sábado, 7 de febrero de 2009

Flamengos no Brasil

Desde o fim do século XV, estava concentrada em Lisboa uma numerosa colônia de comerciantes flamengos, que cresceria ainda mais durante o século XVI, mantendo o aumento de seus efetivos (mesmo após a junção das duas coroas ibéricas) até o período das invasões holandesas, por volta de 1630. Da colônia flamenga de Lisboa partiram aventureiros para construir engenhos em terras brasileiras. O Brasil tornava-se cada vez mais importante em seu cotidiano, “seja em virtude dos negócios, seja até mesmo pelo contato com índios trazidos do Brasil ou raridades de origem brasileira” (STOLS, 1996: 22). Nesse momento, aumentava também o número de neerlandeses presentes no Brasil, que deve ter ultrapassado uma centena por volta de 1600.
Devem ser lembrados também os tripulantes flamengos de navios portugueses e, a partir de
1580
, uma quantidade crescente de embarcações holandesas que ligavam o Brasil ao Mar do
Norte, ou aos portos italianos de Veneza e Livorno.
http://www.ichs.ufop.br/cadernosdehistoria/download/CadernosDeHistoria-05-02.pdf

jueves, 5 de febrero de 2009

A Colônia Militar Pedro Segundo




As origens da criação da colônia militar Pedro Segundo encontram-se nos receios do governo imperial causados pela constatação do estabelecimento do posto militar francês no rio Amapá. Ao final dos anos 1830, o governo demonstraria a preocupação em reforçar a ocupação ao longo de rios que desaguavam da Guiana brasileira, Cabo do Norte, em direção ao Amazonas. No início de 1840, o presidente Bernardo Souza Franco faria a análise da ação francesa sobre o território do Império:
O que eu creio he que o Governo Francez suppoz que as
desordens da Provincia davam lugar a renovar com fructo suas tentativas antigas sobre a Costa da Guiana Portugueza desde o Oyapock athe Macapá; e que acolhendo os rebeldes acossados nella poderia prover facilmente estes terrenos, atrahir alguns Indios selvagens, que ainda existem no interior da Guiana Portugueza, e aumentando assim o terreno, e população de sua Colônia, estava mais apto a
tentar novas uzurpações.47 Diante das suspeitas da usurpação do território da Guiana brasileira pelos franceses, o governo imperial havia requerido informações ao governo provincial sobre as povoações ao longo dos rios Jarí, Paru, Anaurapucu e Araguari, e sobre a conveniência de se animar a colonização desses terrenos, de sorte a criar um “cordão de isolamento” caso os franceses tentassem avançar sobre a Guiana brasileira até o Amazonas.
.............Em 1839, o presidente da província, Bernardo Souza Franco,comentando detalhes sobre a ocupação do posto francês de Maracá ao governo central, difundia a informação do estabelecimento de cerca de quinhentos rebeldes estabelecidos na vizinhança do posto dos franceses,entregues à atividade de pesca e agricultura. O governo imperial reagiria com
rapidez. O ministro do Império, no início de 1840, expediria determinação ao presidente da província para que fosse evitado que esses brasileiros permanecessem sob a órbita de influência francesa:
...............Esses habitantes da fronteira, denominado “dissidentes” ou “malvados” na correspondência oficial, eram em grande parte rebeldes refugiados da convulsão da Cabanagem, mas também aventureiros, criminosos, desertores do exército e escravos evadidos.25
...............O segundo eixo de análise que será desenvolvido nesta parte, como já delineado, consiste no empenho sistemático do governo imperial em incorporar indígenas do Grão-Pará no serviço da força de marinha. Embora os indígenas tenham sido também alvo do recrutamento para o Exército, pretende-se privilegiar a análise dos engajamentos para a Marinha, notadamente para o Corpo de Imperais Marinheiros, justamente porque se relaciona com a representação predominante, já citada, de que os indígenas do Grão-Pará eram dotados de características intrínsecas que os convertiam em excelentes navegadores. Tais características seriam, provavelmente, traduzidas nessas representações pela experiência de navegação fluvial que
possuíam os indígenas. As autoridades imperiais percebiam esse capital de experiência de navegação como um manancial de potenciais marinheiros que poderiam suprir as demandas de pessoal da Armada Imperial. Ao longo da década de 1840, foram reincidentes as ordens do governo central para o recrutamento e expedição para a Corte, Rio de Janeiro, de índios com o
objetivo de servirem na Armada.

