sábado, 21 de marzo de 2009

a “ginástica brasileira”

RECORTE LIBRO:
Os Exercicios Fisicos Na Historia E Na Arte Escrito por Jayr Jordao Ramos. http://books.google.es/books?id=lLHhKybONrIC&printsec=frontcover&source=gbs_navlinks_s
Foto:Mestre vTim-Corea


O MÉTODO NACIONAL
O método francês foi oficialmente adotado,por iniciativa dos militares, de 1921 até o fim do Estado Novo. Desde o início, no entanto, os próprios militares já enfatizavam a necessidade de futuramente substituí-lo por um método nacional de educação física. Um editorial da revista A Defesa Nacional de 1926 defendia que o método nacional fosse “genuinamente brasileiro”, elaborado com liberdade em relação ao francês, tendendo para a ginástica nacional e sem que fosse esquecida a capoeira.18.


............Nunca se chegou a uma elaboração final do método nacional. Muitos anos mais tarde, já na década de 80, Inezil Penna Marinho ainda proporia que o método nacional de educação física – a “ginástica brasileira”– fosse baseado na capoeira. Esta seria uma atividade genuinamente brasileira, que permitiria uma recuperação e valorização do sentimento nacionalista.



18 A educação física nacional. A instrução física militar, A Defesa Nacional, n. 51, jul. 1926.


1929-Nueva Misión Francesa -Desenvolvimiento de Luchas en la Escuela Militar




Em 1929, sete anos após o fechamento do CMEF, ocorreu uma visita do Presidente da República Dr. Washington Luís, à Escola de Sargentos de Infantaria, acompanhado pelo Ministro da Guerra, Gen. Nestor Sezefredo dos Passos. Entusiasmado com o trabalho produzido com os alunos da Escola de Sargentos de Infantaria, pelo Tenente Inácio de Freitas Rolim e pelo Tenente Médico Virgílio Alves Bastos, preparados por Pierre de Seguir17
....................O método aplicado era eminentemente científico, com as bases pedagógicas,anatomo- fisiológicas e psicológicas na escola francesa de Joinville-le-Pont (REVISTA DE EDUCAÇÃO FÍSICA, 1933, n.º 4, p. 2).

17Um dos grandes responsáveis para a realização desse curso foi o comandante do Exército Francês (hierarquia similar a major no Exército Brasileiro) Pierre de Seguir, que assumira a direção da educação física da Escola Militar em 1928. Pierre de Seguir veio em mais uma missão francesa http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2008/12/modernizacin-del-ejercito-brasileo.html de propagação do método francês e teve grande responsabilidade no desenvolvimento de metodologias para diversas práticas, principalmente de "lutas", e na preparação de profissionais para o ministrar de cursos e aulas. Nessas iniciativas, contava muitas vezes com o auxílio do prof. Alberto Latorre de Faria http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/03/alberto-latorre-de-faria-100-anos.html, futuro professor da ENEFD (MELO, 1996.).
http://www.esefex.ensino.eb.br/esefex/Atual%20Trab/@cap%20I.PDF

NOTAS:
1925-Llega a RIO A.Latorre(Capoeirista e boxeador)-se Matricula na Academia Eneas Campelo (1)
1931-ACADEMIA DE CAPOEIRAS (Rio)-dirijida por Jayme Ferreira (1)
1931-Sinhozinho ingresa en el Club Força e Coragem (1)
1931-Sinhozinho Mestre en Rio De Janeiro-Club Nacional de Gymnastica (2)
1932-Aprobado el reglamentp de educación fisica ejercito BRASIL-Método Francés (1)
1934-CAPOEIRA e boxeador A.Latorre contartado por EMPRESA PUGILISTA S.A. (1)
1939-Alberto Latorre (CAPOEIRISTA) chefe do Departamento de Lutas (2)
1940-CAPOEIRA alberto Torre entrenador de la Guardia de Getulio Vargas (1)
Nos primórdios, o Judô era filiado à Federação Paulista de Pugilismo, e suas respectivas regras de combates formuladas em 1936, há indícios que surgiu uma entidade não oficial entre 1933 e 1942, denominada Federação de Judô e Kendô, sendo a responsável pela divulgação do oficial Judô - Kodokan.Contudo, precisaríamos de um entidade nossa perante a legislação, com isso surge a Federação Paulista de Judô, em 17 de Abril de 1958.Já a Confederação Brasileira de Judô, segundo Matheus Sugizaki, foi fundada em 1969, sendo reconhecida somente em 1972.Após esta trajetória no tempo, temos como indícios duas correntes:
a) Os pioneiros do Kasatu Maru, agricultores e colonos que praticavam o judô como um meio de laços à sua origem; amenizar a saudades e para a prática marcial desta arte inserida em suas culturas. Deste grupo destacamos Tatsuo Okoshi que chegou ao Brasil em 1924/1925, seguido de Katsutoshi Naito, Sobei Tani e Ryuzo Ogawa.
b) E do outro lado os Lutadores, que buscavam e lançavam desafios e demonstrações lutando publicamente, utilizando o Judô (na verdade uma forma de vale tudo com Ju Jutsu, Judô, etc.) como forma de subsistência ,desta corrente destaca-se Mitsuyo Maeda, Takagi Saito, Geo Omori, Ono e os Gracie.FUENTE: http://www.judodaunicamp.hpg.ig.com.br/historia.htmOTRA CITAS: http://www.judobrasil.com.br/histnet.htm
...............As lutas de vale-tudo fizeram parte do início do Jiu-jitsu e do próprio Judô, pois as duas modalidades se confundiam na época, sendo que o método de Jigoro Kano diferenciava apenas na presença do Dô, ou caminho em japonês, passando de arte flexivel (Jiu jitsu) para caminho da suavidade ou flexibilidade (Judô ), como é relatado por Calleja (1979). Até o surgimento de regras específicas e consequente formação das federações no Brasil os estilos se missigenavam. As primeiras lutas eram, segundo o prof. Mubarac, sem contagem de pontos, mas por desistência ou nocaute, podendo até mesmo existir fatalidades. Estas disputas, acabaram sendo regulamentadas pela Federação Brasileira de Pugilismo com as primeira regras criadas feitas em 1936.
http://www.judobrasil.com.br/histnet.htm

Capoeira Angola sobreviviente de la cultura malaya,el Bensilat???

FOTOS:Capoeira Angola y Pencak-Silat








NOTA DEL PESQUISADOR: la afirmación de esta página ecuanto a la casi desaparición de la Capoeira Angola,me lleva a pensar en Pastinha y en quienes la enseñaron este arte.Después de mucho tiempo de pesquisa sin encontrar informaciones objetivas sobre la danza ngolo,ni en Angola ni en otro lugar,si afirmo que através de los marineros malayos enrolados en la Armada portuguesa pudo llegar el Bersilat,danza -ritual con exactas ó parecidas citas corporales y musicales de la Capoeira Angola.Hubo una minoría de marineros malayos llegados a Brasil; este arte se ha perdido en los tiempos ,si bién se conserva en su lugar de origen, Malasia. Queda mucho que pesquisar pero este ritual del Bersilat era secreto,practicado también en Timor ,ex-colonia portuguesa, por tanto ,entre todos sigamos este rastro.En este blog hay muchas citas de fuentes fidedignas que apuntan al origen de la Capoeira Angola en Malasia , sin negar que pudo llegar de cualquier lugar a Brasil ya que antes de existir Brasil como tal colonia ,este arte del Bersilat ya viajaba por el Oceano Indico donde se aculturó en Madagascar con culturas Bantús, Swahilis, Hindúes y Chinas.

A diferencia de otros marciales el PS utiliza como parte fundamental la música, cada movimiento del practicante es acompañado por una gran banda de músicos con instrumentos originarios tradicionales del sureste asiático. Esta banda se llama gamelán y tiene entre sus instrumentos gongs, xilófonos de madera y metal, tambores de madera y piel... Sin embargo, los que marcan el ritmo de la música no es la banda si no los combatientes .Cuanto más rápido se muevan los combatientes, más rápida irá la música.Los combates se desarrollan en una arena cuadrada de 10 metros por 10 metros. Dentro de este cuadrado existen dos círculos, uno de 8 metros y otro de 3 metros de diámetro. Los combatientes se sitúan uno enfrente del otro, guardando una distancia de 3 metros (los del círculo del centro).El PS se basa en la esquiva y contra-ataque. Como todo arte marcial es una disciplina de lucha dedicada a la defensa personal.

