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miércoles, 16 de septiembre de 2009

Amouco(Malaio) Placido de Abreu



Um Titã da Capoeiragem –Plácido de Abreu
Por Jair Moura


Coelho Neto, em O Nosso Jogo, capítulo incluído no volume Bazar (Porto, Livraria Chardron, 1928), relembra capoeiras famosos das camadas populares que, com o seu destemor, a sua impetuosidade, investiam contra policiais e transeuntes que fugiam atemorizados, ao se defrontarem com Boca-Queimada, Manduca da Praia, Trinca-Espinha ou Trindade. Nessa época, vultos salientes na política, no magistério, nas forças armadas, também cultivavam esportivamente a capoeiragem, como Duque Estrada Teixeira, o capitão Ataliba Nogueira, os tenentes Lapa e Leite Ribeiro, Antonico Sampaio, aspirante da Marinha e, o grande diplomata, José Maria da Silva Paranhos Filho, Barão do Rio Branco. Continuando a discorrer sobre o assunto enfocado, escreve Coelho Neto: “A tais heróis, sucederam outros: Augusto Melo, o cabeça de ferro; Zé Caetano, Braga Doutor, Caixeirinho, Ali Babá e, sobre todos, o mais valente, Plácido de Abreu, poeta, comediógrafo e jornalista, amigo de Lopes Trovão, companheiro de Pardal Mallet e Bilac no O Combate, que morreu, com heroicidade de amouco, fuzilado no túnel de Copacabana, e só não dispersou a treda escolta, apesar de enfraquecido, como se achava, com os longos tratos na prisão, porque recebeu a descarga pelas costas, quando caminhava na treva, fiado na palavra de um oficial de nome romano. Caindo de encontro às arestas da parede áspera, ainda soergueu-se, rilhando os dentes, para despedir-se com uma vilta dos que o haviam covardemente atraiçoado. Eram assim os capoeiras de então.” Do acervo bibliográfico de Plácido de Abreu, anotado por Sacramento Blake, citaremos: “A República dos Caloteiros: comédia em dois atos, dedicada ao ator F. Correia Vasques. Rio de Janeiro, 1878. A Crápula: poema realista, dedicado ao Ilmº Sr. Dr. Lopes Trovão, Rio de Janeiro, 1880.”
http://www.revistacapoeira.com.br/site/index.php?m=historia&id=143

domingo, 16 de agosto de 2009

Lucha del Cadete Floriano Peixoto con Manduca da Praia.

DIBUJO:Gentileza A.L.Lacé.


Recorte libro: (pag 47)CRIME E COTIDIANO Escrito por BORIS FAUSTO . http://books.google.es/books?id=NxdMXfFrWLAC


Dos fadistas e galegos: os portugueses na capoeira
Carlos Eugénio Líbano Soares* Análise Social, vol. xxxi (142), 1997 (3.º), 685-713

............................Plácido de Abreu, ou Pompeo Steel, como gostava de ser conhecido, era um misto de capoeira, militante republicano e literato. Várias vezes tentou entrar no selecto mundo da academia literária, sem sucesso55. A sua outra obra, Nagôas e Guayamús, continua desaparecida. Apesar de republicano da primeira hora, desencantou-se quando o marechal Floriano Peixoto rasgou a Constituição de 1891. Aderiu à revolta da armada e foi assassinado em Fevereiro de 189456. Em Dezembro de 1861 o próprio Floriano, ainda cadete da Academia
Militar, enfrentara o lendário Manduca da Praia
e a sua malta e, segundo conta a tradição, batera-se com os navalhistas, usando golpes de habilidoso capoeira. Esta história retrata quanto a capoeira seria parte integrante das memórias de juventude para a geração que dominou a República na viragem do século:

Era uma noite quente e alguns colegas de Floriano saíram do Largo de São Francisco, onde era a Escola Militar, e dirigiram-se ao Largo da Carioca. Ali foram barrados pelos capoeiras sob a chefia de Manduca da Praia, chefe de malta de Santa Luzia. Tiveram de bater em retirada. Acabrunhadose tristes, reuniram-se no Largo. Aproximou-se deles o cadete Floriano, na sua farda da Escola Militar. Conversando com os colegas,soube do acontecido.
— Só isso senhores? Esperem um pouco que eu já venho.
Regressou vestindo um casaco velho e comprido. Na cabeça, um grande chapéu de abas largas. E uma bengala, que serviria de porrete. Apontouna direcção do Largo da Carioca:
— «Podem vir, rapazes!»O grupo seguiu até à Rua da Vala (actual Uruguaiana), onde estacaram:ali estava Manduca da Praia e os seus companheiros.
Floriano continuou em linha recta até chegar junto de Manduca. Frente a frente como lendário chefe de malta, disse:
— Com sua licença, meu senhor, nós vamos passar para o Largo da Carioca.
— Aqui ninguém passa — retrocou o capoeira, sorrindo, à espera do combate.
Imperturbável, Floriano aplicou uma rasteira em Manduca, enquanto gritava aos seus colegas:
— Podem passar, rapazes. Encorajados, os jovens saltaram sobre a malta e, enquanto o seu chefe permanecia fora de combate, deram um surra nos navalhistas. Pouco depois, amarrotados, e em alegre algazarra, chegavam ao Largo da Carioca. Entre os amigos do jovem Floriano que naquela noite deram cabo da malta de Santa Luzia estava Juca Paranhos, futuro barão do Rio Branco57
55 A Semana de 22-5-1886.
56 Coelho Netto, op. cit., p. 137, narra assim a morte de Plácido: «Morreu com a heroicidade de amouco, fuzilado no túnel da Copacabana, e só não dispersou a treda escolta, apesar de enfraquecido, como se achava, com os longos tratos na prizão, porque recebeu a descarga pelas costas, quando caminhava na treva, fiado na palavra de um oficial de nome Romano.»
57 Grandes Personagens da Nossa História, vol. i, p. 704.
http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1221841940O8hRJ0ah8Vq04UO7.pdf
NOTA:
Diferentemente dos atos amoucos em sociedades pré-modernas (a palavra "amok" provém da língua malaia), não se trata de acessos espontâneos de fúria ensandecida, mas sempre de ações longa e cuidadosamente planejadas. O sujeito burguês está determinado ainda pelo "autocontrole" estratégico e pela disciplina funcional até mesmo quando decai na loucura homicida. Os amoucos são robôs da concorrência capitalista que ficaram fora de controle: sujeitos da crise, eles desvelam o conceito de sujeito moderno, esclarecido, em todas as suas características.
*Robert Kurz é sociólogo e ensaísta alemão, autor de "Os Últimos Combates" (ed. Vozes) e "O Colapso da Modernização" (ed. Paz e Terra). Ele escreve mensalmente na seção "Autores", do Mais!.

Que Brasileiro patriota leva a capoeiragem a París?

a A revista Careta, de 21 de março de 1931, reproduz um desenho de Alfredo Storni, enfocando um dos líderes da Revolução de 30, Osvaldo Aranha, que alija, expurga políticos carcomidos da República Velha, apelando, utilizando os recursos disseminados pela capoeiragem.
Capoeiragem: O Nosso Jogo!
Coelho Netto, O BAZAR " 1922


"Transcrevendo-o do Correio do Povo, de Porto Alegre, publicou O Paiz em seu número de 22 do corrente, um artigo com o título: "Cultivemos o jogo de capoeira e tenhamos asco pelo do Box", firmado pelo correspondente do jornal gaúcho nesta cidade, Dr. Gomes Carmo.