http://www.tdr.cesca.es/TESIS_UB/AVAILABLE/TDX-0721106-124851//VAM_TESE.pdf

Sureté-el modelo de policía política francesa


Fue fundada por Eugène François Vidocq en 1812 y se dirigió hasta 1827. Fue la inspiración para Scotland Yard, el FBI y otros departamentos de investigación criminal en todo el mundo. Vidocq está convencido de que la delincuencia no puede ser controlada en ese momento de los métodos de la policía, por lo que organizó una rama especial de lucha criminal de Napoleón ,el modelo de policía política. La fuerza de trabajo era bajo y sus primeros miembros consistía en gran medida de delincuentes reformados. En 1820 - ocho años después de su formación - que había florecido en un hombre de 30 equipo de expertos que ha disminuido la tasa de criminalidad en París en un 40%.
EL VERDADERO VIDOCQ Francois Eugéne Vidocq (1775-1857) nació un 23 de julio de 1775 en Arras, al lado de la casa de otro controversial vecino, Maximiliano Robespierre. Hijo de un panadero y de una madre distraída, enloqueció a las buenas monjas del colegio católico que pretendían educarlo. Y que coincidían en su bondad y honestidad naturales complicadas con una pasión indudable por la aventura y la intriga que lo atraían más que el catecismo y las ciencias naturales.Se destacaba en esgrima hasta que a los 14 mató accidentalmente a su instructor y debió darse a la fuga, la primera de muchas. Se unió a un regimiento y en 6 meses había librado 15 duelos a sable o espada destruyendo a varios oponentes. Distinguido en los combates contra los invasores austríacos, fue promovido a cabo pero debió nuevamente escapar al golpear a un sargento. Volvió a Arras y al observar que unos soldados maltrataban a tres prisioneras nobles, castigó a los milicianos y liberó a las mujeres: encarcelado y a punto de ser guillotinado por ayudar a realistas, fue absuelto por gestión de su padre e intercesión del influyente amigo de éste, Chevalier.Con una hija de Chevalier empezó a noviar y al declarar ésta que había quedado embarazada, fue obligado a casarse. Pero dos razones le hicieron romper su promesa: una, el embarazo era falso; dos, la joven lo traicionaba con un corpulento húsar. Con un pasaporte falsificado arriba a Bruselas, alternando entre una baronesa rica y mayor y una banda de soldados duelistas y saqueadores. Entrando y saliendo de la cárcel constantemente, fue maestro, pirata, estafador y tahúr, experto en el disfraz y conocedor de todos los trucos del oficio delictivo.A los 24, aparentemente aburrido, decidió cambiar de bando y se hizo espía de la policía, que por sus antecedentes lo aceptó con lógica desconfianza. Sin embargo, Vidocq probó reiteradamente su eficiencia y para 1811 había establecido un departamento de seguridad dentro de la fuerza, llamado la Sureté, que es todavía el nombre que utiliza la policía francesa. Para 1817 tenía bajo su mando a 12 hombres, la mayoría ex convictos, clave de un procedimiento que nunca abandonó: "Para atrapar a un ladrón —decía— hace falta otro". Ese año Vidocq y su tropa efectuaron 811 arrestos incluyendo a 15 asesinos y 341 ladrones.
http://www.clarin.com/diario/2003/12/08/c-00611.htm

1848 es el año en que abrieron las prisiones de ultramar y la abolición de la esclavitud que ha reducido la mano de obra colonial, movimientos sociales y políticos temen de que sigan los acontecimientos de junio de 1848, el ejemplo de Botany Bay (Colonia Inglésa en Australia) y la industrialización de los arsenales de la Armada. La Ley de Transporte es inminente. Tras haber dudado entre varios sitios, vuelve la Guyana para la ejecución de trabajos forzados. Desde 1852, ofrecemos la elección a los presos de las cárceles del puerto y la esperanza de un ablandamiento de su posición, decide alrededor de 300 de ellos a iniciar la dirección Allier Cayenne.



É interessante notar que as incursões francesas em território brasileiro coincidiram com o relançamento pelo governo francês da exploração da Guiana, a partir de 1820, então, o mais vasto território ultramarino que possuía a França, após o desmoronamento do seu império colonial (1815). Elas coincidiriam, igualmente, com a recrudescência dos interesses colonialistas franceses, que se efetivariam, fundamentalmente, com a ascendência ao poder de Guizot (1840-1848) e a materialização do projeto de construção do “Segundo Império” colonial.31


...........31 As tentativas de “recolonização” da Guiana, sobretudo nos territórios a noroeste, entre o rio Mana e o Maroni, resultaram em fracassos, em grande parte devido à dificuldade de
adaptação e às doenças endêmicas. A partir da década de 1850 seriam adotados as
penitenciárias e campos de trabalho forçado (les bagnes),
que além de promover a ocupação
da colônia teriam a função de liberar a sociedade metropolitana dos cidadãos indesejáveis.
Sobre o relançamento da colonização da Guiana.

miércoles, 4 de febrero de 2009

La “faccao brasileira" 1821-1825

mapa:esclavitud:http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001337/133738e.pdf#page=9