Bimba e Bamba

A construção do valor social da capoeira inaugurava, assim, novas perspectivas de
desenvolvimento, ao passo que ela ia se afastando, gradativamente, das periferias. Nesse contexto, emergem outras possibilidades de exploração das suas características: atividade
cultural47, espetáculo de luta48, fonte de pesquisa, modalidade de autodefesa, atividade de
ginástica49, prática de lazer50. Como mostra Rêgo (1968),
............ o jôgo da capoeira se fazia nos engenhos, no local de trabalho, nas horas vagas e nas ruas e praças públicas, nos dias de festas, sempre em recinto aberto. Em nossos dias, não há mais engenho; no local de trabalho, como o Cais do Pôrto, não se joga mais e nas ruas e praças públicas do centro só em dias de festa. Joga-se capoeira em recinto fechado em Palácio do Govêrno,
nas academias, nos salões oficiais, nos clubes particulares e nas ruas e praças públicas, onde se realizam festas populares. Espontâneamente, independente de qualquer circunstância, joga-se capoeira em ambiente aberto, na Estrada da Liberdade, Pernambués, Cosme de Farias, Itapuã e outros bairros bemafastados do centro da cidade. (Ibidem, p. 47)


47 Abordagem da capoeira sob uma perspectiva folclórica.
48 Abreu (1999), em Bimba é bamba, trata a relação entre capoeira e luta de ringue. A obra retrata uma época,1936-37, em que, para que a capoeira ganhesse destaque social e prestigio como defesa pessoal, foram necessários muitos espetáculos de luta. Vejamos o depoimento do Mestre Bimba, extraído do livro A Regional não é luta para rink: “Ela não obedece às regras convencionais nos encontros pugilísticos, é uma luta para as situações decisivas e na sua ação tudo vale – por isso sua exibição em público nesse sentido torna-se-ia de uma ação bárbara que provavelmente provocaria a reação dos espectadores e intervenção da polícia. Que seja praticada quase sem acidentes entre os seus amadores, justifica-se; é uma luta que exige perfeito domínio de corpo e seus praticantes sabem controlar os golpes nos treinamentos para evitar possíveis ações desastrosas, Fazer isso no rink, será o mesmo que se por à mercê do adversário.” (A Tarde, 7/2/46 in ABREU, 1999, p. 95).
49 Os principais responsáveis pela divulgação dessa perspectiva, antes da legalização da capoeira, foram ODC (1907) e Aníbal Burlamaqui (1928). A associação entre capoeira e ginástica, entretanto, expressa uma
compreensão equivocada dos dos autores quanto ao sentido essencial da ginástica que, segundo Langlade & Langlade (1970), é a exercitação do corpo (do grego, Gimnus – exercitação do corpo nu). Sob nossa perspectiva, a capoeira, como luta, possui por princípio essencial o agonismo, não a exercitação do corpo.
50 Sob essa perspectiva, vemos a capoeira como jogo, de caráter lúdico-beligerante. Na Bahia, muito presente nos momentos de ócio dos trabalhadores portuários. Atividade que, na atualidade, com a reestruturação do trabalho, é cada vez mais rara para esse trabalhador
.


http://74.125.77.132/search?q=cache:_wjVUz6CyvUJ:portalcapoeira.com/Download-document/A-CAPOEIRA-NA-SOCIEDADE-DO-CAPITAL+cisnando+capoeira+santa+barbara&cd=7&hl=es&ct=clnk&gl=es

viernes, 20 de marzo de 2009

ZUMA-Moringue Reuniones y Punga de Maranhao y Tambor de Criolha


foto: Annibal Burlamaqui.

NOTA DEL PESQUISADOR:En el documental "Samba á Paulista" aparecen un hombre y una mujer pegando pecho con pecho en un muvimiento similar a la lucha " moringue ó ringa malgache" que aparece en Maranhao en la dança de Umbingada-Punga. Zuma (Annibal Burlamaqui) fue un importante inventor de esta nueva capoeira carioca y afirmó que varios golpes fueron extraídos de los “batuques” y “sambas”, como en el caso del “baú”. Se trata deun golpe dado en el adversario con la barriga, siendo similara los movimientos del “samba de ombligada”.
DOCUMENTAL Samba á Paulista:
http://www.youtube.com/watch?gl=BR&hl=pt&v=vNJvlTvQ_bE
..............Em alguns lugares do interior do Maranhão, como no Município de Rosário, ou em festas em São Luís, com a presença de grupos de tambor de crioula, costuma ocorrer a punga dos homens ou pernada14 , cujo objetivo é derrubar ao solo o companheiro que aceita este desafio. Algumas vezes a punga dos homens atrai mais interesse do que a dança das mulheres. Por ter certa semelhança com uma luta, a pernada ou punga dos homens tem sido comparada com a capoeira: http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2008/11/umbingada-ou-punga-de-origen-afro.html

Foto: Moring, a martial art of Malagasy African :http://www.moringue-france.com/English.html
















“A punga é o símbolo do tambor de crioula. Quer
dizer, tem que ter. Tem que existir. O toque do tambor aqui que faz ela, a coreira, fazer a punga ali. O jogo em cima do tambor. Ela rola ali, dá aquela rodada; quando ela faz aquela meia lua, aí ela vai em cima do tambor. Quer dizer, certo com a punga do tambor, ela também faz o jogo do corpo dela”. (José Domingos, Tambor Brilho de
São Benedito).









Zeca Floriano y las mujeres luchadoras

FOTO:Paul Pons-1904


NOTA DEL PESQUISADOR:En 1922, Zeca Floriano ,hombre de mediana edad,dejó de luchar ;se encontraba en Recife como empresario circense donde tenía una pensión en la que paraban todos los artístas de la época que pasaban por allí.En esa época coincidió con su Circo ,en Recife, el Circo García.
http://books.google.es/books?id=7B_J69cGricC&pg=PA51&lpg=PA51&dq=%22zeca+floriano%22&source=bl&ots=OPzhZT-X2Y&sig=FYAnLUQdqylg6GFRsZvsJOtCkeU&hl=es&ei=fIPKSdmgBYeRjAfLueXNAw&sa=X&oi=book_result&resnum=5&ct=result#PPA185,M1

foto Zeca:1906 Com um peitoral confeccionado por sua esposa Carmelina; feito especialmente para exibir as medalhas conquistadas no esporte e na vida. A primeira medalha central é um leão enjaulado, toda em ouro e os olhos são em rubi...Recebeu do Sr. João Apóstolo (dono do circo) porque se negou a receber o prêmio de 10.000 mil contos de réis para quem entrasse na jaula do Leão Marusko.


foto leao:1908:Desafio lançado por João Apóstolo (dono de circo) aos brasileiros; entrar na jaula do leão Marusko... Zéca Floriano entrou, brincou e sentou em cima do leão...http://www.8p.com.br/zecafloriano/flog/#4840989


Mulheres em movimento: a presença feminina nos primórdios do esporte na cidade do Rio de Janeiro (até 1910)

............ No início do século XX, no Brasil começou a se tornar mais comum a prática da luta romana, notadamente desafios entre atletas cariocas e de São Paulo. José Floriano Peixoto foi um dos mais renomados dessa modalidade naquele momento, praticamente o nosso Sandow.
No seu livro de memórias, comenta Luiz Edmundo, captando bem o momento de transição:
Não se pratica a ginástica do corpo. A do sentimento basta. E nesse particular, ninguém supera o jovem desse tempo ... Vive ainda da lírica do poeta Casimiro de Abreu, acha lindo sofrer-do-peito, bebe absinto e, de melenas caídas nas orelhas, ainda insiste em recitar ao piano. Toda uma plêiade de moços de olheiras profundas, magrinhos, escurinhos, pequeninhos ... Tipos como o do atleta José Floriano Peixoto, são olhados, por todos, com espanto. (Edmundo, 1957, p.833)
Zeca Peixoto, como era conhecido, destacava-se não só pelo seu corpo forte, como também pelo fato de ser praticante e campeão de muitos esportes diferentes. Ganhou ar de herói quando salvou diversas pessoas em um naufrágio que ocorrera na Bahia, ocasião em que retornava de excursão à Europa.
Nos primeiros anos da década de 1900, Peixoto já estava envolvido com o grupo de Paul Pons(ver nota abajo), um francês muito atuante nos primeiros momentos do halterofilismo no Brasil e no mundo. No decorrer da década esteve envolvido com apresentações em teatros, fazendo parte da "Companhia Ginástica e de Variedades" e chegando a ser proprietário de um circo (Circo Floriano), que fez sucesso na cidade. Peixoto, junto com o empresário paulista Francisco Serrador, estava por trás da organização de um campeonato de lutadoras, realizado no Teatro São Pedro de Alcântara, no ano de 1910. Tratava-se, na realidade, de uma temporada teatral, em conjunto com o grupo musical feminino Mirales; as lutas eram realizadas entre estrangeiras, com a participação de algumas brasileiras que vieram de São Paulo.
O evento teve grande repercussão na cidade. A revista Fon-Fon de 7 de maio de 1910 publica, sob o título "O muque feminino", uma foto das competidoras, em trajes de luta (com braços e pernas descobertas), em posições que lembravam muito a dos atletas masculinos; ao centro, em trajes aristocráticos, o árbitro das pelejas.
Na edição de 28 de maio de 1910, a revista publica novas imagens, espalhadas pelas páginas, sempre sob o título "As lutadoras", informando o nome de algumas competidoras: a russa Schuwalod, Nero Berkson (que foi alcunhada de Minas Gerais, nome do navio adquirido pela Marinha brasileira à época), Philippi, Morgan, Nelson, Fisher, Rieb e Schmidt. Na edição de 4 de junho ficamos sabendo o nome das brasileiras: Annita e Nenê.