Concordamos in limini com o que diz o articulista, valho-me da oportunidade que me abre tal escrito para tornar a um assunto sobre o qual já me manifestei e que também já teve por ele a pena diamantina de Luiz Murat.
A capoeiragem devia ser ensinada em todos os colégios, quartéis e navios, não só porque é excelente ginástica, na qual se desenvolve, harmoniosamente, todo o corpo e ainda se apuram os sentidos, como também porque constitui um meio de defesa pessoal superior a todos quantos são preconizados pelo estrangeiro e que nós, por tal motivo apenas, não nos envergonhamos de praticar. (negrito do Editor)
Todos os povos orgulham-se dos seus esportes nacionais, procurando, cada qual dar primazia ao que cultiva. O francês tem a savate, tem o inglês o boxe; o português desafia valentes com o sarilho do varapau; o espanhol maneja com orgulho a navalha catalã, também usada pelo "fadista" português; o japonês julga-se invencível com o seu jiu-jitsu e não falo de outros esportes clássicos em que se treinam, indistintamente, todos os povos, como a luta, o pugilato a mão livre, a funda e os jogos d`armas.
Nós, que possuímos os segredos de um dos exercícios mais ágeis e elegantes, vexamo-nos de o exibir e, o que mais é, deixamo-nos esmurraçar em ringues por machacazes balordos que, com uma quebra de corpo e um passe baixo, de um "ciscador" dos nossos, iriam mais longe das cordas do que foi Dempsey à repulsa do punho de Firpo.
O que matou a capoeiragem entre nós foi...a navalha. Essa arma, entretanto, sutil e covarde, raramente aparecia na mão de um chefe de malta, de um verdadeiro capoeira, que se teria por desonrado se, para derrotar um adversário, se houvesse de servir do ferro.
Os grandes condutores de malta " guaymús e nagôs, orgulhavam-se dos seus golpes rápidos e decisivos e eram eles, na gíria do tempo: a cocada, que desmandibulava o camarada ou, quando atirada ao estomago, o deixava em síncope, estabelecido no meio da rua, de boca aberta e olhos em alvo; o grampeamento, lanço de mão aos olhos, com o indicador e o anular em forquilha, que fazia o mano ver estrelas; o cotovelo em ariete ao peito ou ao flanco; a joelhada; o rabo de raia, risco com que Cyriaco derrotou em dois tempos, deixando-o sem sentidos, ao famoso campeão japonês de jiu-jitsu; e eram as rasteiras, desde a de arranque, ou tesoura, até a baixa, ou bahiana; as caneladas, e os pontapés em que alguns eram tão ágeis que chegavam com o bico quadrado das botinas ao queixo do antagonista; e, ainda, as bolachas, desde o tapa-olho, que fulminava, até a de beiço arriba, que esborcinava a boca ao puaia. E os ademanes de engano, os refugos de corpo, as negaças, os saltos de banda, à maneira felina, toda uma ginástica em que o atleta parecia elástico, fugindo ao contrário como a evitá-lo para, a súbitas, cair-lhe em cima, desarmando-o fazendo-o mergulhar num "banho de fumaça".
Era tal a valentia desses homens que, se fechava o tempo, como então se dizia, e no tumulto alguém bradava um nome conhecido como:Boca-queimada, Manduca da Praia, Trinca-espinha ou Trindade, a debandada começava por parte da polícia e viam-se urbanos e permanentes valendo-se das pernas para não entregarem o chanfalho e os queixos aos famanazes que andavam com eles sempre de candeias às avessas.