.- Independentistas y liberales brasileños en África (1820-1840)
Más significativo tanto en cantidad de personas envueltas como en contactos es el caso de los movimientos que se desarrollan a partir de inicios de los 20, en que se gestó una red de independentistas, partidarios del libre comercio y traficantes de esclavos entre Brasil, Mozambique y Portugal, y probablemente también con Angola y Argentina. Ello generó varios movimientos en pro de la independencia de Mozambique, algunos de los cuales fueron gestados por logias en las que participaban africanos creoles, americanos y europeos.
En Brasil se produjo la revolución liberal en 1821 y la independencia en 1822.
Paralelamente se estaban dando avances de parte de Portugal para la abolición del tráfico de esclavos. La unión de las ideas liberales y las independentistas con los deseos de mantener el tráfico de esclavos generó, entre 1821 y 1825, en Mozambique, más de un intento de independizar la región para unirla a Brasil. Se gestó allí lo que se denominó la “faccao brasileira”, grupo de personas que apoyaban esta iniciativa. Es de notar que desde antes de 1820 había mozambicanos que iban a estudiar a la Isla de Francia (actual Mauricio)desde
donde volvían “con costumbres bastante afrancesadas”
(Véase Capela, p. 195-196).
Otro movimiento se detectó hacia 1830 en que un grupo de liberales y masones de Río de Janeiro, en el que participaban importantes negreros, había establecido relación con los “rebeldes” de África, donde predominaban también los traficantes de esclavos. Por esta época, varios negreros que habitaban Mozambique abandonaron la región para trasladarse
con sus fortunas a Brasil
(Véase Capela, p.16 y Rocha, p.212-213). Es importante destacar
que en julio de 1830 en Mozambique comenzó a ser divulgado el periódico Brasil Imparcial, enviado desde Río de Janeiro, distribuido por Antonio Mariano da Cunha.
http://web.usach.cl/revistaidea/html/revista%202/html/pdf/devesfinal.pdf.

Nous pensons même que le Moring a été pratiqué à l’Île Maurice et aux Seychelles où il a complètement disparu aujourd’hui. Une danse guerrière qui reprend quelques techniques du Moring et qu’on appelle le « Tingue » existait autrefois aux Seychelles1. Le terme « Tingue » est lui-même à rapprocher du mot malgache « Ringa » qui signifie littéralement lutte ou combat. Le « Ringa », lutte traditionnelle malgache, se pratique dans le sud de Madagascar.
http://www.celat.ulaval.ca/histoire.memoire/b2006/Fuma.pdf
NOTA: 1830 -Rio de Janeiro-14.000 Franceses en la Ciudad:
( pag89) http://books.google.com/books?id=TjETAAAAQAAJ&pg=PA12&dq=peuples+sauvages+de+rio+de+janeiro&as_brr=3&ei=uNBqSpvSBJeMyQSarYySAg&hl=es

martes, 3 de febrero de 2009

Luchas Malgaches-primera mención


En 1658,Flacourt había observado las luchas malgaches en la région de l’Annosy."Ellos están luchando en las aldeas, con golpes y hacen la "mitoulou" que es la lucha tanto de hombres contra hombres como mujeres contra la mujeres. "Este testimonio, una de las más antiguas prácticas existentes sobre la lucha en Madagascar, muestra que los europeos que llegaron a las islas no vieron en esta lucha« mitolona » un ajuste de cuentas entre personas de modesta condición social.http://www.celat.ulaval.ca/histoire.memoire/b2006/Fuma.pdf.Étienne de Flacourt: Nació en Orleans en 1607 en una familia noble y murió en el mar el 10 de junio de 1660 frente a Lisboa, Flacourt de Étienne Chevalier es un director francés que actúa como jefe de la colonia de Madagascar y que los historiadores atribuyen el segundo o tercer premio de la posesión por parte de Francia de la isla de Reunión en el Océano Índico. Durante su mandato, escribió un libro de presentación para la que fue a veces naturalista, a veces geógrafo.http://fr.wikipedia.org/wiki/Étienne_de_Flacourt
gravado:[Pl. dépl. en reg. p.316 :]Réduction des habitans de la province de Careanossi en l'isle de Madagascar (...). [Cote : Réserve A 200 388]
http://visualiseur.bnf.fr/CadresFenetre?O=IFN-2300689&I=15&M=imageseule
NOTA:
1643-Fondation de Fort-Dauphin sur l’île de Madagascar (1643-1674)
Comptoir français sur l’île Sainte-Marie de Madagascar
1652-Le Hollandais Jan van Riebeeck fonde un établissement permanent au cap de Bonne-Espérance, au nom de la Compagnie hollandaise des Indes orientales
1658-Publication de L’histoire de la grande île de Madagascar, par Flacourt.
http://gallica.bnf.fr/VoyagesEnAfrique/

Organização e cotidiano escolar da “Gymnastica”uma história no Imperial Collegio de Pedro Segundo

Melo Morais FilhoFestas e tradições Populares
José Alexandre Melo Morais Filho Festas e tradições Populares do Brasil 1901

