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viernes, 19 de diciembre de 2008

Problemas de Recrutamento para as Armadas da Carreira da Índia Séculos XVI-XVII

Notícias sobre motins a bordo, embora não sejam frequentes, não deixam de surgir e é mesmo referenciada a perda de uma embarcação na sequência de uma rebelião em alto mar. Em 1524, numa nau, provavelmente de armadores, conhecida por "Garça" e capitaneada por um maiorquino de seu nome Gaspar, a tripulação amotinou-se, matando o capitão, o mestre e o piloto e abandonou a armada em que seguia, nas imediações de Moçambique, para se dedicar à pirataria. Mais tarde, seriam capturados por António de Miranda, sendo levados até à Índia onde foram sentenciados à morte, por enforcamento (cf. Correia 1975, I, 816 e Sousa 1945, I, 162-163).
...................Perante esta situação, a figura central na tripulação de uma destas embarcações era o piloto, o verdadeiro responsável pelo (in)sucesso da viagem. Apesar dos cuidados postos na sua selecção e formação são vários os testemunhos mais ou menos directos que indiciam a sua escassez, em particular à medida que as décadas iam passando. No Índico, tornou-se comum, no início de Quinhentos, o recurso a pilotos árabes, guzerates ou hindus como estratégia útil para ultrapassar o desconhecimento e as dificuldades de navegação na região. Por outro lado, à partida de Lisboa não era também caso raro encontrarem-se pilotos castelhanos, maiorquinos ou de outras origens mediterrânicas nas naus portuguesas.
...............Relembre-se que em 1580 e 1640 (Rodrigues 1993, 202) são considerados aptos para o serviço militar 180.000 e 200.000 homens, respectivamente, e que algumas das maiores armadas com destino ao Índico chegavam a embarcar 4.000 soldados de cada vez (2% do contingente disponível). Só assim se explica que, em Portugal e na Índia, se lamentasse a falta de meios humanos, quando, aparentemente, os efectivos disponíveis (totais) não eram assim tão escassos.
http://nautarch.tamu.edu/shiplab/01guifrulopes/Pguinotemilit96.htm

sábado, 11 de octubre de 2008

Siddis esclavos ,la diáspora Africana


Árabes/ musulmán comerciantes involucrados en la trata de esclavos de África alrededor del siglo VII antes de que los europeos comenzaran la compra y venta de seres humanos en África. Amos esclavistas árabes esclavizaron africanos a la Península Arábiga, Irán, Iraq, y el subcontinente indio. Los africanos de la diáspora que viven en la India sobre el número 14000 y se denominan "Siddis" o "Habshis". . Se encuentran en Gujarat y Karnataka, un estado en el sur de la India. . En la diáspora de los africanos, que comparten la historia de otros africanos que, o bien la fuerza o voluntariamente emigraron desde el continente africano,antepasados de estos proceden de Sudán, Etiopía, Somalia y Zanzíbar (que ahora forma parte de Tanzania, Mozambique, y otras zonas adyacentes en el este de África). Si bien los indios africanos comparten relaciones históricas con los afroamericanos, los brasileños de África, África cubanos, haitianos, etc, en el sur de Asia-geo-política, el sistema de castas, interior y socio-acontecimientos históricos han fomentado su notable y singular identidad.