"Dessa geração celebérrima fizeram parte vultos eminentes na política, no professorado, no exército, na marinha como " Duque Estrada Teixeira, cabeça cutuba tanto na tribuna da oposição como no mastigante de algum paróla que se atrevesse a enfrentá-lo à beira da urna: capitão Ataliba Nogueira; os tenentes Lapa e Leite Ribeiro, dois barras; Antonico Sampaio, então aspirante da marinha e por que não citar também Juca Paranhos, que engrandeceu o título de Rio Branco na grande obra patriótica realizada no Itamaraty, que, na mocidade, foi bonzão e disso se orgulhava nas palestras íntimas em que era tão pitoresco.
A tais heróis sucederam outros: Augusto Mello, o cabeça de ferro; Zé Caetano, Braga Doutor, Caixeirinho, Ali Babá e, sobre todos o mais valente, Plácido de Abreu, poeta comediógrafo e jornalista, amigo de Lopes Trovão, companheiro de Pardal Mallet e Bilac no O COMBATE, que morreu, com heroicidade de amouco, fuzilado no túnel de Copacabana, e só não dispersou a treda escolta, apesar de enfraquecido, como se achava , com os longos tratos na prisão, porque recebeu a descarga pelas costas quando caminhava na treva, fiado na palavra de um oficial de nome romano.
Caindo de encontro às arestas da parede áspera ainda soergue-se, rilhando os dentes, para despedir-se com uma vilta dos que o haviam covardemente atraiçoado. Eram assim os capoeiras de então.
Como os leões são sempre acompanhados de chacais, nas maltas de tais valentes imiscuíam-se assassinos cujo prazer sanguinário consistia em experimentar sardinhas em barrigas do próximo, deventrando-as.
O capoeira digno não usava navalha: timbrava em mostrar as mãos limpas quando saia de um turumbamba.
Generoso, se trambolhava o adversário, esperava que ele se levantasse para continuar a luta porque: "Não batia em homem deitado"; outros diziam com mais desprezo: "em defunto".
Nos terríveis recontros de guaiamus e nagôs, se os chefes decidiam que uma questão fosse resolvida em combate singular, enquanto os dois representantes da cores vermelha e branca se batiam as duas maltas conservam-se à distância e, fosse qual fosse o resultado do duelo, de ambos os lados rompiam aclamações ao triunfador.
Dado, porém, que, em tais momentos, estrilassem apitos e surgissem policiais, as duas maltas confraternizavam solidárias na defesa da classe e era uma vez a Força Pública, que deixava em campo, além do prestigio, bonés em banda e chanfalhos à ufa.
O capoeira que se prezava tinha oficio ou emprego, vestia com apuro e. se defendia uma causa, como aconteceu com do abolicionismo, não o fazia como mercenário.
O capanga, em geral, era um perrengue, nem carrapeta, ao menos , porque os carrapetas, que formavam a linha avançada, com função de escoteiros, eram rapazolas de coragem e destreza provadas e sempre da confiança dos chefes.
Nos morros do Vintém e do Néco reuniam-se, às vezes, conselhos nos quais eram severamente julgados crimes e culpas imputados a algum dos das farandulas. Ladrões confessos eram logo excluídos e assassinos que não justificassem com a legitima defesa o crime de que fossem denunciados eram expulsos e às vezes, até, entregues a policias pelos seus próprios chefes.
Havia disciplina em tais pandilhas.
Quanto às provas de superioridade da capoeiragem sobre os demais esportes de agilidade e força são tantas que seria prolixa a enumeração.
Além dos feitos dos contemporâneos de Boca queimada e Manduca da Praia, heróis do período áureo do nosso desestimado esporte, citarei, entre outros, a derrota de famosos jogador de pau, guapo rapagão minhoto, que Augusto Mello duas vezes atirou de catrambias no pomar da sua chacarinha em Vila Isabel onde, depois da luta e dos abraços de cordialidade, foi servida vasta feijoada. Outro: a tunda infligida um grupo de marinheiros franceses de uma corveta Pallas, por Zé Caetano e dois cabras destorcidos. A maruja não esteve com muita delonga e, vendo que a coisa não lhe cheirava bem em terra, atirou-se ao mar salvando-se, a nado, da agilidade dos três turunas, que a não deixavam tomar pé.
A última demonstração da superioridade da capoeiragem sobre um dos mais celebrados jogos de destreza deu-nos o negro Cyriaco no antigo Pavilhão Paschoal Segreto fazendo afocinhar, com toda a sua ciência, o jactancioso japonês, campeão do jiu-jitsu.
Em 1910, Germano Haslocjer, Luiz Murat e quem escreve estas linhas pensaram em mandar um projeto a Mesa da Câmara dos Deputados tornando obrigatório o ensino da capoeiragem nos institutos oficias e nos quartéis. Desistiram, porém, da idéia porque houve quem a achasse ridícula, simplesmente, por tal jogo era...brasileiro.
Viesse-nos ele com rótulo estrangeiro e tê-lo-íamos aqui, impando importância em todos os clubes esportivos, ensinado por mestres de fama mundial que, talvez, não valessem um dos nossos pés rapados de outrora que, em dois tempos, mandariam um Firpo ou um Dempsey ver vovó, com alguns dentes a menos algumas bossas de mais.
Enfim...Vamos aprender a dar murros " é esporte elegante, porque a gente o pratica de luvas, rende dólares e chama-se Box, nome inglês. Capoeira é coisa de galinha, que o digam os que dele saem com galos empoleirados no alto da sinagoga.
É pena que não haja um brasileiro patriota que leva a capoeiragem a Paris, batisando-a, com outro nome, nas águas do Sena, como fez o Duque com o Maxixe.
Estou certo de que, se o nosso patriotismo lograsse tal vitória até as senhoras haviam de querer fazer letras, E que linda seriam as escritas! Mas, se tal acontecesse, sei lá ! muitas cabeçadas dariam os homens ao verem o jogo gracioso das mulheres".

