Asiaticas en la Capoeira ,Pencak silat





FOTO antigua:1864-1866 Capoeira, Christiano Jr:

















Andréa DORÉ
Os Macaenses no Brasil


..................O cronista faz duas referências aos chineses no Brasil. Ele afirma que, com a abertura dos " portos às nações amigas ", assinado em 28 de janeiro de 1808, " em grande quantidade [os chineses] vieram de Macau para o Rio de Janeiro " e também observa a presença de chineses nas cerimônias de coroação e aclamação de D. João VI no Rio (Moura 1973a : 11). Um senador de Macau, Rafael Botado de Almeida, também foi ao Brasil em 1809. Prisioneiro dos franceses na atual Ilha Maurício, ele foi autorizado a embarcar para o Brasil, levando sementes e mudas de plantas aclimatadas na ilha.
Uma outra situação poderia indicar a existência de um movimento contínuo de chineses de Macau. Trata-se de uma estratégia para o desenvolvimento da cultura do chá no país. O objetivo era abastecer o mercado europeu, especialmente o inglês, e para isso fez-se vir homens e mudas de chá, que foram estabelecidos no jardim botânico e depois também em Santa Cruz, ex-fazenda jesuíta, hoje um bairro do Rio de Janeiro (Moura 1973b : 5). Rugendas, que visitou e retratou a região por volta de 1820, localiza trezentos chineses cultivando cerca de seis mil arbustos no jardim botânico. Sua gravura descreve uma área atrás do Corcovado, à beira da lagoa Rodrigo de Freitas, perto do jardim das Plantas. Segundo o ilustrador, só a Inglaterra importava da China três milhões de libras de chá. Rugendas defende que se a Inglaterra paga à China em metais pelo chá, " o Oriente é o abismo devorador de quase todos os metais preciosos exportados da América para a Europa " (ibid. : 9).
http://209.85.229.132/search?q=cache:V_bfrnoEToEJ:www.lusotopie.sciencespobordeaux.fr/dore.rtf+%22Rafael+Botado+de+Almeida%22+macao&cd=2&hl=es&ct=clnk&gl=es
otra cita:
Lusophonies asiatiques, Asiatiques en lusophonies‎ - Página 224de Centre national de la recherche scientifique (France), Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses - 2001 - 764 páginas
Um senador de Macau, Rafael Botado de Almeida, também foi ao Brasil em 1809

Cronología-Reminiscencias Asiáticas en la História de Brasil.


1808-Dom Pedro descubre la Capoeira de Bahía al son del Tambor y del Berimbau -Twang de una sola cuerda.(19-JANEIRO) (1)
1808-Marinheiro brasileiro punido muda para navío de CHINA (1)
1809-Senador de Macau en Brasil (1)
1810-***Primeros Chinos en Brasil (3)
1811-***300 Bandidos de Macau en Rio de Janerio(Suicidio de saudades) (2)
1812-***400 chinos em Brasil (1)
1812-***Grumetes de Brasil en la Carrera de la India (1)
1812-1975-Emigración China a Brasil (1)
1812-300 colonos Chinos de Macau en Rio de Janeiro (1)
1813-***Ingleses con decenas de Navios de mercadurias Orientales en Rio (1)
1815-***Hindúes de Bengala en Recife por 5 años(Algodón) (1)
1815-Apertura de los puertos en Brasil (1)
1815-Llegada a Rio del navio procedente de Bengala-S.José Fama" (1)
1817-***Gravado de Capoeira por Thomas Ender muy similar a los movimientos descritos poa A.Burlamaqui (1)
1819-***Cuatro Polizones de Goa llegan a Rio de Janeiro (1)
1819-BRASIL-Liberación de todos los presos (nace princesa da Beira) (1)
1822-***400 desertores de portugal pasan al ejercito de Brasil (1)
1822-***Indiano-Goés (prefeito)Bernardo Peres deportado ao Brasil (1)
1822-Independencia de Brasil (1)
1824-1826-***Saltimbancos de oficiais imperiais (1)
1824-Brigueiros - Capoeiras en Rio de Janeiro (1)
1825-CENTENARES DE DESERTORES BRITÁNICOS EN EL EJERCITO BRASILEÑO (1)
1826-**Tratado de fin escravatura Brasil-Inglaterra (1)
1830-Negreros de Mozambique se asientan en Brasil (Hijos estudiaron en Mauricio-Moringue) (1)
1831-1846-***Entran en Brasil 300 mil esclavos de contrabando (1)
1831-1872-Africanos de la Costa del Oro soldados en Java (1)
1831-la ley de esclavitud era "letra muerta" (2)
1837-Definición de Vadiismo e Vadiagem (1)
1837-Mercadurias de todo el Mundo en Pernambuco(Linea vapor Nantes-Pernambuco-Rio) (1)
1838-guyana británica -Culies de India llegados de Mauricio(Moringue) (1)
1840-***Capoeiras en la Marina Brasileira (2)
1840-1888-Moleques capoeiras na Marinha e o Exercito-Brasil (1)


1850-Abolición del comercio de esclavos en Brasil (1)
1850-***Trabajadores Inmigrantes en Brasil por falta de mano de Obra Esclava (1)
1850-Abolición del comercio de esclavos en Brasil (1)
1850-Chinos en Bahia (1)
1850-Simbiosis del capoeiragem con el mundo militar. (3)
1853-***Muchos estranjeros en el Hospital de Monserrat-Bahía (1)
1853-Navios de todo el Mundo en Bahía (1)
1856 –Portugal- Concessão de liberdade a todos os escravos que desembarquem no conti­nente ilhas adjacentes Índia e Macau (5 de Junho). (1)
1856-Libertad a Esclavos que desembarquen en el continente e India y Macau (1)
1863-Chinos de Macao en Antilllas-Caribe (1)
1865-RIO- Cristianho Jr. retrata el Capoeiragem (2)
1877-La Corveta Bahiana viaja al Indico por 6 meses (1)
1887-Primeros franceses y japoneses en el CIRCO (1)
1888-Japoneses en los circos de Brasil (1)
1890-Bufalos de Filipinas en Marajó (1)
1890-Prohibición de entrada de Asiaticos y Africanosen Barsil (1)

domingo, 8 de febrero de 2009

Capoeiragem ,Christiano JR (1833-1902)

FOTO PEQUEÑA: Capoeiragem,Christiano Jr:http://www.capoeira-infos.org/personnages/artistes/christiano_jr.html


Christiano Junior, Fotógrafo de Buenos Aires.José Christiano de Freitas Henriques Júnior, más conocido por su seudónimo artístico de "Christiano Júnior", nació en 1832 en la Isla Flores, archipiélago de Azores, en el Reino de Portugal. De su etapa europea nada se conoce, excepto que allí se casó con María Jacinta Fraga, con la cual tuvo dos hijos, José Virginio (1851) y Federico Augusto (1853), el primero colaborador y luego brillante fotógrafo.En 1862 se encontraba instalado en la ciudad de Maceió, norte de Brasil, con un estudio en Rua de Commercio; seguramente por ser una plaza pequeña para sus aspiraciones se mudó a Río de Janeiro, capital del imperio dirigido por Don Pedro II, un entusiasta fotógrafo amateur y gran protector del nuevo arte.