Tipos de rua
Capoeiragem e Capoeiras Célebres
(RIO DE JANEIRO)
.....................Quando estudavamos no Colégio de Pedro II, foi nosso lente de francês o bacharel Gonçalves, bom professor e melhor capoeira.
http://www.capoeira-palmares.fr/histor/celebres.htm
Organização e cotidiano escolar da “Gymnastica”
uma história no Imperial Collegio de Pedro Segundo



A referência a aparelhos e peças próprias aos exercicios gymnasticos faz pensar que Pedro Guilherme Meyer tenha desenvolvido um trabalho di- ferenciado daquele que até então acontecera no CPII que, de um modo geral, esteve centralizado no conteúdo da esgrima. Neste sentido, é esclarecedor o relatório do Inspetor Geral da Instrução Pública do Muni- cípio da Corte, enviado ao Ministro do Império em 1859:
apraz-me declarar a V.Exa. que durante o anno passado começou a funccionar com a possivel regularidade o gymnasio do internato. Com pequena despeza se acha provido de um portico regular com varios apparelhos supplementares que permittem a maior parte dos exercicios da gymnastica pratica de Napoleon Laisné, ensinados pelo alferes Pedro Guilherme Meyer. (MINISTÉRIO DO IMPÉRIO, 1858, p.18). De acordo com o Inspetor, Pedro Meyer teria ministrado lições de exercicios gymnasticos inspiradas na ginástica do francês Napoleon Laisné. Este era discípulo do Coronel Francisco Amorós y Ondeano, a principal figura da ginástica francesa, falecido em 1848. Laisné tornou-se um dos principais
continuadores da obra de Amorós, desenvolvendo seu trabalho na Escola de Joinville-le-Point, local para o qual foi transferido, em 1852, o principal ginásio antes dirigido pelo Coronel Amorós (BAQUET, [199-]).

..............Destacavam-se no método organizado pelo Coronel, os exercícios da marcha, as corridas, os saltos, os flexionamentos de braços e pernas, os exercícios de equilíbrio, de força e de destreza, bem como a natação, a equitação, a esgrima, as lutas, os jogos e os exercícios em aparelhos, tais
como as barras fixas e móveis, as paralelas, as escadas, as cordas, os espal- dares, o cavalo e o trapézio.

http://www.perspectiva.ufsc.br/perspectiva_2004_especial/08_artigo_carlos_cunha_jr.pdf.

MOVIMENTO DE INSERÇÃO DA GINÁSTICA COMO CONSTITUTIVA DA
CULTURA ESCOLAR DO GINÁSIO MINEIRO (INTERNATO E
EXTERNATO) – 1890-1916
8 No Colégio Imperial de Pedro II a esgrima era oferecida desde 1846. O argumento para a sua inclusão foi de que, essa prática era “[...] uma parte da educação polida, e fina, he um objecto na verdade de notavel utilidade” (CUNHA JÚNIOR, 2002. p.170.) . Esse documento de solicitação de Frederico Hope está na Biblioteca Nacional, na secção de manuscritos, guardado na pasta registrada sob o código “C 272-6: ICP- ginástica: aulas de”.
http://www.anped.org.br/reunioes/30ra/trabalhos/GT02-3693--Int.pdf

lunes, 2 de febrero de 2009

Apuntes sobre la influencia española en la cultura chamorra a finales del siglo XX

Apuntes sobre la influencia española en la cultura chamorra a finales del siglo XX
Carlos Madrid Álvarez-Piñer

Resumen
Con el presente trabajo pretendemos apuntar cual es hoy día el estado de la cultura criolla chamorra formada a lo largo de más de doscientos años después de un primer proceso de aculturación a finales del siglo XVII, tras el contacto con los españoles, así como una somera enumeración de algunos aspectos, como la música tradicional, que son en parte más nítidamente identificables como de origen español (incluyendo aquellos de origen hispano filipino y mexicano) con el objetivo de entender hasta qué punto era la sociedad chamorra una cultura única en su entorno cuyos referentes estaban a medio camino entre Asia y América, y cómo el verdadero proceso de aculturación, de carácter irreversible, fue a raíz de la Segunda Guerra Mundial y el masivo asentamiento norteamericano.
MÚSICA
.........................................Entre los instrumentos musicales de la época previa al contacto y por lo que interesa a este trabajo, citaremos el belenban tuyan descrito por Georg [87] Fritz en 1904 (27), un alargado instrumento de bambú con una sola cuerda que se tocaba deslizando un arco por el mismo y que prácticamente es el berimbau portugués con alguna modificación. Tratándose éste de un instrumento similar a otros conocidos en otras zonas del sureste asiático consideramos que se trata de una importación cultural que ha llegado a las islas Marianas no de mano de portugueses o españoles, sino por parte de pobladores y viajeros de otras islas que sí pudieron recibirlo directamente de los portugueses (28).
En cualquier caso Fritz recoge los bailes típicos chamorros en la isla de Saipán (29) y habla ya de polkas, mazurcas y fandangos, estos últimos bailados tradicionalmente en la fiesta de la noche previa a la boda (hoy día fandango significa simplemente boda.) El fandango representa -digamos mejor representaba- un claro ejemplo de mestizaje musical, pues supone la incorporación de un rasgo cultural extraño en origen que se asume como propio dandole un uso, un valor y un significado completamente nuevo al «original». Este proceso de mestizaje, como cualquier otro, sólo debería entenderse como un factor de enriquecimiento.
http://cs.articleusweb.com/servlet/SirveObras/01371741788944848540035/p0000001.htm?marca=berimbau#7
http://www.proyectos-saluda.org/index2.php?option=com_content&do_pdf=1&id=2256