viernes, 14 de agosto de 2009

Juca Paranhos

Recorte Libro:
Correspondência de Euclides da Cunha (ativa)‎ - Página 222de Euclides da Cunha, Walnice Nogueira Galvão, Oswaldo Galotti - 1997 - 455 páginas
O agente do correio já deve ter enviado para aí a correspondência. ... já lhe sabia da capoeiragem — a que não devemos dar nenhuma importância. ...
ARTÍCULO:
En un determinado momento, según Lima Campos, ocurre la fusión de estas diferentes cuadrillas en dos grandes “naciones”:los “guaiamús” y los “nagós”. El interés político en la preservación de las cuadrillas consistía en su utilización para “servicios electorales”; de ahí deriva la constante y audaz presencia de los capoeiras, que disfrutaban una relativa impunidad debido a la connivencia de las autoridades. Cada una de las “naciones” se había asociado a uno de los partidos de la monarquía: los liberales y los conservadores. Entre los servicios posibles se incluían la disolución de actos electorales, el robo o falsifi cación de urnas electorales y la coacción de electores, además de venganzas personales contra políticos del partido rival. Así, en un esquema político de elecciones fraudulentas, los servicios de las cuadrillas organizadas podían ser considerados “profesionales”: el ingreso a una de ellas representaba alternativa de sustento para los miembros de la numerosa clase de hombres libres y pobres. Era, por lo tanto, en el gran grupo de desocupados, vagabundos y personas sin ofi cio donde se iba buscar, de una manera general, a los contingentes de capoeiristas que integraban las cuadrillas16

(16) Coelho Neto cita a Juca Paranhos, el futuro Barón do Rio Branco, Ministro de Relaciones Exteriores de 1902 a 1912, y patrono de la diplomacia brasileña, “que, en la mocedad, fue ‘muy bueno’ y de eso se enorgullecía en las conversaciones íntimas en que era tan picaresco”,
apud Magalhães Júnior, Op..cit., p. 185.



Floriano continuou em linha recta até chegar junto de Manduca. Frente a frente como lendário chefe de malta, disse:
— Com sua licença, meu senhor, nós vamos passar para o Largo da Carioca.
— Aqui ninguém passa — retrocou o capoeira, sorrindo, à espera do combate.
Imperturbável, Floriano aplicou uma rasteira em Manduca, enquanto gritava aos seus colegas:
— Podem passar, rapazes. Encorajados, os jovens saltaram sobre a malta e, enquanto o seu chefe permanecia fora de combate, deram um surra nos navalhistas. Pouco depois, amarrotados, e em alegre algazarra, chegavam ao Largo da Carioca. Entre os amigos do jovem Floriano que naquela noite deram cabo da malta de Santa Luzia estava Juca Paranhos, futuro barão do Rio Branco57
55 A Semana de 22-5-1886.
56 Coelho Netto, op. cit., p. 137, narra assim a morte de Plácido: «Morreu com a heroicidade de amouco, fuzilado no túnel da Copacabana, e só não dispersou a treda escolta, apesar de enfraquecido, como se achava, com os longos tratos na prizão, porque recebeu a descarga pelas costas, quando caminhava na treva, fiado na palavra de um oficial de nome Romano.»
57 Grandes Personagens da Nossa História, vol. i, p. 704.


