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miércoles, 26 de agosto de 2009

Akaporo-los esclavos embarcados

NOTA: Valente de Matos puede ser el nombre de un autor y nó el significado del término.
Dictionnaire étymologique des créoles français de l'Océan Indien, Part 2 Escrito por Annegret Bollée. Notas sobre el artículo: n.º ref. 2 - 1993 - 596 páginas
http://books.google.es/books?id=AO2zpvXrsZ0C&pg=PA189&dq=capoeiro&lr=&as_brr=3#v=onepage&q=capoeiro&f=false
ESTAT MODERN I LLINATGES LOCALS A MOÇAMBIC.
ELS DISCURSOS DE LA LEGITIMITAT EN UNA HISTÒRIA
D’IMATGES DISTORSIONADES I EXPECTATIVES INCOMPLERTES
Memòria presentada per
Albert Farré i Ventura
per optar al grau de Doctor
Barcelona, desembre de 2004


(Traducción del Catalán-Javier Rubiera)


Fue a partir de los cambios que comenzaron a desarrollarse en el siglo XVIII, que los epotha comenzaron a ser capturados para ser vendidos y embarcados hacia fuera de Àfrica121, principalmente hacia las islas del Índico, las del Caribe, Brasil. Este cambio de destino del secuestrado tenía el agravante de que en el nuevo territorio donde eran conducidos siquiera debían encontrar plantaciones-regidas por la exigencia de máxima producción-sin una sociedad receptora que los integrara. El desarraigo, pues, fue la principal característica de este nuevo esclavitud nacido de la superposición de las necesidades de los reinos predadores africanos y los comerciantes europeos y asiáticos (Hurbon, 2002).


121 Benedito Brito João afirma, en su investigación sobre el Chiu, que los términos epotha y akaporo diferenciaban estos dos tipos de esclavos, siendo akaporo el término adecuado para aquellas personas capturadas para ser embarcadas. Sin embargo, este uso de las palabras no se puede generalizar a otras zonas de la región.


martes, 25 de agosto de 2009

Los Kaporo


LIBRO:The End of slavery in Africa Escrito por Suzanne Miers, Richard L. Roberts.

http://books.google.es/books?id=G3VSwvEG4QcC&pg=PA227&dq=akaporo+esclave&as_brr=3#v=onepage&q=kaporo&f=false

As Ilhas de Querimba ou de Cabo Delgado


Situação Colonial, Resistências e Mudança


Por Carlos Lopes Bento


...........................Um filho do Ibo, no seu estudo sobre as Ilhas, a que chamou Para a História dos Territórios do Nyassa[71], não terminado, também se refere aos adimos, como a designação dada, no passado, a todos os indivíduos nascidos, da união de escravos com a pessoa ou família do seu senhor. Aos filhos do Ibo - "mulatos, mestiços e brancos naturais" - sempre que alguém pretendia depreciá-los ou vexá-los chamavam-lhes de akaporo, denominação que, segundo o mesmo autor, ainda então utilizada, servira, no passado e nas Ilhas, para distinguir os indivíduos nascidos de escravo e pessoa livre, estranha à família do senhor do escravo, como aos filhos deste.Nos prazos da Zambézia, como akaporo (caporro quando aportuguesado), eram designados os escravos domésticos pertença dos colonos, um dos grupos sociais da sociedade aí instituída[72]. Em 1753 este termo ainda estava ligado à condição de escravo[73].
Pelas indicações até agora expendidas no texto é bem provável que também este vocábulo, como tantos outros, tenha chegado às Ilhas, integrado em complexos de cultura, difundidos pouco a pouco, a partir do vale do Zambeze, com a ajuda do comércio, das migrações e da conquista.
Depois de precisar os termos adimo e kaporo, cabe de seguida dizer alguma coisa sobre a palavra mozungo, mezungo ou muzungo..................................................................Da política de povoamento gizada, apenas parte seria concretizada. Em vez de colonos dos dois sexos, chegariam, nos séculos XVI e XVII, do Reino, do Oriente e até do Brasil, predominantemente, homens, que, naturalmente, se cruzaram com mulheres africanas. Dos seus resultados nos dá testemunho A. Simões Alberto, ao estudar o problema da mestiçagem em Moçambique:
"Foi no litoral do Niassa e, especialmente, nas Ilhas de Querimba que se produziram os primeiros mestiçamentos entre brancos e negros moçambicanos no século XVI da nossa era e é esta mestiçagem a mais antiga, hoje, diferencial com caracter de fixação (...)"[178].
De acordo com o mesmo autor, foram responsáveis por este mestiçamento os grupos formadores, em contacto biológico, naquele período de tempo, brancos, especialmente, degredados, vindos do Reino, do Brasil e da Índia, indo-portugueses (mestiços) da Índia, "que desempenharam (...) o papel de padreadores e isto tanto no que respeita aos mestiçamentos feitos com negras, como aos efectuados, embora, em menor grau, com os descendentes de negra e árabe, a que designavam por Mulatos. Os filhos de branco e negra eram designados por Mestiços, tendo-se, simultaneamente, sucedido os mestiçamentos entre Mulatos e Negros e os Mestiços"[179]..............................







1806 Esclavos Kaporo- Makua Bantú (Valente de Matos)

NOTA: Valente de Matos puede ser el nombre de un autor y nó el significado del término.
Dictionnaire étymologique des créoles français de l'Océan Indien, Part 2 Escrito por Annegret Bollée. Notas sobre el artículo: n.º ref. 2 - 1993 - 596 páginashttp://books.google.es/books?id=AO2zpvXrsZ0C&pg=PA189&dq=capoeiro&lr=&as_brr=3#v=onepage&q=capoeiro&f=false

DIBUJO:Rugendas - Escravos de Moçambique


The End of slavery in Africa Escrito por Suzanne Miers, Richard L. Roberts.