El arte de manejo de la navaja-CAPOEIRAGEM DE NAVALHA

CLAVE: 1890-Incorporación de ARMAS PORTUGUESAS en la capoeira
Navalha nao corta seda:
http://sala-prensa-internacional-fica.blogspot.com/2009/03/navalha-nao-corta-seda-estetica-e.html
LIBRO: 1849-Anónimo Manual del baratero,Ficha técnica del facsímilColección: Libros raros y curiosos ISBN: 978-84-9862-210-2


...........Debiendo sufrir en este día... la pena de muerte en garrote vil... Ignacio Argumañes, por la muerte violenta dada el 7 de marzo último a Gregorio Cané...
Diario de Madrid del 15 de abril de 1836

Navajas and snickersnees. From Manual del Baratero, Pub. 1849, p. 39. Illustration by Gustavo Dore (1833-1883). Snickersnees are swords, but navajas from the Iberian peninsula can be just as large -- but are ratcheted folders.


El anónimo autor del Manual del baratero, ó arte de manejar la navaja, el cuchillo y la tijera de los jitanos, impreso por primera vez en Madrid en 1849, expone en esta curiosísima obra unas pautas a seguir por los ?hombres honrados? en caso de tener que usar objetos cortantes como arma, ya que, como indica en el prólogo, ?ha habido una necesidad de instruir al débil para que sepa defenderse de las demasías del fuerte?. El tratado estudia, enriquecido con numerosos grabados, las diferentes maneras de manejar el cuchillo y las tijeras, los mecanismos de la navaja, las diferentes posiciones que ha de tomar un individuo para atacar con ella y el modo de acometer al contrario, ocupando el final del breve volumen un simpático análisis del baratero, ?ó sea el matón que saca un impuesto forzoso en los círculos de los tahúres que se llaman garitos?.


En Los españoles hay varios tipos como «El patrón de barco», «El presidiario», «El baratero», «Los buhoneros», «El contrabandista» o «La cigarrera», que podrían ser de diversos lugares de la Península, pero caracterizados allí como propios de Andalucía.

domingo, 1 de febrero de 2009

Vidoucq ,el capoeira de Francia (1775-1857)

1797 : Vidocq découvre la Savate alors qu'il effectue une peine de 8 ans au bagne de Brest(Prisión de Brest)

derecha: História de Goa :Escrito por Manuel José Gabriel Saldanha(pag 385)
Nota del pesquisador: Identificamos en 1799 el Cuerpo de Tropa Volante de Sipais del ejercito portugués en Goa comandado por el Teniente Coronel Francisco Ricardo da Silva.Tambien identificamos al Coronel José Alves de Souza almando de un regimiento de artillería. Identificamos a la marina francesa saliendo del puerto de Brest para Goa.Aquí Vidoc ya había descubierto el Savate en Brest. (pag 395,232)
FUENTE :http://books.google.es/books?id=pEbxPhPod9IC&pg=PA395&dq=Coronel+Jos%C3%A9+Alves+de+Souza+goa&ei=vWyUSZyvDKGayATxuo30CQ
id=hytaeRVPFhQC&printsec=frontcover&hl=es&source=gbs_book_other_versions_r&cad=2_0

Abajo Derecha: Image populaire de l'épisode de la forêt de Sénart


Cuadro erótico VIDOUCQ:


http://images.google.es/images?gbv=2&hl=es&q=+site:images.openstockphotography.org+%22Eug%C3%A8ne+Fran%C3%A7ois+Vidocq%22




LARRIBEAU (1776-185?)Ancien marin présent a la bataille de Trafalgar, il aurait été un des rescapés du naufrage du bateau " la Méduse" (mais n'aurait pas été sur le radeau)Il enseignait la boxe française, la canne, le bâton et l'escrime ainsi qu' une méthode spéciale de défense en 10 leçons"(sic),Il est a l'origine d'une "Théorie du jeu de la canne"Ouvrage:* Nouvelle théorie du jeu de la canne - Paris (1855)* Leçons d'un père à son fils, marin naufragé de la frégate ″la Méduse″Salle: 13 bis passage Verdeau (Paris) - (reprise en 1855 par Louis-Armand Leboucher)