............Essa impressão fica mais forte quando vemos que no mesmo número foi publicada uma foto, sob o título "O muque masculino" (o oposto da foto das mulheres publicada na edição de 7 de maio), onde posam atletas do Centro de Cultura Física Eneas Campelo, um dos pioneiros na cidade, situado à rua das Marrecas (Centro). A postura é a já tradicional naquele momento no que se refere aos esportistas: sem camisa, exibição dos músculos, posturas másculas; na parede da academia se vê escrito: "o homem forte é sensato e calmo".
notas del pesquisador: En Francia y en 1898 se celebraba en Paris el primer campeonato del mundo de lucha grecorromana, un hispano-francés, Paúl Pons, fue el vencedor. Fundo en Paris el gimnasio Pons que marco época.



Ciríaco (1908-30) derrotou os portugueses campeões de “braço-de-ferro” no Rio de Janeiro; venceu, na mesma prática, mestre francês de halterofilismo (pudiera ser Paul Pons,ver más arriba)que ensinava aos filhos da elite. Conta-se, que ao vergar o braço direito deste professor de ginástica, pediram-lhe para disputar com o esquerdo. Ao dobrar-lhe o braço esquerdo, teria arrastado o oponente sobre a mesa e dito “Que pouca porcaria”. Valendo-se de sua força e agilidade, matou vários oponentes em lutas corporais. Derrotou dois mestres orientais de passagem pelo Rio, em épocas distintas. Dizia-se que colocava sobre a cabeça de uma só vez três ou quatro sacas de café.

Fundador do Estado do Espiritu Santo

Quem era Vasco Fernandes Coutinho – Sua família – Quase tudo se ignora sobre a infância e mocidade do fundador do atual Estado do Espírito Santo.7 Sabe-se apenas que foram seus pais Jorge de Melo, o Lágio,8 e D. Branca Coutinho.9 A história guardou, também, os nomes dos seus irmãos: Martim Afonso de Melo Coutinho, Diogo de Melo Coutinho10 e Manuel de Melo.11
Taunay o dá como “homem aparentado à melhor fidalguia portuguesa”,12 e Varnhagen,13 segundado por Pedro de Azevedo14 – ambos apoiados pela carta de doação e outros instrumentos régios –, di-lo “fidalgo da casa real”.
Folha de serviços militares – Sob o comando de Afonso de Albuquerque,
serviu em Goa, em Malaca e na China.15 Cumpria o destino da quase totalidade dos jovens portugueses do seu tempo. Aliás, é o próprio soberano quem lhe atesta os méritos militares quando, na introdução da carta de doação, diz: “Esguardando eu aos muitos serviços que Vasco Fernandes Coutinho, fidalgo de minha casa e El-Rei meu Senhor e pai que santa glória haja e a mim tem feito assim nestes reinos como em África e nas partes da Índia onde serviu em muitas cousas que se nas ditas partesfizeram, nas quaes deu sempre de si mui boa conta...”16.Um rei não poderia ir além destas palavras consagradoras.


7 - “No ano de 1510 Vasco Fernandes Continho é referido como “homem bem mancebo”. Novo e forte e sem recear nada deste mundo: levantava um mouro do cavalo com a ponta da lança, atirava-o ao chão e matava o infiel. / Sob as ordens do grande Afonso de Albuquerque, Vasco Fernandes ajudou à conquista de Goa aos turcos. Em 1511 partiu como conquistador para o Extremo Oriente e fez frente a uma carga de elefantes na tomada de Malaca. / Comandou um navio da esquadra que Albuquerque deixou de vigia no estreito de Malaca, mas em 1514 encontramo-lo de novo na Índia. No ano imediato partiu com Albuquerque para Ormuz, no Golfo Pérsico, tomou parte na morte do guazil Ras Ahmede e trabalhou com outros fidalgos na construção da fortaleza. [...] Após cinco anos de serviço com Afonso de Albuquerque, não é provável que Vasco Fernandes pudesse continuar a servir sob o comando pouco estimulante do sucessor do grande Governador. Parece que o jovem Vasco voltou a Portugal em 1516, mas regressou à Índia em 1521, durante o governo de D. Duarte de Menezes. Dali acompanhou o irmão Martim Afonso de Melo Coutinho à China, onde encontraram Duarte Coelho navegando por aqueles mares, e juntos combateram contra os juncos chineses. / Quando Vasco Fernandes regressou a Portugal não se sabe ao certo, nem o que fez antes de 1529. Provavelmente esteve algum tempo numa das fortalezas de Marrocos. Os documentos dão-no como tendo servido não só no Oriente, mas também na África, e este parece ser o único intervalo de tempo em que tal serviço podia ter sido desempenhado” (SANCEAU, Capitães, 141-3). Essa obra de Elaine Sanceau, cuja l.ª edição foi publicada em 1956, dedica um dos seus capítulos à biografia de Vasco Fernandes Coutinho. Não revela nada de novo sobre o tema.
http://www.seag.es.gov.br/anexo/Livro_Historia_ES.pdf

