lunes, 10 de agosto de 2009
sábado, 27 de junio de 2009
1865-Zuavo francés dirije el Hotel da França en Sao Paulo

libro:Memórias Escrito por Alfredo d'Escragnolle Taunay Taunay (Visconde de), Alfredo D'Escragnolle T Taunay, VIS, Sérgio Luiz Rodrigues Medeiros.
http://books.google.es/books?id=qm2S9EbpVkgC&source=gbs_navlinks_s
NOTA DEL PESQUISADOR: Taunay fué alumno del bachiller Gonçalves practicante de Capoeira y profesor del Colégio Pedro II que murió en las vacaciónes de 1857-58.
Memórias - Página 156 Quem dirigia o tal hotel era um francês chamado Planel, antigo soldado zuavo e dono do estabelecimento, cuja ordem e disciplina se ...
Memórias - Página 78de Alfredo d'Escragnolle Taunay Taunay (Visconde de), Alfredo D'Escragnolle T Taunay, VIS, Sérgio Luiz Rodrigues Medeiros - 2005 - 588 páginas
NAS FÉRIAS de 1857 a 1858 morrera o bacharel Gonçalves de tísica ... Em todo o caso, se o bacharel Gonçalves pouco valia, soube granjear dos alunos memória ...
Muitos dos comandantes de corpos e grande parte da oficialidade entendiam ... nosso lente de francês o bacharel Gonçalves, bom professor e melhor capoeira
Retalhos africanos na linguagem portuguesa do Brasil de Anna Guasque, Stella Leonardos - 1992 - 115 páginas
Página 86
DO ESTRANHO MONSIEUR PLANEL - Ah filha, você conhece aquele caso contado - penso ... O estranho Monsieur Planel, antigo soldado zuavo, em disciplina exigia. ...
jueves, 30 de octubre de 2008
28 de Novembro:Dia do Soldado Desconhecido- Brasil

Recorte libro:I die with my country Escrito por Hendrik Kraay,(pag 73) http://books.google.com/books?id=dAlCUC2XQqMC&hl=esEXCLUÍDOS DA PÁTRIA, PELA PÁTRIA MORRERAM:
foto: Capitao Marcolino.
Uns viraram heróis, outros se sacrificaram sonhando com liberdade. Houve os que nem sabiam o que estavam fazendo. Soldados negros, ex-escravos, representavam 10% dos 123 mil brasileiros que combateram na Guerra do Paraguai (1864-1870). Nosso exército era formado, na maior parte, de trabalhadores livres ou agregados, muitos engajados à força, os ‘voluntários da corda’, pois seguiam amarrados até a batalha.Escravo não era cidadão. O Império concedeu liberdade aos excluídos da pátria que se alistassem. Vinte mil teriam conseguido, incluindo suas mulheres, também beneficiadas, num País com dois milhões e meio de escravos, cerca de um terço da população. Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai, as nações envolvidas, levaram legiões de negros. Na Companhia dos Zuavos da Bahia, ocorreu um dos raros casos de oficialato, o capitão de cavalaria Marcolino dos Santos, herói da tomada de Curuzu.Fazendeiros doavam escravos para livrar-se da convocação; o governo imperial cedeu africanos sob sua custódia, pois tinham vindo ilegalmente, depois de 1850, quando foi proibido o tráfico. Estes mal sabiam o que se passava.O Brasil perdeu entre 20 mil e 50 mil homens, anônimos escravos e brancos pobres, na mais sangrenta guerra do continente.