Guide du jeu de la canne
M. Larribeau

Quand il publia ce livre M. Larribeau était ce que l’on appelle un homme d’expérience. Professeur depuis 40 ans, marin pendant 20 ans il avait participé à la bataille de Trafalgar en octobre 1805 et était aussi l’un des derniers survivants des naufragés de la Méduse.
« Ces pages sont le résultat de longues études et de plus de quarante années de théorie et de pratique ; la clarté et la précision ont été notre but, nous espérons l’avoir atteint. Nous avons voulu que tout homme étranger, même aux plus simples notions de l’escrime, puisse saisir et comprendre les détails dans lesquels nous entrons ; que par leur étude il puisse lui-même, sans maître au besoin, apprendre à se défendre, à l’aide d’une canne, contre une attaque imprévue. » M. Larribeau
Cet ouvrage est la réédition intégrale du livre publié en 1856 à compte d’auteur sous le titre : Nouvelle théorie du jeu de la canne, par M. Larribeau professeur d’escrime, de canne et de boxe française, et d’un système spécial de défense qu’il démontre en 10 leçons à l’aide d’une canne pour laquelle il est breveté.
Illustré de 30 planches.
ISBN : 978-2-35422-103-4
164 pages - Format 14x20 cm. 22 € 20,90 €







Historique de la Savate Boxe Française

Vers la fin du 18ème siècle : Les marins français et génois utilisent une méthode de combat aux pieds pendant les heures de calme, posant une main au sol pour assurer leur équilibre lorsqu'ils frappent en ligne haute.
1797 : Vidocq découvre la Savate alors qu'il effectue une peine de 8 ans au bagne de Brest(Prisión de Brest) http://fr.wikipedia.org/wiki/Bagne_de_Brest Vers le début du 19ème siècle : Apparaît dans le midi de la France, une méthode de combat utilisant exclusivement les pieds : C’est le « le chausson ». Dans le Nord de la France se développe une méthode similaire dans laquelle s’ajoutent aux de pieds quelques coups portés avec la main ouverte : C’est la « savate ».
1820 : Michel Casseux, codifie ces deux pratiques sous un traité appelé « l’art de la savate » et ouvre à la Courtille à paris, la première salle de « savate parisienne ».
1830-1832 : Charle Lecour ( élève de Michel Casseux ) après une défaite face au champion de boxe « anglaise » Owen Swift, décide d’étudier le « boxing londonien », à Paris chez un champion de boxe anglaise : Adams. Charles Lecour après avoir bien assimilé les techniques de poing de la boxe « anglaise », les ajoute à celle des pieds en créant la « savate boxe française ». Il ouvre la première salle de « savate boxe française » passage des Panoramas à Paris. De remarquables boxeurs marqueent cette époque : ( Leboucher, Gauthier ).
1852-1856 : Le prince Louis Napoléon Bonaparte crée l’école de Joinville où on y enseigne la savate boxe française. Louis Vigneron fait sensation en battant le Britannique « Dickson » et ouvre une salle rue de la Michodière à Paris. A la demande de l’impératrice, un décret d’état proclame l’interdiction des sports de combat. La savate boxe française se transforme en exercice « gymnique » et prend le nom de « adresse française ». Ils seront à nouveaux autorisés en 1860.






Biografía de Eugène-François Vidocq (23 de julio de 177511 de mayo de 1857) fue el primer director de la Sûreté Nationale ('Seguridad Nacional') y uno de los primeros investigadores privados. La figura de Vidocq, que tuvo un pasado delictivo, inspiró a Victor Hugo para los dos personajes principales de la novela Los miserables.









VIDOCQ Eugène-François (1775-1851) François Vidocq aurait appris la savate en prison au fort de Bicêtre auprès d'un nommé Jean Goupil "Le Saint Georges de la savate" vers 1797 ... (Mémoires de Vidocq - Paris - 1828)









Vidocq, François (1775-1857). Mémoires de Vidocq, http://visualiseur.bnf.fr/ark:/12148/bpt6k510007.pdf