OTRA FUENTE:http://purl.pt/154/1/P85.html

PROVÍNCIA DO ESPÍRITO SANTO

SUA DESCOBERTA, HISTÓRIA CRONOLÓGICA, SINOPSE E ESTATÍSTICA
Por
BASÍLIO CARVALHO DAEMON


1710-Idem. – Em data de 10 de Novembro ordena o Governador Capitão-general do Estado do Brasil, D. Lourenço de Almada, ao Capitão-mor desta capitania, Francisco de Albuquerque Teles, em nome de el-Rei D. João V, a fim de que fossem suspensos e não se continuassem os trabalhos, explorações e descobertas das minas de ouro da capitania e continuação de estradas para Minas Gerais, e aqueles que não obedecessem voltando logo para suas casas seriam os seus bens confiscados para a Coroa, conduzidos presos e depois degradados por dez anos para Angola, e sendo homens peões ao mesmo degredo para Benguela, mandando-se lançar, nesse sentido, um bando com o prazo de um mês.
1741.................Em seguida, saiu Jerônimo de Barcelos dessa então sua casa, que tem frente para a rua Grande, hoje rua de Santa Luzia, e foi refugiar-se em casa de uma amásia sua, na rua do Carmo, enquanto que a cidade se alarmava e a soldadesca perseguia o criminoso para descobri-lo; alguns soldados chegaram à casa onde se tinha homiziado Jerônimo de Barcelos e perguntando se o tinham visto passar, o mesmo Jerônimo apresentou-se-lhe indicando ter visto o criminoso ir com direção à rua da Várzea; e aproveitando o ensejo em que os soldados dirigiam-se para o lugar indicado, montou a cavalo e partiu para uma situação que tinha em Santo Antônio, e aí se rodeou de capangas e escravos, vivendo por algum tempo sem ser visto, tendo a casa fortificada por grandes cercas e vigiada por cães bravos e amestrados, mas, não podendo resistir ao desejo de divertir-se em uma festividade de São Miguel, na qual se faziam umas cavalhadas, apresentou-se mascarado e correu igualmente com os outros; sendo bom cavaleiro, e tendo tirado um prêmio foi oferecê-lo, propositalmente, ao próprio Governador que se achava em um palanque erigido na praça de Afonso Brás.
1767. – Neste ano o Marquês de Lavradio, Capitão-general e Governador da Bahia, enviou para esta capitania a Companhia de Infantaria conhecida por Companhia do Pinto, pertencente ao Regimento Alvim, para que, unida à Companhia de Infantes que havia, se formasse uma Companhia de 60 Infantes. A falta de tropa para diversos misteres tinha feito com que se reclamasse daqui aumento de número de praças, ao que o Marquês de Lavradio anuiu, como se vê, mandando maior número de praças, para, com as que aqui se achavam, acudir às necessidades.
1813-São desembarcados no mês de Novembro deste ano para coadjuvar a povoação do rio Doce algumas famílias espanholas que chegaram em um bergantim de nome Santo Agostinho Palafox, de que era Capitão Sebastião Álvares, que ali se estabeleceram em número de 34 pessoas, sendo recebidos na fazenda de João Felipe Calmon; vieram depois outras famílias de Campos em número de 18 pessoas e ainda algumas de Minas Gerais, sendo devido este aumento de população para aquele lugar aos esforços que para isso fazia o Governador Rubim, incansável em promover o engrandecimento da capitania.
1829-Idem. – É concedida por Aviso de 12 de Novembro, a Mr. Henrici, licença para transportar de Bremen 400 colonos alemães para esta província, dando o governo para esse fim os respectivos subsídios para as medições de terras e tratamento dos mesmos.
1856-Idem. – É criada neste ano a Colônia de Santa Leopoldina, nas margens do rio Santa Maria e ribeirões que nele deságuam, sendo por Aviso do Ministério do Império datado de 27 de Fevereiro, autorizado ao Presidente da província a conceder, demarcar e medir os terrenos para esse fim; principiou a mesma colônia com o número de cento e quarenta colonos, quase todos suíços, sendo no ano seguinte principiadas com afinco as ditas medições, sob a direção do nosso finado amigo o Engenheiro Civil Amélio Pralon, antigo oficial do nosso exército.
1861- Pelo Decreto n° 2.890 de 8 de Fevereiro, é criada nesta província a Companhia de Aprendizes Marinheiros, sendo seu primeiro Comandante o Capitão-tenente Carlos Augusto Vitório, sendo por Aviso do Ministério da Marinha marcado o número de 200 aprendizes para o estado completo da dita Companhia.
1875-1875, chegaram a Benevente em número de 565 imigrantes tiroleses, que foram acompanhados pelo Vice-diretor da colonização, Engenheiro Bacharel José Cupertino Coelho Cintra.
1876-Idem. – No mês de Dezembro deste ano desembarcam do vapor Itália, no dia 12, para a colônia de Santa Leopoldina 893 súditos italianos, que com os 280 vindos no transporte Werneck perfizeram o número de 1.173.
1877-A do Rio Novo deu a estatística de 1.870 indivíduos, divididos em 76 alemães, 688 austríacos, 27 belgas, 8 chins, 31 franceses, 13 holandeses, 832 italianos, 122 portugueses e 73 suíços.
http://www.vitoria.es.gov.br/secretarias/cultura/ihges/daemon.doc

Cisnando,Decanio y la História del Kárate en Bahía

recorte libro:(pag 138)
Garotas tricolores, deusas fardadas Escrito por Ione Celeste de Sousa. http://books.google.com/books?id=CV73XyUwbBoC&dq=Capit%C3%A3o+Juracy+Magalh%C3%A3es&lr=&as_brr=3&hl=es&source=gbs_navlinks_s
NOTA DEL PESQUISADOR(1):.................Ruy Goveia, ex-álumno de Bimba, contemporáneo de Sisnando,Galba y Decánio,comentaba que Cisnando era quien motivaba a los alumnos,era una espécie de Contra-Maestre,era bravo y hacía test con los alumnos, el ya sabía un poco de luchas y no sé que más.
Feira de Santana es el lugar donde Cisnando tenía una "Fazenda".
http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/03/1936-clube-uniao-em-apuros-cisnando-y.html
1935-BAHIA-Bimba ,exhibición de Capoeira en evento de lucha de Capoeiragem-Cash-Cash: http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/03/1935-andre-jansen-em-salvador.html
Nota del pesquisador(2):Se tiende a creer que Cisnando aprendió Jiu Jitsu con Takeo Yano:
Arte Marcial como estilo de vida:
Por Lena Costa Carvalho. 26/09/2008.
No final dos anos 40 chegou a Pernambuco o japonés Takeo Yano http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/03/takeo-yano-jiu-jitsu-en-natal.html ,que introduciú o judo no estado em uma época em que a arte ainda estava se separando do Jiu jitsu .Como nao había torneios organizados o sensei (profesor) e seus alunos promovían desafíos com japoneses quando algún navío nipónico aportava a Recife .Ele era instructor da policía especial do Japao.Veio pra Brasil pelo Rio de Janeiro, depois foi a Minas Gerais, daí passou uns vinte anos em Recife(até casou por aqui) e Entao voltou a Minas ,contra Diogenes Moraes, pupilo do japonés que assumiu a missao de dar continuidade ao trabalaho do mestre na cidade.
http://www.portalsuor.com.br/

foto: Mashito Saito,amigo de Cisnando y A. Decanio.

História del Kárate en Bahía:
OLIVEIRA, Ramiro Antonio Moreira .
História do Karate na Bahia / Ramiro Oliveira
Itapetinga, Bahia, Brasil
Registrado na Fundação Biblioteca Nacional sob n.º
187.753 livro 320 fls. 480.

................O navio seguiu viagem e aportou em Santos. Para o mestre Saito, São Paulo parecia que era o Japão.“Tinha muito japonês lá. Parecia que eu estava no Japão. Então resolvi escrever uma carta para Dr. Geraldo Mota pedindo que me arranjasse serviço.” – Comenta o mestre Masahiro Saito.
O Dr. Geraldo Mota arranjou um emprego para o mestre Saito em uma empresa de implementos rurais. À noite ele ensinava judô na Academia Spartan Gym. Algum tempo, nos fins de semana, o mestre Saito fazia apresentações de judô, no Iate Clube, no Bahiano de Tênis etc. Em 1958, o mestre Saito deixou o emprego e foi trabalhar na Fazenda Santa Bárbara, de propriedade do Sr. José Sisnando, no distrito de Santa Bárbara, município de Feira de Santana. O Sr. Sisnando gostou do trabalho do mestre Saito e pediu a ele que escrevesse para os conterrâneos que estavam em São Paulo pedindo para virem trabalhar na fazenda Santa Bárbara.
“Então, resolvi escrever para alguns amigos, dentre eles, o Koji” – Comenta o mestre
Masahiro Saito. O mestre Saito enviou algumas cartas para o mestre Koji Takamatsu que estava em São Paulo e para alguns amigos, convidando-os para virem trabalhar na Bahia. Vieram os mestres Koji Takamatsu (karatê), o Shibata (aikido) e um mestre de kendô. O mestre Koji Takamatsu veio para a Bahia em janeiro de 1958. O mestre Koji Takamatsu, atualmente é 9º Dan de karatê Wado-Ryu, mora em São Paulo e possui uma academia no bairro da Lapa, na Rua Luiz Martins, 127. O mestre Koji Takamatsu ensinava judô e defesa pessoal no clube Feira Tennis Clube, em Feira de Santana e fazia demonstrações de karatê nos finais de semana na Fazenda Santa Bárbara, tendo sido convidado para fazer uma demonstração de karatê no Iate Clube da Bahia, na festa da PETROBRÁS, em 1958. “Ao chegar no Iate Clube da Bahia, assinei o meu nome e escrevi um agradecimento, escrito na língua japonesa, no livro que pessoas honrosas e importantes assinam”.- Comenta o mestre Koji Takamatsu.
Certa feita, o Sr. José Sisnando convidou o Dr. Ângelo Decânio, “Saci”, “Acordeon” e “Ari”, todos colegas das aulas de capoeira para irem à fazenda assistir uma demonstração de judô e karatê. “Foi a coisa mais linda que já vi em minha vida – comenta o Dr. Ângelo Decânio – parecia que o Koji Takamatsu flutuava no ar. Ele parecia uma borboleta. Foi a demonstração mais linda que já vi em minha vida”. ..................Devido à seca, o projeto do Sr. Sisnando não deu certo. Então o Dr. Geraldo Blandi Mota contratou o mestre Koji Takamatsu para ensinar defesa pessoal na Academia Spartan Gym. A defesa pessoal tinha alguns golpes de karatê. Os alunos do mestre Koji Takamatsu eram seguranças de pessoas importantes. ....................Algum tempo depois Masahiro Saito fundou um centro esportivo, só para univesitários, na Escola de Engenharia, no Bairro da Federação. Nesse clube, o Dr. Ângelo Decânio era um dos alunos. A turma era composta por alunos que cursavam engenharia, medicina, direito etc.
http://www.portaldasartesmarciais.com.br/HISTORIA%20DO%20KARATE%20NA%20BAHIA.pdf

Luiz Fernando Goulart: Homenagem ao Grande Mestre do bem viver...

