viernes, 21 de agosto de 2009
afirmación de Coelho Neto em 1910 repetida por Bimba en 1965 y 1972
lunes, 10 de agosto de 2009
Zuavos franceses en Brasil

http://anorinfanterie.free.fr/Html/LESZOUAVES1950.pdf
LA GUARDIA DE LA EMPERATRIZ CARLOTA, SU TRÁJICA AVENTURA EN MÉJICO
En 1832 se había formado una Legión para luchar en Portugal a favor de don Pedro, algunos oficiales habían combatido con la Legión Extranjera Francesa en Argelia, Italia y Crimea, y otros participaban en el ejército de Brasil. Asimismo, sólo tres años antes, había sido objeto de discusión el caso de civiles enganchados en los zuavos pontificios al servicio de Pío IX (borrador de la carta del Ministerio de Asuntos Exteriores A F. Chazal, Bruselas, 25 de agosto de 1864, MAE, CL B 68 III).
http://chloe.dgsca.unam.mx/ehm/ehm28/EHM000002802.pdf
VARIAS CITAS:
Savate practicado por Zuavos Franceses
Memórias - Página 156 Quem dirigia o tal hotel era um francês chamado Planel, antigo soldado zuavo e dono do estabelecimento, cuja ordem e disciplina se ...
Memórias - Página 78 de Alfredo d'Escragnolle Taunay Taunay (Visconde de), Alfredo D'Escragnolle T Taunay, VIS, Sérgio Luiz Rodrigues Medeiros - 2005 - 588 páginasNAS FÉRIAS de 1857 a 1858 morrera o bacharel Gonçalves de tísica ... Em todo o caso, se o bacharel Gonçalves pouco valia, soube granjear dos alunos memória ...
Retalhos africanos na linguagem portuguesa do Brasil de Anna Guasque, Stella Leonardos - 1992 - 115 páginasPágina 86DO ESTRANHO MONSIEUR PLANEL - Ah filha, você conhece aquele caso contado - penso ... O estranho Monsieur Planel, antigo soldado zuavo, em disciplina exigia. ...(Hotel da França -Sao Paulo).
Correspondência de Euclides da Cunha (ativa) - Página 176
de Euclides da Cunha, Walnice Nogueira Galvão, Oswaldo Galotti - 1997 - 455 páginas
Irei provavelmente para o Hotel de França. Quanto à certos, os seguintes votos: Rio Branco, Machado de Assis, Artur Azevedo,João Ribeiro, Veríssimo, Lúcio de Mendonça, Afonso Celso, Coelho Neto, ...
miércoles, 14 de enero de 2009
Os Maltas en Rio de Janeiro
RECORTE LIBRO: Onosarquistas e patafísicos . http://books.google.es/books?id=dJprurN6VJwC
dibujo:KOSMOS, Revista Artistica, Scientifica e Literaria, rua da Assembleia, n. 62, Rio de Janeiro. Ano III, 1906, n. 3, Março. Mensal, 2R$000, 25cm.O CALÇO OU A RASTEIRA
Cahi no baniano rente a poeira, e isquei-lhe um rabo-de raia que o marreco voôu na alegria do tombo, indo amarro-tar a tampa do juizo n'uma canastra, e ahi gritei: -- Entranegrada! O turuna enfeitou-se outra vez... Oh! cabra cutuba!
leiam o texto completo em grafia moderna.
vejam a reprodução em .jpg:
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Agradecimos ao historiador Carlos C. Cavalheiro, de Sorocaba, pela contribuição da reprodução digital. Original pertencente ao historiador Adolfo Frioli.
http://www.capoeira-palmares.fr/histor/kosmos.htm
Tradições sociais do banditismo urbano carioca
Entre 1850 e 1890, a zona urbana mais densamente ocupada do Rio de Janeiro era dividida em territórios controlados pelas "maltas", grupos organizados formados por capoeiras, que tinham suas roupas, suas insígnias e sua identidade. As duas principais maltas, os "Nagoas" e os "Guaiamus", formaram-se a partir de várias falanges ou grupos de capoeiras que dividiram as freguesias da cidade entre si, no início do Segundo Império.[11] Mantinham entre si rivalidade intransigente, fazendo guerra uma à outra e chegaram a reunir, em seu apogeu, milhares de escravos, negros libertos, brancos de diversas origens e jovens imigrantes portugueses. "Formada por três, vinte ou até mesmo cem indivíduos, a malta era a forma associativa de resistência mais comum entre escravos e homens livres pobres no Rio de Janeiro da segunda metade do século XIX" (Soares, 1994: 40). Nesse mesmo período, é grande a quantidade de sentenciados ou presos no Rio de Janeiro: em 1850, são 1.676 presos (813 por cem mil habitantes), sem contar os sentenciados por crimes mais graves, cujo número é desconhecido; em 1868, são seis mil (três mil por cem mil habitantes); em 1874, são mais de oito mil (3.500 por cem mil habitantes) e em 1876 alcançam quase 13 mil (5.200 por cem mil habitantes), diminuindo nos anos seguintes até estabilizar-se, na década de 80, numa média anual de seis mil presos.[12]Com a proclamação da República, o novo Código Criminal transforma a prática da capoeira de simples contravenção em crime, agravado se existir formação de grupo ou malta. Em seguida, as maltas foram maciçamente reprimidas no primeiro governo republicano pelo chefe de polícia Sampaio Ferraz e mais de mil capoeiras foram desterrados em Fernando de Noronha. As maltas desapareceram, mas não os capoeiras, que reaparecem na Revolta da Vacina, em 1906, embora cada vez mais isoladamente. Hernani de Irajá ainda fala deles agindo no Rio dos anos 20, principalmente na Lapa (Irajá, 1960).
http://www.letras.puc-rio.br/catedra/revista/6Sem_16.html