http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1221841940O8hRJ0ah8Vq04UO7.pdf

lunes, 10 de agosto de 2009

Zuavos franceses en Brasil



http://anorinfanterie.free.fr/Html/LESZOUAVES1950.pdf
LA GUARDIA DE LA EMPERATRIZ CARLOTA, SU TRÁJICA AVENTURA EN MÉJICO


En 1832 se había formado una Legión para luchar en Portugal a favor de don Pedro, algunos oficiales habían combatido con la Legión Extranjera Francesa en Argelia, Italia y Crimea, y otros participaban en el ejército de Brasil. Asimismo, sólo tres años antes, había sido objeto de discusión el caso de civiles enganchados en los zuavos pontificios al servicio de Pío IX (borrador de la carta del Ministerio de Asuntos Exteriores A F. Chazal, Bruselas, 25 de agosto de 1864, MAE, CL B 68 III).


http://chloe.dgsca.unam.mx/ehm/ehm28/EHM000002802.pdf


VARIAS CITAS:
Savate practicado por Zuavos Franceses

Memórias‎ - Página 156 Quem dirigia o tal hotel era um francês chamado Planel, antigo soldado zuavo e dono do estabelecimento, cuja ordem e disciplina se ...

Memórias‎ - Página 78 de Alfredo d'Escragnolle Taunay Taunay (Visconde de), Alfredo D'Escragnolle T Taunay, VIS, Sérgio Luiz Rodrigues Medeiros - 2005 - 588 páginasNAS FÉRIAS de 1857 a 1858 morrera o bacharel Gonçalves de tísica ... Em todo o caso, se o bacharel Gonçalves pouco valia, soube granjear dos alunos memória ...
Retalhos africanos na linguagem portuguesa do Brasil‎ de Anna Guasque, Stella Leonardos - 1992 - 115 páginasPágina 86DO ESTRANHO MONSIEUR PLANEL - Ah filha, você conhece aquele caso contado - penso ... O estranho Monsieur Planel, antigo soldado zuavo, em disciplina exigia. ...(Hotel da França -Sao Paulo).

Correspondência de Euclides da Cunha (ativa)‎ - Página 176
de Euclides da Cunha, Walnice Nogueira Galvão, Oswaldo Galotti - 1997 - 455 páginas
Irei provavelmente para o Hotel de França. Quanto à certos, os seguintes votos: Rio Branco, Machado de Assis, Artur Azevedo,João Ribeiro, Veríssimo, Lúcio de Mendonça, Afonso Celso, Coelho Neto, ...

domingo, 24 de mayo de 2009

Floriano Peixoto, hábil Capoeira en la Escuela Militar

Floriano Peixoto - militar e estadista (1839-1895) - Nasceu em Ipioca, Alagoas, e faleceu em Divisa, atual Floriano, no município de Barra Mansa, Rio de Janeiro. Foi o segundo presidente do Brasil, sendo considerado, ao lado de Deodoro da Fonseca e de Benjamin Constant, um dos consolidadores da República. Como capitão, participou da Guerra Platina (1864) e da Guerra do Paraguai (1865-1870). Em 1888 atingiu o posto de marechal-de-campo.
http://www.projetomemoria.art.br/RuiBarbosa/glossario/biografias/index.htm
ORAÇÃO DE POSSE NA ACADEMIA BARRAMANSENSE DE HISTÓRIA NA CADEIRA MARECHAL FLORIANO PEIXOTO EM 20 DE OUTUBRO DE 2006 NO GREBAL.
Cel Cláudio Moreira Bento