Escrito por Luiz Fernando Goulart
Terça, 14 Fevereiro 2006 23:47

sobre a criação a capoeira regional:A história começa pra mim, quando Sisnando chegou na Bahia. Uma parte já era do conhecimento dele. Quando Sisnando chegou na Bahia correu as rodas de capoeira porque queria aprender capoeira baiana. Que não tinha no Ceará. Mas ele já veio com uma noção de organização de arte marcial. Ele treinou jiu-jitsu com Takeoyama. E ele era cearense, como Juracy Magalhães. E ficou, na guarda pessoal de Juracy, nos anos 30. Ele corre os capoeiristas. Só encontrou um que ele respeitou: que era um negão que era carvoeiro na Liberdade. Que era Bimba. Ele pediu a Bimba pra lhe ensinar, e tal e coisa. Consentiu em ensinar. Não foi assim... Isso não é coisa pra branco não. Isso é coisa de preto. - Mas eu quero aprender e tal e coisa... - se você agüentar 5 minutos no colar de força, botou a cabeça aqui e apertava, eu lhe ensino. Sisnando agüentou. E aí não teve jeito. Daí é que começa Bimba a aparecer porque até então ele era um carvoeiro, na Liberdade, anônimo, que tinha uma roda de capoeira. Não era nem roda. Tinha uma capoeira. Porque roda de capoeira é coisa recente.
http://209.85.229.132/search?q=cache:PZsAziGl3FgJ:www.portalcapoeira.com/Semana-Decanio/luiz-fernando-goulart-homenagem-ao-grande-mestre-do-bem-viver+sisnando+decanio&cd=3&hl=es&ct=clnk
Nota adicional:o Barros sendo de Feira de Santana(facenda de Cisnando), onde o Nerino ia muito, o Noblat de Pernambuco, um dos estados que mais referenciaram a trajetória desse circo.. .............1949
Juazeiro (CE) - 2.12.48 a 1.2.49
Missão Velha (CE) - 1.2 a 22.2
Salgueiro (PE) - 22.2 a 10.3
Serrinha (BA) - 10.3 a 29.3
Feira de Santana (BA) - 29.3 a 4.5
http://209.85.229.132/search?q=cache:QjS_KWrbtsEJ:www.pindoramacircus.com.br/circonerino/depoimentos_livro.htm+livro+circo+nerino&cd=3&hl=es&ct=clnk&gl=es
Circo Nerino:http://www.pindoramacircus.arq.br/nerino/home.html

Amazonia- chegada dos japoneses-Conde Koma

MAPA:Inmigración Japoneses en Brasil.
Lista de pasajeros japoneses llegados a Sao Paulo-1908-28-04. http://www.arquivoestado.sp.gov.br/docdesc.php?id=2

foto :Ryu Mizuno:1934
Em 18 de junho de 1908, o navio Kasato-maru deu entrada no porto de Santos. Neste navio estavam embarcados 781 japoneses imigrantes. Foi o começo da imigração japonesa no Brasil.Quem ajuntou os imigrantes e transportou até o Brasil foi a companhia Koukoku Shokumin Gaisha (Companhia de Emigração Imperial). O presidente da empresa era Ryu Mizuno. Mizuno nasceu em 1859 na província de Kochi. Sentindo-se frustrado no Movimento Democrático, ele passou a trabalhar com a migração.A navegação de Kasato-maru até chegar ao Brasil demorou 52 dias. Durante a essa viagem, Mizuno escreveu seu diário de bordo. O diário nos mostra como foi a primeira navegação dos imigrantes japoneses no Brasil. Com certeza, é um documento muito importante na história da imigração.A esposa do falecido Mizuno doou este diário a Sr.Saburo Yamanaka, um dos fundadores do Museu, e foi incluído na coleção do Museu.
*Atualmente não está exposto ao público pela questão da conservação.
22/12/2006
http://www.museu.bastos.sp.gov.br/acervo/diario_de_bordo.php?lang=pt-br

foto:Expansão lavradores espalham-se por várias regiões do Brasil na década de 30.http://www.nippo.com.br/zz_historia/imigracao/331.shtml
No Pará, a Cia de Colonização da América Latina (Nantaku) (Takushoku)pretendia cultivar o cacau, que acabou se inviabilizando. Em 1935, ao se retirar de Tomé-Açu foram fechadas as estações experimentais de Açaizal, Monte Alegre e Castanhal. E os imigrantes japoneses, como sobreviveram? Alfredo Oyama Homma conta que uma alternativa foi cultivar produtos locais. Ocorreram também os esforços para a introdução das hortaliças em Belém. Fusako Tsunoda escreve sobre uma das estratégias do conhecido conde Koma: “Ele passou a convidar amigos da sociedade para jantares em sua residência, e os tomates, rabanetes, berinjelas, pepinos e outros legumes cultivados na colônia Acará compunham a maior parte do cardápio. Sua esposa inglesa, May, não poupava esforços para ajudar o marido nessa tarefa”.
http://www.nippo.com.br/zz_historia/imigracao/283.shtml
-Na ocasião, a primeira na chegada a Belém (1918-1919), ,Maeda(conde Koma) aceitou um desafio do famoso Capoeirista brasileiro “Pé de Bola”. Maeda, permitiu até que Pé de Bola usasse uma faca na luta. O Capoeirista, tinha 190 centímetros de altura e pesava 100 kg. Mas, mesmo todo tamanho, e até mesmo armado, Maeda venceu a luta facilmente. Ensinou a Carlos Gracie, que por sua vez repassou a seus irmãos Oswaldo, George, Gastão Jr e Hélio Gracie (este sim que adaptou a técnica e a transformou no que conhecemos como GJJ ou BJJ). http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitsuyo_Maedahttp://www.judomessias.com.br/paginas/conde_koma.htm
Katsutoshi Naito (7º Dan, 1895-1969) - chegou ao Brasil em 1928, na companhia Takushoku América do sul situada em Belém, no Pará.Em 1915 entrou na escola técnica de agronomia na província de Kagoshima, no Japão e após a formação foi para Tóquio no Koodokan (academia de Judô). Em 1919 foi para os Estados Unidos e em 1920 entrou na faculdade de agronomia na Pensilvânia, quando simultaneamente treinava luta livre até a formatura, sempre como capitão da equipe. Em 1931 veio para Suzano, onde em 1935 conseguiu construir a sua academia de judô para os ensinamentos do judô para toda a comunidade. , iniciava suas atividades judoísticas, no bairro de Rio Baixo, em Suzano, São Paulo. Foi um dos fundadores da Zenhaku Ju Kendo Ren Mei, que por sua vez deu início à direção do judô no Brasil. Foi o primeiro medalhista olímpico do Japão (1924, em Paris), com a modalidade de luta-livre olímpica, e conseqüentemente, introduziu esta prática esportiva no Japão. Ocupou o primeiro cargo de diretor de judô, na Federação Paulista de Pugilismo.
Academia Terazaki
Em 1928, mestre Terazaki casou-se com D. Kiyoe, tendo como padrinho o professor Futakawa. Kiyoe trabalhava na Kanebo, uma empresa de tecelagem e fiação, que mais tarde Terazaki conheceu o presidente por meio da esposa e quando este iniciou a exploração na região da Amazônia, Terazaki colaborou na convocação de voluntários para a imigração. Além de convocar, decidiu participar da imigração chegando em Belém no Pará, em 1929. Sua chegada, marcada pela epidemia de malária e o poço em que utilizavam para estava infestado de amebas. Na época, dezenas de pessoas morreram, incluindo Teruko, a filha de Terazaki.
Em 1933, da ligação que teve com Katsutoshi Naito em Tóquio no Kodokan, veio a influência da vinda a Suzano, onde após quatro anos na Amazônia, chega a cidade, onde atua no cultivo de morangos na plantação de Naito.
Após a [II Guerra mundial], foi organizada uma associação de graduados em judô. O presidente foi Katsutoshi Naito e Terazaki era vice. Com o aumento de adeptos veio a seguir a necessidade de organizar a Federação Nacional de Judô.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Judô_no_Brasil
Judo no Brasil: http://pt.pandapedia.com/wiki/Judô#No_Brasil