Pelea de marinos-Savate







Savate: pelea de marinos
Por Frank Díaz Donikián
Hablar del Savate en Francia es tener un buen tema para caer en gracia.Y es que verbigracia a unos marineros del puerto meridional de Marsella, a partir del siglo XVII, se dieron allí los orígenes de este estilo de pelea que se considera en ese país deporte nacional. Los golpes con los pies son tan contundentes y rápidos como variados. Según historiadores, fueron aprendidos por aquellos “lobos de mar” en sus viajes a países del Oceáno Indico y el Mar de China. A partir de entonces, en toda trifulca en puertos y bares franceses era común ver patadas propinadas a cualquier zona del cuerpo. Los marineros llamaron "Chausson" a ese tipo de combate, en referencia a las pantuflas que normalmente usaban a bordo. Se afirma que marineros galos instruyeron a navegantes españoles con estos modos de ataques y defensas. Ya en tiempos de Napoleón Bonaparte, soldados del emperador mostraron públicamente sus “destrezas” con los pies pateando a sus prisioneros por el trasero. El castigo fue conocido como la Savate, lo que puede traducirse como "zapato viejo”.
De lucha callejera a deporte reglamentado
Cuando ya era común ver por doquier gente dirimiendo sus disputas “a patadas”, a un practicante: Michel Casseux, se le ocurrió en 1825 abrir en París el primer gimnasio para la enseñanza y práctica reglamentada de estas habilidades. Trató de crear un sistema de pelea menos tosca, enfatizando en las patadas circulares, laterales y frontales a la rodilla, espinilla y empeine. En 1832, el atleta Charles Lecour combinó las técnicas de puños que bien conocía del boxeo clásico inglés con las formas introducidas por Casseux. A esta mezcla se le denominó Savate-boxeo francés y atrajo tanto a la élite de la sociedad gala, que era de muy buen gusto y tino como a los “jóvenes de bien” que se acogieran a este deporte como ejercitación muscular y defensa personal. En 1850 se dio el primer combate de Boxeo Francés con las reglas implantadas por Casseux para diferenciarlo de una rellerta de callejuela. Un hombre fornido llamado Louis Vignezon, fue el primer gran campeón de Savate al derrotar a su adversario con la paliza de solo cuatro patadas. En 1852, al establecerse la Academia Militar "1'Ecole De Joinville", se incluyó el Savate en el entrenamiento de los reclutas. Luego, estas mismas normativas se extendieron a otros sitios del Viejo Continente, Africa, Canadá y Estados Unidos.
Pero es Joseph Charlemont probablemente la figura más importante del Savate, por su influencia en la docencia y mayor expansión internacional del deporte. Siendo excelente boxeador, enseñó a las tropas francesas durante la Guerra con Prusia en 1870. En Bélgica publicó el primer libro sobre técnicas de Savate. Y en 1877 creó la "Société des boxeurs Français". Sus métodos y reglas son los lineamientos que se siguen en la disciplina hoy día. Al principio del siglo XX, más de 100,000 personas practicaban el Boxeo Francés. Pero circunstancias como la Primera Guerra Mundial retrasaron su desarrollo. En 1922 se creó la primera federación nacional en Bélgica la Ligue Royale Belge de Boxe Française. Y en 1924, el Conde Pierre Baruzy logró que el Savate fuera declarado deporte de exhibición en los Juegos Olímpicos de Paris. El propio gentil hombre ganó el título de campeón y por su actuación, fue nombrado Presidente honorario de la Federación Internacional de Boxeo Francés Savate". Esta institución, con sede en la capital gala, reune organizaciones afines nacionales en los cinco continentes, con miles de atletas de uno y otro sexo que se enfrentan por divisiones de pesos en diversos torneos hasta llegar a los Campeonatos Mundiales. En Francia, la federación nacional de Savate es repaldada por el Ministerio de la Juventud y el Deporte y es un eficiente medio para rescatar a muchos jovenes de la marginalidad y la delincuencia. En Estados Unidos, por ejemplo, existe USA SAVATE, localizada en 220, Hillside Rd. Laredo, Texas 78041. headquarters@usasavate.org
http://www.marypescausa.com/Edition8/savatepeleademarinos.htm

Comercio entre Goa-Mozambique y Brasil

O alvará de 2 de abril de 1811 anulou a legislação anterior que vedava o comércio direto entre os portos brasileiros e outros portos dos domínios portugueses.
Em última análise, tendo em vista que esse já se dava, intensamente e sem oposição da Metrópole, entre o Brasil e a África, o alvará só tinha, na prática, o efeito de legalizar o comércio brasileiro com a Índia. Embora proibido, não era incomum que barcos saídos de Goa a caminho de Portugal, e que paravam em Moçambique, alegassem razões de emergência – falta de alimentos ou de água, doenças ou necessidades de consertos – para ancorar em portos brasileiros
e neles descer, clandestinamente ou às escâncaras, parte da carga: algodões indianos, sedas chinesas, especiarias, porcelanas, móveis de vime e laca, assim como escravos que recolhiam nos litorais da África Índica.
Em Moçambique, o comércio de gente fora relativamente pouco importante até o início do século XVIII, quando de seus portos passaram a sair,em grande número, escravos para as plantações de açúcar das ilhas francesas do Índico e, cinqüenta anos mais tarde, para o Brasil.
http://academia.org.br/abl/media/RB%2054%20-%20PROSA.pdf?bcsi_scan_641C80716C2D7C56=0&bcsi_scan_filename=RB%2054%20-%20PROSA.pdf
O France se dirigiu a Quelimane, Moçambique, na costa sudesteda África, onde chegou no dia 29 de janeiro de 1850. Logo após suachegada, o navio foi abordado por um cruzeiro britânico. O oficial bri-tânico pediu para ver os documentos do navio. Na manhã do dia se-guinte, o oficial voltou e pediu que as escotilhas do navio fossem aber-tas. Sendo evidente que o France estava “todo equipado para uma viagem escravista”, os marinheiros britânicos apreenderam o navio. O de-poente William Anderson imediatamente atirou ao mar todos os docu-mentos oficiais fornecidos pelo consulado americano. Anderson acom-panhou o France até o Cabo da Boa Esperança, onde foi acusado decumplicidade no comércio negreiro diante da Corte para Supressão doComércio Escravista. Declarado culpado, o navio foi destruído.William Anderson voltou ao Rio de Janeiro no dia 17 de junhode 1850. Ali, ficou sabendo que Joshua Clapp havia permanecido nacidade e que Frank Smith havia ido para a Califórnia.
http://www.afroasia.ufba.br/pdf/afroasia35_pp9_35_Graden.pdf.