...........Cursou a Escola Militar da Praia Vermelha e a do Largo de São Francisco (1857-1862)......Na Guerra do Paraguai comandou uma Companhia do Batalhão de Engenheiros. Seus chefes ressaltaram-lhe “o entusiasmo, a coragem, a galhardia e a calma em combate”.
Foi promovido a major, por ato de bravura, em dezembro de 1868, aos 29 anos. No fim da guerra, comandou o 9º Batalhão de Infantaria, quando teve participação destacada em Aquidabã, quando ali foi alcançado e tombou o Marechal Solano Lopes, por uma lança do soldado brasileiro conhecido como Chico Diabo comandado do General Câmara.
Floriano Peixoto voltou da guerra combalido. Não lembrava mais o cadete caboclo de força notável, campeão de esgrima a baioneta e temido adversário nas brigas, do tempo da escola, com valentões do Rio. Pediu licença para tratamento de saúde em Alagoas.
http://ahimtb.org.br/posse_abh_06.htm
libro: CRIME E COTIDIANO Escrito por BORIS FAUSTO . http://books.google.es/books?id=NxdMXfFrWLAC

Otra cita: (pag110) http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8142/tde-14082006-093406/







NOTA DEL PESQUISADOR: referencia a Floriano Peixoto padre http://es.wikipedia.org/wiki/Floriano_Vieira_Peixoto é hijo( Zeca Floriano) . De este último, sabemos que practicó capoeira.
PASAJES de la vida de José Floriano(Zeca).
"José Floriano Peixoto, nascido em 05.08.1885, filho do Marechal Floriano Peixoto e Josina Vieira Peixoto. Sendo o filho caçula dos homens, fugiu da Academia Militar aos 15 anos de idade para seguir com um circo... Foi praticante (e vitorioso)em 18 modalidades esportivas: boxe, luta romana e livre, tiro ao alvo, remo, natação, futebol, atletismo (argola, cavalo...), ginástica acrobática (olímpica), etc. Nasceu em uma época em que era moda ser poeta ou tuberculoso, ou ainda um poeta tuberculoso, introduziu o "sport" em sua geração como sinônimo de saúde e abriu a 1ª Academia "Mista" no Rio de Janeiro (Ipanema)."
http://saladepesquisacapoeira.blogspot.com/2009/03/zeca-floriano-y-las-mujeres-luchadoras.html
GENEALOGÓA DEL MARISCAL: http://www.cbg.org.br/arquivos_genealogicos_m_07.html

Barao do Rio Branco na juventude tinha sido CAPOEIRA

Barón del Río Branco
José Maria da Silva Paranhos Junior (Río de Janeiro, 20 de abril de 1845 — Río de Janeiro, 10 de febrero de 1912) fue un diplomático e historiador brasilero conocido como el Barón del Río Branco (Barão do Rio Branco en portugués). El apelativo Junior le distingue de su padre: José Maria da Silva Paranhos, barón y vizconde del Rio Branco.
http://es.wikipedia.org/wiki/Barón_del_Río_Branco

RECORTE LIBRO: HISTORIA DO BRASIL Escrito por CARLOS GUILHERME MOTA . http://books.google.es/books?id=oEiBf6M92D0C

Jiu-Jitsu no Maranhão,Novos apontamentos para sua História, com informações adicionais referentes à nossa Capoeiragem no século XIX.
Professor de Educação Física " CEFET-MAMestre em Ciência da Informação
"A Pacotilha" - de 18 de abril de 1910, segunda feira, no. 90, consta noticia de que o "Fabril Athletic Club" " FAC - estava preparando uma jornada esportiva para recepcionar ao Barão de Rio Branco, em visita à São Luís. Em nota do final da noticia é informado que:
"Tem funcionado neste clube aos domingos pela manhã, um curso de jiu-jitsu, dirigido pelo Sr. F. Almeida contando já com muitos adeptos. Esse curso passará a funcionar, regularmente d'agora em diante, aos domingos das 8 as 10 horas do dia."
http://www.jornalexpress.com.br/noticias/detalhes.php?id_jornal=13170&id_noticia=642
OTRA CITA:
(16) Coelho Neto cita a Juca Paranhos, el futuro Barón do Rio Branco, Ministro de Relaciones
Exteriores de 1902 a 1912, y patrono de la diplomacia brasileña, “que, en la mocedad, fue
‘muy bueno’ y de eso se enorgullecía en las conversaciones íntimas en que era tan picaresco”,
apud Magalhães Júnior, Op..cit., p. 185.