O navio, com 781 imigrantes partiu do porto de Kobe em 28 de abril de 1908 e chegou ao Brasil 52 dias depois
Diferentemente do ocorrido nas regiões Sul e Sudeste, a imigração no Norte contou com um estudo técnico detalhado e o apoio da iniciativa privada. O governo paraense concedeu, após acordo com o governo japonês,500 mil hectares para o chamado Projeto de Colonização Japonesa na Amazônia. Assim, a bordo do Montevideo Maru, as primeiras 43 famílias aportam no atracadouro de Tomé-Açu pelo rio Acará-Mirim, em 22 de setembro de 1929, enviadas pela Nambei Takushoku Kabushiki Kaisha (Nantaku). Mas estudos apontam que 20 anos antes já
existiam japoneses na região, vindos como retirantes da imigração no Peru. Colônia Cacatu, o marco da chegada dos japoneses ao Paraná * Texto retirado do site :http://www.japaobrasil.com.br/
As fontes para os textos são Museu Histórico da Imigração Japonesa, O Imigrante Japonês (Tomoo Handa), Uma Epopéia Moderna - 80 Anos da Imigração Japonesa no Brasil (Editora Hucitec) e A Imigração Japonesa na Lavoura Cafeeira Paulista (Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo).
http://www.paranashimbun.com.br/imagens/img_standard/ARQ200863121421.pdf
OTRA FUENTES:http://www.nippo.com.br/zz_historia/imigracao/281.shtml
nota:Se tiende a creer que Cisnando fue el primer discípulo de Bimba. Cisnando se telefoneaba a menudo con A. Burlamaqui; fue a estudiar a Bahía; procedía de Ceará donde su padre tenía una hacienda en la que trabajaban coreanos(¿JAPONESES?); Cisnando estaba casado con una coreana. Hay una gran coincidencia entre los colores que implantó Bimba para las graduaciones de alumnos con las de la lucha coreana denominada Taekyon(¿KARATE?) que mantiene la misma corporalidad que la Capoeira pues en sus gestos, aparece la ginga pero en forma invertida, como era trabajada por A. Burlamaqui. Se presentan aquí nuevos indicios de multiculturalidad de la Capoeira.http://www.portalcapoeira.com/capoeiradabahia/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=234

Missao Francesa 1906-Sao Paulo-Savate,Jiu Jitsu, DIA 08 DE MARÇO – 98º ANIVERSÁRIO DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA POLÍCIA MILITAR



DIA 08 DE MARÇO – 98º ANIVERSÁRIO DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA POLÍCIA MILITAR
Há mais de um século, através da arte de esgrimir, iniciaram-se os primeiros passos da Educação Física em nosso País. O destacado Alferes, da então Força Pública, Pedro Dias de Campos, legitimando os ensinamentos dos esgrimistas italianos, GIASINTHO SANGE e MASSANNIELO PARISI, criou a Sala d’ Armas.
Em 1902, aos 14 de julho, criou-se a Escola de Sabre, Florete e Espada, no Quartel da Luz, hoje 1º BPChq "Tobias de Aguiar".
Durante o trabalho realizado pela Missão Francesa, cuja incumbência era treinar militarmente a Força Pública, dois oficiais Capitães, Delphin Balancier e Louis Lemaitre criaram a Escola de Educação Física, constituída legalmente em 08 de março de 1910.
Além de ser a "Pioneira do Brasil" em Educação Física, também é a unidade de ensino mais antiga da Corporação.
Assim, a Polícia Militar do Estado de São Paulo comemora no dia 06 de março de 2008 mais um aniversário desta quase centenária Instituição de Ensino Superior.
A Solenidade de aniversário, aberta ao público em geral, se realizará no Centro de Capacitação Física e Operacional, sito na Av. Cruzeiro do Sul, 548 – Cainidé, a partir das 09h30min.
Venha comemorar conosco essa importante data!!!
Nesta edição .http://www.polmil.sp.gov.br/unidades/ccfo/9edchama.pdf
Em 27 de dezembro de 1910, a Lei nº 12.444 criou a Companhia Escola para instrução de recrutas e de candidatos à graduação de Cabo, criou também o Curso Especial de Instrução Militar, criando ainda o Curso de Instrução Geral para formar Oficiais e bem como manteve a seção de esgrima e de ginástica, no Quartel da Luz.O Regulamento de Promoções, criado recentemente, previa a aptidão física como requisito de ascensão profissional.Em dezembro de 1911, chegaram a São Paulo os Sargentos LOVIS LEMAITRE e ADRIEN DELBOSS, ambos comissionados ao posto de Capitão para se juntarem ao corpo de instrutores.LEMAITRE, que também era mestre de ginástica pela Escola de Joinville Le Pont,http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/01/escola-de-educao-fsica-da-fora-pblica_11.html assumiu, em 25 de março de 1912, o comando da Seção de Esgrima, substituindo BALANCIER.O Cap ADRIEN DELBOSS foi designado para ministrar instrução de ginástica para o Corpo de Bombeiros e jiu-jitsu para a Guarda Cívica.LAMAITRE ampliou as atividades curriculares e físicas, introduzindo exercícios até hoje executados pela EEF/PM:- Ginástica sueca;- Jogo de bastões (ou jogo do pau): sucessão de golpes de bastões;- O Box-savat (ou box francês) http://www.savate-zveza.si/literatura%20bf.htm : combinação de golpes de punhos e pernas;- A Esgrima-a-baioneta: movimentos de ataque e defesa com fuzil de baioneta calada;- Grupo Conjugado de Força: ginastas que se elevam em pirâmides com paradas de mão e acrobacias e- O Bailado Joinville Le Pont: dança folclórica, hoje extinta na França e só praticada pela Polícia Militar do Estado de São Paulo.Em 05 de agosto de 1914, a Missão Militar francesa retorna à França devido ao início da 1ª Guerra Mundial.Os Oficiais franceses instrutores foram substituídos pelos Alferes FAUSTINO DA SILVA LIMA e ANTENOR GONÇALVES MUSA, ambos do 4º Batalhão, nas disciplinas de esgrima, ginástica e jiu-jitsu.

Histoire de la savate, du chausson et de la boxe française, 1797-1978 : d ... Par Jean-François Loudcher
La boxe française moderne, discipline de combat de percussion pied-poing, est devenue un sport de compétition après bien des avatars. Ses origines remontent au début du XIXe siècle, période où le peuple parisien lui donne vie en l'appelant " savate " ou " chausson ". La pratique est alors essentiellement tournée vers l'auto-défense et ses représentants les plus fameux sont Michel dit Pisseux et L. Leboucher. Puis, elle évolue dans deux directions : d'une part, vers une forme saltimbanque avec, notamment, l'influence de L. Vigneron et de Rambaud, et d'autre part, vers une pratique gymnastique avec les frères Lecour. Se surajoute, dans les années 1870, le modèle de Joinville avec la célèbre leçon sur les quatre faces : il étend principalement son influence sur l'Ecole et l'Armée.

jueves, 19 de marzo de 2009

Triangulo esclavo en el Indico,Bantú-Swahili-Hindú







FOTO:Sidi Malangbhai de Bharuch (Salim del Ustad) cantando con una Malunga y como él bendice a un niño, utilizando el orhni que abarca el sonajero Mai Misra al polvo fuera de las aflicciones del niño y agitar la cabeza abajo a la tierra.
http://musicmovesreligion.com/mmr/amymalunga
http://musicmovesreligion.com/mmr/spkr/amy
Goma and Laywa: India and PakistanAfricans have been called by various names in South Asia. As their migration to India is an old phenomenon, the terms describing them have also changed over time and space.The word Africa is a 20th century term. Previously the blacks were perceived to have come from Sudan, Habasha, Zandj or Nuba. People of African descent in South Asia have mostly been referred to as Habshi, Kaffir and Sidi. All these words have Arabic etyma. The best known were the Habasha (Ethiopians), since they were geographically closer to Arabia and associated with Prophet Muhammad. Bilal, the first Muezzin was the son of an Ethiopian slave. Kaffir is from the Arabic word qafr meaning ‘non-believer’ and was originally used by Muslims to refer to the ‘non-muslims’. The etymon of the word Sidi lies in Arabic Seyidi/Sayeedi/Sayedi meaning ‘lord or master’. Today the largest Afro-Indian communities are spread over several States of India but mainly in Gujarat, Karnataka and Andhra Pradesh. Smaller communities are found in Maharashtra, Madhya Pradesh, Tamil Nadu and Uttar Pradesh (de Silva Jayasuriya 2007a, 2008b). Afro-Gujaratis have been performing in Europe, America and Africa since October 2002. They play sacred music and dance, singing to their ancestral Saint, Bava Gor, who is believed to have been an Abyssinian. They perform dhamal which they call goma, a word whose etymon is found in a Swahili word ngoma meaning ‘drum’ and also ‘dance’. In terms of instruments, the most significant African preservation is the malunga, a braced musical bow. It is found in many African communities within Africa and among the diasporas; in Brazil the malunga is also known as berimbao.
http://portal.unesco.org/culture/es/files/38505/122910319358.AfricanMigrants-SouthAsia.pdf/8.AfricanMigrants-SouthAsia.pdf

Bimba -Cual es la verdadera História??