A Escrita de Roda e Influencias externas

A Escrita-de-Roda e Influências Externas
Explicou-me um conhecido mestre de capoeira (1990) que Paraná, citado na conhecida cantiga, foi o mestre baiano que introduziu a capoeira no estado do Paraná, merecendo por isso aquele nome. Eu então lhe perguntei em que época isso se deu, e ele apontou-me para a década de (19)50, quando grande número de baianos foram trabalhar nas frentes de colonização do Paraná. A força dos detalhes que acompanham a informação seria perfeitamente crível se eu não soubesse tratar-se Paraná da canhoneira tripulada por capoeiristas baianos que combateu na Guerra do Paraguai (1865-1870). Dessa forma, a educação oral metamorfoseia e reinventa a história das culturas não-escritas, dando-lhes os elementos de atualidade que elas necessitam para ter credibilidade para pessoas sem educação formal. A guerra do Paraguai está longe, mas a colonização do Paraná está perto. Isso em nada desmerece a tradição narrada, porque tal nova enrredação mítica preserva a tradição que é possível preservar. Isso também se dá no plano religioso.Certo chefe religioso da África Ocidental, explicando-me o jogo de Ifá, disse-me que seu fundador, cuja coluna vertebral não se sustinha, jogava para trás os elementos da adivinhação por este motivo, quando saiu de Meca para dirigir-se à Nigéria.Ora, o jogo de Ifá já existia quando Meca não havia sido fundada. O islamismo data apenas do século sétimo da era cristã e não tem qualquer precedência temporal sobre as religiões afro antigas, de que é, na verdade, um subproduto gerado desde a influência do antigo Egito no mundo da península arábica. A Nigéria é uma formadora mais antiga de religião do que sabem seus altos sacerdotes. Eles apenas reinventam a tradição e devem fazê-lo sob a pressão do islamismo, que paradoxalmente se torna assim um elemento de credibilidade para atualizar a tradição no tempo coetâneo. É por essa razão também que a cultura criada pelo povo não é primitiva, pois cada geração a recria, para conformar-se a suas dificuldades ambientais, étnicas e sociais.Portanto, formar discípulo é uma tarefa cuja centralidade requer a adaptação da tradição a necessidade vivas, sendo o ambiente real em que a cultura se mantém atuante. É interessante observar que a capoeira dura desapareceu no Rio de Janeiro na década de (19)70, quando ela deixou de formar discípulos. De certa forma, ela sofreu naquela mesma década uma reinvenção, através do famoso Nastor Capoeira e, em certa extensão, pelo mestre Quarentinha, que recuperou alguns de seus movimentos para a capoeira angola. Vê-se que a independência do mestre não apenas transforma culturalmente uma linha de capoeira, como pode chegar a mudar o destino de um ramo específico da mesma. O mestre não apenas fornece ao aluno os meios para se desenvolver e personalizar a forma de luta, como fornece os valores que permitem ler o passado e construir o futuro. A chave de tais elementos se encontra na prática da escrita-de-roda.O mesmo se poderia dizer das supostas relações dos jogos de varapau e de savate e a capoeira dura. Os jogos de varapau já existiam na cultura européia e asiática antigas, há dois mil anos, e atingiram na Europa grande difusão até o século 18. O savate, luta francesa com os pés das pessoas pobres, foi retomado por sobreviventes da aristocracia francesa, quando o governo da Revolução (fim do século 18) proibiu o uso da espada por civis em lugares públicos. Os nobres sobreviventes, tendo a frente a famigerada “juventude dourada”, formou círculos de auto defesa, em que se desenvolveu a técnica do savate e do seu inseparável jogo de bengalas. A bengala passava no savate e ser uma arma mortífera.http://74.125.77.132/search?q=cache:M4gSkPDj-iAJ:dnbwilson.googlepages.com/ACapoeiraDuraeaReligioAfro-Brasileir.doc+Valente+tamb%C3%A9m+foi+um+negro+capoeirista+conhecido+por+Cir%C3%ADaco&hl=es&ct=clnk&cd=10