LIBRO:Capoeira :Escrito por Matthias Röhrig Assunção(PAG 132):http://books.google.es/books?id=C5C7VP0ollYC
Articulo sobre BIMBA:http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2008/10/bimba.html

1935-BAHIA-BIMBA Exhibe sus alunos en un evento de lucha de Capoeiragem-Cash Cash:http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/03/1935-andre-jansen-em-salvador.html
Un importante encontro ocorrido na cidade de Salvador, na década de 1930. Trata-se do encontro entre José Cisnando Lima e Manoel dos Reis Machado, ato histórico, que desencadearia mudanças profundas no universo da capoeira.
Atribui-se a José Cisnando Lima uma importância superior na criação da Regional. Vejamos como Decanio Filho (1996-A) o descreve:
Tudo começou com ele! [...] Cisnando encontrou Bimba no Curuzu – bairro da Liberdade... Bimba ensinou o jogo de capoeira a Cisnando... Cisnando ensinou a Bimba a nomenclatura acadêmica e a pedagogia da capoeira... Bimba aprovou a sistematização do ensino da capoeira... Cisnando sugeriu a Bimba a criação da Luta Regional Baiana [...] um passo adiante do jogo da capoeira... no rumo da defesa pessoal... Cisnando levou Bimba ao Palácio... para mostrar a luta regional baiana ao Ten. Juracy Magalhães... Juracy facilitou o ensino da capoeira sob o rótulo de luta regional... autorizou o funcionamento do ’Clube de União em Apuros‘... na Roça do Lobo... a primeira academia de capoeira do mundo! Juracy conduziu Cisnando e Bimba ao Presidente Getúlio Vargas... Getúlio acreditou na Luta Regional Brasileira como esporte e cultura... (idem, p. 118) ................ Note-se a interpretação dada ao encontro pelo aluno mais velho do mestre Bimba, ainda vivo, Ângelo Decânio Filho: “Cisnando trazia no bolso uma senha... [sic] o acesso ao Palácio e ao Interventor da Bahia, o Ten. Juracy Magalhães” (DECÂNIO FILHO, 1996-A). O depoimento de Decânio Filho reflete a importância desse acontecimento para a permissão oficial da prática da Luta Regional Baiana (1932), contrariando a regra nacional referente ao registro oficial do Centro de Cultura Física Regional38 (1937). Destaque-se equivalência com a educação física concedida ao ensino da capoeira, o que equivale ao título de professor de Educação Física para Manoel dos Reis Machado (1937). ............ Com a estruturação das primeiras academias de capoeira nas décadas de 1930 e 1940, e a conseqüente saída dos grandes mestres das ruas de Salvador, criavam-se as condições para a profissionalização da capoeira’ De um modo geral, caracterizam esse processo a restrição da prática da capoeira ao espaço privado, a formação de turmas de alunos pagantes, com horários pré-definidos e sistematização do ensino.81


81 Conhecido como a Seqüência de Mestre Bimba, Nestor Capoeira (PASSOS NETO), em 2002, descreve a
metodologia nos seguintes termos: “Bimba criou um método de ensino baseado em oito seqüências predeterminadas de golpes, contragolpes, esquivas, quedas e aús (“estrelas”), para serem realizadas por duplas de alunos. Criou, também, a “cintura desprezada”, onde um jogador dá um ‘balão’ jogando o outro para o alto; este último tem de aprender a cair sempre em pé. [...] Introduziu golpes do batuque, do qual seu pai era mestre; golpes ligados (como, p. ex., os ’balões’ usados na ’cintura desprezada’); e golpes de outras lutas, como a grecoromana, o boxe e o jiu-jítsu, com as quais teve contato, entre 1930 e 1937, através de seu aluno Cisnando Lima. Bimba, no ensino da regional, de certa maneira sacrificou a parte de brincadeira e ritual em favor da objetividadede luta. [...] Tudo isto constituiu uma grande mudança para a capoeira da época, pois o aprendizado, até então, era feito por observação. Antes de Bimba não havia ’aulas de capoeira” como as de hoje em dia: o iniciante observava os jogadores na roda e ia aprendendo intuitivamente; vez por outra, fora da roda, o mestre ou um jogador mais experiente dava uma ‘dica’ que ajudava o aprendiz.


http://74.125.77.132/search?q=cache:_wjVUz6CyvUJ:portalcapoeira.com/Download-document/A-CAPOEIRA-NA-SOCIEDADE-DO-CAPITAL+cisnando+capoeira+santa+barbara&cd=7&hl=es&ct=clnk&gl=es

Capoeira Regional:Foi criada por Manoel dos Reis Machado, mestre Bimba, que durante dez anos praticou a Angola e depois resolveu juntar a esta, golpes da savate, jiu-jitsu, do judô e da luta greco-romana. Compôs assim um método que tem 52 golpes, 23 dos quais se bem aplicados, são mortais.A regional também é acompanhada por um conjunto instrumental e cantigas. Mestre Bimba foi quem levou para as academias grande número de jovens das classes média e alta; ele só aceitava alunos que tivessem carteira profissional e provassem que estavam trabalhando ou estudando. Exercitava em sua academia cerca de 150 pessoas por ano. Ele inventou também, em 1932, uma bebida com pouco álcool, que servia aos alunos depois da luta, para reanimá-los: a mulher barbada.(dados coletados da Enciclopédia Abril Cultural, Volume II)




Alberto Latorre de Faria: 100 anos. Contribuições da história de vida para pensar a Educação Física brasileira

Folha:1969- Alberto Latorre ,prof ed. Física
Colégio Franco-Brasileiro Liceu Franco-Brasileiro / Lyceé FrançaisRua das Laranjeiras, 13-15. Rio de Janeiro, RJ. http://www.submarino.net/franco/arquivo10.htm

Universidade Federal do Rio de Janeiro.(Brasil)
Prof. Dr. Victor Andrade de Melo
victor.a.melo@uol.com.br
CRONOLOGÍA:
1925-Llega a RIO A.Latorre(Capoeirista e boxeador)-se Matricula na Academia Eneas Campelo (1)
1931-ACADEMIA DE CAPOEIRAS (Rio)-dirijida por Jayme Ferreira (1)
1931-Sinhozinho ingresa en el Club Força e Coragem (1)
1931-Sinhozinho Mestre en Rio De Janeiro-Club Nacional de Gymnastica (2)
1932-Aprobado el reglamentp de educación fisica ejercito BRASIL-Método Francés (1)
1934-CAPOEIRA e boxeador A.Latorre contartado por EMPRESA PUGILISTA S.A. (1)
1935-André Jansen -mestre de Capoeiragem Rio de Janeiro (1)
1936-- El 13 de marzo el periódico la Gaceta de Bahía publicó una declaración de Manuel dos Reis Machado (Mestre Bimba) (1)
1939-Alberto Latorre (CAPOEIRISTA) chefe do Departamento de Lutas (2)
1940-CAPOEIRA alberto Torre entrenador de la Guardia de Getulio Vargas (1)
Aos 28 dias de março de 1908 nascia na cidade de Cachoeira (Bahia) o terceiro filho de Luís Latorre de Faria e Almerinda Peixoto de Faria. Chamaram-no Alberto. Alberto Latorre de Faria.
O menino do interior da Bahia veio para o Rio de Janeiro, foi lutador de boxe e de vale-tudo, (tambien capoeirista) como militar serviu na Escola de Infantaria, se envolveu com os primeiros momentos de sistematização mais efetiva da Educação Física brasileira, foi auxiliar do Major Pierre de Seguir na Escola Militar e nos primeiros cursos que ministrou no Brasil, foi professor do Curso de Emergência de 1938, escreveu um dos primeiros livros brasileiros sobre defesa pessoal, foi professor fundador da Escola Nacional de Educação Física e Desportos (cadeira de Desportos de Ataque e Defesa), viajou por vários países do mundo representando o Brasil e a Escola, foi diretor daquela instituição, membro da Congregação e do Conselho Universitário da Universidade do Brasil, apoiou abertamente a greve dos estudantes da ENEFD em 1956/57, foi aluno e membro do ISEB, esteve ligado ao Partido Socialista Brasileiro, teve seus direitos cassados pelo Ato Institucional número 5, foi membro fundador do Partido Democrático Trabalhista (PDT) em 1982, entre muitas outras ações. Esse quadro, sem dúvida, dá a noção de como Alberto é uma das figuras mais interessantes da história da Educação Física no Brasil
.
..................O envolvimento de Alberto Latorre de Faria com as lutas (principalmente com o boxe) - sua preocupação com a redução da violência e com a metodologia de ensino .
O Prof. Latorre se envolveu com o boxe quase ocasionalmente. Chegara ao Rio de Janeiro em 1925 e logo procurara uma maneira de melhorar sua forma física, bastante frágil devido às doenças que tivera na infância. Na cidade já eram valorizados os tipos físicos com a musculatura desenvolvida e bem delineada, personificados nas figuras de Johnny Weissmuller e Rodolfo Valentino.
Matriculou-se então na academia de Enéas Campelo, situada no centro da cidade. Enéas era na época um professor dos mais conhecidos e sua ginástica era baseada no levantamento de peso para desenvolver força. Com muitas dificuldades no início, afinal não havia barras adequadas, com o tempo os resultados começaram a ser notáveis.
Aprendeu algumas posições de boxe em um livro francês que por acaso chegou às suas mãos, procurando praticá-las, após as aulas, em frente ao espelho. Nessa mesma época, perto de sua casa em São Cristovão, foi aberta uma escola de boxe: o São Januário Boxing Club. Foi lá que pela primeira vez Alberto praticou esse esporte sob orientação, ainda que a metodologia fosse ineficiente. Oficialmente, o boxe nascera no Brasil há apenas cerca de sete anos, com a criação de comissões municipais em São Paulo, Santos e Rio de Janeiro. Mas centenas de jovens já o praticavam, ainda que: "sem a menor orientação técnica. Não havia sequer uma só pessoa nesse país que realmente pudesse ensinar sequer o bê-a-bá do pugilismo. Era tudo feito empiricamente, 'de ouvido', em academias e ringues improvisados" (Matteuci, 1988, p.13).
Daí para frente seu envolvimento com o boxe foi cada vez maior, tendo sido lutador amador, depois contratado por diversas companhias de boxe4, árbitro de diversas competições5, consultor da federação e partícipe ativo em muitas iniciativas6. Sem falar que foi o professor fundador da cadeira XVII (Desportos de Ataque e Defesa) na Escola Nacional de Educação Física e Desportos (ENEFD), sendo o principal responsável pelo ensino do boxe. Assim, mesmo tendo encerrado sua carreira como lutador de boxe já no final da década de 30, Alberto esteve envolvido com o boxe até a década de 70.


4-Pela primeira vez em 1934, pela "Empresa Pugilística S.A.". Segundo Alberto, ele nunca chegou a ser profissional, mas sim um "amador marrom", com contratos de gaveta. Os preconceitos para com os pugilistas, normalmente jovens oriundos da classe trabalhadora, eram imensos. O boxe era considerado um esporte de vagabundos e baderneiros.
5-Inclusive nas eliminatórias para selecionar a equipe brasileira para os Jogos Olímpicos de 1936.
6-Por exemplo, em 1946 a Federação Metropolitana de Pugilismo o convida a participar da comissão para elaborar anteprojeto dos estatutos e da regulamentação desportiva da modalidade. Outro exemplo é ter sido indicado como membro efetivo representante da Confederação de Pugilismo no Supremo Tribunal de Justiça Desportiva para o biênio de 62/63.
Alguns exemplos podem ser encontrados no jornal A Nação, de 3 de janeiro de 1934, no O Diário de Notícias, de 28 de abril de 1934, e no A Nação de 28 de fevereiro de 1938.
9-Na verdade, Alberto se envolveu com muitas outras lutas, entre as quais teve participação destacada no judô e na capoeira.

otra fuente:Educação física no Brasil Escrito por Lino Castellani Filho http://books.google.com/books?id=uU-eXQhmCd0C&printsec=frontcover&hl=es&source=gbs_summary_r&cad=0

Zeca Y Sinhozinho "Club Força e Coragem-Sao Paulo


Há Um Século

16 de agosto de 1907, sexta-feira(A coleção não possui exemplar desta data. Notícia de 17/08/07)
Lucta Romana - Do campeão Julio Ghedini recebemos a seguinte carta: “Sr. redactor d’A Cidade De muita boa vontade me permitto responde hoje ao sr. Pedro Puccetti (campeão brasileiro), do club ‘Força e Coragem’(SP) no que se refere ao ‘Desafio’ que o sr. Eugenio Boilau, de modo proprio, lançou em meu nome, ao dito campeão brasileiro. Leia esta notícia na integra http://www.jornalacidade.com.br/noticias/57766/ha-um-seculo.html
Lucta “Puccetti-Ghedini” - Do campeão brasileiro e director do Club “Força e Coragem” de S. Paulo, sr. Pedro Puccetti, recebemos hontem á as 2 horas da tarde o telegramma seguinte, que afixamos a porta da redacção: “Se o professor Giulio Ghedini acceitar as condicções que expuz na secção livre ‘A Cidade de sabbado 14 do corrente, ponha-se a minha disposição, sexta-feira ou sabbado 21, no theatro Carlos Gomes, e telegraphe-me afim de seguir immediatamente”. Puccetti. Leia esta notícia na integra http://www.jornalacidade.com.br/noticias/58878/ha-um-seculo.html
NOTA DEL PESQUISADOR:
O historiador e folclorista Carlos Cavalheiro ressaltou a importância de se aprofundar pesquisa sobre a vida de Sinhozinho, ainda, em Santos e São Paulo capital. É sabido, por entrevista datada de 1º de Setembro de 1931 (Diário de Notícias, RJ. Foto), prestada pelo próprio Sinhozinho(17 anhos), que ele, no ano de 1907, ingressou no Club Força e Coragem, sob a direção de Pedro Pucceti. Também temos informações de que familiares de Sinhô remanesceram em São Paulo, mais precisamente na Mooca.
livro “A Volta do Mundo da Capoeira”, de LOPES (1999):
“Por volta da década de cinqüenta, Sinhozinho era um personagem muito conhecido no Rio de Janeiro, especialmente em Ipanema e Copacabana. Nascido em Santos, São Paulo, filho do Cel. José Moreira Sampaio, Intendente daquela cidade, já em 1904, Sinhô iniciava sua brilhante carreira de desportista, como sócio-aluno do Clube Esperia de São Paulo. Ainda em São Paulo, após passar pelo Clube Atlético Paulistano, pela Associação Atlética das Palmeiras, e pelo Clube Força e Coragem, Agenor Sampaio veio para o Rio e não mais saiu. [...]. Logo se tornou conhecido nas rodas esportivas e boêmias da cidade por sua força física e habilidades atléticas, tendo sido instrutor da temida Polícia Especial e, mais tarde, da Polícia Municipal, assim como de inúmeras
associações esportivas como Sport Club Mangueira, Ginástico Português, Clube de Regatas do Flamengo, Helênico, Fluminense, América F.C. e várias outras entidades desportivas, valendo destacar o Club Nacional de Gymnastica, criado por ele mesmo, em 1930, para divulgar a Capoeira. [...]. Não se sabe muito bem como e onde Sinhozinho a aprendeu mas já nos anos trinta ensinava [...].Segundo o que ensinava, os capoeiras de sua época tinham suas especialidades,
sendo mais brigadores do que esportistas. Usando de malícia, faziam ataques súbitos e inesperados, procurando colocar os adversários, rapidamente, fora de combate. [...]. Sua capoeira, destituída de ‘orquestra’ – berimbaus, pandeiros, atabaque, agogô e reco-reco, e cânticos – que sempre foi a mola propulsora dos demais tipos de Capoeira, exigia de seus praticantes o máximo de objetividade e resistência a pancadas e a lesões, o que fazia com que muitos iniciantes desistissem. Isto talvez explique porque sua difusão tenha sido limitada
enquanto outras formas da capoeira, normalmente com ritmo e canto,começaram a lograr mais sucesso e, atualmente, estejam tomando conta do Brasil e do mundo.”
(p. 25 - 26)